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O amiguinho

Sabe como é ter filho. Cedo ou tarde sua casa virará um pandemônio que parecerá um misto de terremoto e tsunami, com brinquedos para todos os lados.

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A cadeira obscura – Parte 23

Três cigarros depois e ali estávamos… Sentados na grama, olhando a fumaça ganhar os céus.
-Não tá queimando, cara. – Ele me disse, com um tom meio desesperado na voz. Concordei em silêncio.

Renato se levantou e andou até a beira do fogo, que amainava.

O fogo já havia diminuído sua atividade brutal. A fogueira se resumia agora a um monte de entulhos fumegantes, um monte de latas apareciam entre os destroços e montes de cinzas. A cadeira estava preta, parecia quase carbonizada, mas não havia nenhum sinal de desintegração.

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A Cadeira Obscura – Parte 22

O táxi parecia que nunca ia chegar no tal hotel de Copacabana. As ruas escuras e semi-desertas do centro do Rio foram gradualmente dando lugar a avenidas mais iluminadas e com mais movimento. Chegamos finalmente ao bairro que nunca dorme. As prostitutas e os michês disputavam os melhores pontos da Avenida Atlântica. O Taxi percorreu algumas ruas e precisou pegar alguns atalhos, porque havia um problema qualquer de tubulação estourada e a Cedae estava consertando.

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A cadeira Obscura – Parte 21

Renato correu desesperadamente quando viu que o monstro estava correndo em sua direção. Ele já tinha uma boa vantagem sobre a bizarra criatura, mas viu,

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