Luzes que perseguem: O que são essas estranhas esferas de luz?

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Certa vez meu falecido avô me contou de um episódio insólito que ele viveu quando estava no quartel, esperando ordens para integrar um batalhão que poderia seguir para a Itália na Segunda Guerra. Felizmente ele não foi, mas nessa época aconteceu uma coisa muito esquisita. Ele disse que numa certa noite, enquanto era o oficial de dia, foi chamado pelo sentinela. Uma incrível bola de luz estava fazendo evoluções no patio do quartel. Todos pensaram tratar-se de uma assombração, porque corria o boato de que o quartel era mal assombrado.
Meu avô disse que ninguém ousou se aproximar da bola, que era do tamanho de uma dessas bolas de brinde, dadas nos parques de diversões. A bola emitia um brilho amarelado e parecia estar queimando. Ela voou e depois quicou no chão, sem emitir ruído, e entrou na água da piscina do quartel, SEM APAGAR. Foi aquilo que deu a certeza a ele de que estava diante de algo de outro mundo.

Meu avô que já tinha visto um caixão levitando sobre uma porteira, dado carona a dois fantasmas e sido perseguido por um cachorro do tamanho de um boi que ele achou ser um lobisomem não estava preparado para ver uma bola de fogo que continuava a queimar debaixo d´água e saiu correndo, junto com o sentinela. A história dele que termina bruscamente sem um final, sempre me deixou intrigado. Como pode alguém diante de uma coisa dessas fugir sem esperar para “ver no que vai dar?”
Passei minha infância inteira pensando nestes casos como casos de assombração. Até morrer, meu avô achava mesmo que aquilo fosse um fantasma. Nunca lhe passou pela cabeça que talvez ele tivesse visto uma sonda ufológica, até porque este assunto nunca esteve em seu repertório.

Quando eu cresci um pouco mais, já na adolescência, comecei a ler as revistas antigas da coleção Planeta, (as antigas eram as melhores, assim como as Seleções do Reader´s Digest) e daí passei para os livros de ufologia, revistas e etc. Foi quando comecei a entender que certas coisas como esferas de luz que perseguem podem não ser assombrações.
As bolas de luz ficaram célebres na Segunda Guerra mundial, quando elas perseguiam aviões dos dois lados da Guerra, e receberam o nome de foo fighters. Foram registradas em fotos e filmes em película filmados dos aviões de combate.

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Na época ( e posso dizer, ainda hoje) ninguém sabia com precisão científica o que eram aqueles trecos.

Colombo viu

Muitas pessoas pensam erroneamente que os primeiros casos dessas bolas luminosas que perseguem pessoas, objetos e coisas surgiram na época dos Foo Fighters. Na verdade, um dos primeiros registros dessas coisas aparecem nos diários de bordo por ninguém menos que Cristóvão Colombo, o navegador genovês que descobriu a América.
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Meu pai viu esse diário de bordo pessoalmente lá na Espanha. Pelo que está nos registros da viagem, Cristovão Colombo e sua tripulação, em sua viagem de descoberta do Novo Mundo, pode ter sido testemunha de dois avistamentos de OVNIs.

Os eventos foram registrados no diário de bordo do navegante, que encontra-se preservado em um museu da Espanha.

O diário de bordo de Colombo
O diário de bordo de Colombo

Em 15 de setembro de 1492, Colombo escreveu:

Navegou aquele dia e noite pouco mais de 27 léguas rumo ao Ocidente. No início da noite ele viu ele viu um maravilhoso buquê de de fogo caindo no mar, distante deles [dos tripulantes, na embarcação, a caravela Santa Maria] cerca de 4 ou 5 léguas.

Quase um mês depois, na quinta-feira 11 de outubro (1492), momentos antes de Colombo avistar Terra pela primeira vez, novamente, às 10 da noite, estando no Castelo da popa, viu novamente as luzes. Então, chamou Pedro Gutierrez, mordomo do rei para observar o fenômeno.

Surpreso, Colombo registrou no diário:

Foi uma ou duas vezes. Era como a chama de uma vela e subia, subia, o que me pareceu ser uma indicação de terra.

Enquanto para alguns, a “chama de vela” era um fogo no chão, para outros, como o pesquisador Juan José Benitez, essa possibilidade não faz sentido, considerando a distância a que foi observada – há 14,5 léguas ou pouco mais de 80 quilômetros , longe demais para distinguir uma fogueira em terra firme.

Mesmo que o fenômeno das esferas de luz que perseguem seja antigo, como é possível que seja, ele ainda não foi esclarecido. É natural que algo dessa monta seja interpretado pelas pessoas que observam o fenômeno a partir de seu universo pessoal. Para meu avô era um fantasma… Para um índio, certamente seria uma outra coisa. Talvez algumas lendas indígenas brasileiras sejam justamente baseadas nesses fenômenos que para um índio, ainda na idade da pedra, só pode ser explicado pela via sobrenatural.

Um desses fenômenos que se incorporaram ao nosso folclore é o que os ruralistas mineiros denominam de ”mãe de ouro”. Trata-se de uma esfera luminosa normalmente vista em regiões ermas e rurais (tanto as naves quanto as sondas,são vistas principalmente nessas áreas mais afastadas,mas também já foram registrados muitos casos em regiões urbanas.) O objeto pode ter o comportamento de flutuar a poucos metros do solo, mas também pode tomar alturas incríveis. Geralmente são da cor amarelo-dourado, dai a associação com o ouro.

Há também lendas indígenas, como a do Mboi tatá, que significa em tupi  a junção de duas palavras: “coisa de fogo” ou “cobra de fogo”.  Se descartarmos a existência das esferas de luz, poderíamos supor que os índios viam o fenômeno natural do fogo fátuo e interpretavam aquilo como um fenômeno sobrenatural. No entanto, o fogo fátuo não passeia, não persegue e não trafega por entre as árvores. O “fogo fátuo” é gás se inflamando e nada de sobrenatural nisso. Se “mboi” se refere a “cobra”, é possível que os índios estivessem vendo algo trafegando por entre a mata.
No folclore brasileiro, o Boitatá é uma gigantesca cobra-de-fogo que protege os campos contra aqueles que o incendeiam. Vive nas águas e pode se transformar também numa tora em brasa, queimando aqueles que põem fogo nas matas e florestas.

Outro fato inusitado está na gênese da lenda do boitatá, que diz que ele sai da água. Fogo fátuo NUNCA sai da água Sim, fogo fátuo pode sair da água, mas como vimos antes, a esfera que Colombo viu e registrou pareceu-lhe sair no meio do mar. Bem como inúmeros objetos voadores não identificados foram registrados entrado e saindo da água de mares, rios e lagoas no mundo.

Voltando ainda mais no passado, em 1560, o padre José de Anchieta escreveu (grifo meu):

“Há também outros (fantasmas), máxime nas praias, que vivem a maior parte do tempo junto do mar e dos rios, e são chamados baetatá, que quer dizer cousa de fogo, o que é o mesmo como se se dissesse o que é todo de fogo. Não se vê outra cousa senão um facho cintilante correndo para ali; acomete rapidamente os índios e mata-os, como os curupiras; o que seja isto, ainda não se sabe com certeza.” (in: Cartas, Informações, Fragmentos Históricos, etc. do Padre José de Anchieta, Rio de Janeiro, 19332 )

Note que Anchieta informa que a coisa ATACA as pessoas, provavelmente perseguindo-os. Mas se ela MATA o índio, não tem como ser um fogo fátuo de jeito algum, uma vez que a chama do fogo fátuo não persegue e muito menos queima. É um fogo azulado de chama fria de gás de decomposição que se incendeia imediatamente. O fenômeno nunca dura mais que três segundos.

Mas o que poderia matar alguém? Uma descarga elétrica, com certeza. Um raio globular poderia. O problema é que até hoje não se conseguiu provar que raios globulares ocorrem fora de tempestades cabulosas e nunca se provou que um raio globular possa durar mais de poucos segundos.
Considerando esse aspecto de que a coisa mata, meu avô pode ter sido bem esperto de dar no pé.
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Afinal, se não temos muitos dados científicos que corroborem a existência do fenômeno ou seu comportamento hostil, há pelo menos um caso que eu li em algum lugar (desculpem, minha biblioteca de ufologia é tão monstra que eu não achei onde foi que eu li este caso) – curiosamente ocorrido num quartel- onde a treta acabou em morte.
O caso conta que um sentinela viu descer uma esfera luminosa no meio do patio do quartel. A esfera pousou no solo e ali ficou. Ela era luminosa e parecia exatamente como as descrições das bolas de fogo. O soldado foi até o objeto e tentou acertá-lo com a baioneta, mas a sonda levitou e distanciou-se dele, tornando a pousar um pouco além. Persistente, o soldado tornou atentar atingir o objeto com a baioneta, e quando conseguiu, a coisa deu-lhe um choque tremendo. O soldado caiu diante de seus companheiros de caserna. Se não me falha a memória, ele morreu. Seja como for, acidente ou ataque, o fato é que muitas historias curiosas sobre esferas luminosas existem na vastidão dos casos ufológicos. Claro que não tem a validade científica necessária para comprovar que existem, afinal ninguém conseguiu pegar uma, mas considerando que muitos desses objetos são fotografados e até filmados, acho interessante examinar muitos desses casos com uma curiosidade sadia. Até porque, parece mesmo que este fenômeno não reside só nos distantes interiores. Não são vistos apenas por pessoas sem estudo formal ou índios. Trata-se de um fenômeno que não apenas foi visto por pilotos e especialistas, como foi visto e registrado em radar em operações na órbita da Terra.

Esfera impressiona astronauta

Astronautas também viram!
Astronautas também viram!

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No dia 15 de maio de 1963, a capsula Mercury estava carregando o Major Gordon Cooper, que havia decolado em direção ao espaço a partir da base de lançamentos no Cabo Canaveral, para um trabalho de 22 orbitas ao redor da Terra. Em 1963, havia muito poucos satélites terrestres lançados, o que torna o caso ainda mais curioso.
Durante a última órbita, enquanto era rastreado pelo radar da estação de rastreamento de Muchea, na Austrália, Cooper entrou em contato com a base informando algo insólito.
Ele disse que estava vendo um objeto brilhante, com tonalidade esverdeada-azulada, vindo na direção da nave dele e que ela iria passar por cima dele. De fato, seja lá o que Coopper viu, era sólido, pois a coisa muito rápida passou sobre a nave dele, sendo inclusive registrada pelo radar de Muchea, segundo na direção oeste. A observação de Gordon Cooper foi então divulgada pela National Broadcast Company, que cobria o voo, passo-a-passo. A notícia gerou interesse, mas curiosamente, quando Cooper pousou, os repórteres foram claramente impedidos de perguntar sobre o episódio. Posteriormente, justificaram que Cooper tivera uma “alucinação” devido a uma falha no equipamento que liberou pequenas quantidades de dióxido de carbono no traje espacial dele. Obviamente, sabemos que uma alucinação não aparece num radar.
Cooper sempre acreditou piamente no que havia testemunhado na capsula, e dez anos depois teve a sorte de ver novamente, quando pilotava um F-86 Sabrejet sobre a Alemanha Ocidental.
Gordon Cooper sempre teve sorte com o fenômeno e um dos casos mais impressionantes já registrados foi em 57, quando sua equipe de cinegrafistas especializados em registrar aeronaves de testes estavam montando o equipamento para avaliar um sistema de trem de pouso num lago seco (creio que na área 51) quando um disco voador clássico surgiu. Ele foi filmado em detalhes enquanto trafegava, estacionava no ar e descia o trem de pouso. A nave pousou e a equipe de Cooper munida com o melhor equipamento de video disponível na época chegou a ridículos 30 metros da nave. Quando tentaram se aproximar mais, sempre filmando, a nave recolheu as sapatas do solo do lago seco e decolou verticalmente em grande velocidade. Esse encontro produziu talvez o melhor filme ufológico de todos os tempos, que Cooper remeteu às autoridades em Washington, seguindo seu protocolo de serviço. O video foi pra Washington, de onde nunca mais saiu. O próprio astronauta contou isso em diversas entrevistas.

Em junho de 1965 outro astronauta, dessa vez Ed White também viu algo incomum que “não podia explicar”. Ele fotografou o objeto com equipamento de precisão, mas curiosamente, suas fotos nunca foram tornadas públicas pela NASA. Depois, em dezembro daquele mesmo ano, os astronautas da Gemini James Lovell e Frank Borman viram simultaneamente uma coisa estranha, voando com eles.
Posteriormente a NASA justificou dizendo que os astronautas viram um foguete de testes que teve um mal funcionamento. Não demorou, a própria NASA voltou atrás e assumiu que não poderia ser o tal foguete, mas também não ofereceu hipótese para o que os dois pilotos altamente treinados teriam visto. Ficou tudo por isso mesmo.
Como podemos ver, a história da aviação é cheia de episódios mal contados e estranhos, apesar de todo o controle, tecnologia e regularidade das missões espaciais. Se é assim lá no espaço, imagina aqui em baixo!

Carro fantasma

Por exemplo, muitas pessoas conhecem a lenda do “carro fantasma”. O carro fantasma é a típica lenda que parece alicerçada em situações de sondas ufológicas. O carro fantasma costuma aparecer nas estradas do Brasil, vindo em rota de colisão com um veículo normal. O motorista se assusta, pois o que vem na estrada são dois faróis de carro. Não raro, o encontro com o carro fantasma acaba em acidentes. É sempre durante a noite ou madrugada. As luzes vem paralelas, em alta velocidade, como os faróis de um carro, e ao chegar no momento da colisão iminente, elas passam por cima do veículo, desesperando o condutor que já esperava pelo pior. Muitas vezes, fugir para o acostamento não adianta, pois as luzes do farol do carro fantasma fazem o mesmo, como se quisessem colidir. Incontáveis motoristas profissionais já viram essas luzes, mas ninguém arrisca dizer o que é.

Sonda filmada

“Sonda” é a palavra que foi convencionada para chamar objetos voadores não identificados de tamanho pequeno.
Um dos melhores videos de sonda filmada é o caso da sonda de Capão Redondo, filmada no meio da cidade, com uma câmera VHS. O episódio deu origem a uma das mais longas filmagens ufológicas da história, registrado em VHS por quase meia hora, e com diversas testemunhas. No dia 2 de janeiro de 1998, por volta das 21:30 várias pessoas testemunharam a evolução de um aparelho luminoso sobre casas na região de Capão Redondo, na cidade de São Paulo. Dois irmãos tiveram a oportunidade de registrar em vídeo a evolução dos objetos. No video (uma parte dele esta aqui em baixo) o objeto com tamanho aproximado de uma bola de basquete, é visto flutuando e vagando por uma grande área sem emitir som, embora emita a luminosidade estranha e não natural como muitas outras sondas.

O bom do video da sonda de Capão redondo reside no conjunto de circunstancias de seu registro: Filmado na cidade, por muito tempo, com equipamento analógico numa época em que a tecnologia de efeitos especiais digitais era muito rudimentar e não havia os drones no mercado. Esse video foi extensamente periciado e permanece até hoje como um dos mais incríveis registros do fenômeno UFO já feito.

Mas existem outros registros, alguns bastante intrigantes que lembram o caso do “carro fantasma”. Um deles pode ser visto no video abaixo, onde uma esfera de luz trafega como se fosse um veículo numa estrada russa. O video registrado por uma câmera de segurança na proximidade da via ainda registrou quando o objeto retornou pelo mesmo caminho, em alta velocidade e altura estável.

igualmente intrigante é o video abaixo que mostra esferas luminosas que estão perseguindo os trens na Russia. A primeira vez que vi este video achei que era um 3d até meio mal feito, mas então olhando com mais cuidado, percebi que o objeto parece sofrer uma difração na luminosidade quando passa por uma parte suja do vidro da janela. Isso ainda é possível de fraudar, lógico, mas torna a coisa mais complexa de fazer.

Alguns desses objetos só poderiam ser vistos com o uso de câmeras infravermelhas. O comportamento da bola de luz também é estranho, pois ela persegue o trem, mas de tempos em tempos ela para, como se quisesse medir alguma coisa e então retoma a perseguição. A repetição com que a bola faz esse procedimento denota alguma inteligência controlando-a.

Essas esferas luminosas são bastante estranhas, e eu não arriscaria um palpite sobre o que são. O que eu posso dizer é que vi uma coisa parecia com uma dessas no dia em que fui fazer aquelas fotos da praia, semana retrasada. Eu havia voltado para casa quando vi uma bola de luz incomum trafegando horizontalmente a baixa altitude. Ela não era fogos de artificio, nem balão, pois conheço bem essas duas coisas. A esfera luminosa passou atrás de um dos blocos do meu condomínio. Eu saí correndo para tentar ver o que era pelo outro lado, mas não saiu nada do outro lado. Como minha observação durou um segundo ou menos, não deu para registrar maiores detalhes além do fato de ter a sensação de ver algo fora do comum. Não havia som nem nada. Mas a cor era exatamente como a coisa que segue o trem da Russia no video acima.
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Muitas pessoas tem sugerido que essas esferas possam estar ligadas a objetos voadores não identificados, operando de uma forma similar aos nosso drones terrestres. Sua manobrabilidade e rapidez são dignos de nota. Há um caso que li sobre uma sonda que teria entrado num carro que trafegava numa estrada. O carro estava com uma família inteira e a esfera do tamanho de uma bola de sinuca entrou pelo vidro de trás e deu duas voltas dentro do veículo, onde todos começaram a gritar. A esfera disparou um tipo de flash de máquina fotográfica antes de sair voando pela janela do motorista. Imagina só o pandemônio que foi dentro do carro!

Uma das evidências que parecem corroborar a hipótese de que as esferas de luz estejam relacionadas a ufos maiores são alguns videos que mostram essas coisas saindo de ufos. Um dos videos mais impressionantes que eu conheço nesse sentido é uma filmagem triangulada – isso é, filmada por mais de uma pessoa simultaneamente de pontos de vista diferentes. A coisa foi registrada no México, e é um tipo de ufo parecido com um charuto liberando um um maciço volume de esferas que ficaram dançando no ar (observem o padrão de movimento especialmente incomum nas esferas ao fim do video) .

Qual a razão disso? Ninguém sabe. Mas aqui está um bom assunto para uma discussão interessante.

Luzes que perseguem: O que são essas estranhas esferas de luz?

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