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(english version at the end)

Caro senhor Phelipe,

O senhor não me conhece. Descobri o seu email procurando na Internet por ufólogos do Rio de Janeiro.

Estou escrevendo este email por dois motivos. Espero que o senhor me entenda e não me tome por um louco charlatão.

O primeiro é para ajudar em seu trabalho. O segundo é para trocar informações sobre ufologia. Acredito que é necessário demonstrar meu interesse e intenção e portanto, estou anexando informações que considero interessantes nesta mensagem.

Não quero publicidade em torno do que vou relatar aqui. Por isso, manterei segredo sobre minha identidade.

Só o que me limitarei a dizer é que trabalho há mais de dez anos em uma unidade secreta das Forças Armadas que investiga o fenômeno dos Discos Voadores e seus tripulantes em parceria com grupos similares de outras nações, principalmente da Rússia, Israel, Canadá e Estados Unidos.
O Brasil mantém tratados secretos com estes grupos. Infelizmente, eu não sei coisas suficientes para relatar sobre as relações de pesquisa entre estes grupos, porque eu faço parte de uma equipe pequena, de quatro pessoas, todos ex-militares que apenas faz trabalho de campo. Nós chamamos este trabalho de “serviço sujo”. O que posso dizer é que nós obtemos material biológico e artefatos para pesquisa. Os artefatos são os objetos não biológicos.

Cada grupo ligado ao tratado (o tratado não envolve apenas os países que eu citei. São vários, com muitos grupos no mundo) faz uma parte do serviço, para que nenhum país ligado através do tratado fique em desvantagem tecnológica na análise deste material rico.

Cada país possui empresas privadas que operam em um sistema de fachada ou em um tipo de parceria secreta com os grupos de pesquisa, trocando informações e gerando várias patentes a partir do material obtido.
Recentemente eu comecei a me interessar mais pela origem destes seres. Ao longo dos dez anos em que eu mexo com isso, tive a oportunidade de ver pelo menos quatro tipos de criaturas diferentes. Algumas ainda vivas. Outras eu só vi carbonizadas ou mortas.

O trabalho de campo envolve partes que eu não posso revelar sob risco de colocar em xeque minha identidade.

O que eu posso lhe dizer é que o meu grupo atua no norte do Brasil. Mas existem outros que cobrem todo o território nacional, e partes do Paraguai, Uruguai e na região de fronteira com a Argentina. São todos grupos pequenos de no máximo quatro pessoas.

No meu grupo estão dois militares da reserva, um médico e um ex-policial civil.

Nós recebemos informes periódicos vindos de um grupo de monitoramento dos EUA, que cobre todas as Américas. Este relatório é atualizado apontando com coordenadas específicas de GPS as áreas de extensa atividade extraterrestre no Brasil. Sabemos que os Objetos vem aumentando sua presença desde o final da década de 70. Eles estão colocando em risco o tráfego aéreo nacional. Eles entram pelo norte e também pelo Sul do país, em uma velocidade acima de 20g.

Os objetos descem seguindo uma trajetória marcada por jazidas minerais, sobretudo urânio. Alguns dos objetos fazem trajetos derivados desta trilha principal.

Nós temos autorização de investir de modo hostil contra esta atividade. O que fundamenta nossa ação, é que só através da pesquisa do que se tratam estas criaturas e quais seus interesses, poderemos apontar um caminho seguro para todos nós. E para saber o que são, precisamos pegá-los e estudá-los.

Eu não sei nada sobre área 51 e essas coisas que se diz em filmes. Reporto as atividades do meu grupo em relatórios que são enviados a um comando central. Procedemos de acordo com parâmetros rígidos de conduta. Qualquer pisada fora da linha significa ser cortado do projeto. E isso não é bom. Entende o que eu digo?

As pessoas não sabem a realidade. Alguns acreditam que estas criaturas são seres angelicais.

Seres angelicais eu nunca vi. Mas já vi coisas realmente estranhas.

Poucos foram hostis conosco. Mas sabemos que a tecnologia deles pode ser muito perigosa. Muito mais do que você pode imaginar.

Eles parecem ser de outro planeta como todos dizem. Não posso afirmar, porque não sou cientista. Mas isso é minha opinião. Sou um ex-militar da reserva operando em atividade secreta para meu país. Minha missão é obter os espécimes, entregá-los e sair em busca de outros.

Para isso utilizamos helicópteros e equipamentos cedidos por nossos parceiros dos EUA e de Israel.
Eu não sei muito sobre a estrutura dos grupos. Tudo que sei foi o que ouvi em uma conversa informal com parceiros que já estavam lá antes de mim.

Eles me disseram que como o nosso, cada país tem um grupo de resgate e interceptação, ligados a quatro centros de monitoramento mundial. Um deles é nos EUA, o outro na Rússia, um na Austrália e um outro que não sei onde fica. Suponho que fique na África, em algum lugar. Mas isso é só o que eu imagino. Em cada país, existe um grupo de análise, separação e investigação de material. O grupo de investigação faz uma triagem, e separa o material para enviar para centros específicos. Estes centros são espalhados em vários países. Lá dentro, as pessoas desmontam os artefatos e estudam as criaturas. No Brasil nós nunca conseguimos enviar um único ser ainda vivo. Todos morreram em menos de três dias. E pelo que eu soube, isso inclui os quatro bichinhos lá de Varginha.

Recentemente, logramos êxito em abater um artefato em situação de pouso. Ficamos monitorando a atividade de uma pequena cápsula durante nove dias, onde ela fez exatamente o mesmo trajeto, nas mesmas horas e minutos. Fomos enviados para uma operação de cerco lento. A cada dia, durante o amanhecer, nós nos aproximávamos de modo camuflado. Fomos chegando cada vez mais perto do ponto onde a nave descia. Fomos repetindo isso até estarmos em posição de abatê-la. Era necessário desligar toda e qualquer atividade elétrica em nosso acampamento a partir das cinco horas da tarde. Só religávamos os equipamentos às cinco horas da manhã, quando a atividade da cápsula havia cessado. Isso incluía lanternas, veículos, rádios, celulares e até relógios. Nós estamos preparados para ficar semanas de tocaia completamente ocultos, desde que não tenhamos nenhuma atividade elétrica de grande porte além da atividade elétrica corporal. Para evitar que esta atividade elétrica nos denuncie, temos que vestir roupas especiais bastante incômodas de um tipo de plástico grosso de cor marrom que encobre os rastros elétricos. Assim ficamos invisíveis para eles. É o mesmo procedimento usado em captura de seres em todo o mundo. Pelo menos, isso é o que me disseram. Eles nos detectam pelas ondas elétricas.

Finalmente conseguimos inutilizar o artefato, impedindo que o objeto decolasse na noite de 15/03/2007. A ação ocorreu num pasto não muito distante da cidade de Tasso Fragoso, no Maranhão. Nas proximidades da BR330.

Duas criaturas saíram do objeto e resistiram ao cerco, recorrendo à violência e tentando evadir-se. Ambas foram abatidas a tiros. Levamos o artefato num caminhão e as duas criaturas foram embaladas e enviadas para um depósito provisório onde armazenamos em gelo até que o encarregado de transportar o material para o centro de triagem chegasse.

Durante o tempo em que nós descarregamos os seres no galpão, eu fiquei sozinho com elas e fiz algumas fotos usando meu celular.

Eu não tive muito tempo e não pude fazer muitas fotos em função de estar com o celular com pouca bateria e devido ao nervoso de fotografar a criatura em segredo.

Nós somos proibidos de efetuar qualquer registro fora dos especificados em nossos relatórios de campo. Os riscos são altos. Eu tirei estas fotos para mostrar para um parente meu que não acredita. Mas acho que elas podem ajudar mais quem entende.

Eu sei que muitas pessoas não acreditam em discos voadores, que nem sempre são discos, e muito menos em extraterrestres. Eu gostaria de poder ter o privilégio de escolher entre acreditar ou não. Mas sou forçado apenas a admitir sua existência, e caçá-los.

Ultimamente comecei a me perguntar se agimos corretamente. Isso começou em 1998 quando tive que abater uma criatura pequena que parecia uma criança. A nave estava voando em baixa altitude e derrubamos o pequeno disco, que tinha o tamanho de um fusca. O disco caiu de uma altura de seis metros, se ameaçando todo. Do objeto, abriu uma escotilha e uma pequena pessoa saiu. Ela olhou para nós e tentou cobrir o rosto para se proteger dos holofotes. Neste momento eu descia armado do helicóptero para efetuar o procedimento de captura usando redes. A pequena menina, que era como ela parecia, olhou pra mim e eu vi que estava com medo. Tremia. Então ela tentou fugir e meu colega acertou quatro tiros nela pelas costas. Comecei a refletir sobre o destino daquela criatura. Ela não foi hostil. Será que temos este direito? Será que fazendo isso não estamos prestes a provocar uma guerra onde poderemos sair perdendo?

Estou anexando as fotos dos seres de Tasso Fragoso. Desculpe pelo texto longo.

Espero que possa ajudar em seu trabalho.

Manterei contato.

Continua na parte 2

ESTE MATERIAL É UMA OBRA FICCIONAL

TRANSLATION (Due the automation of this process, some words and expresions cab be unclear. I hope can fix this mistakes soon.)

Dear Mr Phelipe,

You do not know me. I found your email on the Internet looking for ufólogos fom Rio de Janeiro.

I am writing this email for two reasons. I hope you understand me and I do not consider me a crazy charlatan.

The first is to help in their work. The second is to exchange information on ufology. I believe it is necessary to show my interest and intention and therefore, I am attaching information which I consider interesting in this message.

I do not want publicity surrounding the report that I am here. Hence, keep secret about my identity.

Only what I say is only going to work for more than ten years in a secret unit of the Armed Forces which investigates the phenomenon of discs Voadores and its crew in partnership with similar groups from other nations, mainly from Russia, Israel, Canada and the U.S..
The United States maintains secret treaties with these groups. Unfortunately, I do not know enough things to report on relations between these groups of search, because I do part of a small team of four people, all ex-soldiers who only does the fieldwork. We call this work of “dirty service.” What I can say is that we obtain biological material and artifacts for research. The artifacts are not biological objects.

Each group linked to the treaty (the treaty involves not only the countries that I mentioned. Many, many groups in the world) is a part of the service, so that no country is bound by treaty at a disadvantage in technological analysis of this rich material.

Each country has private companies operating in a system of front or in a kind of secret partnership with research groups, exchanging information and generating several patents from the material obtained.
Recently I started to interest me more for the origin of these beings. Over the ten years that I mexo with that, I had the opportunity to see at least four different types of creatures. Some still live. Also I only saw carbonized or killed.

The work involves field of parties that I can not prove a risk to put in check my identity.

What I can tell you is that my group operates in northern Brazil. But there are others who cover the entire national territory, and parts of Paraguay, Uruguay and the region of border with Argentina. All are small groups of no more than four people.

In my group are two of the military reserve, a doctor and a former civilian police.

We receive regular reports from a monitoring group of U.S., which covers all the Americas. This report is updated pointing to the GPS coordinates of specific areas of extensive alien activity in Brazil. We know that the objects has been increasing its presence since the end of the 70. They are putting at risk the national air traffic. They come from the north and the south of the country, with a speed of above 20.

The objects fall following a path marked by mineral deposits, especially uranium. Some of the objects are derived from such paths main track.

We have authorization to invest so hostile against this activity. What justifies our action, is that only through the search process than if these creatures and what their interests, we can point out a safe way for us all. And to know what they are, we pick them and study them.

I do not know anything about Area 51 and those things they say in movies. Reporto the activities of my group of reports that are sent to a central command. We agree with rigid parameters of conduct. Any bruised outside the line means being cut off the project. And that is not good. Believes what I say?

People do not know the reality. Some believe that these beings are creatures angelical.

Seres angelical I have not seen. But I have seen things really strange.

Few were hostile to us. But we know that technology them can be very dangerous. Much more than you can imagine.

They seem to be from another planet as everyone says. I can not say because I am not a scientist. But this is my opinion. I am a former military reserve of operating in secret activity for my country. My mission is to obtain the specimens, deliver them and leave in search of others.

For that use helicopters and equipment sold by our partners from the U.S. and Israel.
I do not know much about the structure of the groups. All I know is what I heard in an informal conversation with partners who were already there before me.

They told me that as ours, each country has a group of rescue and interception, connected to four centres of global tracking. One is in the U.S., the other in Russia, one in Australia and another that I do not know where he is. I suppose it is in Africa, somewhere. But that’s just what I imagine. In each country, there is a group of analysis, research and separation of material. The research group is a sorting and separating the material to send to specific centres. These centres are scattered in several countries. Inside, people dismantled the artifacts and study the creatures. In Brazil we never managed to send only one is still alive. All died in less than three days. And by that I knew, this includes the four worms there, Varginha.

Recently, success in logramos killed an artifact to a landing. We are monitoring the activity of a small capsule during nine days, where she did exactly the same path, the same hours and minutes. We were sent to an operation of encircling slow. Every day, during the morning, we aproximávamos so hidden. We were getting ever closer to the point where the ship down. We have been repeating this until we are able to slaughter it. It was necessary to disconnect any and all electrical activity in our camp from five o’clock in the afternoon. Only religávamos the equipment at five o’clock in the morning, when the capsule’s activity had ceased. This included torches, vehicles, radios, mobile phones and even watches. We are prepared to stay for weeks tocaia completely hidden, since we do not have any electrical activity of large electrical activity than the body. To prevent this electrical activity in the report, we have to wear special clothes rather incômodas a type of plastic bulk of brown color that masks the footsteps electric. So we are invisible to them. It is the same procedure used in capture of beings throughout the world. At least, that’s what I said. They detect in the electric waves.

Finally we become unusable the artifact, preventing the object decolasse the night of 15/03/2007. The action occurred in a pasture not far from the town of Tasso Fragoso, in Maranhao. In the vicinity of BR330.

Two creatures left the object and resisted the siege, resorting to violence and trying to circumvent it. Both were killed by gunfire. We take the artifact in a truck and the two creatures were packaged and sent to a temporary storage where store on ice until the charge of transporting the material to reach the sorting center.

During the time that we descarregamos beings in the shed, I was alone with them and made some photos using my phone.

I have not had much time and I could not do many photos to be in line with the battery cell with little nervous, and due to photograph the creature in secret.

We are forbidden to make any record outside those specified in our reports from the field. The risks are high. I took these photos to show to a relative that I do not believe. But I think it can help more people understand.

I know that many people do not believe in flying saucers, which are not always discs, and even less in aliens. I wish I could have the privilege to choose between believing or not. But I am forced to admit its existence only, and caçá them.

Recently I began to ask me if we act correctly. It started in 1998 when I had to kill a creature that seemed a small child. The ship was flying at low altitude and derrubamos the small disc, which was the size of a Beetle car. The disc fell from a height of 19ft, is threatening whole. The object, opened a hatch and a small person has left. She looked at us and tried to cover his face to protect the scenes. At this moment I descended the helicopter armed with performing the procedure for arrest using networks. The little girl, that was how it seemed, looked for me and I saw that he was afraid. Seemed to be in fear, shaking a lot. Then she tried to flee and my colleague hit it by four shots back. I started to reflect on the fate that creature. She was not hostile. Will we have this right? Does doing this we are not about to provoke a war where we lose out?

I am attaching pictures of the beings of Tasso Fragoso. Sorry for the long text.

I hope we can help in their work.

I will be in contact.

(To be continued in part II)

O relato de um MIB-parte 1

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(english version at the end)

Caro senhor Phelipe,

O senhor não me conhece. Descobri o seu email procurando na Internet por ufólogos do Rio de Janeiro.

Estou escrevendo este email por dois motivos. Espero que o senhor me entenda e não me tome por um louco charlatão.

O primeiro é para ajudar em seu trabalho. O segundo é para trocar informações sobre ufologia. Acredito que é necessário demonstrar meu interesse e intenção e portanto, estou anexando informações que considero interessantes nesta mensagem.

Não quero publicidade em torno do que vou relatar aqui. Por isso, manterei segredo sobre minha identidade.

Só o que me limitarei a dizer é que trabalho há mais de dez anos em uma unidade secreta das Forças Armadas que investiga o fenômeno dos Discos Voadores e seus tripulantes em parceria com grupos similares de outras nações, principalmente da Rússia, Israel, Canadá e Estados Unidos.
O Brasil mantém tratados secretos com estes grupos. Infelizmente, eu não sei coisas suficientes para relatar sobre as relações de pesquisa entre estes grupos, porque eu faço parte de uma equipe pequena, de quatro pessoas, todos ex-militares que apenas faz trabalho de campo. Nós chamamos este trabalho de “serviço sujo”. O que posso dizer é que nós obtemos material biológico e artefatos para pesquisa. Os artefatos são os objetos não biológicos.

Cada grupo ligado ao tratado (o tratado não envolve apenas os países que eu citei. São vários, com muitos grupos no mundo) faz uma parte do serviço, para que nenhum país ligado através do tratado fique em desvantagem tecnológica na análise deste material rico.

Cada país possui empresas privadas que operam em um sistema de fachada ou em um tipo de parceria secreta com os grupos de pesquisa, trocando informações e gerando várias patentes a partir do material obtido.
Recentemente eu comecei a me interessar mais pela origem destes seres. Ao longo dos dez anos em que eu mexo com isso, tive a oportunidade de ver pelo menos quatro tipos de criaturas diferentes. Algumas ainda vivas. Outras eu só vi carbonizadas ou mortas.

O trabalho de campo envolve partes que eu não posso revelar sob risco de colocar em xeque minha identidade.

O que eu posso lhe dizer é que o meu grupo atua no norte do Brasil. Mas existem outros que cobrem todo o território nacional, e partes do Paraguai, Uruguai e na região de fronteira com a Argentina. São todos grupos pequenos de no máximo quatro pessoas.

No meu grupo estão dois militares da reserva, um médico e um ex-policial civil.

Nós recebemos informes periódicos vindos de um grupo de monitoramento dos EUA, que cobre todas as Américas. Este relatório é atualizado apontando com coordenadas específicas de GPS as áreas de extensa atividade extraterrestre no Brasil. Sabemos que os Objetos vem aumentando sua presença desde o final da década de 70. Eles estão colocando em risco o tráfego aéreo nacional. Eles entram pelo norte e também pelo Sul do país, em uma velocidade acima de 20g.

Os objetos descem seguindo uma trajetória marcada por jazidas minerais, sobretudo urânio. Alguns dos objetos fazem trajetos derivados desta trilha principal.

Nós temos autorização de investir de modo hostil contra esta atividade. O que fundamenta nossa ação, é que só através da pesquisa do que se tratam estas criaturas e quais seus interesses, poderemos apontar um caminho seguro para todos nós. E para saber o que são, precisamos pegá-los e estudá-los.

Eu não sei nada sobre área 51 e essas coisas que se diz em filmes. Reporto as atividades do meu grupo em relatórios que são enviados a um comando central. Procedemos de acordo com parâmetros rígidos de conduta. Qualquer pisada fora da linha significa ser cortado do projeto. E isso não é bom. Entende o que eu digo?

As pessoas não sabem a realidade. Alguns acreditam que estas criaturas são seres angelicais.

Seres angelicais eu nunca vi. Mas já vi coisas realmente estranhas.

Poucos foram hostis conosco. Mas sabemos que a tecnologia deles pode ser muito perigosa. Muito mais do que você pode imaginar.

Eles parecem ser de outro planeta como todos dizem. Não posso afirmar, porque não sou cientista. Mas isso é minha opinião. Sou um ex-militar da reserva operando em atividade secreta para meu país. Minha missão é obter os espécimes, entregá-los e sair em busca de outros.

Para isso utilizamos helicópteros e equipamentos cedidos por nossos parceiros dos EUA e de Israel.
Eu não sei muito sobre a estrutura dos grupos. Tudo que sei foi o que ouvi em uma conversa informal com parceiros que já estavam lá antes de mim.

Eles me disseram que como o nosso, cada país tem um grupo de resgate e interceptação, ligados a quatro centros de monitoramento mundial. Um deles é nos EUA, o outro na Rússia, um na Austrália e um outro que não sei onde fica. Suponho que fique na África, em algum lugar. Mas isso é só o que eu imagino. Em cada país, existe um grupo de análise, separação e investigação de material. O grupo de investigação faz uma triagem, e separa o material para enviar para centros específicos. Estes centros são espalhados em vários países. Lá dentro, as pessoas desmontam os artefatos e estudam as criaturas. No Brasil nós nunca conseguimos enviar um único ser ainda vivo. Todos morreram em menos de três dias. E pelo que eu soube, isso inclui os quatro bichinhos lá de Varginha.

Recentemente, logramos êxito em abater um artefato em situação de pouso. Ficamos monitorando a atividade de uma pequena cápsula durante nove dias, onde ela fez exatamente o mesmo trajeto, nas mesmas horas e minutos. Fomos enviados para uma operação de cerco lento. A cada dia, durante o amanhecer, nós nos aproximávamos de modo camuflado. Fomos chegando cada vez mais perto do ponto onde a nave descia. Fomos repetindo isso até estarmos em posição de abatê-la. Era necessário desligar toda e qualquer atividade elétrica em nosso acampamento a partir das cinco horas da tarde. Só religávamos os equipamentos às cinco horas da manhã, quando a atividade da cápsula havia cessado. Isso incluía lanternas, veículos, rádios, celulares e até relógios. Nós estamos preparados para ficar semanas de tocaia completamente ocultos, desde que não tenhamos nenhuma atividade elétrica de grande porte além da atividade elétrica corporal. Para evitar que esta atividade elétrica nos denuncie, temos que vestir roupas especiais bastante incômodas de um tipo de plástico grosso de cor marrom que encobre os rastros elétricos. Assim ficamos invisíveis para eles. É o mesmo procedimento usado em captura de seres em todo o mundo. Pelo menos, isso é o que me disseram. Eles nos detectam pelas ondas elétricas.

Finalmente conseguimos inutilizar o artefato, impedindo que o objeto decolasse na noite de 15/03/2007. A ação ocorreu num pasto não muito distante da cidade de Tasso Fragoso, no Maranhão. Nas proximidades da BR330.

Duas criaturas saíram do objeto e resistiram ao cerco, recorrendo à violência e tentando evadir-se. Ambas foram abatidas a tiros. Levamos o artefato num caminhão e as duas criaturas foram embaladas e enviadas para um depósito provisório onde armazenamos em gelo até que o encarregado de transportar o material para o centro de triagem chegasse.

Durante o tempo em que nós descarregamos os seres no galpão, eu fiquei sozinho com elas e fiz algumas fotos usando meu celular.

Eu não tive muito tempo e não pude fazer muitas fotos em função de estar com o celular com pouca bateria e devido ao nervoso de fotografar a criatura em segredo.

Nós somos proibidos de efetuar qualquer registro fora dos especificados em nossos relatórios de campo. Os riscos são altos. Eu tirei estas fotos para mostrar para um parente meu que não acredita. Mas acho que elas podem ajudar mais quem entende.

Eu sei que muitas pessoas não acreditam em discos voadores, que nem sempre são discos, e muito menos em extraterrestres. Eu gostaria de poder ter o privilégio de escolher entre acreditar ou não. Mas sou forçado apenas a admitir sua existência, e caçá-los.

Ultimamente comecei a me perguntar se agimos corretamente. Isso começou em 1998 quando tive que abater uma criatura pequena que parecia uma criança. A nave estava voando em baixa altitude e derrubamos o pequeno disco, que tinha o tamanho de um fusca. O disco caiu de uma altura de seis metros, se ameaçando todo. Do objeto, abriu uma escotilha e uma pequena pessoa saiu. Ela olhou para nós e tentou cobrir o rosto para se proteger dos holofotes. Neste momento eu descia armado do helicóptero para efetuar o procedimento de captura usando redes. A pequena menina, que era como ela parecia, olhou pra mim e eu vi que estava com medo. Tremia. Então ela tentou fugir e meu colega acertou quatro tiros nela pelas costas. Comecei a refletir sobre o destino daquela criatura. Ela não foi hostil. Será que temos este direito? Será que fazendo isso não estamos prestes a provocar uma guerra onde poderemos sair perdendo?

Estou anexando as fotos dos seres de Tasso Fragoso. Desculpe pelo texto longo.

Espero que possa ajudar em seu trabalho.

Manterei contato.

Continua na parte 2

ESTE MATERIAL É UMA OBRA FICCIONAL

TRANSLATION (Due the automation of this process, some words and expresions cab be unclear. I hope can fix this mistakes soon.)

Dear Mr Phelipe,

You do not know me. I found your email on the Internet looking for ufólogos fom Rio de Janeiro.

I am writing this email for two reasons. I hope you understand me and I do not consider me a crazy charlatan.

The first is to help in their work. The second is to exchange information on ufology. I believe it is necessary to show my interest and intention and therefore, I am attaching information which I consider interesting in this message.

I do not want publicity surrounding the report that I am here. Hence, keep secret about my identity.

Only what I say is only going to work for more than ten years in a secret unit of the Armed Forces which investigates the phenomenon of discs Voadores and its crew in partnership with similar groups from other nations, mainly from Russia, Israel, Canada and the U.S..
The United States maintains secret treaties with these groups. Unfortunately, I do not know enough things to report on relations between these groups of search, because I do part of a small team of four people, all ex-soldiers who only does the fieldwork. We call this work of “dirty service.” What I can say is that we obtain biological material and artifacts for research. The artifacts are not biological objects.

Each group linked to the treaty (the treaty involves not only the countries that I mentioned. Many, many groups in the world) is a part of the service, so that no country is bound by treaty at a disadvantage in technological analysis of this rich material.

Each country has private companies operating in a system of front or in a kind of secret partnership with research groups, exchanging information and generating several patents from the material obtained.
Recently I started to interest me more for the origin of these beings. Over the ten years that I mexo with that, I had the opportunity to see at least four different types of creatures. Some still live. Also I only saw carbonized or killed.

The work involves field of parties that I can not prove a risk to put in check my identity.

What I can tell you is that my group operates in northern Brazil. But there are others who cover the entire national territory, and parts of Paraguay, Uruguay and the region of border with Argentina. All are small groups of no more than four people.

In my group are two of the military reserve, a doctor and a former civilian police.

We receive regular reports from a monitoring group of U.S., which covers all the Americas. This report is updated pointing to the GPS coordinates of specific areas of extensive alien activity in Brazil. We know that the objects has been increasing its presence since the end of the 70. They are putting at risk the national air traffic. They come from the north and the south of the country, with a speed of above 20.

The objects fall following a path marked by mineral deposits, especially uranium. Some of the objects are derived from such paths main track.

We have authorization to invest so hostile against this activity. What justifies our action, is that only through the search process than if these creatures and what their interests, we can point out a safe way for us all. And to know what they are, we pick them and study them.

I do not know anything about Area 51 and those things they say in movies. Reporto the activities of my group of reports that are sent to a central command. We agree with rigid parameters of conduct. Any bruised outside the line means being cut off the project. And that is not good. Believes what I say?

People do not know the reality. Some believe that these beings are creatures angelical.

Seres angelical I have not seen. But I have seen things really strange.

Few were hostile to us. But we know that technology them can be very dangerous. Much more than you can imagine.

They seem to be from another planet as everyone says. I can not say because I am not a scientist. But this is my opinion. I am a former military reserve of operating in secret activity for my country. My mission is to obtain the specimens, deliver them and leave in search of others.

For that use helicopters and equipment sold by our partners from the U.S. and Israel.
I do not know much about the structure of the groups. All I know is what I heard in an informal conversation with partners who were already there before me.

They told me that as ours, each country has a group of rescue and interception, connected to four centres of global tracking. One is in the U.S., the other in Russia, one in Australia and another that I do not know where he is. I suppose it is in Africa, somewhere. But that’s just what I imagine. In each country, there is a group of analysis, research and separation of material. The research group is a sorting and separating the material to send to specific centres. These centres are scattered in several countries. Inside, people dismantled the artifacts and study the creatures. In Brazil we never managed to send only one is still alive. All died in less than three days. And by that I knew, this includes the four worms there, Varginha.

Recently, success in logramos killed an artifact to a landing. We are monitoring the activity of a small capsule during nine days, where she did exactly the same path, the same hours and minutes. We were sent to an operation of encircling slow. Every day, during the morning, we aproximávamos so hidden. We were getting ever closer to the point where the ship down. We have been repeating this until we are able to slaughter it. It was necessary to disconnect any and all electrical activity in our camp from five o’clock in the afternoon. Only religávamos the equipment at five o’clock in the morning, when the capsule’s activity had ceased. This included torches, vehicles, radios, mobile phones and even watches. We are prepared to stay for weeks tocaia completely hidden, since we do not have any electrical activity of large electrical activity than the body. To prevent this electrical activity in the report, we have to wear special clothes rather incômodas a type of plastic bulk of brown color that masks the footsteps electric. So we are invisible to them. It is the same procedure used in capture of beings throughout the world. At least, that’s what I said. They detect in the electric waves.

Finally we become unusable the artifact, preventing the object decolasse the night of 15/03/2007. The action occurred in a pasture not far from the town of Tasso Fragoso, in Maranhao. In the vicinity of BR330.

Two creatures left the object and resisted the siege, resorting to violence and trying to circumvent it. Both were killed by gunfire. We take the artifact in a truck and the two creatures were packaged and sent to a temporary storage where store on ice until the charge of transporting the material to reach the sorting center.

During the time that we descarregamos beings in the shed, I was alone with them and made some photos using my phone.

I have not had much time and I could not do many photos to be in line with the battery cell with little nervous, and due to photograph the creature in secret.

We are forbidden to make any record outside those specified in our reports from the field. The risks are high. I took these photos to show to a relative that I do not believe. But I think it can help more people understand.

I know that many people do not believe in flying saucers, which are not always discs, and even less in aliens. I wish I could have the privilege to choose between believing or not. But I am forced to admit its existence only, and caçá them.

Recently I began to ask me if we act correctly. It started in 1998 when I had to kill a creature that seemed a small child. The ship was flying at low altitude and derrubamos the small disc, which was the size of a Beetle car. The disc fell from a height of 19ft, is threatening whole. The object, opened a hatch and a small person has left. She looked at us and tried to cover his face to protect the scenes. At this moment I descended the helicopter armed with performing the procedure for arrest using networks. The little girl, that was how it seemed, looked for me and I saw that he was afraid. Seemed to be in fear, shaking a lot. Then she tried to flee and my colleague hit it by four shots back. I started to reflect on the fate that creature. She was not hostile. Will we have this right? Does doing this we are not about to provoke a war where we lose out?

I am attaching pictures of the beings of Tasso Fragoso. Sorry for the long text.

I hope we can help in their work.

I will be in contact.

(To be continued in part II)

O relato de um MIB-parte 1

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Eu dei duro aqui

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