TCU tocou o “barata voa” na ocupação irregular do Jardim Botânico. Quero ver é se a moda pega!

Tá aí um troço que sempre me indignou. É tão fora do senso que tem gente que nem acredita.

Há ocupação irregular dentro do Jardim Botânico. Coisa típica do Brasil uma merda dessa. Em lugar nenhum do mundo iam permitir que pessoas se mudassem de mala e cuia para morar dentro do Jardim Botânico do país, mas aqui, nessa esculhambalção miserável que é o Brasil, coisas desse naipe são comuns.

Se eu te falar que tem até OFICINA MECÂNICA que funciona 100% irregular dentro do jardim botânico, sem pagar nada, você acredita? Pois é. A Administração do parque, que foi criado pelo Imperador do Brasil está as voltas com uma briga que se prolonga há décadas na justiça, tentando fazer a reintegração de posse do terreno. Mas aí que está, o Jardim Botânico fica numa área super nobre do Rio, e quem não quer viver no meio da floresta, numa área nobre, com toda segurança, e o que é melhor, sem gastar um tostão? Qualquer um. E é por isso mesmo que essa bizarra situação de pessoas ocuparem as imediações de uma área que devia servir para visitação, preservação e pesquisa, estar se tornando mais uma favela.

TCU tocou o "barata voa" na ocupação irregular do Jardim Botânico. Quero ver é se a moda pega!

Agora a pouco comemorei com uma cervejinha a notícia de que o TCU ordenou a desocupação das moradias irregulares dentro dos limites do Parque.

Justo, justíssimo. Isso é o certo.

O mais vergonhos foi ver a advogada representante das famílias aparecer na Tv com a alegação de que o parque é propriedade da União e por conta disso a área tem fim social.

Ora bolas… Da vontade de entrar na televisão para encher a dona de supapo. Tá pensando o quê, tia??? Só porque a área é propriedade da União vocês podem fazer o que quiserem?

Com todo respeito, vão a merda todos os que pensam assim! É por pensamentos imbecis de que o que é do governo não é de ninguém é que o Brasil vive certas mazelas que nos igualam aos mais miserentos países Africanos.

Só falta agora vir um politiquinho de meia tigela querer defender o indefensável, a ocupação irregular dentro de uma área de preservação, histórica, científica e tombada pelo IPHAN.

Me intriga é como que uma parada dessa demora tanto tempo para ser definida.

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira que, em até 390 dias, nenhuma família poderá mais morar dentro dos limites do Jardim Botânico. O prazo de quase treze meses se deve às diversas etapas que deverão ser cumpridas por órgãos públicos até a definitiva reintegração de posse. Nos próximos dois meses, o Jardim Botânico e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) deverão concluir a delimitação da área do parque. Em seguida, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e o Ministério do Planejamento deverão transferir para o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico todos os bens imóveis da área, inclusive o Horto Florestal. De acordo com a determinação do tribunal, até julho de 2013, as delimitações do Jardim Botânico deverão ser registradas em cartório. Isso porque, apesar de existir uma área tombada pelo Iphan desde 1938, os limites efetivos do parque até hoje não estão formalmente registrados.

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É uma briga antiga. A disputa pelas áreas do Jardim Botânico começou ainda no século passado, quando a direção do parque autorizou que funcionários erguessem suas casas na área conhecida como Horto.

Sim, isso foi uma burrada suprema, é verdade. Ela foi a gênese do rolo…

Os funcionários que construíram la tiveram filhos, e fizeram puxadinhos, e uns venderam, outros alugaram, e a parada cresceu. Em 1975, um levantamento identificou 377 famílias vivendo dentro dos limites do Jardim Botânico. Mas, em 2010, já eram 621 casas, sendo que  apenas 5% das moradias eram ocupadas por familiares de servidores. E isso só vem piorando. Hoje as residências dividem espaço com oficinas, estabelecimentos comerciais, campos de futebol e até mesmo sedes de empresas privadas, como a Light, e públicas, como o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Desde os anos 80, a União tenta reaver a área original do Horto. Mas o impasse entre o Jardim Botânico e a Secretaria do Patrimônio da União se intensificou há dois anos, quando a SPU pediu a suspensão das execuções judiciais que determinavam a reintegração de posse de 200 imóveis. A intenção da SPU é promover a regularização fundiária, contrariando a direção do parque. Essa decisão meio sem pé nem cabeça iria criar uma especie de condomínio privado dentro do parque federal.

A briga é também uma queda de braço entre dois grupos do PT. Um ligado ao deputado federal Edson Santos, cuja irmã, Emília, é presidente da Associação de Moradores do Horto, e outro que apoia o presidente do Jardim Botânico, Liszt Vieira.

Logico que os interesses ali são enormes e tudo me leva a crer que essa é só uma batalha de uma guerra, que certamente ainda vai parar no Supremo. Eu sinceramente não sei qual é a autoridade do Tribunal de Contas da União para definir questões fundiárias envolvendo áreas tombadas e de preservação.

Segundo o relatório do tribunal, até julho de 2013, as delimitações do Jardim Botânico deverão ser registradas em cartório. Isso porque, apesar de existir uma área tombada pelo Iphan desde 1938, os limites efetivos do parque até hoje não estão formalmente registrados.

Aí vem outra coisa que eu simplesmente não consigo entender: Como que a joça do Jardim Botânico existe sem que se saiba com certeza onde ele começa e onde termina? Mas que esculhambação!!!

O fato é que dentro de parque não é lugar de gente morar, então, o Parque tem agora que definir e regulamentar suas dimensões corretas em cartório, de modo que as questões fundiárias envolvendo a ocupação ilegal sigam em frente para serem resolvidas. Claro que o medo (justificável) da galera que mora la dentro é que o governo entenda que toda a área ocupada pertence mesmo ao parque (o que me parece algo bem óbvio desde o início)  e eles sejam expulsos conforme manda a lei.

Hoje, existem 210 mandados de reintegração prontos para serem executados, mas eles só serão efetivados se todos esses imóveis pertencerem à área do parque.

Claro que se realmente essas pessoas forem removidas não vão sair no prejú, com uma mão na frente e outra atrás. Todos serão indenizados, mas terão que procurar outro lugar para morar, igual a 99,9% da população, que rala, ganha dinheiro e compra casa própria legalizada, com sacrifício.

Além da esculhambação total na ocupação da área do parque, tem também a questão da segurança. Há moradias ali dentro em áreas de risco.

A remoção das ocupações irregulares do Jardim Botânico e do Horto Florestal tem o aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que, desde 1973, determinou o tombamento de toda a área. Além disso, existe, segundo Liszt, um relatório técnico encomendado no ano pasado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas do MMA que teria apontado a existência de 240 moradias irregulares construídas em áreas de risco de desabamento ou alagamento. O estudo, segundo o presidente do JBRJ, pede “a imediata remoção” dessas casas. O MMA, por intermédio de sua assessoria de imprensa, confirma a existência do estudo, que foi realizado pela mesma equipe que avaliou as áreas de risco na Região Serrana do Rio após a tragédia de janeiro do ano passado. No entanto, nenhuma providência foi tomada até agora pelo ministério. fonte

Para corrigir as invasões existentes e prevenir outras, o TCU determinou ainda que a SPU e a AGU “adotem todas as providências para a obtenção de reintegração de posse de qualquer outra área do Jardim Botânico” que esteja ocupada indevidamente e ainda não tenha recebido decisão judicial favorável em última instância. Os órgãos terão até 90 dias após a definição dos novos limites do parque para fazê-lo. Com isso, a expectativa é que, até outubro do ano que vem, todas as moradias irregulares existentes dentro dos limites do parque sejam retiradas.

Em seguida, mesmo os moradores de imóveis que já tenham obtido decisão definitiva da Justiça favorável à sua ocupação deverão ser retirados do parque.

Vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Jardim Botânico é o principal responsável pelas pesquisas científicas realizadas no Brasil em áreas como taxonomia, fitogeografia, filogenética, biogeografia, conservação e ecologia, entre outras, além de ministrar cursos de pós-graduação na Escola Nacional de Botânica Tropical, que pertence ao instituto. O conteúdo científico produzido no JBRJ ajuda o país a cumprir as metas de proteção da biodiversidade assumidas na Convenção de Diversidade Biológica (CDB) das Nações Unidas.

Não vejo este caso como um problema local. Este é um caso emblemático que reflete milhares de outras situações que vem ocorrendo no Brasil inteiro. Praticamente todos os parques nacionais hoje estão com questões fundiárias em processo judicial, ou em algum outro estágio de trâmite. O governo do Brasil tem a obrigação de colocar os interesses da Nação acima de interesses individuais de uma meia dúzia que acham lindo morar no meio da mata, ocupando áreas que deviam ser de preservação.
Se o governo arregar aqui, todo mundo vai pensar: Oba, oba! Vamos nos mudar para a floresta preservada, minha gente!
Lamentavelmente, é o que vem acontecendo há décadas. Eu poderia ficar o dia todo citando casos em que pessoas ocupam áreas de preservação ao arrepio da lei. Alguns casos são bem emblemáticos e mostram a pouca vergonha com o qual o patrimônio público é literalmente vendido em situações de locupletação de trafico de influência, dinheiro vivo, corrupção e descaso ou tudo isso junto.
TCU tocou o "barata voa" na ocupação irregular do Jardim Botânico. Quero ver é se a moda pega!

O que o Luciano Huck está fazendo aqui neste post? – Você deve estar se perguntando.

Não, ele não mora dentro do Jardim botânico, mas o caso de Huck e sua patroa Angélica é parecido e emblemático.

A Justiça Federal de Angra dos Reis (RJ) condenou o marido de Angélica a pagar R$ 40 mil de multa por ter improvisado uma praia particular em sua casa na Ilha das Palmeiras sem pedir licença ambiental.

Ele fez um cercadinho  no mar , colocando boias para afugentar pessoas “diferenciadas” e paparazzi. Segundo a justiça, se ele não tirasse as cordinhas e as boias, teria de pagar, além da multa, mais R$ 1.000 por dia de desobediência. Se o cercadinho no mar produziu uma multa, o que diria a casa?  Em 2009, o apresentador da Rede Globo foi acionado pelo fato de sua mansão ter sido erguida sobre o espelho-d’água e as rochas, o que é proibido. Huck, que contratou o escritório da mulher do GOVERNADOR Sérgio Cabral, recorreu à Justiça e ganhou, com a justificativa de que a casa original fora construída em 1971, antes da entrada em vigor da legislação atual, e ele apenas a reformara. De lá para cá ele ficou sob marcação cerrada e chegou a enfrentar outro processo: foi acusado de executar uma dragagem para construção de uma praia artificial sem licença para tanto.

Mas ele que tem como advogada uma pessoa extremamente influente, sempre deu um jeito de se livrar.

É compreensível. Há uma curiosa falta de funcionários de fiscalização. Some-se a isso a corrupção endêmica dos poucos fiscais existentes, que sempre permitiu que muitos ricaços ocupassem ilegalmente aquele pedaço de paraíso. Em 2006, 25 funcionários do Ibama foram presos pela Polícia Federal por fraude na fiscalização. Em 2007, mais dezenove pessoas foram presas, incluindo funcionários da prefeitura de Angra dos Reis e do governo estadual, envolvidos num esquema de venda de licenças.

TCU tocou o "barata voa" na ocupação irregular do Jardim Botânico. Quero ver é se a moda pega!

Pois é, meu camarada. Amizade é tudo nesta vida!

TCU tocou o "barata voa" na ocupação irregular do Jardim Botânico. Quero ver é se a moda pega!

É mais uma das aberrações que ocorrem no Brasil que a mulher de um Governador de Estado continue advogando em causas que envolvem decisões DO MARIDO DELA. Você imaginaria Michelle Obama advogando? Não, claro que não. Lá nos EUA, eles pelo menos parecem saber o que é Ética. Curiosamente, eu diuria até suspeitamente, pouco se fala sobre as questões do escritório da esposa do governador e as decisões estaduais… Algumas estranhas, como a que gerou uma certa indignação a ponto de os deputados estaduais pedirem a convocação de uma CPI para apurar a situação do Metrô (também cliente da mulher de Cabral) que teve sua concessão prorrogada por mais 20 anos pelo governador.

O deputado estadual Alessandro Molon (PT-RJ) irá pedir a abertura de um inquérito para investigar as origens e os objetivos do decreto 41.921/2009 que regulamenta construções nas Zonas de Conservação da Vida Silvestre e engloba 21 mil hectares em Angra dos Reis e em mais 90 ilhas, entre elas a Ilha Grande, sancionado pelo governador Sérgio Cabral (PMDB). Para o deputado, o decreto beneficiaria o apresentador de TV Luciano Huck e pode influenciar na ação civil pública em que o apresentador é defendido pelo escritório de advocacia da primeira-dama, Adriana Ancelmo Cabral. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

No caso da mansão do Luciano Huck , que também contratou o escritório de advocacia da mulher de Sérgio Cabral, coincidentemente, o governador assinou um decreto que liberou as construções em Angra dos Reis e na Ilha Grande.

 Que lindo, né?
O decreto de Cabral é uma aberração tão grande que ambientalistas o apelidaram de Lei Luciano Huck porque beneficiou o apresentador.
A coisa não pára aqui… Segundo este artigo do Nassif:

Eles são multimilionários e querem exclusividade nas praias de conhecidos paraísos tropicais no litoral do estado do Rio Janeiro. Para isso, violam leis ambientais e constroem mansões em áreas ecologicamente sensíveis de mata atlântica, protegidas por lei. O perfil dos megaempreendimentos destes brasileiros é o tema de uma reportagem da revista americana Bloomberg.

A reportagem cita a propriedade de Antonio Claudio Resende, fundador de uma grande empresa de aluguel de automóveis, que desde 2006 derruba vegetação nativa na Ilha da Cavala, em Angra dos Reis, para abrir espaço a uma mansão de 1,7 mil metros quadrados.

A casa está parcialmente abaixo do nível das árvores para se disfarçar em meio à mata, podendo ser identificada apenas de avião, segundo o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro. O empresário luta na Justiça há quatro anos para não derrubar a construção.

Resende é acusado de usar documentos falsos a fim de conseguir permissão para levantar o imóvel e, por isso, foi indiciado por fraude e crime ambiental em 2007. O empresário pagou, de acordo com a revista, 4,8 milhões de reais em 2005 a uma empresa de engenharia em Angra dos Reis (RJ) que tinha o direito de ocupar a área.

Como diria o Boroi Casoy, “isso é uma vergonha”.

Mas você deve estar se perguntando… Com uma esculhambação desse naipe, porque não vejo nada no Jornal Nacional?

Simples:

Os herdeiros de Roberto Marinho, fundador das Organizações Globo, também construíram em 2008 uma casa de 1,3 mil metros quadrados, com piscina e heliponto que desmatou uma área de mata protegida na praia de Santa Rita em Paraty. A praia pública e a área da residência são protegidas por dois guardas armados com pistolas a espantar quem tenta se banhar no local, afirma a Bloomberg.

Em 2010, um juiz ordenou que a casa fosse derrubada e a área recuperada, mas os proprietários recorrem da decisão.

Você acha que acaba aí? Negativo!

O diretor de cinema Bruno Barreto destruiu, aponta a revista, uma área preservada na Ilha do Pico em Paraty para construir uma casa de 450 metros quadrados. Em 2008, ele se comprometeu em juízo a demolir a mansão e restaurar a área em dois anos, mas até o momento nada mudou e o cineasta recorre das queixas do governo na Justiça.

Outro caso recordado de violação de leis ambientais no estado é o da família que controla a construtora Camargo e Correa, que recebeu autorização para construir uma casa pequena e ergueu um complexo de mansões em frente à praia.

Também é uma vergonha aquela famosa casa de 400metros quadrados que aparece no filme crepúsculo. Você sabia que ela é 100% irregular? A casa é do empresário do ramo de distribuição de alimentos Ícaro Fernandes e foi construída no peito e na raça lá  na Praia da Costa em Mamanguá, área com montanhas cobertas por floresta nativa.

Fernandes foi processado por procuradores federais em 2004 por não ter licença para construção da casa de 15 quartos. A Justiça pediu que interrompesse a obra naquele mesmo ano, mas o empresário ignorou a ordem e agora deve derrubá-la. Ele recorre da decisão. Segundo a Bloomberg, o empresário não quis comentar, mas seu advogado admitiu que a casa foi erguida sem licença e o empresário tenta negociar com a Justiça a manutenção da propriedade em troca da recuperar 95% da propriedade.

Bom, é isso. Mais um tijolinho para nosso monumento da vergonha nacional. Espero que a justiça seja séria e desocupem o Jardim Botânico, e que a mão da justiça também opere sobre os MILIONÁRIOS inescrupulosos, esses poderosos, como os donos da Rede Globo e empresários que estão ocupando irregularmente áreas de preservação no Rio e também no resto do Brasil.

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73 comentários em “TCU tocou o “barata voa” na ocupação irregular do Jardim Botânico. Quero ver é se a moda pega!”

  1. Não da pra ler nada que comece com: “Em lugar nenhum do mundo iam permitir que pessoas se mudassem de mala e cuia para morar dentro do Jardim Botânico do país, mas aqui, nessa esculhambalção miserável que é o Brasil, coisas desse naipe são comuns.” Ocupações em reservas existem em muitos lugares do mundo, infelizmente. Não desvalida todo o texto mas por favor, se informa antes, custa nada.

      • Concordo com a Carla quanto ao início do texto. Creio que a lista que ela deva procurar não seria de países que permitam ocupações irregulares (isso é até contraditório, pois se é irregular, logo não é permitido), mas países onde isso ocorre independente da legislação vigente, o que não deve ser difícil de ser encontrado.
        Compartilho da indignação contra a “malandragem” típica de alguns brasileiros, mas ela não é exclusiva do povo brasileiro e nem caracteriza o país como um todo, em minha percepção.
        Ademais, parabéns pelo texto e pelas informações. A tal “Lei Luciano Huck” e suas congêneres são realmente revoltantes.
        Abraço.

      • hahahaha o parque ainda vive a epoca da invasão ao Brasil sou vizinha do instituto e graças a minha inteligência descobri que essa área tá fora dos limites do parque moro aqui desde de 1996 e o pai dos meus filhos nasceu aqui e o tempo todo se deixou enganar mas como mulher tem parte com o Diabo…

      • Eu te repondo achei você tão ingraçadinho: pois bem lá vai portugal frança holanda pois foram eles os primeiros que começou com isso aqui no nosso pa´s imagine no país deles!!! espero ter atendido o seu pleito.

      • te respondo philipe já já, se não me sai da memoria foram os frança portugal e holanda quem começou com essa moda aqui no barasil imagine no país de origem desses deliquentes o que eles não fizeram!!!

  2. Loucura, Loucura, Loucura, não sou do Rio, sou de Sampa, mas até de tão longe me revolto, imagina os cariocas que têm um local público simplesmente garfado pelos cretinos citados, dose pra elefante, mas na verdade não é só porque é do Rio não, com certeza absoluta têm dessas por aqui também, dá-lhe Brasil, que beleza.

  3. Esse tipo de acontecimento chegou a um ponto tão crítico, e te faz se sentir tão impotente, que é melhor mesmo se conformar e ignorar para não ficar maluco!

  4. Concordo com quase tudo Philipe.

    (Soh não quando tu fala da advogada…

    Ela ta fazendo o trabalho dela (em tempo: eu não tenho nenhum parente advogado : ) Não se pode confundir o advogado com a parte que ele defende.)

    Além da questão ecologica, a ocupação ilegal mostra que os governos não levam a sério a questão social da habitação e nem o planejamento urbano. Quer dizer, de qualquer angulo que se olhe, é lamentavel!

    • Moll, há um déficit habitacional monstruoso no Brasil, mas eu vejo sim o governo empenhado em tentar mitigar este problema. Programas como o Minha casa, minha vida tem ajudado. Ele é ideal? Não, dado o tamanho da necessidade, mas já é alguma coisa. A falta de planejamento urbano é que é um desastre! Aliás o Brasil passou décadas e mais d´pecadas ignorando solenemente a necessidade de qualquer planejamento, seja ele urbano ou em outra esfera qualquer.
      Eu acho que a dona la ta fazendo o papel dela, mas no meu ponto de vista ela mandou terrivelmente mal a usar a desculpa da terra ser da União e portanto ter finalidade social para justificar a ocupação da área, que não se limita a casebres e sim lojas, empresas ilegais, e até mesmo órgãos federais e empresas privadas como a Light. A noção clara que dá é que usar a desculpa da finalidade social é considerar que ali é terra de ninguém, quando aquela área ali tem dono, e mesmo que não tivesse, se eu tenho que me endividar em 30 anos, gastar todos os meus tostões para poder morar numa casa própria, por que diabos a Light e o resto desse pessoal acha que pode construir morar de graça na zona sul do Rio? Eles são melhores que eu? Não. Assim, vai por água abaixo o argumento da finalidade social, que por sua vez também não pode se interpor sobre a finalidade ambiental. As coisas devem ser feitas seguindo a lei.

      • Entendi e concordo contigo que o argumento não é válido; mas é valido como argumento de um advogado tentando defender seu cliente. Eles tentam o que podem, claro, mesmo sendo injusto e ilógico fora do Direito…

        Programas Minha Casa, Minha Vida, pra mim são medidas não só inadequadas, mas perigosas. Foram feitos não com preocupação social, mas pra aumentar popularidade. (Assim como o crédito pra carro proprio não foi, obviamente, feito com propositos sociais, mas como medida popular pra aumentar o crédito do governo e ajudar as montadoras).

        Se essas medidas não arrastassem com elas nenhum estrago, tudo bem, mas serão responsaveis pelo grande problema de crédito que teremos num futuro bem proximo. Me espanto como as pessoas não fazem relação entre medidas tomadas nos ultimos governos, incentivando o crédito e a compra, e a ultima grande crise americana.

      • Rapaz, este teu argumento de que “(…)e o resto desse pessoal acha que pode construir morar de graça na zona sul do Rio?(…)” é totalmente furado.

        Logicamente falando: se as pessoas estão buscando a legalização das suas residencias em consequência disto os encargos virão. Ora, entao responda-me, quem quer morar de graça na Zona Sul???

          • Use isto a seu favor, caso queira, mas sou um “posseiro” e nenhum destes profissionais passaram lá em casa para tal avaliação.

            Então diga-me: baseado em que estas avaliações foram feitas para que a minha casa valha 500.000,00???

          • Segundo a matéria da Veja foi um levantamento de 2007 da secretaria do patrimônio da União que avaliou o valor dos 144 hectares do parque em 3 bilhões de reais. O valor se dá por calculo proporcional. Considerando que houve uma eplosão de valor de mercado na zona Sul do Rio nos últimos anos, este valor provavelmente já é varias vezes maior.

  5. E dai vem gente dizendo que: coitado do Luciano Hulk, é tão bonzinho, dá reforma de casa e carros paras as pessoas todo domingo.

    A globo tem um dominio muito grande, ainda maior ai no rio. É o tal negocio de que uma mão lava a outra, mas todas estão usando a água da mesma bacia suja.

    Ter os amigos certos faz a diferença.

  6. Moro em Vitória, e existe por aqui um área de preservação chamada Morro do Moreno também ocupada por casas luxosas de pessoas influentes. Todos sabem disso, mas absolutamente nada contece. É realmente deprimente, e uma prova de que não vivemos tão longe de uma plutocracia.

  7. Penso que ninguém pode ser “dono” de áreas florestais simplesmente por ter se “declarado” dono.
    Assim nem o governo nem o povo poderiam ser donos dessas áreas “ambientais”.
    Se essas pessoas estão usando esses locais como moradia então são donos por usucapião.
    Nesse artigo tem uma reflexão sobre a amazônia ser do Brasil ou não:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=901

    o mesmo raciocínio se aplica à qualquer área inexplorada do mundo.

    • Errado. O Brasil, quando foi criado o parque tinha sim um DONO. Era o Imperador. Ele era dono do país todo. Ele podia dar terras e definir quem morava onde e foi isso que ele fez quando definiu a área do Jardim botânico. Posteriormente a administração do parque, permitiu moradias a funcionários. Essas pessoas venderam as moradias para outras. E aí está o erro. São invasores de terra. Usucapião é quando o cara vai numa terra que não é usada por ninguém e constrói lá. Evidentemente esta ideia não se aplica a um parque bicentenário criado para preservação e pesquisa.

      • Mas o Imperador foi apenas uma pessoa que “se declarou” dono de uma quantidade de terra colossal, no caso o país inteiro.
        Isso não é correto, alguém não pode simplesmente se declarar dono de uma vastíssima extensão territorial só porque pisou no continente. E segundo essa lógica os índios é que são os donos de toda a América do Sul e todos que não são índios seriam ladrões, afinal os índios chegaram primeiro e já estavam bem dispersos por todo o território.

        Quanto à preservação ambiental penso que o ideal é privatizar a natureza como sugere esse artigo: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=89

        Por fim se nunca pudermos explorar novas áreas verdes, pelo bem da preservação ambiental, então daqui à alguns tempo teremos que proibir as pessoas de se reproduzirem. O que seria uma violação da liberdade das pessoas.

        O ambientalismo em excesso só prejudica as pessoas. Eu vejo o excesso de ambientalismo como um novo tipo de socialismo: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1331

        • Os índios que chegaram primeiro foram dizimados pelos índios que chegaram depois. Não havia paz e os conflitos por terra sempre ocorreram, inclusive entre as tribos indígenas. Quando os europeus chegaram, tomaram posse do território na base da matança. Pela lógica proposta, seria um auê, ninguém seria dono de área nenhuma, e por tabela não haveria fronteiras e nem países, nem governos nem nada. Nessa lógica uma família retirante pode entrar pela sua casa e dizer que vai morar no meio da sua sala, pois não existe propriedade. E sem governo, ninguém poderá defender a terra dos seus descendentes a não ser você, com um porrete ou borduna. Se o cara for mais forte, ele toma sua casa e te expulsa. Resultado? Teríamos invlouído socialmente ao estágio dos homens das cavernas.
          Eu penso que quando uma pessoa, seja ela quem for, invade uma área de pesquisa como o Jardim Botânico ou reserva ecológica, como no caso dos parques, e ilhas do litoral do Rio, elas podem alegar que estão tomando posse de uma área com “finalidade social” mas estão praticando justamente o inverso, pegando uma área que é de TODOS e dizendo que é delas somente. Existe muita terra, muita área para se construir no Brasil, áreas destinadas a este fim, moradia. No miolo da Zona sul do Rio? Claro que não. E é aí que mora o problema. Neguinho quer moleza!
          A questão fundiária do Jardim Botânico me parece passar mais pelo interesse financeiro, pois é uma área nevrálgica da cidade do Rio, onde notoriamente o valor do metro quadrado bateu nas alturas graças a uma intensa especulação imobiliária. Talvez um dos grandes medos da Instituição seja esse, perder o controle e ver minguadas as áreas destinadas ao espaço de cultivo e pesquisa botânica.

          • Houveram conflitos pois os europeus vieram roubar as terras dos índios.
            É normal que os índios tenham lutado pelo que era deles.
            Como os índios tinham menos tecnologia armamentista eles perderam.

            E na lógica proposta as pessoas seriam donas de áreas que elas ocupam realmente, onde houvessem construções por exemplo. Mas não seriam donas de áreas que elas não ocupam só por que se declararam donas. O que o governo faz.

            Ninguém iria morar na sala de ninguém pois é óbvio que a casa da pessoa tem dono. Mas quando alguém constrói uma casa no meio do mato não é óbvio que esse lugar no meio do mato tenha dono. Exceto o governo que se declara dono de tudo que puder. E quando eu digo tudo é tudo mesmo. O governo na verdade se declara dono até daquilo que as pessoas “pensam” que são donas. E é por essa lógica que ele cobra IPTU.
            E o governo se declara dono das pessoas também, e é por essa lógica que ele cria leis que dizem o que as pessoas podem ou não fazer com seus corpos, que acordos as pessoas podem ou não fazer entre si, cobra impostos de quem trabalha, de quem compra coisas de outras pessoas, etc…

            Por fim, não necessariamente um mundo sem governo seria ruim, já existiram pessoas que viviam “sem governo” no velho oeste por exemplo:
            http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1028

            Um mundo sem governo é a filosofia do libertarianismo:
            http://www.libertarianismo.org/index.php/sobre/filosofia

            Achar que um mundo sem governo seria o caos porque ninguém iria impedir que as pessoas façam o que quiserem é o mesmo que admitir que um mundo com governo seria um caos. Afinal de contas quem comanda o governo são pessoas. Que podem fazer o que quiserem.

            Os governos foram criados porque com o fim do feudalismo os poderosos deixaram de controlar as pessoas, então eles simplesmente inventaram um novo sistema de controle: o governo.

            Mas voltando ao assunto, se o Jardim Botânico realmente era dono daquelas terras teriam chamado a polícia logo quando começaram as construções das primeiras casas e a polícia teria expulsado as pessoas no ato. Mas como é só uma área verde gigantesca da qual o governo se declarou dono ninguém do governo deve andar muito por lá e então quando finalmente perceberam já haviam um monte de casas.

            O mesmo com as casas dos ricaços construídas nas ilhas. O governo só se autodeclarou dono. Mas ninguém do governo monitora aquilo (seria impossível mesmo o governo monitorar tudo de que ele se declara dono) então quando perceberam as casas já estavam prontas. Um verdadeiro dono cuida da sua propriedade e não deixa construírem casa dentro da sua propriedade.

          • Opa, sem querer continuar a discussão que já ficou cansativa 🙂
            Não precisa aceitar esse post que estou fazendo, é só para lhe apresentar
            um evento ao contrário do normal, que acho que seria um bom tema para um post.

            O governo de Honduras fez algo ao contrário de qualquer governo, ele
            diminuiu seu território privatizando uma área para a construção de uma
            cidade inteira, que terá um governo independente:

            http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/24166/honduras+aprova+privatizacao+de+cidades+para+contornar+desigualdade+social.shtml

            Nesse outro site tem dois vídeos do cara que propôs essa ideia ao governo de Honduras:

            http://www.libertarianismo.org/index.php/academia/15-artigos/8-um-ponto-pelas-cidades-modelo

            É similar à Zona Franca de Manaus, só que mais ousado ainda.
            Se essa moda pegar a maioria da população mundial pode acabar indo morar nessas cidades que têm menos leis e menos impostos e por isso acabam sendo mais prósperas.

      • Só uma correção, quando o parque foi criado o Brasil não tinha um imperador, e sim um rei. Foi D. João que criou o porque quando ele ainda era o monarca do Brasil.

      • “(…)São invasores de terra. Usucapião é quando o cara vai numa terra que não é usada por ninguém e constrói lá. Evidentemente esta ideia não se aplica a um parque bicentenário criado para preservação e pesquisa.”

        Seria interessante que vc definisse a sua opinião. Num determinado momento diz que a bagunça chega a tanto que o parque não tem uma delimitação de área e agora diz, sugere ou insinua de que as construções “irregulares” estariam dentro da área do parque. Se não há delimitação alguém pode exatamente dizer onde começa e onde termina o Jardim Botanico? Se não, como é possivel afirmar de que há residencias dentro do parque?

        Mais uma perguntinha. Como pode-se considerar ilegal algo que vc recebeu permissão para fazer do Orgão competente?

        • Simples, porque uma coisa é o parque (tombado pelo IPHAN) não ter limites definidos em cartório (pois quando foi criado não havia a cartorialização do país). Não ter limite definido em cartório é um erro histórico da administração do parque, que ja era pra ter feito isso há pelo menos umas cinco décadas. Mas isso não dá direito a ninguém de entrar lá e construir oficina, quadra, empresa, o escambau a quatro sem comprar o terreno. Não comprou o terreno, é invasão.
          As construções que a adm do parque autorizou no passado são pouquíssimas, e eram limitadas a funcionários e não este oba-oba generalizado que ocorreu lá. Hoje ali tem até casa em área de risco. Não pode, tá errado. Usar a desculpinha fajuta do “tudo pelo social”, usada até pelos milionários aqui é tentar tampar o sol com a peneira porque sabe que a área vale meio milhão para cada casa.
          Se dependesse de mim, só as casas autorizadas na época pelo parque seriam indenizadas. O resto da “malandragem” ia sair de lá é debaixo de porrada. (antes que me acusem de nazista, isso é uma zoação)
          Aquela área ali não é uma área qualquer. A cidade do Rio usou a área como trunfo para conquistar o título de Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Se não tomarem providências, movidos pelos interesses financeiros das partes, o problema continuará a crescer em proporção geométrica e a favela que crescerá ali vai destruir o patrimônio vegetal de forma irreparável. O conceito de preservação, para o qual eu pago imposto para manter, vai para o saco. Pessoas podem ir morar em outros lugares, mas a mata Atlântica não se muda. Eu sou meio radical nisso, aí. Me desculpe, mas eu acho que tem que conter a especulação imobiliária FORTE que ta rolando ali e manter o que está na lei. Àrea de reserva é área de reserva. Quer discutir onde o favelado pobre vai morar? Beleza, vota num político ele faz um projeto de lei, este projeto é examinado, alterado, aprovado, sancionado e segue o trâmite legal.

          • pois é, aho que sei porque até hoje esse instituto não fez seu Registro em RGI por que eles querem entregar ao parque áreas envolta que não sabem se faz parte dos limites ou não á duas decada que o parque movel açôes de rentregação de posse contra essas áreas em questão e mesmo sem um Registro em RGI conseguiu retomar vario imoveis ai depois ainda escutamos “só é dono quem registra”!!!

          • por que você tá falando essas coisas se á área não te pertece e você não sabe se é invasor morador ou o proprio parque fica falando essas merdas!!! nunca vizitou o jardim Botanico não? já viu lá alguma favela e se o parque é dono de área no seu entorno porque só cercaram a área onde as funçôes do parque são realizadas você não acha essa história mal contada!!! pare de agredir morador antes de ter conhecimentos da sua Real situação coidado com ameaças isso poderá ser usado contra você!!!

          • Eu também só contra Invasão de espaços aleios essas pessoas não pode ser consideradas I Invasor se trata de posse bem antigas que vem de avó ou avô é direito hereditarios.

          • O instituto de pesquisas tem área toda delimitada esses Diretores deve procurar um topografo que indentifique no mapa esses limites tá tudo Registrado no IPHAN.

  8. É….. Esse é o nosso Brasil… Uma vergonha mesmo….

    Leio seu site há muito tempo, mas é a primeira vez que comento.
    Parabéns pela sua inteligência e ousadia em criticar o que está errado.

  9. Minha nossa! que enrrolação danada! dá vergonha de ser brasileiro, por que as leis não funcionam, o dinheiro sempre fala mais alto, e os pobres- a maioria, é claro- vive dessa forma, totalmente abandonada… a mercê da propria sorte, a mercê da bandidagem… e os bonitos gastando! pegando terras de todo mundo, e transformando em terras de uma só pessoa… verdadeiramente lamentavel! e essas “celebridades” que podem tudo… ô maravilha! dá vontade de aplaudir de pé, não? e depois se fala de preservação do meio ambiente, passando propagandas de conscientização ambiental… que hipocrisia gigantesca! imagina quantos animais ficaram sem casa nessa? e as pessoas que tem dindin pra gastar, por que não viver feliz com uma casinha só? aff, se quer um cantinho só seu, vai construir uma ilha de garrafa pet, oras! pra que detonar o patrimonio publico? to vendo que pro Brasil ser um país de primeiro mundo, tem muiiiiiiiiiiita coisa ainda pra ser resolvida… Sexta economia mundial? o meu rabo!

    • Raquel, eu acho que o cara rico tem todo direito de fazer mansão, comprar ilha construir quantas casas ele desejar. O que é foda é o cara fazer isso burlando a lei, passando por cima de acordos internacionais de preservação e construindo em áreas onde é proibido construir. É um desrespeito com a natureza, com a União e com o povo brasileiro. Leis como essa do Cabral são o que fazem esses caras abusarem primeiro para tentar consertar a merda depois. A justiça tinha que ser implacável, dinamitar a merda toda. Mas em muitos casos pelo Brasil afora, quem invade área de preservação é Juiz, desembargador, prefeito… Justo quem devia moralmente dar o exemplo. Aí é foda!

  10. O povo carioca ta precisando aprender a votar. Como é que reelegem um merda como esses, por isso que os políticos fazem o que querem, sabem que é só fazer uma campanha boa (e cara) que compensa qlq merda que fizerem posteriormente
    http://extra.globo.com/noticias/rio/doacao-da-locanty-para-reeleicao-de-cabral-gera-polemica-4366486.html

  11. Apesar de ser um TREMENDO absurdo ver juízes, desembargadores invadindo áreas de preservação , temos que admitir, o judiciário ainda é o que melhor funciona entre os três poderes no Brasil …lamentável!!

  12. Pior do Brasil é o brasiliero. Belo texto Felipe, o povo não ta ai com nada mesmo, depois muita gente quer meter o sarrapo no governo e claro quem tem grana, não so grana como influência tem seu lugar garantido ao seu.
    Espero que a Record veja sua postagem, hauahauahauaahu, gatilho perfeito pra meter o pau na globo, isso se a diretoria deles ou o Edir macedo não tiver no bolo também.

  13. Se arrancarem os ricos desse lugar tô pouco me lixando. Esses dai vão de limousine pra outra mansão e continuam sendo donos de milhares de propriedades que nunca colocaram os pés. Enquanto isso a desocupação dos pés rapados que moram em barracos é na base da violência, um exemplo é Pinheirinhos – onde houve até estupro por parte de covardes que sujam o nome da Polícia todo dia.

    O fato é que os “críticos” não se importam com a miséria porque ela prejudica semelhantes e sim porque eles não acham algo esteticamente agradável. É sempre mais fácil pensar pela massa de Capitães Óbvios que lotam Marchas Contra a Corrupção do que fazer isso por si mesmo.

    E eu não tô dizendo que isso é coisa de brasileiro. Esse comportamento de papagaio repetindo os próprios problemas sem fazer nada porque “tem as asas cortadas” é recurrente na história da Civilização Humana.

    Exemplo: Esse papo de querer por a Ecologia em cima dos Problemas Sociais é a maior cretinice existente. Quer ser ecochato ? Seja, jogue seus lixos separadamente, abrace uma árvore… Só não queira ferrar a vida dos outros porque você assistiu o filme do Al Gore e agora quer pagar de pseudo-intelectual verde, achando realmente que uma área verde aleatória vai fazer diferença na sua vida.

    Prefiro ver 100 indivíduos sujando e destruindo uma área florestada mas com um teto, base fixa pra poder ter uma vida do que estes mesmos 100 debaixo de uma ponte vivendo na merda que cagam porque alguns não tão diferentes deles, que trabalham como escravos pra servirem elites, não acham bacana construir barraco em uma área que um dia pertenceu a um porco burguês clamado Imperador daqui.

    O Luciano Huck, donos de grandes empresas, etc. que queimem no inferno junto com os que adoram vermes como eles. E sobre o comportamento de curupaco, vocês todos sabem que ele não mudou merda nenhuma nessa mesma História Humana que eu citei…. Só serviu pra propagar chavões como “O Brasil não vai pra frente por “. Uma bela definição dessa egrégora de marias-vai-com-as-outras que outrora venderam a imagem do “Povo Simples e Trabalhador” mas agora tem nojinho de serem comparados ao Congo é esse verso de uma música do Lobão:

    “É o puteiro que os canalhas não conseguem habitar mas cafetinam. É a beleza de veludo que o sub-mundo tem pra dar mas os canalhas subestimam.”

  14. Na verdade não foi o fato de diretores da área terem autorizado construção dessas casas que criou esse caos de 621 moradias dentro da área pública destinada ao Jardim botânico. O que houve foi invasão mesmo. Só 5% das unidades são de pessoas que alguma vez trabalharam ou ainda trabalham no Jardim Botânico. Houve um processo similar ao de todas as favelas do Rio e de qualquer lugar.
    Essa história de que são funcionários ou parentes de funcionários é simplesmente conversa mole para deturpar os fatos.
    Na internet pode-se encontrar muitos estudos e pareceres sobre a questão. Bem como o lero do Deputado Edson Santos que nasceu dentro da área e cuja irmã mora lá e é a presidente da associação dos moradores. Enfim, é o interesse particular do Deputado e sua irmã que ilumina a o auê todo.
    No entanto, aos poucos a população do Rio e mesmo do Brasil vai sacando a jogada suja de pessoas inescrupulosas que não estão nem aí ao ver que destroem um patrimônio da Nação.
    O Jardim Botânico é um órgão de imensa importância para a economia brasileira, já que nossa flora e a preservação ambiental incidem em atividades econômicas no interesse geral. Além disso o Jardim Botânico é patrimônio histórico e artístico, com mutas obras de arte, sítios tombados com prédios antigos, verdadeiras relíquias artísticas. É o recurso turístico mais visitado da cidade do Rio de Janeiro. Ali está a Escola Nacional de Botânica, laboratórios de pesquisa, museus, prédios para exposições de espécies vegetais, museus, salÃo multi-mídia, instalações para servir de infraestrutura aos visitantes, etc etc etc
    Só a má fé e ignorância ,oportunismo e estelionato da coisa pública classifica tal aberração. E o pior é que há outros casos similares. O Parque da Cidade , na Gávea, onde está o Museu da Cidade, outrora orgulho do Rio, virou uma área degradada, grande parte favelizada. Dá pena ir até lá, especialmente para quem conheceu aquele parque há cinquenta anos, como eu.

    • “(…)No entanto, aos poucos a população do Rio e mesmo do Brasil vai sacando a jogada suja de pessoas inescrupulosas que não estão nem aí ao ver que destroem um patrimônio da Nação.(…)”

      Muito bem colocado, especialmente de jogadas e opiniões distorcidas de pessoas como a senhora. Só para esclarecimento da senhora, o Parque Nacional da Tijuca é dividido em quatro e a área em debate localiza-se na área localizada na Serra Carioca que vai além do Horto. Para seu espanto, ela atravessa tbm a Pacheco Leão e vai até ao Mirante Dona Marta!!! E para minha surpresa, não vejo a senhora ou os tais defensores ecologicamente corretos questionar as demais construções localizadas dentro deste perimetro.As mansões do outro lado da Pacheco Leão, na Lopes Quinta, no entorno do Parque Laje, Humaitá e até em Botafogo!!!

      Pq não usar o tom ecologico para estas construções tbm localizadas em área de uma Reserva Florestal???

      Comparem, pelo Google maps mesmo, a area ocupada atras do Jardim Botanico e desmatada e a área entre a Pacheco Leão e a Lopes Quintas. Isso sem falar no esgoto jogado diretamente na Lagoa Rodrigo de Freitas pelas residencias localizadas na Rua Jardim Botanico.

      • Pra mim tem que demolir A PORRA TODA. De rico, de pobre e das empresas publicas e privadas que ali se instalaram ilegalmente. Lei tem que ser pra todo mundo. Não para uma meia dúzia.

        • Ai sim! Philipe eu concordo com você se tiver que preservar terão que demolir geral não sô com alguns e outros nâo isso sim seria uma tremenda INJUSTIÇA!!!

          • É isso aí. Lei te que ser pra todo mundo. Aliás, tem que começar dos mais ricos primeiro, pois estes sempre tiveram acesso à informação.

  15. Pois é, o mais engraçado é que pessoas que não tem idéia de que como tudo começou fala e pensa tão somente o que os noticiários e emissoras colocam como verdade única, conheço toda a história do horto florestal pois nasci, fui criado e até hj tenho minhas raizes lá, apesar de não mais morar, meu avô trabalhava para o JB, nasceu em 1900, teve permissão para construir sua moradia pois era conveniente para o JB que os trabalhadores ficassem perto do trabalho por diversas razões, aí enquanto era útil podia, foram sendo ergidas outras casas de outros trabalhadore4s tenho diversas fotos das casas em construção, naquela época ninguém queria morar pois era muito dentro do mato, morei durante minha infância toda numa casa de 30 m2, num terreno só havia 3 casas que estão até hj lá, depois de alguns anos como a porra da rede globo se instalou no bairro e saiu comprando tudo, vieram empresários, artistas e outros fdp e ficaram de olho na área, agora querem a retirada de pessoas que vivem a mais de 100 anos eu dissse a mais de 100 anos no lugar, o JB está abandonado………não tem dinheiro pra fazer p………..nenhuma como querem a retirada de 600 famílias se não tem dinheiro pra manterem o que tem? o nome disso é ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA, tenho certeza que se realmente forem retiradas as famílias irão fazer condomínios de luxo no local, assim como já existem alguns dentro da mata.

    • Cara eu vou te dizer que eu tb desconfio que o que esteja por tras seja especulação imobiliária, mas acho que eles não querem a área para construir condominio de luxo, mas sim eliminar um foco de favelização na área. Há 100 anos atrás eram poucas caisnhas, hoje ja são quase mil!

  16. Como carioca, amo o Rio de Janeiro. Mas graças a essas mazelas político-administrativas, vergonhosas, tendenciosas e
    parciais, deixei o estado há 13 anos e não me arrependo um dia sequer…

    • Eu vou te contar que ando com uma vontade crescente de dar o fora daqui… A qualidade da educação do rio foi tão ruim durante décadas que formou uma espécie de miséria intelectual. O cara às vezes tem condições financeiras para morar num condomínio super chique, anda de carrão, mas a família se resume a um bando de barraqueiros de baixíssimo nível.
      E então é triste constatar que a ideia inocente que permeia a cabeça dos governantes da nação durante tantos anos estava completamente equivocada. Esperavam que aumentando a renda das pessoas, elas ascendessem em todos os níveis soiais. Mas a verdade é que pobre com dinheiro sempre será um pobre com dinheiro e nada além. Ontem, fui ao mercado comprar um vinho e ao chegar la me deparo com duas mulheres lutando ultimate fighting no meio do mercado. As pessoas em volta, ao invés de separar, incentivavam, com gritos quase tribais. Porra senti uma vergonha enorme daquilo. Aí comecei a olhar ekm volta, as pessoas nas ruas, o caos do trânsito, me senti absolutamente como um peixe fora d´água.

  17. Sinceramente, isso parece mais uma artimanha pra valorizar ainda mais o mercado desta área nobre, exacerbar ainda mais a especulação imobiliária na zona sul. É o que você mesmo disse, tem um monte de casa em APP na própria zona sul em Angra dos Reis, em Niterói tem até um “disco voador”, mas é interessante que com os ricos ninguém mexe. É muito provável que na área em que habitam as famílias do horto não tem valor histórico, paisagístico ou botânico algum, já que só tem casas lá a mais de 60 anos. No Rio de Janeiro monumentos como o Palácio Monroe, Campo de Santana, entre tantos outros foram completamente deformados em prol do “interesse social” e da “coletividade”. Tirar 300 famílias de uma área chic da cidade deve ser muito mais fácil que tirar uma família, a do Luciano Huck, que nem mora lá, da ilha. Na ilha do Governador podes ter certeza que tem casos parecidos, na ilha de Paquetá também, mas não incomoda quem anda de helicóptero pela cidade. Isso soa um pouco como inveja, só porque é na zona sul, ninguém fala que quer morar de graça ao lado de um valão.

  18. vocês não sabem o que diz mas eu sim conheço o horto florestal no bairro do Jardim Botanico não confundam o bairro com parque só porque tem nomes iguais não quer dizer que seja a mesma coisa e digo mais eles descobriram que vinham sendo lesados com relação á os limites do instituto de pesquisas do jardim Botanico do Rio de Janeiro agora existe provas não vai ser facil enrolar essa gente mais não em !!!

  19. * O horto florestal abrange as seguintes áreas residenciais: Vilas operárias (Rua Pacheco Leão, Rua Mestre Joviniano, Rua Alberto Ribeiro, Rua Abreu Fialho, Rua Caminhou e Rua Estella), Condomínio Jardim Botânico, Caxinguelê, Morro da Margarida, Grotão, Túnica, Condomínio Dona Castoriana (“Balança “), Estrada Dona Castorina e Solar da Imperatriz” vão em cada área dessa tirar suas proprias conclusôes será que essas unidades estão dentro de áreas pertencentes ao parque jardim Botanico do Rio de janeiro? se o parque não tem Registro então não tem parque ou melhor não tem DONO!!!

    • Como assim não tem dono? Claro que tem! EU! E você, e meus amigos, e os seus, e todos os brasileiros que agam imposto. É justamente o contrario, se ele tem tantos donos, nenhum SAFADO pode se arvorar de construir ali e dizer que a área é dele. Se é de todo mundo, não pode ser de uma meia dúzia, mesmo sob o argumento questionável de que eles “chegaram primeiro”.

        • gentem não repare os erros de português é que eu tenho pouco estudo mesmo consegui concluir a té a oitava Serie parei porque eu tô ruim da vista assim que fazer um tratamento da vista vou voltar á estudar!

      • So é dono quem Registra EX: se você comprar um imovel e não fazer o registro em RGI você ainda não é o Dono enquanto não registrar. você sabia que essa Regularização Existente na q ual tá causando tanta polemica poi devido uma incrição que eu fiz no programa oficial da Reforma agraria o tal programa viza impedir que uma área que tiver sendo ocupada por mais de cinco anos fique impedida de ser de tomada por já ter ganhado característica de área particular desde de 2003 que eles estão trabalhando nessas áreas e espero que o nosso Jardim Botanico seja beneficiado também por essa Regularização então é isso meu querido Eu sou o alvo maior por tudo isso tá acontecendo. https://plus.google.com/u/0/112453262584211559654/posts

  20. Conheço tantas Unidades residenciais vivendo em áreas de preservação permanente e se tratando do horto nem sei se essa área edificada por pessôas com menor renda tá dentro de areas de preservação permanente por não estar proximas de Rios, lagos, ou mar pelo que eu sei áreas de preservação permanente são matas ciliares ou melhor as que ficam no entorno do mar rios corregos nascentes etc..

  21. O Brasil foi descoberto ou invadido?
    A terra que é descoberta
    Todos sabem muito bem
    Não existem habitantes
    O ser humano está distante
    Ali não mora ninguém

    A história não revela
    O certo que foi ocorrido
    Esse país tropical
    Pela frota de Cabral
    Em 1500 foi invadido

    Além do Índio nativo
    Que vivia seminu
    Já morava aqui um português
    Que pelos Índios era cortês
    Chamava-se Caramuru

    Um país maravilhoso
    Nessa Terra tropical
    Antes só havia os Índios
    Mas logo foram se resumindo
    Com a chegada de Cabral

    Os portugueses fidalgos
    Com seus atos criminais
    Assassinavam os Índios
    Comemorando e sorrindo
    Como se matassem animais

    Com bravuras e assassinatos
    Eram normal todos os dias
    Retalharam toda a terra
    Com os seus gritos de guerra
    Dividiram em capitanias

    Agrediam os nativos
    E levavam uma vida banal
    Tomavam conta das terras
    Sempre coagindo guerras
    No Brasil Colonial

    Um imperador popular
    Sanguinário e guerreiro
    Era um homem destemido
    Tornou-se muito conhecido
    Chamava-se D. Pedro Primeiro

    Tinha três bravos governantes
    Tomé de Sousa e Men de Sá
    Juntos com Duarte da Costa
    Que, pois os Índios a escravizar

    D. Pedro às vezes atuava
    Com seus atos eminentes
    Como todos programavam
    Ansiosos esperavam
    Em ter um Brasil independente

    Às margens do Rio Ipiranga
    D. Pedro ia passando
    Quando recebeu uma notícia
    Logo efetuou sua conquista
    E a independência foi bradando

    Era um sete de setembro
    Bem às margens desse rio
    D. Pedro ali proclamou
    A sua espada desembainhou
    E a independência surgiu

    Com a vinda da Família Real
    Não foi por amor a esse chão
    Eles estavam perseguidos
    E logo vieram corridos
    Do grande Rei Napoleão

    Relatavam os compromissos
    Sempre enganando a nação
    Pra ter um Brasil bem leal
    Livre de Portugal e do Rei Napoleão

    Livre de Portugal
    Foi quebrado um grande nó
    Um Brasil Independente
    De um povo inteligente
    Mas deveria ser bem melhor

    Índios e negros levavam
    Uma vida de animal
    Maltratados pelos brancos
    Choravam a angústia e prantos
    Dos fidalgos de Portugal

    A libertação dos escravos
    Foi uma farsa na verdade
    A Princesa Izabel pressionada
    Pela Inglaterra foi forçada
    A declarar a liberdade

    Hoje não estamos livres
    Passamos por um disfarce evidente
    A diferença de outrora
    É que vivemos agora
    Sem o tronco e sem a corrente

    Espero que os governantes
    Ajam com coerência
    De mostrar a realidade
    Um Brasil com igualdade
    E que tenha transparência

    Desejo um bom futuro
    Para essa juventude discente
    Há de ter democracia
    Viver cidadania
    E um Brasil independente.

  22. https://plus.google.com/u/0/112453262584211559654/posts Eu informo para cegos e surdos que essa regularização Fundiaria existente em áreas vizinha ao instituto de pesquisas do Jardim Botanico do Rio de Janeiro Foi devido uma inscrição que eu fiz Junto ao programa oficial da Reforma Agrária em 2001 ainda quando Fernando Henrrique cardoso se encontrava no poder essa área onde foi feita essa inscrição fica do lado desse instituto com seu acesso pela Rua Major Rubens vaz 122A NO Bairro da Gávea fico feliz em saber que o instituto também vai ser regularizado graças a essa inscrição click nesse link acima e veja a copia da carta dessa inscrição.

  23. A lei é para todos mais pelo o que eu sei não está sendo isso que acontence lá no Jardim Botânico. Pois eles querem tirar os pobre e deixar os ricos. Tira a casa de Camila Pitanga, Juliana Martins, tira o teatro Tom Jobim. Não eles são ricos e famosos, vamos tirar aqueles pobre que não ajudam em nada. A meu eu trabalho no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e não concordo que tenha que tirar moradores nenhum, aquelas famílias estão lá há anos, não deveriam ter deixado cronstruir nada, deixou pra agora fazer isso. Essa corja toda tem que se ferrar juntamente com essa juiza.Não concordo com nada disso e acho obsurdo querer jogar os moradores nas ruas sem terem para onde ir, querem o que mais mendigos nas ruas do Rio, para sobrar mais dinheiros para os governantes desse País de merda que é o BRASIL?

  24. CHEGA!!!!!! Estamos sendo massacrados por uma elite preconceituosa, por especuladores imobiliarios … Esta na hora de darmos um basta nisso, esta na hora de colocarmos a boca no trombone, de fazermos uma manifestação gigantesca na Rua Jardim Botânico com todos nós moradores, como nossos amigos e parentes, todos os grupos que nos apoiam, com outras pessoas e grupos que também estão sofrendo neste estado injusto do Rio de Janeiro.

    Temos que mostrar ao mundo o que acontece aqui, que aqui não tem segurança, tanto que uma turista estrangeira foi estuprada em copacabana. Que não temos saude, pessoas estão morrendo nas portas dos hospitais, que as milicias mudaram de nome, que se chamam upps…

    Temos que avisar aos turistas para não vir ao Rio de Janeiro, que aqui e perigoso!!!
    Temos que mostrar o que a elite esta fazendo em nossas matas, destruindo e construindo grandes mansões…

    COMO DISSE: TEMOS QUE FAZER UMA MANIFESTAÇÃO GIGANTESCA E MOSTRAR TUDO ISSO!!!! CHEGA DO QUE ESTÃO FAZENDO COM O POVO… TEMOS LEIS ELAS NÃO SÃO CUMPRIDAS!!!

  25. Quanta ignorância!
    Deveria se preparar melhor, tanto em conteúdo como em dignidade.
    Precusamos urgentemente que fiscalizem blogs, sites, etc… para que não divulguem mentiras e aumente descontroladamente o número de imbecis nesse país. Com escolas ruins e mídias sem supervisão, esse país estará fadado a ditadura da imbecilidade.
    Por que não te calas?

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