Sonhos de creme

Segunda a padaria n√£o abre. Subitamente sou acometido de uma vontade insana de comer um sonho de creme. Maldita sabotagem cerebral. Pego o carro, encaro um engarrafamento, vou ate o mercado, cheio de fila. No mercado a placa amea√ßa os malandros: Estacionamento para clientes. N√£o clientes:R$10,00 -Fra√ß√£o, R$10,00. Meia hora esperando a mo√ßa da padaria …

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Incríveis esculturas de areia

Você pode não acreditar nas imagens que verá neste post. São as mais incríveis obras de arte, feitas apenas com areia. Testemunhas efêmeras que mostram o poder  incomensurável de criação do ser humano.

Anualmente, festivais de diversos países elegem os melhores escultores de areia do mundo.

S√£o pessoas obstinadas e de incr√≠vel talento que se re√ļnem em times ou trabalham sozinhas, em obras de areia que v√£o de pequenas cestas de batatas ultra-realistas a verdadeiros castelos de sonho.

Obras fara√īnicas que em pouco tempo se v√£o com o vento e a chuva, mas que ficam guardados eternamente em nossas mem√≥rias.

A seleção que mostrarei aqui envolve o trabalho de centenas de pessoas de diversos lugares do mundo. Espero que curtam.

OBS: Se prepara porque tem imagem que n√£o acaba mais neste post. Joselitei geral! Nem sonhe em clicar ali se estiver numa conex√£o discada! (n√£o diga que eu n√£o avisei)

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A arte da caça РParte 1

-Nome?
-Laerte Soares Giancarlo Motta
-Idade?
-46
-Estado Civil?
-Casado.

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De volta para o futuro e o skate levitador

Quem n√£o sonhou em ter aquele skate que levita do Marty Mcfly? Eu sonhei, e hoje dando uma olhada num dos sites que eu leio, me deparei com o depoimento de um cara que realmente acreditou que aquele skate existia. Na verdade, ele apenas foi mais um dos milh√Ķes de meninos que realmente acreditaram naquela …

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Uma f√°brica de brinquedos na China

O tão esperado dia das crianças vem chegando e com ele, o sonho de brinquedo de muitos bacuris se aproxima da realidade, ou da decepção, em certos casos.

√Č ineg√°vel que os pais, pelo menos os da classe m√©dia, s√£o altamente afetados por este tipo de marketing que gerou o dia dos pais, dia das m√£es, dia das crian√ßas, e agora quer implantar o “dia da sogra” como uma data presente√°vel.

Como se j√° n√£o fosse suficiente a p√°scoa e seus ov√Ķes de chocolate (a m√≠dia e o marketing querem que voc√™ pense que quanto maior o ovo, maior seu amor pelo presenteado) o natal e seus milh√Ķes de comerciais com velhinhos de √≥culos sorrindo com panetones ou chester bolinha nos bra√ßos, o ano novo e suas roupas brancas com detalhes em prata, e as cores da moda para atrair de tudo, menos desgra√ßa, o carnaval e a cerveja, e seus pacotes de viagem, seus hot√©is com traslados, os ingressos, os abad√°s e as lembrancinhas de lugares long√≠ncuos o in√≠cio das aulas e os materiais, cadernos, mochilas, livros. As √©pocas de gastan√ßa se espalham pelo ano.

O fato, meus amigos é que somos engrenagens de uma maquina que não se sustenta. Uma bicicleta gigante que está em permanente pedalar para não cair. Somos forçados pela lei do consumo capitalista. Bem, isso não é necessariamente uma constatação tão ruim, uma vez que, sob certos aspectos, até na natureza o consumo é praticado. Pelos menos nós já saímos da fase de consumir uns aos outros.

Aí vem a pergunta fatídica : Será?

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