46 Comentários


  1. Projétil Balístico. Cabuloso. Ca’balístico.
    Muito bom esse post, Philipe.

    Fico imaginando esses projéteis em uma “M134 Minigun” americana, em uma “GSh-6-23” russa ou em algumas armas daquele post que você escreveu há alguns anos, “As 10 mais loucas(e mortais) armas do futuro”. Imagine esses projéteis naquela arma que dispara 1.000.000 de tiros por minuto.
    Realmente armas e projéteis do inferno!
    Com uma infantaria com essas armas e projéteis, os artilheiros ficam é descansando…

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    1. John Doe

      Falcão, 1.000.000 de tiros por minuto “non ecziste”, pois seriam mais de 16.000 tiros POR SEGUNDO!!! Nenhuma infantaria conseguiria carregar tanta munição assim. Um pouquinho da Wikipédia:
      “existem três medidas padrão para a Cadência de Tiro de uma arma:
      Cadência Teórica ou Cíclica: esta é a cadência mecânica de tiro, ou seja a medida da rapidez de um ciclo de tiro da arma, incluindo as operações de carregar, colocar munição na câmara, disparar, retirar invólucro da câmara e ejectar invólucro. A medida da Cadência Teórica parte do princípio que a arma está a ser operada com a maior rapidez possível e não considera as monobras efectuadas pelo atirador, como mudar de carregador, apontar, etc.. Quando o gatilho é premido, a velocidade à qual os projecteis são disparados é a Cadência Teórica. As espingardas de assalto têm, normalmente uma Cadência Teórica de 500 tpm a 800 tpm. As metralhadoras convencionais têm Cadências Teóricas entre os 600 tpm e os 1200 tpm. Uma metralhadora especial como a Minigun, destinada a ser montada em helicópteros, pode atingir os 100 tps (6000 tpm).
      Cadência Efectiva, Prática ou Real: em comparação com a Cadência Teórica, a Cadência Efectiva é a Cadência de Tiro com a qual uma arma poderia ser disparada realmente em combate. A medida da Cadência Efectiva tem em conta a Cadência Teórica, mas considera também outros factores, tais como o tempo gasto a carregar, apontar, mudar de canos e, se necessário, arrefecer a arma. As metralhadoras são, tipicamente, disparadas em rajadas de poucos tiros, em vez de fogo continuo e prolongado, embora isto possa acontecer pontualmente. Assim, a Cadência Efectiva é sempre inferior à Cadência Teórica.
      Cadência Sustentada: é a cadência pela qual uma arma poderia razoavelmente disparar indefinidamente sem falhas. O conhecimento da Cadência Sustentada é sobretudo empregue para efeitos logísticos de abastecimento de munições. Na artilharia é indispensável saber a Cadência Sustentada das bocas de fogo para realizar o planeamento de fogo continuo durante períodos alongados.”

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        1. John Doe

          Mas essa arma é um protótipo, e não um conjunto arma/munição de dotação regular de forças militares e policiais, como é o que consta em 99% do post, à exceção da supergun!
          Na verdade, essa arma pode até – teoricamente – disparar essa quantidade de tiros, mas de uma vez, ou numa rajada muito curta.
          Repito, é uma invenção de maluco, com pouca utilidade prática, a não ser pela curiosidade. Vale sempre lembrar que existe cadência teórica (ate que ponto o conjunto de disparo pode ciclar sem se quebrar ou deformar (derreter) pelo calor); cadência prática, que é a que se consegue no uso em campo, e a cadência sustentável, considerando-se principalmente a quantidade de munição levada por cada soldado (na segunda guerra, além da munição do próprio fuzil, cada soldado ainda levava cerca de duzentas munições para a metralhadora de tripé).
          Então, citar essa cadência de tiro não faz o menor sentido, comparando-se com os demais artigos do post.
          Só para citar, no campo da fantasia, existem os projéteis de “gelo”, onde são refrigerados em nitrogênio líquido e disparadas de armas com pequenos canos (as “balas” não derretem, pois existe uma proteção metálica que isola o projétil da pólvora em combustão. E, pelo mesmo processo, existem até “balas” de… carne moída congelada, que, dentro do corpo, se derretem, dificultando a identificação e determinação do tipo de projétil.
          E, retifico: quando disse que “isso non ecziste”, não me referi propriamente à arma, mas sim à cadência de UM MILHÃO de tiros por minuto. Pensei que tinha ficado claro que a cadência é que é impraticável numa situação de combate real.

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          1. Baseado no tempo do post, eu suponho que atualmente ela ja esteja sendo usada pelas forças armadas dos EUA, provavelmente não como arma de campo, mas equipando veículos.

  2. John Doe

    Citando: “A munição de ponta oca (também chamada hollow point) é tão destrutiva que a convenção de Haia de 1899 proibiu seu uso na guerra. Mas no Brasil seu uso é indiscriminado e no Rio ela é usada pela polícia corriqueiramente. Sim, a polícia do Rio usa balas que são proibidas de usar até em guerras.”
    Acontece que atualmente a munição padrão de algumas polícias, incluindo aqui a paulista, é o calibre 40 S&W, erroneamente chamado de “ponto quarenta” (são quatrocentos centésimos de polegada, ou 10 milímetros) conhecida como “gold”, com projétil “hollow point” como dotação regular. E como nosso armamento e munições (brasileiro) são controlados pelo exército brasileiro, tenho dúvidas de que eles autorizassem o uso pelas forças da lei, de uma munição com projétil “proibido”. Seria o caso de se pesquisar, pois se for verdade, pedidos de indenizações vão “chover” em cima do Estado.
    Esse projétil não foi concebido para “destroçar” ninguém, mas sim com dois objetivos claros: primeiro, ao deformar e “achatar” o projétil, busca-se transferir o máximo possível de energia cinética no alvo, incapacitando-o com um menor número de disparos (a letalidade não é descartada, mas quando se é atingido, tudo pode acontecer. Vai depender um pouco da sorte). Mais ou menos como a munição nove milímetros aí de cima, para ser usada por policiais em aviões.
    O segundo objetivo é que ao se deformar, ele não “ultrapasse” o alvo, causando “danos colaterais” em outras pessoas. Seria evitar a conhecida “bala perdida” (outra bobagem popular, pois se a bala é “perdida”, ela não vai causar mal algum; perigo é a bala “achada” em alguém…).
    Apenas a título de exemplo, o calibre magnum .357, que é de uso restrito das forças armadas e policiais, é considerado, nos EUA, como… calibre de DEFESA!!!! E olhe que eles tem vários problemas com armas e malucos de todas as idades. Mas nem por isso impedem o cidadão de bem de se armar para se proteger, já que as forças da lei não são onipresentes.
    Enfim, quem decide portar uma arma legalmente no nosso país, precisa enfrentar um verdadeiro “calvário” burocrático (enquanto que o bando pode tranquilamente usar a arma e munição que quiser), e também deverá ter em mente a “regra de três”: evite ao máximo sacar a arma; se sacar a arma, use; se usou, acerte para matar, caso contrário poderá ser morto pelo oponente, ou nunca mais terá sossego na vida, esperando pela “vingança”. Tiro para machucar, só em filme.

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      1. John Doe

        Então apenas o pessoal responsável pela liberação de armas e munições do exército, dentro do território nacional, não sabe disso!
        Não sei de momento, mas deve haver algum equívoco, certamente. Seria o maior desastre logístico da história bélica nacional, além de quebrar o país em indenizações.
        vou pesquisar e se encontrar alguma coisa, posto.

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        1. John Doe

          Em tempo: existem (munições de ponta oca) em calibres permitidos até para o civil, como o .380 (pistola) e o .38 SPL (revólver). Logo, além das forças da lei, civis também estariam usando “munições proibidas em guerras”, o que é um absurdo.

          Responder
      2. John Doe

        Philipe, pincei parte do texto citado por você:
        “Não há restrição legal para o uso da munição por forças policiais – a Convenção de Haia (1899) se aplica somente aos exércitos. Mas a sua aplicação é cercada de polêmica entre os defensores e críticos dos Direitos Humanos.”
        a proibição deve ser em relação ao armamento do exército, e não das forças policiais, ate por uma questão de conceito e de objetivo: enquanto o soldado (do exército) é treinado para matar o inimigo, o policial é treinado para capturar o oponente vivo… se possível. Por isso se permitem munições de alto poder de parada para a polícia (ponta oca), enquanto que para os militares do exército se destinam munições totalmente encamisadas (FMJ) que, ou matam, ou incapacitam o inimigo (principal objetivo), atrasando o avanço de tropas, que precisam ajudar os feridos e trazer a reboque toda a estrutura de hospitais de campanha.

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  3. Fernando

    Muito interessante. Não fazia ideia sobre a bala dundum. Não sabia que existia projétil proibido em guerra.
    Isso muda um pouco as coisas.
    Quando alguém dá um tiro em um indivíduo, desconsiderando os muitos motivos, existe uma questão humanitária em que o indivíduo, independente de quem seja, tenha chance de sobreviver?

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    1. John Doe

      Fernando a bala popularmente denominada “dundum” também ‘non ecziste’… calma lá Philipe.
      Ela surgiu no ideário popular (como a bala “perdida”) de que um projétil “serrado em cruz” se quebraria em quatro pedaços ao atingir o alvo, e seria mais “efetivo”, tal e qual a munição “ponta oca”. Na verdade, quem fazia isso, além de não alcançar p efeito desejado (fragmentação) ainda retirava massa do projétil, causando seu desbalanceamento, e trajetória irregular.
      De novo, o “help” da Wikipédia:
      “Bala dundum é o nome para os projéteis de armas de fogo concebidos para se expandir e fragmentar durante o impacto.

      Nem todo projétil dundum refere-se à bala dundum.

      Tecnicamente, diz-se que há maior transferência de energia e, consequentemente, o “poder de parada” também é maior, nos projéteis vulgarmente chamados dundum, entretanto referem-se aos projéteis ponta oca. O aumento do diâmetro do projétil limita a sua penetração, e produz, no corpo da pessoa ou animal alvejado, um ferimento mais extenso.
      Histórico

      Inventado no final dos anos 1890 por um oficial do exército britânico, Neville Bertie-Clayno, no arsenal de Dum Dum, cidade próxima de Calcutá, este tipo de projétil foi condenado pela Convenção de Haia de 1899, por motivos humanitários: a bala dundum se estilhaça dentro do corpo do indivíduo atingido, provocando dores lancinantes – o que normalmente não acontece com uma bala comum.

      No Brasil, é permitida a utilização da ponta oca, que por vezes é equivocadamente qualificada como a original bala dundum. A utilização da ponta oca por forças policiais também é permitida, pelo seu maior “poder de parada”, ou seja, é possível neutralizar o oponente com apenas um tiro. Contudo, ainda é proibida a utilização da bala dundum, pois o estilhaçamento aumenta tanto a cavidade como maiores lesões a órgãos internos. Devido ao estilhaçamento, a dundum é de maior dificuldade para tratamento médico. A ponta oca, um princípio originado com a bala dundum, continua a ser usada em vários países. É utilizada, por exemplo, pela Britanica Scotland Yard
      Aspectos técnicos

      As primeiras versões das balas dundum têm um furo na parte frontal ou um corte em cruz na porção frontal. Atualmente existem versões comerciais como Hydra shok e Silvertip.

      Por vezes sua designação é “munição de ponta oca” (hollow point), contudo o projétil ponta oca não foi projetado para estilhaçar, por isto é uma designação equivocada, ou pelo menos incompleta. O princípio de funcionamento da ponta oca baseia-se na dinâmica de fluidos: após penetrar no meio (aquoso ou gelatinoso), é criada uma zona de pressão, no interior da concavidade do projétil, que força as extremidades (bordas) da ogiva para fora, fazendo “aflorar” o projétil. Dessa forma, não ocorre a transfixação, ou seja, a bala não atravessa o corpo, e toda a energia do projétil é transferida imediatamente ao corpo atingido.
      Projétil de ponta côncava .40 S&W expandido, junto a um cartucho completo .

      Outro tipo de munição muito utilizada e com funcionamento oposto às munições expansivas é o FMJ (full metal jacket), conhecida também como encamisada ou enjaquetada. Esta munição possui projétil de chumbo revestido com uma casca de metal forte (geralmente ligas de cobre) e apesar de ter uma penetração maior, mesmo em alvos blindados, não tem o mesmo poder de parada das expansivas. As munições FMJ também são menos seguras para o uso policial, pois são altamente transfixantes e, após atingir o oponente, podem ferir outras pessoas.”

      Responder
      1. John Doe

        Em tempo: balas dundum “non eczistem” comercialmente no Brasil…. foram “adaptadas” a partir de projéteis ogivais de chumbo, serrados pelos “ingeheiros de fim-de-semana”.
        Só para evitar confusões!

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        1. JT

          Para complementar: não existe diferença entre a mítica “Dun-Dun” e as expansíveis, são a mesma coisa. Hydra shok e Silvertip são apenas marcas comerciais de projéteis expansíveis, com pequenas diferenças de projetos (Federal Cartridge e Winchester, respectivamente).

          O objetivo de munições de fragmentação (Frangible) é diferente: são feitas para evitar o ricochete e a transposição de paredes/muros. Seu stopping-power inclusive é menor, pois perdem sua energia muito rapidamente.

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          1. A.Schupp

            Existem diferenças entre a Hydra Shock e a Silvertip: a embora ambas expansivas, a primeira possui um pino interno que direciona o giro do projétil durante a penetração (causando maior dano tecidual e cavitação). Já a segunda possui cristais de tungstênio interno que potencializa a cavitação, sendo esta a munição preferencial para grupos anti-terroristas de segurança em vôos. ADEMAIS, CONCORDO COM TODAS OS ARGUMENTOS DE JOHN DOE (ou Zé da Silva -abrasileirando)

    2. John Doe

      Fernando, do ponto de vista de quem deu o tiro, creio que não. Do ponto de vista de outras pessoas, até pode ser.

      Responder
    3. Carlos Dente

      Fernando,

      A questão é que são proibidos, em guerras, projetéis que causem “imenso sofrimento ou clara incapacitação do indivíduo”, ou seja: que tenham maiores chances de não matar imediatamente e/ou dificultem o auxílio médico à pessoa atingida. Se o objetivo é matar, deve ser feito de forma rápida e objetiva.

      Claro que muitos países desrespeitam isso…

      Neste princípio, a munição .22 só seria permitida em armas de precisão.

      Em tempos, o gás lacrimogênio também é proibido pela Convenção de Genebra.

      Responder
  4. Kowabunga!!!

    “Balas com surpresinhas são um tipo de Kinder Ovo mortal.”
    Acho que vou pro inferno quando morrer…Ri demais com este comentário!

    Responder
  5. Carlos Dente

    As munições de ponta oca são, por incrível que pareça, recomendadas para uso na defesa do lar, já que são altamente destrutivas e tem grande poder de parada, mas pouca capacidade de penetração, o que evitaria perfuração acidental de portas, janelas ou paredes.

    Responder
    1. John Doe

      Exato, Carlos, o objetivo dessa munição é exatamente esse: transfixar o menos possível. Para tanto, existem as munições denominadas “perfurantes” (cônicas ou ogivais).

      Responder
      1. John Doe

        Em tempo: e existe (munições de ponta oca) em calibres permitidos ao civil, como o .380 (pistola) e o .38 SPL (revólver). Logo, além das forças da lei, civis também estariam usando “munições proibidas em guerras), o que é um absurdo.

        Responder
        1. Carlos Dente

          Amigo John,

          Exatamente, e por isso que são adotadas pela Polícia, especialmente em locais com habitações precárias: a chance de “furar o bandido e o barraco” é menor.

          Uma munição de ponta oca bastante difundida para uso civil no Brasil é a .22 L.R., por ser relativamente barata e ter um poder relativamente alto, para suas pequenas dimensões.

          Responder
          1. Furanus Alheius

            Caros vocês 2 … XD

            Entre o bandido e minha vida, não importa o calibre, ponta ou jacketa … ou mesmo se é proibido em guerra … contanto que mate o filhodaputa tá de bom uso*…

            *salvo exceção de não causar danos a “inocentes”, explosão ou destruição em larga escala … até mesmo que, se não ferir mais niguém (inocente), não for radiativa ou a escala de destruição não for próxima a minha pessoa e segurança, pode explodir e lançar estilhaços a vontade, e levar o maldito pro inforno aos pedacinhos … XD


          2. O problema é que isso está nas mãos de profissionais que muitas vezes não tem treino e nem preparo suficiente para usar este armamento, trocando tiros com bandidos em vias publicas, atingindo inocentes e etc. Pensar nessse tipo de bala atingindo bandido é uma coisa, mas imagina isso atingindo uma criança que não tinha NADA a ver com o pato…

          3. Furanus Alheius

            por isto sempre tive receio de entrar pra puliça … posso acabar gostando de “não levar pra DP”, como tem acontecido (e sendo exposto, infelizmente) em RJ e SP …

  6. Dhiego

    Muito obrigado por matérias assim! Para os amantes de armas é um deleite conhecer melhor esses “brinquedinhos”.

    Responder
  7. anonimo

    Só uma correção:

    sobre os cartuchos de madeira, eles eram usados na segunda guerra mundial pra duas funções principais:
    a) treinamentos de tropas
    b) durante a WWII foi desenvolvido um tipo de granada, pra ser usada principalmente pelos batalhões de engenharia, que podia ser acoplada na ponta de rifles, o que aumentava em muito o alcance dela… porém, para sair voando, ela precisava de um “empurrãozinho”, mas o empurrão que o cartucho comum dava era tão forte que explodia a granada… assim, foi desenvolvido o cartucho de madeira, onde a granada era colocada na ponta do rifle que era carregado com esse cartucho especial

    inclusive, houve relatos americanos de oficiais japoneses capturados portando esses cartuchos… os aliados propagandearam sobre isso falando que os japoneses estavam ficando tão sem recursos que já estavam produzindo munição com madeira

    Responder
    1. John Doe

      Seja bem vindo!!! E, por favor, faça um comentário inteligente, desta vez…

      Responder

  8. “Falcão,
    1.000.000 de tiros por minuto “non ecziste”, pois seriam mais de 16.000 tiros POR SEGUNDO!!!…”

    No vídeo da arma “Tempestade de Chumbo” são disparados 180 tiros em uma CADÊNCIA DE TIRO DE 1.000.000 DE TIROS POR MINUTO.
    Aí vem Fulano de Tal dizer que tal arma ou cadência de tiros, não existe…
    Se tivesse visto o vídeo dessa arma antes, teria poupado os seus comentários…

    Responder
    1. John Doe

      Falcão, eu ví o vídeo e respondi ao Philipe. A “arma” é um protótipo, e em nenhum momento ela dispara um milhão de tiros, nem por dia!!!
      Ela possui uma cadência teórica – e frise-se TEÓRICA – dessa quantidade de tiros, mas ela não fica um minuto atirando, como é o caso de um outro vídeo, da minigun, que atira por um bom tempo… é uma fração de segundo.
      É apenas um conceito, nada mais, e não é nem um pouco prática, em termos de uso em combate. em termos de precisão, então, nem se comenta!

      Responder
      1. John Doe

        Em tempo: e os 180 tiros (não tenho certeza da quantidade) são disparados de vários canos, ao mesmo tempo. Logo, é apenas uma teoria de uma arma com essa capacidade de fogo. Como você postou, “Imagine esses projéteis naquela arma que dispara 1.000.000 de tiros por minuto.” fica parecendo que ela consegue mesmo efetuar esse tanto de disparos por minuto… o que é fisicamente impossível. Entendeu agora o porque do “non ecziste”? Foi ironia!

        Responder
  9. Luiz

    Boa amostra da engenhosidade “humana”. Há mais infelizmente… já vi projéteis revestidos de anticoagulante para fazer o infeliz que levar o tiro sangrar continuamente. Aliás, quantos aqui sabem que o Brasil é um dos maiores exportadores de armas leves do planeta? O Chrome Experiments tem um aplicativo (muito legal) mostrando o comércio de armas leves, vale a pena dar uma olhada: http://workshop.chromeexperiments.com/projects/armsglobe/

    Responder
    1. Carlos Dente

      Da série “McGyver Assassino”, já vi alguém tentar criar, em casa, “munição especial” enchendo a parte oca das balas de ponta oca, através do orifício central, com o pó daquele granulado rosa para matar ratos, moído.

      Efetivamente, tem poucas chances de funcionar e desbalanceia e altera a dinâmica da munição, mas “vale a intenção”…

      Responder
      1. Luiz

        Tem sua lógica… esse veneno de rato é constituído basicamente de warfarin, um anticoagulante padrão.

        Responder

  10. Caro Sr. Philipe,
    Por que você não contrata o sr. john doe para ser seu assistente?
    Assim, enquanto você ganha mais tempo para ficar com a Nívea e com o pequeno Davi, ele passa a comentar os seus posts e a responder as perguntas de seus leitores.
    E acho até que ele trabalharia de graça, porque analisando os dias e horários dos comentários dele, percebe-se que ele é um leitor assíduo de seu sítio.
    Seria ele o 1º Gumpólatra do Brasil?

    Responder

    1. Hehehe eu sou duro, não posso contratar ninguém pra nada. Qualquer pessoa pode comentar aqui, de modo que eu gosto que ele faça isso, hehehe. Nem sempre concordamos nas ideias mas ele sempre traz contribuições interessantes e fomenta bons debates por aqui.
      Mas a ideia do gumpólatra é legal. Será que existe mesmo? Eu conheci um que eu acho que era. Ele passava o dia todo no trabalho dando f5 pra ver se tinha entrado coisa nova, hahaha. Eu pretendo incentivar o gumpolatrismo com o novo e empolgante app do mundo gump que está prestes a ser lançado e vai avisar no celular quando tem post novo!

      Responder

  11. A arma existe.
    A cadência de tiro existe.
    Se ela é viável ou não, aí já são outros 500.
    Em nenhum momento eu disse que ela seria prática ou viável em campo.
    Mas você com a sua mania de se intrometer onde não é chamado, novamente quis dar uma de inteligentão.
    Lê informações na Wiki, e escreve pra mostrar que sabe alguma coisa.
    Na próxima vez, vê se comenta alguma coisa quando alguém te pedir.
    Não se intrometa em conversa dos outros.
    Passe bem!

    Responder
  12. julian

    gostaria de agradecer pelo post e pelos comentários, sai da cadeia a pouco e definitivamente vcs me inspiraram a não portar mais uma arma, digo no bom sentido mesmo hahaha
    em pensar nas dores que causei… sempre estamos aprendendo, só temos que ser humildes mesmo hahaha

    Responder
  13. Alberto

    Muito bom o artigo. Bem didático.

    Eu tenho uma fazenda e possuo diversas armas. É necessário ter armas quando se é fazendeiro porque há muitos assaltos em regiões onde não existe quase patrulhamento de polícia e a polícia rodoviária demora muito para chegar ao local chamado.

    Há uns 7 anos, um colega dessa região que tenho fazenda morreu após assaltarem sua fazenda. Latrocínio. Ele não possuía nenhuma arma de fogo.
    Desde então resolvi adquirir armas para minha proteção e para proteger a minha família. Nunca tive nenhum problema, mas é bom ter armas para uma emergência. A Polícia não é onipresente.

    Responder
  14. Helio Csouza

    falta acrescentar a munição RIP, sim, existe uma com esse nome kkkkk

    Responder
  15. Trinixix

    Cartucho de de 76 milímetros poha, 7,6 cm ta mais pra um canhão isso ai, ta certo isso bixo?

    Responder
    1. João Luis Bugalho Junior

      para as escopetas o 76 mm eh de comprimento, se fosse de diâmetro seria o projétil para um canhão de um tanque t 34 russo ou hellcat americano, armas que utilizam projeteis a partir de 20 mm de diâmetro são considerados canhões.

      Responder

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