Fóssil de Dragão? Não, é um dinossauro!

Olhe s√≥ para esta incr√≠vel criatura: Dracorex hogwartsia era um dinossauro de verdade, que se parece incrivelmente com um drag√£o! O paleont√≥logo Dr. Robert Bakker nomeou-o em homenagem a escola de magia nos livros de Harry Potter, j√° que √© de onde ele parece ter sa√≠do. Na imagem abaixo podemos ver como ele seria (com …

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O velociraptor de Melbourne

Imagina o susto de estar flanando tranquilamente pelo shopping australiano quando subitamente voc√™ d√° de cara com nada menos que um velociraptor de dois metros com a boca escancarada cheia de dentes vindo para cima de voc√™. Trata-se de uma fantasia que (j√° at√© falamos dela aqui no passado) √© muito bacana e impressiona qualquer …

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Dinossauros lutam num programa de Tv ao vivo

Bem legal este video: √Č √≥bvio que os dinossauros s√£o fantasias, j√° que estes animais est√£o extintos a milh√Ķes de anos. Mas me impressionou o molejo da roupa de filhote de Trex (ou similar) que o cara usa. D√° pra ver as pernas do ator fora da roupa, mas isso no escuro faz qualquer um …

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Aqua Rex – Parte final

Finalmente. Chegamos na parte final do Aqua Rex. Quero come√ßar agradecendo a paci√™ncia dos leitores em esperar esta √ļltima parte ser colocada no ar. A coisa toda demorou porque eu nunca tinha tentado fazer um boneco complexo em plena mudan√ßa. (Experi√™ncia que eu veementemente n√£o recomendo a ningu√©m, hehehe)
Bom, se você está curioso para ver tudo desde o início, aqui estão os links para as partes conceito, 1, 2, 3 e 4.

Na parte final, n√≥s vamos trabalhar a base do monstro. Embora eu tenha finalizado a pintura do monstro na parte 4, a parte 5 √© fundamental, porque eu n√£o queria ter apenas um boneco do monstro sobre uma base lisa. Eu queria criar um micro ambiente para ele, afinal o Aqua Rex √© um animal altamente adaptado a um meio natural espec√≠fico. Assim, me dediquei a pensar num ambiente lacustre, uma coisa que oscilasse entre uma praia de mangue e uma beirada de a√ßude. Um tipo de ambiente que remetesse a p√Ęntanos e coisas do tipo.
O objetivo da peça era mostrar o monstro saindo da água, avançando sobre uma presa com a boca arreganhada. O grande desafio desta peça seria a construção de uma cena de ação, usando água artificial e ambientação minimamente realista para combinar com o alto grau de detalhamento do monstro.

O primeiro passo √© escolher uma base de madeira que sirva bem e tenha espa√ßo suficiente n√£o s√≥ para o monstro, como tamb√©m para a ambienta√ß√£o. Escolhi uma base oval, de modo que eu pudesse posicionar o corpo do monstro em √Ęngulo, criando duas posi√ß√Ķes b√°sicas de “leitura” da pe√ßa: Lado A e lado B.

Este post tem MUITAS IMAGENS!

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Aqua Rex 4 РFinalização e pintura

Ufa, depois de um jejum de blog estou de volta com o Aqua Rex. O motivo da minha sumida foi o de sempre: Muito trabalho e pouco tempo para blogar (entre outras coisas). Agrade√ßo de cora√ß√£o aos persistentes leitores que voltaram diariamente para ver se teve update. Finalmente, aqui est√° ele! Voltando ao monstro, como …

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Aqua Rex parte 3 – O acabamento

Aqui estou eu novamente com mais um post da série Aqua Rex. Quem perdeu, aqui estão os episódios anteriores:
Parte 1
Parte 2

Na parte tr√™s eu peguei o boneco que foi feito com varias massas diferentes, com um acabamento grosseiro e a partir dele vou criar a “pele” do monstro.
Antes de mais nada, eu perdi um bom tempo pensando em como deveria ser a pele do monstro. Estava num impasse, pois o monstro me permitia criar basicamente tr√™s tipos de pele: Pele lisa como a dos golfinhos, sapos e etc; Pele escamosa, como a dos r√©pteis em geral, crocodilo, camale√£o, iguana e pele grosseira, como a dos elefantes, hipop√≥tamos, rinocerontes…
Acabei optando pela √ļltima, com alguns pontos de evolu√ß√£o da pele em um padr√£o meio escamoso.

O boneco estava meio “alisado”.

Ent√£o o primeiro passo √© come√ßar a cortar a pele do monstro em uma s√©rie de padr√Ķes org√Ęnicos. Os cortes s√£o feitos seguindo a intui√ß√£o.

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Aqua Rex parte 2 – Cobrindo com massa

Dando continuidade ao Aqua Rex, ( se voc√™ ainda n√£o viu os posts anteriores, aqui est√° o conceito e aqui est√° o esqueleto) chegou a hora de come√ßar a meter massa em cima da estrutura. Minha massa estava velha, parada por muito tempo e me deu um certo trabalho ter que marretar ela at√© que ela ficasse mole novamente. Come√ßo a parte de massa com a cabe√ßa do monstro. A cabe√ßa √© crucial para qualquer pe√ßa. N√£o adianta ter um boneco com √≥timo corpo e cabe√ßa tosca. Se eu tivesse que dividir o peso de import√Ęncia de partes do boneco, eu diria que o corpo tem peso 6 enquanto a cabe√ßa e as m√£os tem peso dez. Mas isso n√£o √© nada cient√≠fico √© s√≥ uma opini√£o minha mesmo, baseada na pratica com miniaturas de chumbo de¬† 25mm.Come√ßo a cabe√ßa com uma bola de super sculpey. Com as m√£os eu vou ajustando a forma dela, apertando dos lados, na frente, em cima e embaixo, at√© ela pegar a forma da cabe√ßa do monstro. Nesta fase , √©¬† importante ficar de olho na refer√™ncia para n√£o ficar muito diferente. Mas √© fato que igual, igualznho, tipo xerox √© mais complicado. Como esta pe√ßa n√£o √© comissionada nem nada me obriga a fazer exatamente id√™ntico ao conceito, me sinto mais relax para fazer do meu jeito.

Eu marquei a área dos dentes com um corte na massa. Nesta peça resolvi inovar e não modelei os dentes separados. Eu cortei eles entalhando na príopria massa. O resultado pratico disso são dentes mais firmes, mais aderidos à estrutura, pois são parte dela e bem mais tempo esculpindo, hehe.

Aqui eu marquei a área de cada dente e começo o lento trabalho de modelar cada um deles, e depois fazer a gengiva. Esta parte é muito trabalhosa, mas é gostoso, não nego.

Alguns minutos de divers√£o depois, j√° estava assim. Faltava ainda a parte debaixo. Tentei encontrar uma refer√™ncia de dentes que fosse uma forma intermedi√°ria entre os dentes da baleia (que n√£o √© baleia) orca e os de um Trex original. Ent√£o saiu estes dentes que s√£o c√īnicos, levemente inclinados para tr√°s, por√©m, mais curtos.

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Aqua Rex – Parte 1 – Esqueleto

Aqui est√° o concept do monstro.

Bom, a primeira coisa que eu fa√ßo antes de come√ßar a esculpir √© imprimir o desenho e catar refer√™ncias diversas de dinossauros, lagartos, cobras, etc. Muitas dessas refer√™ncias eu nem uso, mas funcionam me colocando no “clima” da pe√ßa.

O primeiro passo na escultura propriamente dita, √© escolher uma base. Neste caso foi f√°cil, porque eu tinha um monte de base de mdf aqui em casa. √ďbvio que a base deve ter um tamanho apropriado para a escultura, de modo que firme bem. Esta base que eu uso para esculpir n√£o √© a base final, que ser√° escolhida l√° no fim do trabalho.

Eu uso dois tipos de arame diferentes. Um fino, e outro mais grosso. Não uso nada grossão, porque dá mais trabalho, tudo fica mais difícil e a maioria das minhas esculturas não são grandes, porque eu tenho amor ao dinheiro e falta de espaço físico. O que eu faço é torcer o arame deste jeito aqui.

Ao torcer, o arame fica mais r√≠gido e tenso. √Č fundamental torcer nas √°reas estruturais da pe√ßa, que s√£o as pernas, porque elas concentrar√£o todo no peso n√£o somente do esqueleto, como tamb√©m das camadas de massa.

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