O porto da morte

Era quase como um cemitério de elefantes, mas no mar. Eles vinham, gigantes, imponentes, enormes, impávidos e colossais, cortando a água como fizeram desde seu nascimento, para desacelerar os motores. Ao se aproximar da costa, já se notava uma mancha escura junto à praia. Era um verdadeiro enxame de pessoas, que aguardavam, como formigas, ávidas para desmantelar o gigante moribundo…

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A cidade azul da Índia

Fundada em meados do século XV, Jodhpur é uma cidade típica do Rajastão. O quadrado central da cidade velha é chamado Nonchok. Aqui, cruzam-se nove ruas, cada uma delas habitada por representantes de uma casta particular ou de uma profissão particular.

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A macabra torre do silêncio

“…Nenhum dos corpos em decomposição na fotografia foi identificado. Os moradores das proximidades ficaram chocados com o numero de corpos no Dakhma, e se mostraram incapazes de reconhecer quem eram aqueles mortos. Os corpos, por sua vez, não batiam com a descrição de nenhuma pessoa desaparecida. Não havia animais, exceto moscas e suas larvas. Os zoroastristas permitem que aves necrófagas alimentem-se dos mortos pois vêem nisso uma pratica onde de acordo com suas crenças “o corpo volta para a Terra”. Mas os oficiais encontraram os corpos relativamente preservados e intocados por qualquer animal. Não há contagem oficial de mortos. De fato, muito pouca investigação foi feita no local, e talvez seja esta a razão dessa foto ter aparecido. Os oficiais evitaram o lugar não só porque ele parecia difícil, mas pelo seguinte…”

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