O micro esqueleto descoberto na floresta: Esqueleto de uma fada?

O meu amigo Ivan deu a dica deste post e ele levanta a questão: Fadas morrem?

Eu não sei dizer, mas certamente, esta seria a pergunta mais intrigante diante do mini-esqueleto descoberto recentemente numa floresta da Cornualha, na Inglaterra, divulgada depois em diversos sites e tabloides.

A floresta de onde ele aparentemente provém se localiza no sudoeste do país. As imagens indicam ser um esqueleto de verdade, aparentemente humano mesmo. O grande impacto está no tamanho: São os restos mortais de um ser minúsculo, semelhante a uma micro-pessoa. As fotos foram tiradas por um sujeito que decidiu não se identificar, talvez com medo de ser ridicularizado, pois ele acredita que a ossada seja a de uma fada!

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O esqueleto minúsculo que cabe, na palma da mão  foi enviado ao Twitter de um podcast britânico especializado nesses assuntos sobrenaturais, chamado The Mystic Menagerie.

O podcast conta histórias e fala de investigações sobre fenômenos bem estranhos, o que incluem fantasmas, vultos, episódios sobernatuais, criaturas bizarras como duendes, aliens e claro, fadas.  Foi um ouvinte do programa quem enviou as fotos da ossadinha descoberta por ele. Rapidamente, o achado do homem da Cornualha ganhou manchetes de jornais gringos. Há quem sustente que esta microscópica ossa poderia ser não de um alien, mas de um alienígena do tipo pequeno.

Claro que para os céticos mais racionais, isso é o mesmo que trocar alhos por bugalhos.  Seja lá o que quer que fosse o dono desta caveirinha, sabemos pela disposição dos ossos da cabeça que não se trata de um feto humano ou ossos de um bebê com nanismo, porque os ossos da cabeça de recém nascidos são abertos e só se fundem em idade adulta. A cabeça que parece fazer parte dessa ossadinha é completamente fechada, indicando que não se trata de uma criança.

Obviamente que não se pode descartar a possibilidade de fraude, até porque essa conversa de que o autor das fotos quer anonimato, é típica dos casos envolvendo fraudes. Mas nesse caso, temos que dar o braço à torcer que está bem feita. O corpo, ao que tudo indica, estava incompleto: não tinha os membros inferiores, apenas crânio, vértebras e uma caixa torácica bastante fragmentada. O programa divulgou a notícia em março de 2015 e agora postou as fotos, junto com mais alguns dados sobre a descoberta. Segundo eles, estes pequenos restos mortais foram descobertos nas imediações de uma árvore da uma floresta que contém um ninho de falcão. O cara que localizou a ossada disse que é biólogo e anda pelo lugar para vigiar e observar bichos ameaçados de extinção. Assim que se deparou com aquilo, recolheu todos os ossinhos que achou e mostrou a outros profissionais do centro de resgate de aves em que ele trabalha.

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Eles não souberam dizer o que era, mas suas apostas é que esta coisinha tenha sido “presa” do falcão.

A descoberta coloca em perspectiva alegações ancestrais de que pequenos seres (unidos sob a denominação “fadas”) habitem as florestas e campos dos países nórdicos. Os caras acreditam nisso, e muitos acreditam muito piamente, aliás. Por aqui, (tirando a Xuxa) as pessoas costumam fazer piada dos que alegam que já viram duendes.

Pessoalmente, tenho muita dificuldade em acreditar nisso aí. Não que eu ache malfeito, mas me parece que a cabeça é uma escultura e a coluna e costelas de um rato ou lagarto. Penso que tem vértebra demais aí, mas não sei, não sou médico. Além do mais, é difícil de saber por que diabos uma fada deveria ter uma conformação óssea exatamente igual a humana.

Não me leve a mal quem ja viu (foi mal, Xuxa!) mas dependendo do entorpecente usado, você vê duende de todo tipo mesmo! Mas até que ponto o folclore europeu não está baseado em parte em alguma forma de verdade? Talvez fadas realmente não existam no nosso conceito existencial do ocidente, o que não significa que toda uma sorte de entidades desconhecidas não possa habitar ou mesmo já ter habitado no passado alguns lugares ermos do nosso orbe.

O sapatinho misterioso

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Casos como o do sapatinho perdido, com o tamanho de um dedal e cuidadosamente feito de couro de rato, nos levam a questionar se o dono dele não poderia ter a estatura dessa minúscula caveirinha aí. O sapatinho, que também foi encontrado no norte da Europa, até hoje reside no intrigante campo da especulação: Quem o fez, e por que?

Sabe-se que não era um sapato de boneca. E o mais estranho de tudo: Ele apresentava sinais de desgaste nos lugares certos, indicando que “teria sido usado!”

E acima disso, com que tecnologia, pois é um sapato em estilo antigo, usando métodos de fabricação antigos, para o qual seria necessário microscópicas ferramentas e muito trabalho. As linhas usadas para costurar o sapato eram mais finas do que qualquer linha fabricada na época que foi descoberto.

Quem se daria a este trabalho todo para abandoná-lo no meio de um matagal em uma trilha na remota na península de Beara, na Irlanda?

Fadas em Cottingley

Mesmo que o esqueleto da “fada” se trate de uma fraude, é praticamente inegável que se trata de uma fraude curiosa. Mas caso isso se verifique, não será a primeira (e talvez não a última também) fraude com fadas do Reino Unido. A primeira grande fraude fotográfica envolvendo fadas ocorreu em Cottingley, em 1917 e estarreceu o mundo.

 

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No início do século XX, duas primas, Frances Griffiths e Elsie Wright (filha de Arthur Wright), tiraram uma série de fotografias de Fadas em Cottingley, na Inglaterra.
As primeiras duas fotografias foram tiradas em 1917, quando Elsie, de 16 anos de idade, pediu a câmara emprestada ao pai e foi tirar fotografias com a sua prima de 10 anos numa mata perto de onde moravam.

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As fotografias causaram logo impacto nas pessoas quando foram publicadas por Sir Arthur Conan Doyle (autor de Sherlock Holmes) em 1920.
Logo, aquelas intrigantes fotos  foram enviadas a peritos em falsificações, mas nenhum foi capaz de descobrir como as garotinhas falsificaram as fotos, por mais duvidosas que fossem.

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Ainda hoje há quem diga que não sabe como elas fizeram com os recursos que tinham na época. Quando receberam a câmera emprestada, afim de tentar mais registros durante a investigação do caso, foram entregues às meninas rolos selados para que elas tirassem fotos das fadas. Elas efetivamente tiraram, mas sem que pudessem modificar as fotografias de qualquer maneira, tudo ficava cada vez mais misterioso.

Depois os tambores de negativos foram mandados revelar e no papel mostraram mais que somente fadas. Saíram seres, como fotografia de um “gnomo”.

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Muitas das fotografias que existem hoje, parecem indicar que eram fadas cortadas em papel. Mas segundo alguns sites, isso deveu-se ao fato de que as fotos, depois de digitalizadas, foram retocadas uma vez que as originais não possuíam grande qualidade e mal dava para ver as fadas.

Hà quem sustente que as fotos são reais, porque as meninas não conseguiriam fazer fotos com fadas voando sobre elas com papel simplesmente jogando-as para o ar, e o nylon ainda não existia. Em certas fotos, nota-se uma longa exposição, que torna algumas das imagens especialmente difíceis de produzir com desenhos cortados em papel, já que qualquer oscilação do vento tornaria a fada um borrão.  Em alguns casos, as fadas parecem surgir como uma tênue transparência. Como as duas crianças poderiam saber tanto de fotografia ao ponto de forjar essas imagens?

As meninas, muitos anos depois, já idosas, admitiram que tudo se tratou de uma fraude. Segundo disseram aos tabloides ingleses, as fadas das fotos foram recortadas de revistas e afixadas com alfinetes nas árvores e em outros lugares.

Assim, estava certo o diagnóstico da perícia das fotos, que indicou serem fotos reais. Eram mesmo. Só que não se tratavam de fadas e sim desenhos cortados em papel.

Entretanto, apesar das idosas alegarem que fizeram um embuste, muitos ainda não acreditam nisso. Principalmente por elas terem conseguido guardar o segredo por tanto tempo! Não obstante, há os que alertam para o fato de que as duas estão tentando ocultar informações sobre como elas se comunicavam com estes seres.

Muitos desconfiam pontualmente das alegações: Se eram desenhos de revistas, por que nunca foram descobertas que revistas eram? E se não eram imagens de revistas, quem as desenhou? As meninas tiveram ajuda de algum adulto que nunca desejou aparecer? Talvez sim, a julgar pelo fato de que no início do século XX uma câmera era algo complicado e caro. Por que colocar o dispositivo nas mãos da filha para ir na floresta brincar com o valioso equipamento?

 

Pessoalmente acredito totalmente que elas fizeram fadas de papel, e justamente, as fadas que não aparecem muito claramente nas fotos são devido ao movimento do papel no vento diante de uma foto em longa exposição.

Outras “fadas” bizarras

Há uma grande sorte de imagens na internet quando se busca por “fadas”. As mais engraçadas são causadas por simples pareidolia ou mesmo erros de interpretação sobre fotos reais. Um bom exemplo de foto real de uma fada que não é fada está aqui em baixo. No flash, a luz estourada sobre um inseto produz uma forma que diante dos olhos ávidos de um crédulo se tornam um “prova” da existência das fadas.

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“fada” registrada por Phyllis Bacon

Já outras fadas são um pouco mais espetaculares, como esta abaixo, encontrada “morta na floresta” anos atrás. (na época cheguei a postar aqui)

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Essa fada falsa aí de cima lembra esta outra fraude aqui, de um demonete com asas de morcego:

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O demonete foi usado nesta bela fraude aqui:

Há também que acredite que as fadas existam, e que pode haver uma prova delas esperando para ser analisada, em um templo da Tailândia. Segundo pesquisei, há um templo contendo estranhas criaturas com aspecto humanoide num tipo de altar. Há quem sustente que são dois goblins mortos.

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São seres escuros, mumificados, com cabeças deformadas e corpo diminuto e retorcido.

Não deixei de notar qual é o símbolo deste canal, hehehe!

Eu não sei dizer se isso tem relação com as fadas, mas é fato de que na África e no oriente tem muita gente que jura que goblins são reais e se cagam de medo deles. Já fiz até um post sobre os Goblins que estão aterrorizando o povo do Zimbábue.
Talvez as criaturas do templo da Tailândia sejam gatos com mutações. Existem mutações que afligem alguns animais que os fazem nascer com cara de gente. Acredite se puder! Não acredita? Veja! Veja outro! E veja também o monstrinho que parece um demoniozinho que saiu de dentro da vaca.

Enfim, esse mundo é muito gump mesmo, e não é por outro motivo que criei este blog. Fora essas estranhas criaturas, há alguns microscópicos esqueletos pelo mundo à espera de uma explicação para sua existência. Um dos mais famosos é o esqueletinho do “ET” do Chile.

Aqui intacto em toda sua glória equelética:
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Aqui no raio X que mostra que é um esqueleto de verdade e não uma escultura.

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Encontrado nas ruínas de uma igreja de uma cidade abandonada em pleo deserto do Atacama, ele foi examinado em DNA que mostrou que é em parte claramente humano, mas uma parte de seu DNA deu inconclusivo para qualquer outra espécie conhecida na Terra o que levou muitos afoitos a dizerem que ele é um “Híbrido”. O que intriga realmente é o tamanho, pois parece compatível com a ossadinha de Londres. Leia o post sobre ele aqui.

Curiosamente, há ainda outras pequenas criaturas descobertas por aí, que parecem homenzinhos.

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E não vamos esquecer daquele famoso video viral do goblin corredor:

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Efetivamente estamos diante de um mundo repleto de curiosidades e mistérios, que aguçam e estimulam nossa imaginação. Vou ficando por aqui e deixo a pergunta no ar: Você acredita que fadas e gnomos possam existir? E elfos? Se você curte a ideia de elfos, (defendida até pelo governo da Noruega) dê uma olhada neste post onde – apesar de começar motivado por um treco completamente fake, fala bastante sobre elfos. 

Não deixe de dar seu joinha e falar do blog para seus amigos. Até o próximo post!

 

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9 comentários em “O micro esqueleto descoberto na floresta: Esqueleto de uma fada?”

  1. Na hora que abri esse link no post( http://www.mundogump.com.br/criatura-bizarra-que-nasceu-de-uma-vaca/ )
    lembrei de uma HQ da vertigo “SWEET TOOTH : depois do apocalipse”

  2. Philipe,
    Meu pai jura que quando criança (então morava no interiorzão do RS , numa regiao montanhosa , Antonio Prado).
    Pois então, ele disse que viu passar por ele um minúscula aviãozinho preto.

    Nunca antes de meu pai me contar eu tinha ouvido falar em ufos pequenos. Daí um tempo atrás estava lendo o depoimento do Chico Penteado e ele fala de avistamento de minúsculas naves com minúsculos seres.

  3. Olha, eu não sei onde encontrar, mas desconfio que pode ser um esqueleto de um sagui (um tipo de mico que tem um nariz relativamente saltado e a cabeça redonda e não alongada).

    Mas não sou nenhum especialista e não consegui encontrar nenhuma imagem desse tipo de esqueleto.

  4. Alias, minha namorada faz medicina vet e outro amigo meu é biólogo. A opinião deles é de que o cranio não pertence ao resto da ossada e pode ter sido forjado (impressora 3d).

  5. O caseiro da casa de um amigo meu em Itaipava conta que se cagou de medo quando viu um “homenzinho” pelado em cima de uma égua, açoitando ela com um um galho de árvore. Os dois desembestaram pra dentro da mata, no outro dia a égua reapareceu. Segundo ele, o “carinha” tinha proporções humanas adultas – não era criança ou anão e media no máximo 1m. Tava pelado, cabelos desgrenhados e de pele acinzentada ou muito “suja”. Ele só o viu de costas.

    Minha mãe certa noite nos acordou aos gritos dizendo que tinha avistado uma “entidade” pequena e reluzente voando acima da cama dela. A criatura era uma silhueta de luz e não tinha a parte inferior – apenas cabeça e braços, segundo ela muito semelhante aos querubins de arte barroca.

  6. Como ter alucinações: chegue em casa às 19:00 e abra uma garrafa de vinho. Vá bebendo, bebendo até secar a garrafa e pegar no sono. Acorde de madrugada e saia dar uma volta. Alucinações garantidas ou seu dinheiro de volta.

  7. Pra quem acredita numa possibilidade de um Universo panspérmico e pluralista com uma biodiversidade inteligente, então aceitar a existência de seres antropóides mas de pequenas dimensões não fica tão difícil assim.

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