Parece verdade mas é de mentira

Caraca mané! Olha só isso!

Parece verdade mas é de mentira

Parece foto? Mas é pintura. O nome do cara é Jason de Graaf. Suas pinturas são em geral feitas em acrílico sobre tela e impressionam pelo alto grau de fidelidade que ele consegue com a luz.

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Parece verdade mas é de mentira

Related Post

15 comentários em “Parece verdade mas é de mentira”

  1. De novo essas pinturas hiper-realistas me oprimindo kkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu fico impressionado só de ver que existem pessoas que fazem uma arte tão linda assim.

  2. As vezes o pqp que dá dinheiro rsrsrsrsrs, sabe quando vc ta fazendo um desenho ou algo e derruba café ou tinta e vc fala pqp rsrsrsrs, isso que da grana em arte, jogam tinta como se fosse sem querer e são chamados de gênios, etc…

  3. O camarada que fatura 80 milhões com apenas três linhas contra um artista incrível que não vende seus quadros… Para mim, a mesma situação acontece na música hoje em dia: tem gente talentosa pra caramba neste país que mal consegue pagar suas contas, enquanto um Michel Teló leva milhões com uma verdadeira porcaria de “ai se eu te pego”.

  4. Impressionante como toda arte desse tipo é, por acaso alguém sabe se existe videos mostrando a criação desde o zero de quadros desse tipo? Já vi vários realistas, mas nunca nenhum que chegue a esse ponto, gostaria de saber as tecnicas que costumam usar, o tempo, etc.

  5. Lembra do macaco, ou do elefante,e do cachoooorro pintores? Quanto valia um quadro produzido por eles? Isso é o mundo das artes, mermão!
    Santa ignorância!

    • Santa ignorância de quem chama três faixas coloridas, ou um amontoado de tinta numa tela, colocado ali por um animal (animal no sentido literal) de ARTE, né?

      Gosto muito de experiências, então proponho uma: pegue qualquer quadro dito “impressionista” ou qualquer outro “ista” que seja. Peça para o autor descrever a coisa… ops, a “obra”. Depois, peça para dez pessoas fazerem suas descrições, sem uma se comunicar com as outras. compare as descrições. Muito provavelmente, serão todas diferentes em essência. Peça para as mesmas pessoas descreverem as pinturas acima, e veja a diferença.

      Ah, mas podem dizer que cada um “interpreta” e “sente” a arte de forma diferente, pessoal. Mas então, pergunto: qual a diferença entre as garatujas de um aluno da pré-escola e os rabiscos de um “mestre consagrado”? Será que os defensores da “interpretação pessoal” saberia dizer quem fez qual “obra”? Certamente, não. O que faz um monte de linhas e cores ir para o lixo, sem valer nada, ou ir para uma parede de alguém endinheirado, valendo milhões?

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

shares