Olha só que doideira estes sapatos de salto-alto que não tem justamente os saltos. Parece até efeito especial. A criação é do britânico Antonio Berardi e custarão nada menos que U$ 3600,00 o par. Absurdamente caro para aalgo que já economiza o custo do salto, né? Os sapatos bizarros estarão nas lojas de Londres em breve e a compra será por encomenda, que deve ser feita com 5 semanas de antecedência.
Sapato de salto alto, que não tem salto, mas é alto
O maior hamburguer do mundo (de novo)
Desde nosso último post sobre o maior hamburguer do mundo, muita coisa já rolou e a última notícia neste campo é que um bar-restaurante de Michigan reclama agora o título de estabelecimento que fabrica o maior sanduba do planeta.
A julgar pelo tamanho do pão, parece mesmo o maior, mas não me pareceu tão apetitoso quanto o anterior.
O sanduíche da vez, feito pela Mallie´s Sports Bar and Grill, em Detroit, leva 12 horas de preparação e no fim do trabalho, o que resta é uma montanha alimentar com 60kg!
Batizado com o nome de “Absolutamente ridículo burguer” ele é feito com carne, bacon, queijo e etc. O “Absolutamente ridículo burguer” custa U$ 350 e os pedidos exigem 24h de antecedência.
Para apenas virar o bifão do sanduíche na chapa, é necessária a ajuda de três homens fortes e duas folhas de metal para funcionar como espátulas.
O dono do estabelecimento, Stevie Mallie está requerendo o título de recorde, que até agora era do Denny, lá do restaurante Denny´s Beer Barrel Pub, em Clearfild. Esse aqui em baixo:
O Sanduba do Denny pesa 56kg, mas parece bem mais gostoso, né?
Golfista CEGO acerta bola de golfe no buraco a 100m com uma única tacada
Puts, isso que eu chamo de véio ninja:
Acertar o buraco com uma só tacada já é uma façanha para os grandes craques do golfe. O que dizer então se o autor da proeza for um homem de 92 anos e cego?
Foi o que Leo Fiyalko conseguiu no quinto buraco do Cove Cay Country Club, na Flórida, com uma tacada de 100 m.
Leo joga golfe há 60 anos – atualmente freqüenta o clube às quintas-feiras com um grupo de idosos (o mais jovem tem 70 anos). Ele foi perdendo a visão em decorrência de uma degeneração macular, e hoje tem apenas visão periférica no olho direito. Leo precisa de ajuda para acertar a posição do taco e para achar a bolinha.
Jean Gehring estava no clube e viu a tacada precisa do colega cego. “Eu percebi que a bolinha foi para o lugar certo do campo, mas quando chegamos lá não conseguíamos encontrá-la. Então olhei no buraco e lá estava ela”, disse.Na semana passada, os amigos do clube de golfe o presentearam com uma placa comemorando o feito.
Feitos incríveis por cegos parecem coisa de cinema, como Al Pacino dirigindo uma Ferrari a 160km/h em becos de Nova York, como no filme “Perfume de mulher”, mas a verdade é que se você procurar, encontrará uma boa quantidade de casos bizarros envolvendo cegos. Vejamos alguns casos estranhos:
1- Casal cego e surdo namora pela internet por 2 anos e enfim se casam
2- Piloto de Corrida atinge recorde de 269km/h numa Mazerati. (ele é cego)
3- Motorista CEGO é preso por dirigir ALCOOLIZADO
4- Evgen Bavcar – O fotógrafo que é cego
Link para o site dele
5- O incrível garoto cego que usa ecolocalização para “ver” como os golfinhos.
Fonte – Neatorama
6-O esquiador cego que ultrapassa o limite de velocidade sobre esquis.
Fonte -BBC
A última moda na savana
Estranhas essas fotos de mulheres africanas de tribos distantes, enfiadas em grotões no meio Quênia, Etiópia e Sudão. Nessas tribos os ritos sociais são bem diferentes e as noções de beleza podem chocar pessoas acostumadas ao universo urbano globalizado da moda. As africanas destas fotos são parte de um livro chamado: Natural Fashion: Tribal Decoration from Africa by Hans Silvester, published by Thames and Hudson, feitos com fotografias de Hans Silvester. POde parecer estranho, mas elas estão decoradas com o que por lá é considerado o supra-sumo da beleza.
Realmente, a moda dessas tribos distantes é muito esdrúxula. Bem diferente da nossa, né?
Tokyo Fashion Week
Bem… Quer dizer… Nem tanto, hehehehe.
A casa concha
Inspiração no mundo natural é algo recorrente na arquitetura. Um dos exemplos bem sucedidos de inspiração nas formas matemáticas complexas encontradas na natureza é a casa concha, feita no México por um casal (com muita grana e pouco medo do que os vizinhos vão pensar).
Basicamente, podemos dizer que a casa está mais uma escultura do que uma construção civil. Para construir a casa, foi usada tela de galinheiro coberta com um material chamado ferrocimento, que resulta numa estrutura facilmente moldável, mas que após a secagem do concreto tor-na-se tão resistente que suporta facilmente um terremoto sem romper, e é livre de manutenção.
O conceito do escritório Senosiain Arquitectos, prevê um espaço amplo e aberto na entrada, e as superfícies são sempre orgânicas e contínuas, sempre seguindo a espiral da concha, que termina no quarto, no piso superior.
A parte interna do primeiro andar está repleta de plantas naturais e o projeto original previa mesmo uma ÁRVORE dentro da casa. Graças aos vitrais que fecham a entrada da concha e as janelas orgânicamente posicionadas, o salão de entrada recebe farta iluminação.
É um lance assim, meio anos 60, meio Niemeyer misturado com Roger Dean. Gostei. Achei o primeiro piso meio desperdício de espaço, mas conceitualmente, é interessante.
Vem aí Smurfs 3d. Vai prestar?
Eu não estava sabendo, mas meu amigo Trovão me contou que a Paramount Pictures está preparando o lançamento de um filme 3d dos Smurfs. Link.
Hummmm. Não sei se devo gostar disso. Eu acho que Smurfs eram legais em 2d. Salvo raras excessões como Ice Age, Madagascar, e etc, o 3d endurece muito os personagens cartoons.
Personagens que nascem para o 3d são novidades e o povo não sabe o que esperar. Tudo é novo e a estética se impõe com facilidade. Mas o que dizer de um desenho animado que está cristalizado na mente das pessoas desde 1981, com 256 episódios e muitos prêmios Emmy no bolso?
Sei lá. Parece que querem enfiar 3d guela a baixo de vez. Hoje tem 3d em tudo. Não sou contra o 3d, pois seria um contrasenso, já que vivo basicamente de computação gráfica, mas tenho uma postura um pouco crítica quanto a sua aplicação. Vamos pensar. Todos os efeitos especiais precisam ser 3d? Precisamos mesmo de explosões 3d, lutas e vôos cada vez mais piortécnicos (vide o último homem aranha) ao ponto de dar labirintite na platéia?
Bons e memoráveis filmes do passado ficaram marcados na história sem precisar recorrer à computação gráfica. A Disney praticamente encerrou suas produções 2D, fazendo uma fração do que era feito décadas atrás. É como se 2d tivesse ficado obsoleto pelo fato de que o 3D surgiu. Quando o 3d apareceu com vontade no mercado audiovisual americano, ele foi devastador. O 3d não matou completamente, mas feriu perigosamente o 2D e quase extinguiu o próprio 3d, na arte cinematográfica do stop motion.
Quando Spielberg queria fazer Jurassic Park, ele contratou um dos grandes gênios na arte do Stop motion para produzir os dinossauros.
Phil Tippet, que havia animado quadro a quadro os Tauntauns de Star Wars, Rancor, os andadores imperiais(At-AT) e um monte de criaturas, dando vida e contribuindo de maneira efetiva para Star Wars Inaugurar de vez o Oscar de efeitos especiais.
Phil produzira antes excelentes animações sobre dinossauros, que vinham sendo feitos com a técnica 3d física desde muito antes, quando o mestre supremo da arte, Ray Harryhausen também se dedicava a criaturas com dentes afiados, garras e muita escama em clássicos da “sessão da tarde” inesquecíveis, como “Fúria de Titans”, “Simbad”, etc. As pessoas estavam acostumadas ao sistema de animação quadro a quadro e as inovações de Phil Tippet no setor aumentaram absolutamente o realismo quando ele criou o sistema Go-motion, que era um avanço sensacional na animação frame by frame porque tirava o boneco de foco em intervalos regulares, dando a sensação de que a coisa estava realmente na cena. Phil usou o go-motion com maestria em cenas sensacionais do cinema, como o robô ED 209 de Robocop.
Para a criação de Jurassic Park, Phil produziu algumas apresentações e cenas sensacionais em stop motion.
Teste de Tippet para os velociraptors. (me parece bem real)
Tudo ia bem, até que o departamento de 3d da ILM onde o próprio Phil Tippet trabalhava mostrou a Spielberg seus projetos de dinossauros em 3d.
Primeira apresentação do T-Rex 3d.
Spielberg arregalou os olhos e percebeu que aquele ali era o ponto de virada no cinema, onde os dinossauros deixariam de ser 3d real e passariam a ser virtuais. Phil ficou chateado mas foi mantido na equipe, passando a coordenar os movimentos e animações dos animais 3d. Para a arte da animação, mudou pouco, já que em 3d o processo de animar é relativamente similar ao do Stop motion, tirando o fato de que em algumas coisas o computador quebra o maior galho, fazendo todos os quadros do ponto A ao ponto B pra você, e no stop motion, são dias e dias de sofrimento, movendo o boneco manualmente para fotografar cada um desses pontos.
Mas a rertirada do stop motion de Jurassic Park marcou a indústria e estabeleceu uma espécie de chancela de que Stop motion já era.
Produtos anteriores ao Jurassic Park ainda mantiveram acesa as esperanças para a técnica, mas logo tornaram-se cults. Como “O estranho Mundo de Jack”, de 1993 e Wallace e Gromit, criados no longíncuo ano de 1982.
O 3d se sofisticou, ganhou novos sistemas e acabou reduzindo muito os custos de produção com a melhora e barateamento dos computadores.
A estética 3d foi difundida e lentamente animações manuais e quadro a quadro saíram do mercado das grandes produções para aparecer em eventos de animação de menor porte. Foi um período chato onde tudo era 3d. Na tv as aberturas criativas de Hans Donner da década de 80 deram lugar a brilhos, luzes e degradês enjoativos. Até pessoas viararam 3d, com Antônio Fagundes rodando dourado numa das mais toscas aberturas de novela já feitas nesta galáxia.
Com o tempo, a moda do 3d começou a diminuir e filmes de grande qualidade nessas técnicas clássicas ganharam as telonas. A noiva cadáver, dando continuidade ao Cult “O Estranho Mundo de Jack”, “A fuga das galinhas” e o clássico “Wallace e Gromit” são frutos de uma guerra silenciosa entre a animação computadorizada e a manual.
Os personagens de Nik Park: Heróis da resistência
Tudo parecia estar caminhando para uma convivencia pacífica de técnicas, tendo o 3d apenas aniquilado o stop motion como efeito especial. Animações de qualidade técnica absurdamente boas como Os incríveis e procurando Nemo começaram a conviver com produções idealizadas e mantidas em 2D, como Os simpsons.
É por isso que eu me preocupo quando uma Paramount resolve desenvolver um classico 2d em 3d. Os Smurfs perderá a alma? Perderá sua ingenuidade? Sua simplicidade cativante?
Minha opinião é que um filme não é bom nem ruim por ser feito nesta ou naquela técnica. Mas não sei se o público aceitará ou rejeitará Smurfs tridimensionais. É esperar e torcer para que isso dê certo. Na melhor das hipóteses, não é algo tosco como seria se fosse um tipo de “O grinch” com os smurfs sendo feito por atores anões com toneladas de mascaras feitas com látex na cara. Isso sim ficaria uma merda. Pra piorar, poderia ser um musical dirigido pelo Joel Shumacker. E os smurfs, tal qual Batman de Shumacker, também teriam mamilos.
Pensando bem, até que em 3d não é tão ruim.
Viking Warrior – A SAGA DE VÄRMOD
Eu não sei por que faço essas merdas. Ninguém vai ler mesmo…Muito poucos corajosos tem saco de ler tanta coisa num blog.
Mas para cumprir com a minha palavra e mostrar que quando eu tenho insônia (coisa rara) gasto minha madruga matutando alguma coisa de útil, aqui está, a saga de Värmod.
Tudo começou com a ideia do boneco. O boneco foi ganhando uma nova dimensão com as sugestões e contribuições dos leitores aqui do Mundo Gump, e daquele jeito de criação coletiva que eu sempre gosto, fui mudando e refazendo concepts atrás de concepts em busca da pose mais legal para o próximo boneco, que graças a Deus, a MSFX vai patrocinar.
Quando eu achei que estava legal, tive aquela noite de insônia e o resultado disso você verá algumas linhas abaixo. Eu comecei a me perguntar uma série de questões. Por que o Viking luta com aquela criatura no alto de uma montanha? POr que o viking usa dois machados? Por que ele está sem camisa num lugar cheio de gelo?
Quem é ele? de onde ele vem? Por que lutar sozinho contra uma criatura daquela envergadura? POr que ele salta para a morte com o animal?
A cada resposta que eu dava pra mim mesmo (um jeito bem Joselito de contar carneirinhos) novas perguntas surgiam, e com elas enredos, tramas e conspirações. Quando vi, uma história tomou forma em minha mente e eu podia até mesmo ouvir a trilha sonora orquestral com líricos gritando e tambores estourando. Metais indo aos extremos da glória. Vieram tomadas de câmera, imagens de paisagens desoladas, panorâmicas de combate. Sangue, honra. Morte.
Quando eu sentei no computador às cinco e meia da manhã, a história escorreu do meu cérebro pro Word e o que saiu, foi isso aqui.
(é bem possível que só uns dois ou três leiam. Se voê é nerd, joga RPG, ou apenas curte essas coisas épicas, a trilha sonora recomendada é:
1- Conan o Barbaro
2- O 13 Guerreiro
3- Lord of the rings
4-Karmina Burana
5- Rapsody of fire
Só recomendo porquê essa historinha foi escrita com essas.
Antes que alguém comente, eu não me preocupei com a formatação correta do roteiro, já que ia postar aqui e o formato blog destrói a formatação certa. Também não me preocupei em seguir as cartilhas. Mandei as favas as regrinhas. O que vale é a história. O resto é o resto. E deve estar cheio de erro, já que nem eu tive saco pra ler e revisar depois que fiz isso.
Com vocês, o maior post da história do Mundo Gump. Um longa metragem feito em um dia e quatro horas.
VÄRMOD SAGA
UM FILME -TOSQUEIRA-PSICOPATA-INSÔNE- ÉPICO- DE PHILIPE KLING DAVID
Prólogo
Uma serra de altas montanhas surge no horizonte. Lentamente, vemos a montanha se aproximar. A montanha vai ganhando forma e tamanho a media em que se aproxima. Vemos seu cume coberto de neve. Pedras pontiagudas passam bem perto e começamos a ver detalhes da montanha. Só ouvimos o som do vento e a neve é forte.
Em um tipo de eco de baixa freqüência, começamos a ouvir uma frase que se repete.
“Irmãos, na Terra e no Valhalla”…
Numa pequena depressão, está um monte de neve. Nos aproximamos e vemos que ali está uma pessoa caída. Parcialmente coberta de neve rosa.
“Irmãos na Terra e no Valhalla”… O som vai ficando cada vez mais claro.
Vamos nos aproximando cada vez mais e mais. Chegamos aos olhos da pessoa caída. Praticamente a única parte sem neve naquele lugar frio.
“Irmãos na terra e no Valhalla”…
Os olhos se abrem de súbito. São olhos profundamente azuis. O som cessa de imediato.
Há apenas o forte chiado dos ventos cortantes que atingem a montanha rochosa.
O corpo se move e debaixo de uma camada de neve, surge uma figura forte. A neve cai revelando cortes profundos. Ele esfrega a neve pelo chão. Está em busca de alguma coisa. Ele enfim encontra. A coisa que surge de um monte branco é um machado antigo. O homem é um viking. Ele se ergue com certa dificuldade. Cambaleia até a beira do penhasco e olha lá pra baixo.
De uma perspectiva do fundo do penhasco, vemos o viking chegando na beira e olhando para baixo. Apenas o vento. O viking ri. Começa a rir e seu riso ecoa pela montanha.