Pitzi e a Lei de Murphy

Eu estou nessa semana estudando cuidadosamente qual celular eu vou comprar pra mim. Meu celular é “bananeira que deu cacho”.  Só tem dois destinos à vista, o lixo e a incineração.

Pra você ter uma ideia de como meu celular atual está ruim, eu fico com vergonha de pegar ele em reuniões desde que um cliente me perguntou se eu mantinha ele comigo por algum fator obscuro, como pacto com Diabo ou coisa do tipo, hahaha.

trash o negócio. Ele soltou os plásticos, descascou, meu sobrinho jogou bola com ele no cimento. Imagina o naipe do celular? Pra piorar, ele nem carrega direito e apita igual um doido toda vez que vou colocar pra carregar. Algumas vezes, carrega, noutras, não.  Semana passada, vi um mendigo na Cinelândia com um celular melhor que o meu.

É engraçado até, que com uma oferta monumental de celulares multitouch, android, windows phone, com mil e um recursos, poderes quase paranormais, eu ainda me mantenha com um celular cuja tela é tão pequena que só com uma lente dá pra ver alguma coisa.

A explicação para levar tanto tempo para aderir a uma nova tecnologia se explica por uma questão que se divide entre a minha real necessidade (eu passo 90% do tempo em casa e no trabalho onde tenho wi fi e mais computadores do que vc poderia imaginar) e também porque a aceleração da tecnologia de dispositivos móveis é tão insana, a disputa pelo mercado de celulares, principalmente Smartfones, é tamanha, e com tantas novidades, que isso deixa as pessoas inibidas. Eu diria até oprimidas.

Sim, basta você ir numa simples Loja da Americanas para se horrorizar com a violentíssima profusão de marcas e modelos.

Smartphones

Você bate o olho e parecem quase todos filhos da mesma mãe. Aquela tela, aqueles botõezinhos, a frente de vidro, a aparência minimalista, tem do preto, tem do branco…

Mas este é só o impacto inicial. Depois vem seu “Doutorado em especificações técnicas”.

Passada a etapa em que você acha que aquilo ali é tudo a mesma coisa, você descobre que não. Muito pelo contrário, ali não tem nenhum igual o outro, e cada um promete mais que o seu antecessor.

São megapixels, velocidades, um, dois chips, quatro chips, fotografa no escuro, fotografa em 3d, tem barômetro, acelerômetro, mil funções inúteis, pesos, medidas, área de tela, resolução máxima, toca trocentas musicas, tem tela de tft, de cristal liquido, oled, lojas de aplicativos, vem com gorilla glass, 1, 2, 3…

Com shell em alumínio, com shell em fibra de carbono, em plastico, tem cantos ergonômicos, com carregador com fio, sem fio, com 3g, 4g…

E aí vem as milhares de siglas que parecem não querer dizer muita coisa, o que te obriga, claro, a ir tentar entender o que cade uma quer dizer, e daí se abre mais um mundo, onde você tem que se certificar de duração de bateria, numero de núcleos e até a quantidades de sensores.

É sensor disso, sensor daquilo, controle da tela com os olhos, controle de tela sem toque direto,  e enfim, quando você já é praticamente a cruza do Einstein com o Oppenheimer no assunto “especificações técnicas de celulares”, até sabendo de cabeça o brenchmark do “An tu tu” de cada modelo, descobre que o buraco ficou mais em baixo, porque há ainda a tecnologia que está por vir, e vai tornar tudo aquilo ali obsoleto, e há o elemento PREÇO que faz uma diferença do caramba.

O problema do preço

Após decidir comprar um celular, você se dá conta que cada elemento vantajoso na sua etapa de seleção tecnológica acrescentou alguns (muitos) reais no preço final do seu gadget.

A verdade é que celular é uma coisa cara. Muito mais cara do que deveria, ou melhor dizendo, do que poderia ser. Pra perceber isso, basta olhar o buraco negro da pesquisa de celulares (os famosos xing lings) que é praticamente uma galáxia à parte de modelos e especificações técnicas disponíveis. Muitos oferecem até mais poder tecnologico embarcado do que marcas estreladas, e por preços menores.

No fim das contas, é tudo praticamente feito ou montado com peças de lá.  Mas sabe como é, dá um medinho de arriscar. E uma vez que você arrisca, sempre fica com a pulga atras da orelha se fez um bom negócio. Já até falamos sobre esse problema da tecnologia xingling no post de tablets aqui do blog.

A grande maioria das pessoas não está muito afim de arriscar em celulares orientais de marcas bizarras como Jiayu (que aliás parece ser muito bom),  ou Ollo, ou Z5…

É claro que uma marca que vende aqui e que pode te dar todo o suporte parece um bom negócio. Tirando o aspecto do preço da jogada, realmente é.

É nessa parte do post que eu vou explicar o que tem a ver a Lei de Murphy com a Pitzi.

A lei de Murphy

O criador dessa lei foi o capitão da Força Aérea americana, Edward Murphy, e também foi a primeira vítima conhecida de sua própria lei. Ele era um dos engenheiros envolvidos nos testes sobre os efeitos da desaceleração rápida em piloto de aeronaves.

Para poder fazer essa medição, construiu um equipamento que registrava os batimentos cardíacos e a respiração dos pilotos. O aparelho foi instalado por um técnico, mas simplesmente ocorreu uma pane, com isso Murphy foi chamado para consertar o equipamento, descobriu que a instalação estava toda errada, daí formulou a sua lei que dizia: “Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”.

Curiosamente, isso parece assustadoramente certo.

Se algo pode dar errado, vai dar!

Como eu já disse antes, os celulares estão cada vez mais sofisticados e complexos. A tecnologia avança rapidamente. Ao mesmo tempo, o preço dos aparelhos ainda é muito alto. E o celular, é um aparelho complexo, avançado e sofisticado, que você LEVA PARA TUDO QUE É LUGAR.
iphone_quebrado_pitzi
Um dos grandes inimigos do seu celular é a gravidade terrestre. Um mole que você dá, e ele desce para o chão acelerando a 9,8 metros por segundo ao quadrado. As chances desse equipamento sofisticado e frágil escorregar da sua mão, cair da mesa ou até mesmo mergulhar na privada, ser pisoteado na balada, são cada vez maiores.
Pra você ter uma ideia, só em 2012, foram 113 milhões de celulares quebrados por acidentes, o que confirma que a lei de Murphy está ativa, só esperando você dar aquele mole para ela ser esfregada na sua fuça.
É engraçado que muita gente se preocupa com a questão do roubo do celular, mas não sabe que a quebra é três vezes mais comum. Pra piorar, 62% das pessoas quebram o celular DUAS vezes no ano!
Se você é mulher, preocupe-se! As mulheres estragam mais os celulares que os homens.  O celular de uma mulher tem 24% mais chance de ir parar dentro d´água. (suspeito que seja o vaso sanitário)
A maioria das pessoas ou tenta consertar com fita adesiva (imagina o cocô que fica) ou com durepoxi e a clássica superbonder. Há também uma parcela pequena, mas significativa de gente que  apenas reza para ele voltar ao normal (sério) e o grosso, 74% da galera, fica usando quebrado.
E é aqui que entra a tal da Pitzi na parada.

O que é a Pitzi e como ela funciona?

A Pitzi é um clube de proteção para celulares, que protege contra acidentes e defeitos.

A Pitzi cobre seu celular caríssimo contra a famigerada quebra de tela, acidentes com água e defeitos diversos, como teclado, software, câmera, wi-fi, etc.

O sistema, pelo que eu entendi, não é um seguro. O cliente se inscreve no site Pitzi com um aparelho novo ou até com um ano da compra, e paga mensalmente por volta de R$ 22 por mês (depende do modelo do aparelho).

No caso de uma desgraça de acidente com seu amado gadget, é cobrada uma taxa de R$75. Se for defeito, não existe a taxa.

A Pitzi envia então uma autorização de postagem pré-paga, e você envia o seu infeliz aparelho via sedex. A Pitzi vai avaliar e consertar o seu celular (ou trocará por um zero-bala, caso seja impossível o conserto) e enviará ele de volta, tudo isso rapidinho.
Quando me falaram pela primeira vez desse negócio eu confesso que não levei muita fé. Mas basta dar uma olhada no Reclame Aqui para ver que com uma legião tão monstra de gente satisfeita, o treco é sério.
Entre mais de 70 mil companhias avaliadas, o Clube Pitzi está entre as 322 empresas que receberam dos seus consumidores avaliação altamente positiva. “A certificação só reforça a proposta da empresa: atender com qualidade e agilidade nossos clientes”, comenta Daniel Hatkoff, fundador do Clube Pitzi. Conseguir o selo do famosos site Reclame Aqui de empresa séria, não é mole.

Para que uma empresa seja qualificada com o selo Ótimo, é necessário conseguir a média 8 nos seguintes critérios de avaliação: Índice de Resposta (IR), Média das Avaliações (MA), Índice de Solução (IS) e Índice de Novos Negócios (IN).

Uma pesquisa da própria Pitzi aponta que 80% das falhas de celulares hoje, são causadas por acidentes, como a quebra de tela e teclados. Isso se torna um pesadelo quando o telefone é seu instrumento de trabalho. E com esse lance de um dois três quatro chips, eles são cada vez mais usados para trabalhar. Isso explica a grande velocidade com que a Pitzi busca atender os clientes. Tem gente que agoniza se passa horas longe do gadget. Essa é a merda da rede autorizada,  onde os prazos passam dos 30 dias e o cliente fica num vai e volta para conseguir seu celular consertado.  Quem já teve o celular quebrado sabe a via crucis que é. Dependendo da marca da tanto estresse que a galera larga mão.

Na Pitzi,  os celulares são recebidos e eles consertam voado, no caso de iPhones, por exemplo, eles garantem a entrega do bicho novinho em 72h após ele chegar lá.

 

O Lucas tirou uma foto do tipo de celular que chega lá. Imagina o alivio desse cara em saber que tinha Pitzi.
O Lucas tirou uma foto do tipo de celular que chega lá. Imagina o alívio desse cara em saber que tinha Pitzi.

A Pitzi está presente nos seguintes estados:  – Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Goiás, Tocantins e Espirito Santo.

Bom, tá aí a dica. Vc segue ela se quiser.

Felizmente, o Mundo Gump tem um leitor das antigas que é o Lucas Ventura. Ele trabalha lá na Pitzi e conseguiu pros leitores do Mundo Gump uma promoção exclusiva. Usando o link abaixo, você conseguirá um mês grátis na Pitzi.
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Agradeço ao Lucas pelo desconto aí pra galera.

Pitzi e a Lei de Murphy

43 comentários em “Pitzi e a Lei de Murphy”

    • Cara acho que esses locais são de onde eles recebem as encomendas, me parece que vc pode ter conta na Pitzi de qualquer estado. Vc envia para o que for mais perto.

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    • Oi Isaac! Eu sou o Lucas, e trabalho na Pitzi.
      Um dos nossos maiores desejos é chegar no Rio de Janeiro. Infelizmente, ainda não podemos oferecer o serviço da Pitzi no seu estado. 🙁
      Mas estamos desenvolvendo parcerias para manter a nossa qualidade e rapidez ai também. Fica de olho na nossa fanpage que anunciaremos lá nossas novidades > http://facebook.com/PitziBrasil

      Só pra explicar melhor: A Pitzi é uma Startup, então somos uma empresa pequena. 🙂 Realmente, os locais do post são aqueles que podemos oferecer nossos serviços (mas estamos em expansão).

      Qualquer dúvida, só perguntar!

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  1. interessante, não deixa de ser uma forma de seguro. agora Philipe jurava que tu era aquele tipo de cara que trocava de celular a cada 60 dias, só pra não ficar ultrapassado nas tecnologias, kkkkk

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      • Eu já me contentaria com um celular – tenho dois, um de “reserva” – que funcionasse sempre e onde eu precise. Os demais “gadgets” eu compro à parte.

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      • Computadores e máquinas fotográficas também são “coisas”, mas nesses casos, a frugalidade passa longe, né cumpadre….
        É comum considerarmos “essenciais” coisas de que gostamos, mais até do que precisamos.

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        • Nem tanto, basicamente, tenho dois pcs de trabalho (agora só 1 pq doei um para uma pessoa que não tinha nenhum) porque eu usava só para fazer render 3d, mais o notebook da Nivea, mais meu netbook que ganhei num concurso, e hoje virou maquina de passar galinha pintadinha, mais meu tablet,que eu uso como computador para trabalhar remotamente. Câmera só tenho uma, que tb virou um instrumento de trabalho. Não sou um cara fanático por novidades do tipo que vende um gadget para comprar outro. Geralmente eu fico com as paradas ate elas pifarem.

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  2. man, acho que no seu caso vale a pena um Lumia, considerando que você quer um smartphone e não algo pra substituir um computador. Os windows phone são de fato um pouco limitados em relação à mods, praticamente não existem ROM’s alternativas ou coisas do tipo. Mas se tu quer algo rápido e confiável, acho que vale a pena arriscar um Lumia 920 que de quebra tem uma das melhores câmeras (não só em termos de hardware mas como também software).

    Tô no meu segundo WP e acho que não volto pra android nunca mais.

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    • Meu pai tem um plano empresarial com a Vivo, que acumulou pontos o bastante vra vir uns aparelhos “de graça”, deu pra ele, minha avó e meu tio trocarem de aparelho, e ainda veio dois Lumia 520. Meu pai me passou um, e eu que NUNCA tive um celular, meio por birra/preguiça de arranjar mais uma conta mensal, tô curtindo pra kct o negócio.
      O Windows Phone tem mesmo umas paradas bem limitadas quanto à customização,e a biblioteca de aplicativos obviamente não é tão boa quanto a do Android, mas até que o aparelho tem seus méritos. Só espero que nas próximas atualizações a Microsoft conserte coisas básicas tipo possibilitar instalação de apps no sd card, um tocador de mídias com mais opções, tipo equalizador, montar playlists mais facilmente, etc., e, principalmente, um gerenciador de arquivos que permita copiar-colar-mover-renomear arquivos, ao invés deles quererem que gente engula o serviço de nuvem dela, o SkyDrive (que inclusive é uma bosta no celular, só lida com fotos e arquivos de música).
      Enfim, telefonar é a última coisa que faço com o negócio, uso mais pra ler livros em PDF (tem o Acrobat pra baixar) e jogar em emuladores de Mega Drive, SNes e GBA… Tô esperando saírem os de PSX e N64.

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    • Olá, Marcelo!

      Cobrimos o iPhone 5 sim! É só clicar no link em http://pitzi.com.br/a/blogs/mundogump e cadastrar o seu iPhone. E você ainda ganha o primeiro mês de graça. 🙂

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  3. Mrs, o senhor que é fotografero ( ou fotografista) poderia dar uma olhada nos camerafones da NOKIA-Microsoft. o 1020 tem uma câmera com uma abertura legal. da uma olhada nos reviews no youtube..

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    • Então, cara… Como eu curto tirar umas fotos bem específicas, eu acho que realmente um celular cameraphone é exatamente o que não é o ideal pra mim. Pelo que andei observando do meu uso eu praticamente só uso celular para entrar no facebook. Então acho que devo me guiar por um sistema android e com tela grande. Qualquer camera meia boca acima de 3 megapixel ja resolve num celular meu, pq se eu for tirar uma foto certamente vai ser com uma dslr.

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      • A sim, não há o que comparar quanto a câmeras especificas e câmeras de celular. Os casos em que vale a pena andar com uma câmeras dessas de 41mp que faz ligações no bolso são, como exemplo, semanas atrás qdo vc achou aquelas mariposas reais e voltou pra casa pra pegar a câmera. Mas ai vai da necessidade de cada um e de quanto vale a pena gastar em um espertofone.
        Aproveitando a deixa, coloca em pauta qualquer dia alguma lenda urbana ai do seu rio de janeiro (ou de qqr outra cidade grande)

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  4. Eu também estou com um celular das antigas, feliz em ouvir o rádio FM.

    Dei um Smart pra patroa e achei legal pra uso profissional. Mas aí a minha questão é a mesma. Como trabalho mais em casa com computadores e wi-fi, fico em dúvida se era melhor isso ou um netbook para campo.

    O ideal seria um netbook com “função telefone” como nos tablets, talvez melhor que smart e tablets, sei lá.. Seria algo mais para um computador..

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    • claro clube nunca me serviu pra nada, pontuação pífia com “pontuações com tempo limite de uso” … além de aparelhos em que a pontuação valia menos que usando em outras coisas… ai né …

      além de propaganda enganosa… me livrei faz tempo quando veio portabilidade …

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  5. Eu tenho um celular Samsung B5722 Duos Touch há quase 3 anos, funcionando perfeitamente, só caiu no chão duas vezes e quem deixou cair foi o meu querido noivorido.

    O celular vive na capinha, por isso não tem um arranhão. Outro dia fui a casa de uma amiga e ela viu meu celular antiguinho, mas perfeito, e falou “nossa Dani, você é quase advogada e está com um celular desse.”

    Eu fiquei pensando… O celular é antigo, funciona, me atende perfeitamente, por que eu vou trocar?! Por status?! Fala sério! rs

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    • Sem contar que aparelhos “modernos” vem com tecnologias ainda não disponíveis no mercado, ou disponíveis de forma “capenga” como 4G, que está funcionando, em alguns lugares, de forma pior que a 3G – como se isso fosse possível – por falta de investimento$$$ em infraestrutura (antenas, capacidade de gerenciar os aparelhos e velocidade de comunicação).
      Ah, cara futura colega, em termos de ser bem sucedido na advocacia, lembro-me de uma piada dos tempos de faculdade: depois de formada, para o cliente não importará qual escola você frequentou. Ele vai querer saber de três coisas: se seu escritório está bem localizado na cidade; se suas roupas são de grife e se seu carro é do ano. No mais, o “canudo” pouco importa. É uma piada, mas com um grande fundo de verdade!

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      • Ih, aqui no RJ há uma rixa tão grande entre as faculdades de direito… De todo modo, que bom que mais de 80% dos clientes com quem tenho que me relacionar são estrangeiros, e para eles pouco importam essas três coisas. Estão distantes de mim mesmo! rs

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        • Oh, se tem!!! Quando eu estava buscando orçamentos de uísque para o casamento, eu que não entendo nada de uísque, anotei na minha listagem “Red Label”, a minha cerimonialista foi logo riscando e falando “Esse não! Vai ter muito advogado! Tem que colocar o “Black Label!” Hhahahaha

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  6. Philipe, você só deveria informar no post que pra ativar esse serviço, o celular deve estar 100% funcionando. Conheço um par de gente que assinou isso aí com o celular já quebrado, e se ferrou. Afinal, é injusto cadastrar um aparelho já quebrado só pra ganhar desconto no conserto…

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  7. O único problema do meu (Galaxy Ace) é a que bateria dura NADA. Você liga o 3G e desce 10% na hora. Usa o navegador por uma ou duas horas e o celular já arrega. Pra que vir com tantas opções e ter que ficar contando porcentagem de bateria pra usar?

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  8. nunca entendi essa lei de murphy “Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”

    a maior parte das coisas que fazemos na vida tem a mais remota chance de dar errado, mas claro que isso não vai acontecer.

    posso andar na rua na chuva, posso ser atingido por um raio, mas isso não vai acontecer, até pode mas é raro.
    posso andar de bike e posso cair, mas isso não vai acontecer sempre…. tantos exemplos

    vc entende essa lei Philipe?

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  9. Eu tenho um celular velho que na verdade é muito bom, é um Nokia N73, não tem Touch, nem Wi-fi e não pode receber o WhatsApp porque não tem suporte para isso. Mas confesso que quero comprar um Samsung Galaxy, só o preço é que ainda não me deu ânimo.

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  10. H Eu comprei um LG L9, celular com uma potencia enorme e monte de papagaiada e sabe que não conseguir usar, adoro tecnologia mas NUNCA fui adepto ao touch faz tudo, sempre vi o touch como um complemento do comando tradicional digital e analógico.

    Não conseguia mandar mensagem ou escrever textos, sempre dava um errinho ou o corretor corrigia o que já estava certo pelo que “ele” achava certo, isso me dava dava muito nervoso, fiquei uns 6 meses com o celular querendo atacar o infeliz na parede, fazia de tudo, menos o basico, mandar sms com um certo conforto.
    Comecei a pesquisar se com o tempo iria me habituar, vi com todos meus conhecidos fãs de celular e assumi que todos, eram habituados aos problemas do corretor e do touch, mas ninguem tinha uma exatidão, cometia erros constantes e eram tão comum que isso se torna normal, mas, tornar-se perfeito na escrita touch me aprecia impossivel, tinha o swype, depois paguei em um app melhor. nada.

    Resultado, troquei um L9 por um xperia PRO e estou muuuito satisfeito, a simplicidade de um teclado qwerty é maravilhoso, as vezes, o robusto e antigo é melhor do que o novo, fino e moderno.

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  11. Meu celular é um LG com tv digital de 2010 bem ultrapassado, mas está cumprindo bem a função dele que é ligar e despertar e é bem resistente, enquanto no meu serviço o pessoal se esnoba com seus hiphones, muitos vão buscar na Europa. Como dizia o meu avô “Mais vale o meu ruim do que o bom dos outros”. Enquanto o meu tiver funcionando não acho necessidade de ficar desesperado para acompanhar as massas.

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  12. Philipe, também tentei me entender nesse mundo de variados e distintos smartphones, com preços surreais e inexplicáveis. Até que cansei de ler artigos e mais artigos e continuar sem decidir com segurança sobre o modelo que me deixaria satisfeita com a compra.
    Em visita a uma amiga fiquei conhecendo o voip. Conclusão: adquiri um xing ling, um aparelho voip, cancelei o contrato com a operadora de telefonia móvel e fixa, instalei o voip no xing ling via wi-fi do meu plano de internet. Hoje em dia estou pagando ~5% do que eu gastava com telefonia fixa e móvel. E se o aparelho quebrar, não tem problema porque o próximo também será barato e terá na lista de recursos as últimas tecnologias. Por onde ando tem sinal de wi-fi, caiu muito bem o voip.

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