Elo perdido entre dinossauros e crocodilos descoberto e apresentado no Brasil

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Foi apresentado no Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista aqui no Rio, o “Elo perdido”* entre os dinossauros e os crocodilos atuais. Nó sabemos que os dinossauros em algum momento começaram a migrar para pássaros e outras formas, mas ainda não havia um fóssil intermediário entre o crocodilo e o dinossauro.

 

O animal, que viveu a 80 milhões de anos, foi encontrado em Monte Alto, e foi batizado de Montealtosuchus arrudacamposi.

Fonte

* Embora o termo “Elo perdido” seja o mais usado e popularmente mais aceito para tratar de descobertas que efetuam ligações desconhecidas entre grupos até então separados na cadeia evolutiva, o termo correto para estes casos é: “Fóssil transicional”.    

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9 respostas

  1. Mania de brasileiro querer dificultar o nome das coisas
    Montealtosuchus arrudacamposi.
    affe…era + ter colocado
    Jacaré da montanha ;D
    huauhhuauhahua
    abração ae blog show de bola ;D

  2. “Elo perdido” é denominação adotada por jornalistas e adeptos da pseudociência, não por cientistas. Não há jeito de provar que determinado fóssil seja do ancestral que deu origem a tais e tais grupos. Não há jeito porque tal fóssil, embora possa apresentar características transicionais, não é necessariamente da população que, separando-se, divergiu para aqueles grupos. Pode ser de uma população anterior ou ainda de um galho posterior da árvore evolutiva, que ainda apresentava características transicionais mas também tinha sua próprias e extinguiu-se.

    A terminologia preferida é fóssil transicional. “Elo perdido”, por sua imprecisão e caracterização errônea, é um prato cheio para criacionistas que afirmam, com razão, para as imperfeições do termo.

  3. [quote comment=””]”Elo perdido” é denominação adotada por jornalistas e adeptos da pseudociência, não por cientistas.[/quote]

    Legal.E quem te falou que o Philipe é cientista?

  4. [quote comment=””][quote comment=””]”Elo perdido” é denominação adotada por jornalistas e adeptos da pseudociência, não por cientistas.[/quote]

    Legal.E quem te falou que o Philipe é cientista?[/quote]

    HUAHAUAHUAHAUAHUAHAUAUH…. boa Vivian…. huahauhahuahua

  5. A minha citação a “jornalistas” foi pejorativa, mas pelo visto isso não foi percebido. Leiam como “jornalistas que não sabem falar sobre ciência”.

    Esse é um assunto científico que pode ser muito mal interpretado. Portanto, corretude terminológica é bem-vinda. O autor do blogue pode não ser cientista, mas pode também ser alertado de que está a repetir impropriedades semânticas. Claro, a culpa é do artigo original que realmente fala de um “missing link” (elo perdido, em inglês).

  6. [quote comment=”9477″]”Elo perdido” é denominação adotada por jornalistas e adeptos da pseudociência, não por cientistas. Não há jeito de provar que determinado fóssil seja do ancestral que deu origem a tais e tais grupos. Não há jeito porque tal fóssil, embora possa apresentar características transicionais, não é necessariamente da população que, separando-se, divergiu para aqueles grupos. Pode ser de uma população anterior ou ainda de um galho posterior da árvore evolutiva, que ainda apresentava características transicionais mas também tinha sua próprias e extinguiu-se.
    A terminologia preferida é fóssil transicional. “Elo perdido”, por sua imprecisão e caracterização errônea, é um prato cheio para criacionistas que afirmam, com razão, para as imperfeições do termo.[/quote]

    Concordo com você neste aspecto mas como disse o colega, a matéria não é do Philipe, logo, o erro não foi do mesmo.

    Outra coisa que concordo contigo é sobre você discordar do grau de parentesco de um dinossauro com um crocodiliano. Tirando que o molde inicial de ambas espécies seja reptiliana, não podemos nos esquecer que os dinossauros não eram da categoria dos répteis, principalmente pelo fato recentemente descoberto que os mesmos tinham sangue quente, no caso, os dinossauros eram muito mais evoluídos que os crocodilos por tal caracterísitica. Era mais a transição de um réptil evoluindo para uma ave (o elo perdido de tal coisa foi descoberta na China).
    Claro que as pernas do fóssil eram alongadas como dos dinossauros, mas existem répteis que possuem este traço e não são dinossauros, como o “lagarto de babadouro” por exemplo. Aliás, este até bípede é, mas se verem este bicho correndo em nada se parece com o Tiranossauro Rex, justamente pelo fato de que o primeiro é um réptil e o segundo é um dinossauro.

    Ademais, achei legal a matéria e o debate em si.
    É bom saber que brasileiros que frequentam este blog manjam de palentologia. É raro tal coisa no Brasil.

  7. Toda espécie tem seu elo perdido.
    Temos a nossa Lucy, e parece que toda a humanidade descende de uma única mulher que viveu na África, mais provavelmente na Etiópia.
    Agora, tudo bem, o homem atual é um representante dos primatas.
    Mas o que deu origem aos primatas? O que deu origem aos mamíferos? Certamente o que existiu antes dos mamíferos foi algum tipo de réptil que evoluiu. O Phillipe mesmo já escreveu que é a necessidade que faz o sapo pular.
    Provavelmente e muito possivelmente o homem é todos os animais terrestres e aves descendem, num primeiro estágio, dos répteis.
    Então, esse portador de costelas e dedos articulados com certeza é nosso primo também.

  8. Cético, eu conheço algumas pessoas envolvidas nessa pesquisa lá no Museu Nacional. Vou ver com eles se eles podem me dar mais dados sobre o fóssil e por que ele é considerado um elo de ligação entre os animais que evoluíram para os crocodilos e os que evoluíram para os pássaros.
    Assim que eu tiver mais dados eu posto aqui.

    Só gostaria de fazer uma consideração sobre a questão da terminologia.

    De fato, usar o termo “Elo perdido” pode não ser a maneira mais correta de me referir ao fóssil, uma vez que “elo perdido” ao longo da históriaa, sobretudo da história da ciência Paleontológica é um termo carregado de conotações negativas.
    Porém, como menos de 0,001% dos leitores do blog são letrados nos termos corretos da academia, e o objetivo aqui é a divulgação dos dados e não o hermeticismo científico, acabo sendo “forçado” a adotar termos de compreensão popular.
    Mas concordo que o termo correto seria “fóssil transicional” mesmo.
    Sua contribuição foi boa. Vou adicionar um comentário sobre a correta terminologia no texto.

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