O experimento Carlson parte 18

Levou alguns segundos para que Carlson habituasse seus olhos ao brilho cegante do sol. A luz fortíssima castigou seu corpo nu. Ele se virou para trás e o que viu foi a enorme esfera espelhada levitando atrás dele.

O Experimento Carlson parte 15

Já devia faltar pouco para o amanhecer quando Carlson conseguiu descer a enorme colina de rochas afiadas. A sede torturava-lhe  a alma. Cada passo parecia um suplício.
A cidade estava em ru√≠nas. Logo, Morten observou que a colina de pedras escuras que havia acabado de descer n√£o eram rochas afloradas pela atividade vulc√Ęnica do planeta, mas sim destro√ßos das constru√ß√Ķes.

O Experimento Carlson parte 14

O frio era crescente. Carlson tentou desesperadamente reiniciar o computador do traje, sem sucesso. Seria necessário retirar o traje, desmontá-lo para encontrar a razão do problema. Os sistemas auxiliares também estavam inoperantes, o que parecia indicar uma falha profunda no modulo de aquecimento. Pra piorar essa falha comprometera a eficiência do sistema de geração de água na mochila.

O experimento Carlson – parte 12

Morten não entendeu nada do que a mulher disse, mas ele notou que ela estava fazendo perguntas e parecia aflita.  Pensou em responder, mas o que diria? Não sabia uma palavra sequer em chinês. Nem mesmo sabia onde devia apertar na tela do dispositivo,  para se comunicar com a mulher.

O experimento Carlson – Parte 9

Morten Carlson tentava se agarrar da forma que podia, mas foi in√ļtil. Seu corpo deslizou com as rochas soltas at√© a beira do precip√≠cio. Ele sabia que uma queda de pelo menos cem metros de altura o aguardava.