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O crânio – Parte 7

Bruno segurava a caveira e estava prestes a fazer um novo pedido quando ouviu o que parecia ser um choro. Vinha da sala.
Ele foi até a sala e viu a mãe sentada no sofá. Ela tentou disfarçar, limpar as lagrimas dos olhos.

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O crânio – Parte 6

Bruno chegou não viu a Bia. Ela estava oculta pelo bolinho de gente que havia se formado ao redor. Bia estava chorando, tampava o rosto,

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O Crânio – Parte 5

Percebendo que ia dar merda, Gui se afastou.
Bruno precisou usar toda sua força de vontade para não enfiar um murro na cara daquele palhaço.

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O Crânio – Parte 4

Bruno acendeu a luz do quarto. Pulou da cama, agarrou a pedra da caveira na prateleira e segurou ela no colo. Olhou bem dentro dos olhos brilhantes da caveira de pedra e mentalizou o pedido:

-Eu quero a Bia!

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O Crânio – Parte 3

Aquele foi um dia incomum. Bruno acordou e partiu para o centro da cidade. Foi em busca de lojas de bijuterias. Afinal, ele nunca teria dinheiro para comprar diamantes de verdade. Foi somente na terceira loja que Bruno encontrou o que buscava. Enormes cristais lapidados em forma de diamante. Mediu o tamanho de olho e calculou que dariam exatamente nas órbitas escavadas na caveira de pedra.

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O crânio – Parte 2

No dia seguinte, enquanto o carro percorria seu caminho de volta ao Rio, Bruno segurava a pedra da caveira em suas mãos. Era curiosamente pesada.

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O crânio

Estava tocando Reginaldo Rossi no radio do carro. Bruno odiava o Reginaldo Rossi e todas as musicas daquele sujeito brega. Mas o pai dele gostava.

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ELA e eu

Talvez alguém tenha notado minha súbita ausência deste espaço nos últimos dias. A razão para meu sumiço é que quando chegava em casa na sexa-feira, depois de deixar meu filho na escola, dei de cara com um homem engravatado, que segundo o porteiro, “estava me esperando desde cedo”.

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