O crânio – Parte 10

Gui estava vomitando lá perto da árvore.

-É uma bicha louca mesmo! – Gritou Bruno. O amigo apenas estendeu o dedo do meio como resposta.

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O crânio – Parte 8

-E agora Bruno? – Perguntou Gui, sorvendo o restinho do milkshake do fundo do copo com um sonoro barulhão.
-Agora não sei. Mas ele arrumou o emprego, pelo menos.

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O crânio – Parte 7

Bruno segurava a caveira e estava prestes a fazer um novo pedido quando ouviu o que parecia ser um choro. Vinha da sala.
Ele foi até a sala e viu a mãe sentada no sofá. Ela tentou disfarçar, limpar as lagrimas dos olhos.

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O crânio – Parte 6

Bruno chegou não viu a Bia. Ela estava oculta pelo bolinho de gente que havia se formado ao redor. Bia estava chorando, tampava o rosto, sem graça. Uma amiga dela logo pediu pra galera se afastar e correu com a

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O Crânio – Parte 5

Percebendo que ia dar merda, Gui se afastou.
Bruno precisou usar toda sua força de vontade para não enfiar um murro na cara daquele palhaço.

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O Crânio – Parte 4

Bruno acendeu a luz do quarto. Pulou da cama, agarrou a pedra da caveira na prateleira e segurou ela no colo. Olhou bem dentro dos olhos brilhantes da caveira de pedra e mentalizou o pedido:

-Eu quero a Bia!

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O Crânio – Parte 3

Aquele foi um dia incomum. Bruno acordou e partiu para o centro da cidade. Foi em busca de lojas de bijuterias. Afinal, ele nunca teria dinheiro para comprar diamantes de verdade. Foi somente na terceira loja que Bruno encontrou o que buscava. Enormes cristais lapidados em forma de diamante. Mediu o tamanho de olho e calculou que dariam exatamente nas órbitas escavadas na caveira de pedra.

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