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Retrato falado – O incrível talento de Lois Gibson

Lois Gibson é uma artista forense que já chegou a figurar no livro dos Recordes como a artista forense com maior taxa...

Escrito por Philipe Kling David · 37 segundos de leitura >

Lois Gibson é uma artista forense que já chegou a figurar no livro dos Recordes como a artista forense com maior taxa de sucesso. Realmente, olhando as imagens de seus desenhos, feitos exclusivamente com os relatos das vítimas e /ou testemunhas de crimes com a foto dos criminosos presos, é surpreendente.

É interessante notar que Lois nunca vê o bandido. Ela faz o desenho apenas com as descrições, quase sempre vagas, que as vítimas fazem. Então, o grau de dificuldade é muito, infinitamente superior ao de um retrato. Isso porque é comum que as vitimas de crimes acabem sofrendo de amnésia pós-traumática e com a alta carga de adrenalina, raramente elas tem condições de guardar detalhes sutis do rostos de seus algozes. Sem falar que em muitos casos, os criminosos costumam mudar sua aparência com certa periodicidade, para tentar evitar investidas policiais.

Com toda a dificuldade deste trabalho, Lois já conseguiu ajudar a mandar para o xilindró mais de mil bandidos.

 

O site de Lois Gibson é este aqui

Escrito por Philipe Kling David
Designer, blogueiro, escritor e escultor. Seu passatempo preferido é procurar coisas interessantes e curiosas para colocar neste espaço aqui. Tem uma grande atração por assuntos que envolvam mistérios, desconhecido e tecnologia. Gosta de conversar sobre qualquer coisa e sempre tem um caso bizarro e engraçado para contar. Saiba mais... Profile

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5 respostas para “Retrato falado – O incrível talento de Lois Gibson”

      1. kkkkk Mas eu acho que entra muito da sensibilidade mesmo da pessoa, algo mais do terreno da intuição…

        Mal comparando, é como algumas cartomantes/quiromantes, etc, conseguem “captar” algumas coisas.

        O prooprio Conan Doyle tinha habilidades de Sherlock Holmes (e que as vezes a Scotland Yar dutilisava) e o que da pra perceber pelos livros é que era uma capacidade que conjugava conhecimento mas também pura intuição/sensibilidade.

      2. Eheheh puxa Philipe- mosquei feio aqui… É a leitura dinâmica. Se nós ficamos impressionados com a capacidade da artista, imagina então as vítimas.

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