Um objeto misterioso

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Certamente que o mundo está repleto de objetos estranhos e misteriosos, que não parecem fazer sentido. Mas por mais estranhos que certas descobertas sejam, algumas descobertas arqueológicas são tão intrigantes e curiosas que nos fazem questionar o mundo em que vivemos. A Misteriosa cunha da Romênia é um deles.


A misteriosa cunha da Romênia é esta estranha peça da foto, que foi encontrada em 1974 numa das margens do rio Mures, a dois km de Aiud. O misterioso objeto foi descoberto numa escavação, enterrado a dez metros de profundidade, ao lado de dois ossos de mastodontes. O mastodonte é um mamífero de grandes dimensões, também chamado de mamute, extinto a pelo menos 10.000 anos.

Em termos de morfologia o estranho objeto se assemelha a cabeça de um martelo, mas sua função real nunca foi determinada. A descoberta teria sido levada para o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca para ser examinado. Foi lá que os arqueólogos confirmaram algo bastante estranho:  O objeto era feito de alumínio, recoberto com uma fina camada de óxido. A liga foi examinada e foram detectados 12 elementos diferentes.

A cunha, como o objeto passou a ser chamado por falta de um nome melhor, parecia ser fabricada por fundição, mas o problema é que não existia alumínio na Terra até em meados de 1800. O material não foi produzido industrialmente até 1885. Foi  Friedrich Wöhler que conseguiu isolar o alumínio, em 1827.

Apesar do alumínio ser um metal encontrado em abundância na crosta terrestre (8,1%) raramente é encontrado livre. Suas aplicações industriais são relativamente recentes, sendo produzido em escala industrial a partir do final do século XIX. Quando foi descoberto verificou-se que a sua separação das rochas que o continham era extremamente difícil. Como consequência, durante algum tempo, foi considerado um metal precioso, mais valioso que o ouro. O processo ordinário de obtenção do alumínio ocorre em duas etapas: a obtenção da alumina pelo processo Bayer e, posteriormente, a eletrólise do óxido para obter o alumínio.O processo de eletrólise necessário consome grandes quantidades de energia, o que explica o fato das fabricas de alumínio possuírem suas próprias estações hidroelétricas.

A elevada reatividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da eletrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido. A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto, na faixa dos 2000 °C, tornando inviável de forma econômica a extração do metal.

Como algo assim poderia estar na mesma camada geológica de ossos de mamute datados de 11.000 anos de idade?

Até o momento não foi possível estabelecer a origem da peça. Muitas pessoas sugeriram que esta poderia ser uma das melhores evidências da existência de civilizações alienígenas visitando o nosso planeta desde os mais remotos tempos.

A cunha foi levada para ser examinada num laboratório em Lausanne, na Suíça, e obteve o mesmo resultado na análise metalúrgica:

89% de alumínio, 6,2% de cobre, 2,84% de silício, 1,81% de Zinco, 0,41% de chumbo, 0,33% de estanho, 0,2% de zircônio, 0,11% de cádmio, 0,0024% de níquel, 0,0023% de cobalto, 0,0003% de bismuto, e um pequeno traço de gálio.

A análise da espessura da camada de óxido que recobre todo objeto de alumínio deu uma precisa referência de idade. De acordo com a camada de óxido, estabeleceu-se a idade do material em cerca de 300 anos, algo por si já insólito, pois a oxidação indica que o alumio descoberto na margem do rio é anterior a sua descoberta na Terra.

Várias pessoas se debruçaram sobre o misterioso objeto e um especialista da aeronáutica sugeriu que poderia se tratar de uma sapata de aterrissagem, pela forma bastante similar das sapatas usadas em veículos da ápoca, porém era bem menor. Não tardou a muitas pessoas começarem a construir hipóteses sobre a misteriosa cunha ser uma peça que teria se desprendido de um ufo.

Devido a limitada quantidade de informações acerca do estranho objeto, nunca foi possível a precisa determinação de sua origem. A misteriosa cunha de alumínio nunca foi exibida ao público.  Posteriormente as análises, o artefato foi doado para o Museu de História da cidade de Transilvânia, em Cluj. Em 1995 os editores da revista RUFOR, uma revista Romênia de estudos ufológicos visitaram a reserva técnica do museu e atestaram que o objeto se encontra lá.

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