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Tá aí algo que não se vê todo dia. Um kit de envenenador profissional. Antigamente era bem comum que assassinos profissionais matassem suas vítimas através do envenenamento. Dessa forma, oculto na forma de um livro grosso, esse kit passava disfarçadamente em meio às pessoas do Século XVII. No Kit há uma gama de interessantes venenos:
5862120_original (1)

Os venenos deste kit são:

Hyoscyamus niger – Belen preto
Papaver somniferum – Pó de ópio
Wrestler napellus
Cicuta Virosa
Bryonia Alba
Datura Stramonium – Datura comum
Valeriana Officinalis
Ricinus Communis – Ricina
Atropa Bella – Belladonna
Daphne Mezereum – Daphne Mezereum
Colchicum autumnale – Colchicum outonal

Foto Gump do dia: O kit do envenenador profissional

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9 ideias sobre “Foto Gump do dia: O kit do envenenador profissional

  • 5 de maio de 2015 em 16:46
    Permalink

    Valeriana Officinalis usada como veneno?? É Ansiolítica e tranquilizante. Pense na dose que teria de dar para “tranquilizar excessivamente” alguem.

    Resposta
    • 5 de maio de 2015 em 16:56
      Permalink

      Deve ser usada em combinação com algum outro psicotrópico. É bem comum que assassinos profissionais usem mais de uma substancia, dificultando a perícia. Uma vez li a biografia de um assassino da KGB que era especialista em matar e ele disse que eles usavam ate quatro substancias diferentes em certos casos. Ele disse tb que o método mais foda que ele viu, aprendeu com um pajé africano. Consiste em usar fios do bigode de leopardos.
      O leopoardo come a presa podre e ao longo do tempo desenvolveu um sistema de defesa absurdamente foda, resistente a bactérias letais aos humanos (suspeito que seja tipo as da baba do dragão de komodo). Assim o cara usa o pelo do bigode do leopardo e mistura a comida. Mata que é uma beleza, e não deixa traço quimico, nem gosto, nada. O cara morre de infecção generalizada, uma morte banal e comum, mas só evitada com uma dose monstra de antibiotico lá. (creio que hoje tem mais chances de sobreviver que nos anos 80 quando ele matava com isso). A KGB cultivava os patógenos e uma simples gota na comida ja dava cabo do infeliz.

      Agora falando em mortes, há dois tipos (aprendi no livro). Uma é a que dá “assinatura”. A outra não dá assinatura. Por ex. Vc quer matar um cara e sumir com ele do mapa. è a morte sem assinatura. A outra é: Um agente roubou segredos do governo russo e vendeu para os EUA. Aí você mata com assinatura, para saberem que o cara não morreu, e sim foi assassinado, mesmo que não se saiba por quem. Este é o caso da morte por polônio na comida, também usada pela KGB. Ele mata e deixa como aviso para os demais agentes que esse é o final de quem mija fora do penico. Isso é para mortes que sirvam como um “aviso”. Já as mortes sem assinatura são as mais comuns, e muitas, muitas mesmo. Só que elas não aparecem. Geralmente parecem acidentes corriqueiros ou simplesmente infartes, derrames e etc.Não é incomum matar um monte de pessoas só para no meio da boleira matar um sujeito e a morte dele passar despercebida. Comum em desastres aéreos.
      Já quando a morte é suicídio, geralmente é morte com assinatura. Falando nisso, bom exemplo de mortes com assinatura: http://www.mundogump.com.br/quem-matou-phillip-marshall/

      Resposta
      • 5 de maio de 2015 em 20:46
        Permalink

        Felipe,
        Apenas um pequeno detalhe sobre o Dragão de Komodo.

        ” Os biólogos sempre acreditaram que esses enormes lagartos ? que medem entre dois e três metros e pesam até 100 quilos ? matavam suas presas infectando-as com bactérias patogênicas. Mas esse novo estudo revela que a saliva desses dragões transporta diferentes patógenos, mas a maior parte dos microrganismos encontrados era comum.

        Ao contrário do que se supunha, os pesquisadores descobriram que os dragões de Komodo podem ter, na verdade, o sistema de inoculação de veneno mais complexo já encontrado em répteis, o que não havia sido notado antes, porque os dentes desses animais diferem completamente dos exibidos pela maioria das criaturas peçonhentas.”

        Resposta
  • 6 de maio de 2015 em 2:59
    Permalink

    Bem legal o post Philipe! Fiquei curioso com o livro que voce falou no comentário. Voce lembra como chama? Abraço

    Resposta
    • 6 de maio de 2015 em 9:46
      Permalink

      Cara não me lembro. Li nos tempos do colégio. Aliás, eu nem tenho certeza se eu li o livro ou uma parte dele numa Seleções.

      Resposta

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