Ascens√£o e queda de Diocleciano

Fora enfim, dormir exultante. Dormir por assim dizer, j√° que ficou deitado com seus olhos abertos na escurid√£o. N√£o conseguiria dormir mesmo que quisesse. Acabara de completar os sete anos de p√©s no ch√£o e cal√ßas curtas. Naquele dia em que acordou antes mesmo do galo, afim de exercer suas prerrogativas divinas de aniversariante, iria …

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O Experimento Carlson parte 15

Já devia faltar pouco para o amanhecer quando Carlson conseguiu descer a enorme colina de rochas afiadas. A sede torturava-lhe  a alma. Cada passo parecia um suplício.
A cidade estava em ru√≠nas. Logo, Morten observou que a colina de pedras escuras que havia acabado de descer n√£o eram rochas afloradas pela atividade vulc√Ęnica do planeta, mas sim destro√ßos das constru√ß√Ķes.

O Experimento Carlson parte 14

O frio era crescente. Carlson tentou desesperadamente reiniciar o computador do traje, sem sucesso. Seria necessário retirar o traje, desmontá-lo para encontrar a razão do problema. Os sistemas auxiliares também estavam inoperantes, o que parecia indicar uma falha profunda no modulo de aquecimento. Pra piorar essa falha comprometera a eficiência do sistema de geração de água na mochila.

O experimento Carlson – Parte 11

Carlson tentava como podia se livrar da coisa que o arrastava para o fundo, mas era imposs√≠vel. Era muito forte. O traje, cheio de √°gua havia se tornado uma pris√£o do qual escapar seria imposs√≠vel, ainda mais com aquela coisa lhe tragando para a escurid√£o. A √°gua foi se tornando turva e fria √† medida …

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