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Todo mundo sabe que a Índia é um dos países mais gumps do mundo.

Casamento de gente com cachorro, cerimônias de jogar bebês do alto de prédios, a pratica de  desovar defunto no rio de onde as pessoas bebem água, cafeteria-cemitério, favelas do tamanho da Cidade do Rio de Janeiro, casamento de sapos… É uma exuberância de bizarrices tremenda que rola lá. Hoje veremos um conjunto de templos muito, muito loucos. Eles ficam na cidade de Madurai, no estado indiano de Tamil Nadu. Esta é uma das mais antigas cidades do mundo e tem sido uma metrópole há mais de dois mil anos.

 

Surgindo imponentes no meio da paisagem urbana e caótica, esses enormes templos lembram montanhas repletas de detalhes. Tantos que chega a dar nervoso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como dizia minha vó:

 

“isso aí parece mais uma penteadeira de puta!”

De fato, o exagero é parte da vida no lugar. Saca só:

O complexo arquitetônico do templo dedicado à deusa hindu Parvati e seu consorte, Shiva, é guardado por nada menos que 10 torres de vigia, conhecido como gopuram. A torre mais alta das 10 é a torre sul, que foi construída em 1559 e tem mais de 170 metros de altura.

Já a torre mais antiga é a torre oriental, cuja construção remonta ao ano de 1216.

A principal característica do templo é ser ornamentado com milhares de figuras de pedra pintadas individualmente. É um negócio tão sem noção que chega a ser difícil de acreditar. Tem gente que acha isso lindo… Pois é.

Pode imaginar o trabalho que deve ser a manutenção disso? E olha só a qualidade dos andaimes!

Os templos fazem sucesso. A cada dia mais de 15.000 pessoas, afluem ao templo e em uma sexta-feira o público duplica. O festival mais importante, que é em meados de abril e início de maio traz mais de um milhão de pessoas para o templo e seu complexo.

Embora o templo seja mencionado na literatura Tamil no século 7 acredita-se que um complexo religioso no local já existia há centenas de anos antes disso. No entanto, o complexo original foi destruído por um invasor muçulmano, Malik Kafur, em 1310. Então, em meados do século XVI, o então rei da cidade, Viswanatha Naya decidiu refazer o templo. Seu projeto foi substancialmente ampliado durante o reinado de Thirumalai Nayak (1.623-1.659) que o fez como ainda podemos todos ver hoje.

Se você chega a quase ter um ataque epiléptico de ver tantos detalhes do lado de fora, espere só para ver que o exagero não fica só do lado de fora.

 

O templo é servido por 50 monges que pertencem a casta dos Shivaite e Adishaivas, uma sub-casta de brâmanes. Eles executam diversos rituais ao longo do dia. No entanto, para muitos a fonte duradoura de fascínio n o templo de Meenakshi Amã são as milhares de figuras de pedra que adornam as torres de vários andares que guardam o templo.

fonte

Meenakshi Amã – O templo do exagero

Comments

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19 ideias sobre “Meenakshi Amã – O templo do exagero

  • 14 de abril de 2013 em 11:58
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    Psicodélico, imagina ficar olhando para aquele teto com círculos coloridos, kkkkkkk, deve ser uma viagem cabulosa, kkkkkkk

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  • 14 de abril de 2013 em 14:54
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    Cara, quando vi a foto, cheia de estatuas coloridas a primeira coisa que me veio a mente é que era uma versão indiana daquela coleção de barbies que alguns malucos(as) tem por ai … XD

    Resposta
  • 14 de abril de 2013 em 14:57
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    não dá pra dizer que ñ é bonito, philipe, nem vem!

    Resposta
    • 14 de abril de 2013 em 19:12
      Permalink

      é um troço meio psicodelico kkkkkkkkkkkk na india tudo ´pe possivel

      Resposta
    • 14 de abril de 2013 em 19:12
      Permalink

      é um troço meio psicodelico kkkkkkkkkkkk na india tudo ´pe possivel

      Resposta
    • 14 de abril de 2013 em 19:12
      Permalink

      é um troço meio psicodelico kkkkkkkkkkkk na india tudo ´pe possivel

      Resposta
  • 14 de abril de 2013 em 20:28
    Permalink

    Realmente é muito.”escalafobélico”…mas não deixa de ter a sua beleza. Muito colorido.
    Mas é de dar enjôo e fazer as tripas dar nó….rsrsrsrs!

    Resposta
  • 15 de abril de 2013 em 3:33
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    Para um ocidental a beleza desse tipo de arquitetura é duvidosa, mas para um hindu ela faz todo o sentido…

    Resposta
  • 15 de abril de 2013 em 14:47
    Permalink

    Para os mais desatentos, a primeira vista isso pareceria uma pirâmide humana de proporções faraônicas!!!

    Resposta
  • 16 de abril de 2013 em 15:16
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    Uma beleza cansativa pelos excessos. Mas com certeza é algo para se admirar.

    Resposta
  • 17 de abril de 2013 em 10:23
    Permalink

    Imagina fazer restauração,como pintura, rachaduras… Achei um exagero de cores, mas como dizem, há um simbolismo que só eles entendem.

    Resposta
  • 21 de abril de 2013 em 0:37
    Permalink

    Gostei da matéria só achei infeliz o comentário de pentiadeira de puta.

    Resposta
  • 21 de abril de 2013 em 14:52
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    Muito lindo esse templo. Já o conhecia de outras fontes, mas nunca tive a oportunidade de pesquisar mais a fundo. Tem gente que acha feio, ou abominável… Sinceramente: isso é cultura; devemos respeitar.

    Resposta
  • 27 de abril de 2013 em 12:04
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    Pense contemplar isso aí com um bike 2000 efervescendo a paisagem?! Kkkkk…..

    Resposta
  • 25 de junho de 2013 em 12:01
    Permalink

    Está relacionado ao Baghavad Gitã, quando Krishna apresenta a Arjuna sua forma divina, um deus com infinitos olhos, bocas, braços e por aí vai, infinitas formas e infinitas expressões.

    Não é simples exagero cultural, existe uma explicação nos fundamentos religiosos do hinduísmo para isso.

    Mas que dá agonia de olhar, dá mesmo.

    Resposta
  • 17 de janeiro de 2014 em 17:50
    Permalink

    Cara, lá existe mais de 5 mil divindades e todas são amplamente respeitadas ao mesmo nível, ao contrario daqui que crente chuta estátua de santo! Comentário bem babaca de chamar isto de algo que da nervoso e principalmente ser igual penteadeira de puta, se a tua vó sabia como era uma, talvez o passado dela foi dentro de cabarés!

    Resposta

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