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Naquele tempo eu tinha uma namorada de Três Rios, e raramente ela vinha para Niterói me visitar, já que cada vinda dela era uma coisa planejada cuidadosamente, com capricho de visita de chefe de estado, uma vez que havia toda uma logística de vigilância para que eu não comesse a garota (que todo mundo pensava ser virgem, sobretudo na família dela).

Então, era uma coisa rara e quando ela vinha aqui nosso passeio mais comum era ir ao shopping. Não sei porque cargas d´água a infeliz dava um azar do cacete e sempre que ela vinha crente que iria à praia, chovia horrores. Então o que restava era o shopping.

Um dia eu estava vendo tevê quando numa novela ou seriado, percebi que um cara muito charmoso, o galã ou o antagonista boa-pinta-malvado-feito-o-cão, levou sua vítima sexual para comer comida japonesa. E aquilo ali fez todo sentido para mim.

Eu pensei cá com meus botões: – Que legal, o sujeito leva a moça para um restaurante exótico, mete saquê nela e depois vai pro motel e finaliza o serviço…

Naquele tempo, só tinha dois restaurantes especializados em gastronomia oriental em Niterói. A comida japonesa ainda não era essa febre que é hoje. E é por isso que a idéia de comer comida japonesa me pareceu tão sensacional. Quando ela chegou, eu resolvi impressionar a garota. Juntei todos os caraminguás que eu tinha. Não era muito, uma vez que eu não trabalhava e vivia de mesada, e ainda por cima era fim do mês. Ela queria ir no clássico Mc Donald´s (que também não tem em Três Rios) mas eu falei pra ela:

– J*, hoje eu vou te levar num lugar super legal. Vamos comer comida japonesa.
-É mesmo? Nossa, que legal! Eu nunca comi.- Disse ela com uma expressão de surpresa. – Eu quase falei que eu também nunca tinha comido aquilo, mas sabe como é o cara querendo impressionar, né?

-Ah, você vai se amarrar. Tem que comer de pauzinho, você vai ver… -Bancando o profundo conhecedor de comida japonesa.

-Nossa. será que eu vou saber?

-Claro. É facílimo. Eu te ensino. – Ele, o maioral, o foda, o senhor Tokio em pessoa, ehehehe.

Nos arrumamos. Coloquei a minha roupa bonita de fazer exame de fezes e ela se enfiou naqueles micro-vestidos provocantes que só me arrumavam problemas na rua. Fomos direto pro restaurante.

Chegando lá, ela embasbacada com um restaurante todo decorado como construção japonesa. Eu estava embasbacado também, mas querendo bancar o sujeito cosmopolita, cidadão do mundo, o fodão que conhece todo tipo de comida, tentei fazer um ar blasé como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Entramos, e havia uma série de mesinhas baixinhas. Novamente o espanto. Novamente meu ar blasé.

O garçom trouxe o cardápio. Quando eu bati o olho, puta que pariiiiu! Era caro para caceta!

-O que foi? – Perguntou ela vendo meu ligeiro desconforto (na verdade, quase um ataque epiléptico).

-Nada, nada. É que… Bem, eles mudaram o menu… – Disse eu olhando para o menu em busca dos preços. Enquanto isso, meu co-processador aritmético, fazia um milhão de contas tentando determinar o que é naquela maldita carta que daria para comer com os parcos tostões que eu tinha.

Depois de muito olhar, eu notei que não havia nenhuma desgraça de descrição do que era cada prato daqueles. Só havia os nomes em japonês. Eu fiquei puto. Era muita monguice fazer um menu de restaurante todo em japonês sabendo que a probabilidade de um japonês alfabetizado entrar lá era infinitamente pequena.

-Você está bem? – Perguntou a J* pra mim ainda intrigada com minha cara. Eu pensei em falar a verdade e assumir que eu era um pela-saco tão do mato quanto ela e que aquilo ali era minha primeira vez também, mas ela parecia tão feliz de estar na cidade grande, num lugar tão sofisticado que eu fiquei com vergonha de bancar o otário. Eu odeio fazer papel de otário, mas quando eu faço, vou até as últimas consequências.

-Estou. Estou ótimo. Você quer escolher? – Disse eu, entregando pra ela o cardápio.

Pronto, estava feito o suicídio social e amoroso na minha vida. Eu não só não havia falado a verdade como não tinha cheque nem cartão de crédito. O dinheiro era contadinho, e eu havia deixado a garota escolher o que pedir.

Enquanto ela olhava em silêncio o cardápio eu pensava na merda que ia ser na hora de sair. Como dizer que não teria dinheiro para pagar? Como pagar o mico de ligar para o meu pai e pedir para ele ir lá pagar a conta? A merda começava a se avolumar cada vez mais e eu devia estar com uma cara de muito pavor porque notei que os caras da mesa ao lado começavam a olhar pra mim.

-Mas está tudo em japonês… – Disse ela. Eu respirei aliviado. A monguice suprema do restaurante havia me salvado.

Qualquer cidadão mínimamente normal iria chamar o garçom e pedir uma sugestão, mas na situação periclitantemente dura que meu bolso estava, eu não daria mais esta chance ao azar. Levantar e sair estava fora de cogitação, uma vez que ela iria passar a maior vergonha e eu mais ainda.

Eu peguei o menu de volta. O menu era cheio de belas fotos e olhei cuidadosamente cada uma das fotos. Foi quando lá no iníciozinho, eu vi uma linda foto de uma cumbuca LOTADA de camarão.

Ao lado, tinha uns três troços indecifráveis escritos em japonês.

Dois desses troços eram caríssimos. Um deles era barato. Quer dizer, era caro, mas era o que eu podia pagar. Torci para que o barato fosse a cumbuca de camarões.

Então eu chamei o garçom e apontei para o nome da coisa que eu podia pagar. Pedi aquilo.

O garçom:

-Quantos? – Eu não estava preparado para aquilo. Eu queria ouvir apenas um “sim senhor”. Mas “quantos” realmente me sacaneou.

-Hã?

-Quantos o senhor deseja?

-Errr… Bem, eu não estou com muita fome… (menti. Eu tava com uma forme desgraçada) J* você tá com muita fome? – Perguntei a ela. E como era de bom tom, graças à Deus, a mínima educação a infeliz tinha. Aí ela disse:

-Não… Não muita.

Satisfeito, eu virei para o garçom e disse: Traz um só pra dividirmos. E uma coca. também pra dividir. O garçom acenou com a cabeça e fez uma cara MUITO estranha. Virou-se e saiu.

A cara do garçom ficou na minha cabeça me preocupando por alguns minutos, mas o ambiente era tão legal, tão bem decorado, que eu relaxei e acabei esquecendo dela. Além disso, meu otimismo crônico me tranqüilizava com a idéia de que talvez o garçom tivesse feito aquela cara porque ele queria ganhar 10% em cima de dois cumbucões de camarão.

Dali a pouco veio o garçom trazendo uma coisa estranha. Um guardanapo em forma de leque quente pra caramba.

J* estava em êxtase, eu secretamente havia acertado seu eterno desejo de comer comida japonesa, desde que vira aquilo num filme.

E então depois de um papo de amenidades, veio o garçom trazendo a bandeja. Como nós estávamos sentados na mesa baixinha, não dava pra ver o que havia na bandeja até que ele se abaixou e colocou dramáticamente no meio da mesa.

Ali estava um bolinho. Uma porra minúscula dum bolinho de arroz.

makisalmon520

O garçom mandou o clássico:

-Bom apetite. – E saiu. Eu pude ver através da nuca do filho da puta do garçom um sorriso cínico. Meu olhar passeou em câmera lenta por todo o restaurante, desviando-se agilmente dos olhares estupefatos de J* para o bolinho. Eu só parei de olhar em volta quando vi que os caras da mesa ao lado estavam quase fazendo xixi na calça de tanto rir da minha situação escrota.

Então eu tomei coragem e olhei para J*. E em seguida olhei para o bolinho.

-É só isso? – Perguntou ela.

-Acho que é.

-Acha?

-Não, quer dizer. É… Com certeza, é. Sabe como são os japoneses, todos magrinhos…

-Eu não vou comer isso. – Falou ela olhando com nojo para o bolinho que aguardava no meio da mesa.

Pela minha visão periférica eu vi o garçom chegando e por um momento eu pensei que aquilo era um couvert. Eu já ia respirar aliviado quando vi que o garçom colocou uma cumbquinha com umas coisinhas na mesa. Era tipo duma maionese verde e outra com um caldo preto que parecia óleo queimado.

soja508

J* olhou pra mim: – Que isso?

Eu apontei com o pauzinho:

-Isso?

wasabi906

-É.

-Isso, bem… Sabe como é. Isso é uma… Uma maionese. Uma maionese de alface. Por isso que é verde. Quer?

-Não. Cruz credo. Come você.

– E isso aqui? – Perguntou ela apontando para o shoyo.

-Isso aqui é… O óleo que fritou o baiacú. – Disse eu sabendo que desta frase ela só entendeu a parte do “óleo que fritou”.

-Não vai querer o bolinho?

-Acho que perdi a fome. Além disso, parece que tem uma fita isolante em volta dele. – Ela riu.

Eu fiz o meu clássico ar blasé, como quem diz: “Não sabe nada da vida, né minha filha?”

Então eu peguei o bolinho de arroz enrolado numa fita isolante com uma coisa morta em cima, que visívelmente não ia matar nem 1% da minha fome. Como era pouca comida, peguei TODA a “maionese de alface” E caprichei uma escultura em cima do bolinho.

Olhei para o lado, para a mesa dos três caras e todos eles estavam estupefatos olhando pra mim com os olhos mais arregalados que eu já vi.

Não deu tempo de fazer a conexão. Eu enfiei aquela merda na boca.

Era wasabi.

—–Pausa em luto do meu intestino ——-

Continuando, o tal wasabi que eu pensava que era maionese de alface, era a coisa mais sinistramente picante que eu coloquei na minha boca em toda minha vida.

Eu olhei para J* e a vi terminando de beber o último copo de coca-cola que estávamos dividindo.

-Que foi? – Indagou ela.

Eu não conseguia falar. As lágrimas começaram a escorrer pelo canto dos meus olhos e eu só não vomitei ali mesmo porque eu daria um gostinho para os quatro filhos de uma égua da mesa ao lado. Todas aquelas quatro hienas rindo de mim, esperando que eu gritasse, levantasse correndo pro banheiro ou desse um jato de vômito verde-limão na cara de J* no melhor estilo Exorcista.

Eu comecei a sentir minha glote fechar. Eu achei que ia morrer.

Então, eu reuni toda força universo, toda energia dos antepassados, do cosmos, a força de Gaia, mais a energia vital do meu corpo, mentalizei o kundalini e engoli aquela merda.

J* apenas olhava minha cara vermelha, e as lágrimas correndo pelo canto dos olhos.

-Tá quente? Tá ardendo? Tá com pimenta? – Ela perguntava assustada.
Eu só conseguia mexer a cabeça positivamente. Meti a mão no bolso peguei o dinheiro e joguei sobre a mesa. Levantei peguei J* pela mão e saí puxando ela pra fora do restaurante.

A noite terminou no Mc Donald´s, onde deveria ter começado.

Depois disso, eu fiquei anos sem comer comida japonesa.

FIM

Comida japonesa

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Naquele tempo eu tinha uma namorada de Três Rios, e raramente ela vinha para Niterói me visitar, já que cada vinda dela era uma coisa planejada cuidadosamente, com capricho de visita de chefe de estado, uma vez que havia toda uma logística de vigilância para que eu não comesse a garota (que todo mundo pensava ser virgem, sobretudo na família dela).

Então, era uma coisa rara e quando ela vinha aqui nosso passeio mais comum era ir ao shopping. Não sei porque cargas d´água a infeliz dava um azar do cacete e sempre que ela vinha crente que iria à praia, chovia horrores. Então o que restava era o shopping.

Um dia eu estava vendo tevê quando numa novela ou seriado, percebi que um cara muito charmoso, o galã ou o antagonista boa-pinta-malvado-feito-o-cão, levou sua vítima sexual para comer comida japonesa. E aquilo ali fez todo sentido para mim.

Eu pensei cá com meus botões: – Que legal, o sujeito leva a moça para um restaurante exótico, mete saquê nela e depois vai pro motel e finaliza o serviço…

Naquele tempo, só tinha dois restaurantes especializados em gastronomia oriental em Niterói. A comida japonesa ainda não era essa febre que é hoje. E é por isso que a idéia de comer comida japonesa me pareceu tão sensacional. Quando ela chegou, eu resolvi impressionar a garota. Juntei todos os caraminguás que eu tinha. Não era muito, uma vez que eu não trabalhava e vivia de mesada, e ainda por cima era fim do mês. Ela queria ir no clássico Mc Donald´s (que também não tem em Três Rios) mas eu falei pra ela:

– J*, hoje eu vou te levar num lugar super legal. Vamos comer comida japonesa.
-É mesmo? Nossa, que legal! Eu nunca comi.- Disse ela com uma expressão de surpresa. – Eu quase falei que eu também nunca tinha comido aquilo, mas sabe como é o cara querendo impressionar, né?

-Ah, você vai se amarrar. Tem que comer de pauzinho, você vai ver… -Bancando o profundo conhecedor de comida japonesa.

-Nossa. será que eu vou saber?

-Claro. É facílimo. Eu te ensino. – Ele, o maioral, o foda, o senhor Tokio em pessoa, ehehehe.

Nos arrumamos. Coloquei a minha roupa bonita de fazer exame de fezes e ela se enfiou naqueles micro-vestidos provocantes que só me arrumavam problemas na rua. Fomos direto pro restaurante.

Chegando lá, ela embasbacada com um restaurante todo decorado como construção japonesa. Eu estava embasbacado também, mas querendo bancar o sujeito cosmopolita, cidadão do mundo, o fodão que conhece todo tipo de comida, tentei fazer um ar blasé como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Entramos, e havia uma série de mesinhas baixinhas. Novamente o espanto. Novamente meu ar blasé.

O garçom trouxe o cardápio. Quando eu bati o olho, puta que pariiiiu! Era caro para caceta!

-O que foi? – Perguntou ela vendo meu ligeiro desconforto (na verdade, quase um ataque epiléptico).

-Nada, nada. É que… Bem, eles mudaram o menu… – Disse eu olhando para o menu em busca dos preços. Enquanto isso, meu co-processador aritmético, fazia um milhão de contas tentando determinar o que é naquela maldita carta que daria para comer com os parcos tostões que eu tinha.

Depois de muito olhar, eu notei que não havia nenhuma desgraça de descrição do que era cada prato daqueles. Só havia os nomes em japonês. Eu fiquei puto. Era muita monguice fazer um menu de restaurante todo em japonês sabendo que a probabilidade de um japonês alfabetizado entrar lá era infinitamente pequena.

-Você está bem? – Perguntou a J* pra mim ainda intrigada com minha cara. Eu pensei em falar a verdade e assumir que eu era um pela-saco tão do mato quanto ela e que aquilo ali era minha primeira vez também, mas ela parecia tão feliz de estar na cidade grande, num lugar tão sofisticado que eu fiquei com vergonha de bancar o otário. Eu odeio fazer papel de otário, mas quando eu faço, vou até as últimas consequências.

-Estou. Estou ótimo. Você quer escolher? – Disse eu, entregando pra ela o cardápio.

Pronto, estava feito o suicídio social e amoroso na minha vida. Eu não só não havia falado a verdade como não tinha cheque nem cartão de crédito. O dinheiro era contadinho, e eu havia deixado a garota escolher o que pedir.

Enquanto ela olhava em silêncio o cardápio eu pensava na merda que ia ser na hora de sair. Como dizer que não teria dinheiro para pagar? Como pagar o mico de ligar para o meu pai e pedir para ele ir lá pagar a conta? A merda começava a se avolumar cada vez mais e eu devia estar com uma cara de muito pavor porque notei que os caras da mesa ao lado começavam a olhar pra mim.

-Mas está tudo em japonês… – Disse ela. Eu respirei aliviado. A monguice suprema do restaurante havia me salvado.

Qualquer cidadão mínimamente normal iria chamar o garçom e pedir uma sugestão, mas na situação periclitantemente dura que meu bolso estava, eu não daria mais esta chance ao azar. Levantar e sair estava fora de cogitação, uma vez que ela iria passar a maior vergonha e eu mais ainda.

Eu peguei o menu de volta. O menu era cheio de belas fotos e olhei cuidadosamente cada uma das fotos. Foi quando lá no iníciozinho, eu vi uma linda foto de uma cumbuca LOTADA de camarão.

Ao lado, tinha uns três troços indecifráveis escritos em japonês.

Dois desses troços eram caríssimos. Um deles era barato. Quer dizer, era caro, mas era o que eu podia pagar. Torci para que o barato fosse a cumbuca de camarões.

Então eu chamei o garçom e apontei para o nome da coisa que eu podia pagar. Pedi aquilo.

O garçom:

-Quantos? – Eu não estava preparado para aquilo. Eu queria ouvir apenas um “sim senhor”. Mas “quantos” realmente me sacaneou.

-Hã?

-Quantos o senhor deseja?

-Errr… Bem, eu não estou com muita fome… (menti. Eu tava com uma forme desgraçada) J* você tá com muita fome? – Perguntei a ela. E como era de bom tom, graças à Deus, a mínima educação a infeliz tinha. Aí ela disse:

-Não… Não muita.

Satisfeito, eu virei para o garçom e disse: Traz um só pra dividirmos. E uma coca. também pra dividir. O garçom acenou com a cabeça e fez uma cara MUITO estranha. Virou-se e saiu.

A cara do garçom ficou na minha cabeça me preocupando por alguns minutos, mas o ambiente era tão legal, tão bem decorado, que eu relaxei e acabei esquecendo dela. Além disso, meu otimismo crônico me tranqüilizava com a idéia de que talvez o garçom tivesse feito aquela cara porque ele queria ganhar 10% em cima de dois cumbucões de camarão.

Dali a pouco veio o garçom trazendo uma coisa estranha. Um guardanapo em forma de leque quente pra caramba.

J* estava em êxtase, eu secretamente havia acertado seu eterno desejo de comer comida japonesa, desde que vira aquilo num filme.

E então depois de um papo de amenidades, veio o garçom trazendo a bandeja. Como nós estávamos sentados na mesa baixinha, não dava pra ver o que havia na bandeja até que ele se abaixou e colocou dramáticamente no meio da mesa.

Ali estava um bolinho. Uma porra minúscula dum bolinho de arroz.

makisalmon520

O garçom mandou o clássico:

-Bom apetite. – E saiu. Eu pude ver através da nuca do filho da puta do garçom um sorriso cínico. Meu olhar passeou em câmera lenta por todo o restaurante, desviando-se agilmente dos olhares estupefatos de J* para o bolinho. Eu só parei de olhar em volta quando vi que os caras da mesa ao lado estavam quase fazendo xixi na calça de tanto rir da minha situação escrota.

Então eu tomei coragem e olhei para J*. E em seguida olhei para o bolinho.

-É só isso? – Perguntou ela.

-Acho que é.

-Acha?

-Não, quer dizer. É… Com certeza, é. Sabe como são os japoneses, todos magrinhos…

-Eu não vou comer isso. – Falou ela olhando com nojo para o bolinho que aguardava no meio da mesa.

Pela minha visão periférica eu vi o garçom chegando e por um momento eu pensei que aquilo era um couvert. Eu já ia respirar aliviado quando vi que o garçom colocou uma cumbquinha com umas coisinhas na mesa. Era tipo duma maionese verde e outra com um caldo preto que parecia óleo queimado.

soja508

J* olhou pra mim: – Que isso?

Eu apontei com o pauzinho:

-Isso?

wasabi906

-É.

-Isso, bem… Sabe como é. Isso é uma… Uma maionese. Uma maionese de alface. Por isso que é verde. Quer?

-Não. Cruz credo. Come você.

– E isso aqui? – Perguntou ela apontando para o shoyo.

-Isso aqui é… O óleo que fritou o baiacú. – Disse eu sabendo que desta frase ela só entendeu a parte do “óleo que fritou”.

-Não vai querer o bolinho?

-Acho que perdi a fome. Além disso, parece que tem uma fita isolante em volta dele. – Ela riu.

Eu fiz o meu clássico ar blasé, como quem diz: “Não sabe nada da vida, né minha filha?”

Então eu peguei o bolinho de arroz enrolado numa fita isolante com uma coisa morta em cima, que visívelmente não ia matar nem 1% da minha fome. Como era pouca comida, peguei TODA a “maionese de alface” E caprichei uma escultura em cima do bolinho.

Olhei para o lado, para a mesa dos três caras e todos eles estavam estupefatos olhando pra mim com os olhos mais arregalados que eu já vi.

Não deu tempo de fazer a conexão. Eu enfiei aquela merda na boca.

Era wasabi.

—–Pausa em luto do meu intestino ——-

Continuando, o tal wasabi que eu pensava que era maionese de alface, era a coisa mais sinistramente picante que eu coloquei na minha boca em toda minha vida.

Eu olhei para J* e a vi terminando de beber o último copo de coca-cola que estávamos dividindo.

-Que foi? – Indagou ela.

Eu não conseguia falar. As lágrimas começaram a escorrer pelo canto dos meus olhos e eu só não vomitei ali mesmo porque eu daria um gostinho para os quatro filhos de uma égua da mesa ao lado. Todas aquelas quatro hienas rindo de mim, esperando que eu gritasse, levantasse correndo pro banheiro ou desse um jato de vômito verde-limão na cara de J* no melhor estilo Exorcista.

Eu comecei a sentir minha glote fechar. Eu achei que ia morrer.

Então, eu reuni toda força universo, toda energia dos antepassados, do cosmos, a força de Gaia, mais a energia vital do meu corpo, mentalizei o kundalini e engoli aquela merda.

J* apenas olhava minha cara vermelha, e as lágrimas correndo pelo canto dos olhos.

-Tá quente? Tá ardendo? Tá com pimenta? – Ela perguntava assustada.
Eu só conseguia mexer a cabeça positivamente. Meti a mão no bolso peguei o dinheiro e joguei sobre a mesa. Levantei peguei J* pela mão e saí puxando ela pra fora do restaurante.

A noite terminou no Mc Donald´s, onde deveria ter começado.

Depois disso, eu fiquei anos sem comer comida japonesa.

FIM

Comida japonesa

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127 ideias sobre “Comida japonesa

  • 2 de maio de 2008 em 18:27
    Permalink

    omg *chorando de rir*
    ainda bem que não gosto de comida japonesa 8D

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 18:30
    Permalink

    [quote comment=””]omg *chorando de rir*
    ainda bem que não gosto de comida japonesa 8D[/quote]
    Acho que você não teve oportunidade de usar nenhum dos “três” pauzinhos, não é mesmo? :lol2:

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 18:45
    Permalink

    FODAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!

    uahuahuahuahuahuhuahuahuahuahuahuhuahuahuaha

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 18:47
    Permalink

    :omg:
    Caraca, eu já passei por isso, mas arrisquei só um tiquinho e verti lágrimas! Putz, esse seu wasabi deve ter doído muito!!!

    Eu adoro comida japonesa, mas quando o wasabi chega na mesa, já mando tirar logo!

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 18:47
    Permalink

    uhuuuullll

    histórinhas 😀

    o melhor do mundo gump está de volta !!

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 18:48
    Permalink

    “Então, eu reuni toda força universo, toda energia dos antepassados, do cosmos, a força de Gaia, mais a energia vital do meu corpo, mentalizei o kundalini e engoli aquela merda.”

    AIUEhIAUEHiUAHEiuAHEiuHAEiuhAEIUhAIEUhiAUHEiuAHiuhAE

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 18:57
    Permalink

    PUTAQUEPARIU! Cheguei cair de joelhos na frente do computador…

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 19:03
    Permalink

    nunca ri tanto na frente de um computador!
    euhUOIHEAOIUAEHoiauehOIUHEAIOh
    to chorando de rir aqui! :lol2:

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 19:04
    Permalink

    Hahahahahahhaha!!!! Muito engraçado!!! É sempre assim quando a gente quer aparecer né??? Já sofri algo parecido… porém foi com um drink. Mmmmaldita hora que queremos impressionar nossos amados heheheh.

    Bjs.

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 19:10
    Permalink

    [quote comment=””]nunca ri tanto na frente de um computador!
    euhUOIHEAOIUAEHoiauehOIUHEAIOh
    to chorando de rir aqui![/quote]
    correção: nunca ri tanto desde que eu li “O dia em que os marines apontaram seus fuzis pra mim”!
    Cara! Adoro suas historias ao estilo Gump! :B

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 19:41
    Permalink

    Sempre Leio, nunca comento, mais essa!!!

    Parabens!!! Ri muito. Hoje é fácil lembrar de tudo e rir né!!!!

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 19:55
    Permalink

    Eu de vez em quando almoço em um japa na Senador Dantas. Um belo dia, estava eu almoçando quando vejo um pote de molho agridoce na mesa. Pausa. Eu costumo comer muita salada no restaurante para sair baratinho. Então, peguei o molho agridoce, bem vermelhinho e suculento e despejei, não, entornei, no lindo pedaço de brócolis. Candidamente levei à boca, num bocado só. Era pimenta. E das brabas. Minha testa se esvaiu em suor, comecei a chorar e a boca começou a queimar. Resultado: qualquer peidinho parecia um lança-chamas. Minha língua e lábios descascaram. E nunca mais quis saber de molho agridoce.

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 20:05
    Permalink

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!! :lol2:
    Jesus, vc colocou aquilo td na boca? Qdo eu coloquei o equivalente a ponta de uma colher de chá só faltei morrer, imagina isso tudo!
    Mas lembro tb da primeira vez que comi comida japonesa. Tava no xopis c/ meu namorado, virei p/ ele e falei assim: Tá a fim de jogar 5 reais no lixo (cada sushi era 1 real e eu achei que íamos detestar)?
    E ele topou. A partir desse dia viciamos em comida japonesa :love: , e nessa mesma noite gastamos mais uns 15 reais,rsrsrsrs. Mas só rola com o molho shoyu msm.

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 20:09
    Permalink

    Ah, em tempo: que bom que as suas proezas voltaram ao blog. 😆

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 20:14
    Permalink

    Fico feliz que vocês tenham gostado. Nao imginava tamanha receptividade. :happy:

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 20:19
    Permalink

    Inegavelmente esse é o melhor do Mundo Gump.

    (isso e os videoszinhos de velhinhos tendo ataque cardiaco fulminante)

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 21:26
    Permalink

    OMFG!!!!!!!!

    Caraaa como você aguentou uma porção de wasabi!!!!!?????? :ohhyeahh:
    meu é impossivel comer aquilo. uhhuauhauhauhauhuaha

    velho, ótimo texto!!
    parabéns!!

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 21:48
    Permalink

    Philipe… afinal… vc comia a garota? ahUAhUHAuHAhUA

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 22:03
    Permalink

    UHAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUHUAUHAHUAHUAUHAHUAUHAUHAUHAHUAHUHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAUHAUHAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

    Pqp, nunca ri tanto com as suas histórias Philipe. Cara, Wasabi é ardido pra cacilda! imagino tudo aquilo!
    Valeu pelo monte de risadas, tava sentindo falta das histórias.
    Muito bom o/

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 22:57
    Permalink

    cara… to rindo até agora… desde a hora q vc colocou TODA a “maionese de alface” em cima do bolinho de arroz com fita isolante enrolada!!
    Hiuahiuahauiha XD
    Muito boa história!

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 23:10
    Permalink

    KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKA!!!!!!!!!!!!!!!!!Essa foi demais

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 23:12
    Permalink

    HAHAHAHAHAHAHAHA

    Cara, eu ja tava lendo a história com aquele sorrizinho maroto, imaginando a bomba que vinha, mas quando eu rolei a página e vi o UM (1) MAKI, solitário no pratinho, eu explodi numa gargalhada que acordou a casa inteira!!!

    MUITO BOM !!!!
    Abs!

    Resposta
  • 2 de maio de 2008 em 23:30
    Permalink

    ahuHAuhuaUHUAhuhauuAHUahuHAUahuhaUHUAhuhaUHAuuha

    Eu sempre visito o Mundo Gump… sempre leio … me divirto… mas nunca comento… Mas essa historia mereceu huAHUHUhuahUHauhuaUahuAUHa

    MUITO BOM

    =]

    Parabéns

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 0:18
    Permalink

    Fantástico. O modo como você descreveu o wasabi e o shoyu – maionese de alface e óleo queimado – foram especialmente cômicos. Espero que pelo menos tenha conseguido comer a menina depois! (Não deixe sua mulher ler isso)

    Cabo Frio, Três Rios e mais ou menos a minha idade (tenho 34). É bem possível que tenhamos nos trombado alguma vez por aí. Embora eu não seja do Rio, sou de Juiz de Fora e essas duas cidades têm bastante a ver com a minha vida…

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 0:19
    Permalink

    haeuhaeuiaehauiehaeiuaehieaheiauheaiuae
    aeuhaeiuaehuiaehueahuieahiuaehaeiae

    QUE EXCELENTE CARA, ESTOU RINDO HAAAHAHAHAHAAH

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 0:37
    Permalink

    hauhauhauhauhauhauhauhau
    mt engraçada a história morri de rir aqui

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 0:39
    Permalink

    essa foi uma das melhores, se nao a melhor que vc já contou.Quase morri de rir! Seu Blog é sem dúvida um dos melhores do Brasil, parabens!

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 0:55
    Permalink

    hahahahhahahahahahahaaahh

    puts,muito engraçado

    uhasuhasuhsauhasuhsuhasu

    tive mas pena da j*

    hahahahahahahahah

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 1:02
    Permalink

    aIUEHiuaHEiauheiuheIUheiuHE Chorei de rir.. meu irmão tem um restaurante japones.. sempre q entra funcionario novo ou algum amigo agente oferece um pokinhu de “Pasta de abacate”

    ehaiuehaieuhaiue

    na proxima vou usar o maionese de alface aHEIUAHEuAHE

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 10:16
    Permalink

    Sensacional sentar aqui e ler seus casos!
    Você é ótimo! Parabéns!

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 10:56
    Permalink

    E ae Philipe! shahuahushu! Muito boa a historia cara, adorei! hAUshauSHHs… Po, Wasabi é uma delicia quando se mistura no shoyo, mas puro não rola mesmo hein? sashahsusuhuh!
    E cara, eu ri pra caralho quando você colocou as fotos! HUAHSAUHSHUAHS! Eu tava descendo no scroll e quando apareceu a primeira foto do que foi colocado na mesa, ahusahshauhhus, eu ri alto aqui!

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 16:40
    Permalink

    hauheuehauaehuaeueahuehehehuaehuaehahauhaeuaeheuhaeeuah
    vc deve ter tido uma puta azia em??
    aheuaehuaauhaeuha
    odeio wasabi mas amo comida japonesa..
    seus textos sao otimos

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 17:45
    Permalink

    [quote post=”1859″]vc deve ter tido uma puta azia em??[/quote]
    Azia não, mas eu assumo que evacuei meus próprios intestinos.

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 17:46
    Permalink

    MTOOOOOOOOOOOOOOOO BOMMMMMMMMMMMMMM

    morri de rir aki 😀

    parabens philipe

    Resposta
  • 3 de maio de 2008 em 21:04
    Permalink

    Muito boa,
    Não sei porque mas me lembrou a história de quando vc foi na casa da amiga da nívea e comeu TODO o camembert.

    Será que ela lê o blog ?

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 0:22
    Permalink

    [quote comment=””]Muito boa,
    Não sei porque mas me lembrou a história de quando vc foi na casa da amiga da nívea e comeu TODO o camembert.

    Será que ela lê o blog ?[/quote]
    kkakkakakakakkakakakk pior do q esse “desfile” de pênis deitadinhos nas camas de alfaces é esse wasabi, nossa q coragem a sua!!!!!.
    Valew ….rindo até agora!!!!!!!!!!! :lol2:

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 0:31
    Permalink

    Coisa de louco, coloquei o nome de andrômeda( não sabia q já existia um nome similar), o comentário q está no nome em questão é meu, foi mal andrômeda, por isso estou fazendo a correção Philipe. :omg:

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 9:47
    Permalink

    to chorando, muito…to quase fazedno xixi…. estou igual às 4 hienas
    To rolando de rir!!! Minha esposa ta vindo da cozinha pra saber o que que eu to lendo….daqui a pouco serão 6 hienas!

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 18:49
    Permalink

    Muito bom…. como se diz, informação é tudo, a gente paga sempre de otário quando é isso que não quer ser….
    Só queria ser eu na mesa ao lado… 😛

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 19:04
    Permalink

    sabe o que é pior? eu até gosto do wasabi mas te que colocar porções MIROSCOPICAS… descobri isso depois de (por uma aposta do meu pai) enfiar um bolhinho do tamanho da foto na boca sem nada junto…

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 23:27
    Permalink

    Também fiquei contente por ter chegado aqui e lido mais uma das famosas histórias gump. Legal!

    Raquel

    Resposta
  • 4 de maio de 2008 em 23:56
    Permalink

    morrendo de rir agora!!! tão cômico qnt ler a história foi seu comentário adicional :”evacuei os intestinos!!!!”

    uahsuaSHUASHuASH se ta loko!!!!!!

    q merda literalmente!!!

    to começando um lance com uma mina agora, espero não ter muitas histórias do gênero pra contar!!!!

    uahsuahsuASH parabens pelo blog!!

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 0:29
    Permalink

    ……aventura do “Homem pássaro” (algum outro dia eu conto) onde adquiri o mais absoluto trauma de hospital + clínica + levar ponto + médico e remédio da minha vida.

    vc esta nos devendo esta hahahahhaha

    abraço

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 5:40
    Permalink

    Cara, por culpa sua eu passei vergonha aqui no trabalho, nao aguentei e soltei uma daquelas risadas contidas e todo mundo olhou pra minha cara de tonto …

    HAHAHAHAHAHAHAHA

    Parabéns …

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 7:32
    Permalink

    Valeu mesmo, pessoal. Fico feliz que vocês tenham gostado.

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 8:37
    Permalink

    Huhauahhauahauahauhau…!

    Muito boa história… Tô rindo até agora.

    Fico imaginando a cena do bolinho único e solitário, aquela coisa minúscula no meio da mesa entre tu e sua acompanhante. E me mato de rir ainda mais, em imaginar a cara do garçõm que lhes atendeu e os cara da mesa do lado, as “Hienas”… Ilário.

    Tu teve coragem de devorar “aquilo”, ainda mais banhado sobre o Shoyo. Quando o esperimentei, em uma leve mordida, quase tive uma ânsia de vomito sobre a mesa e o bolinho por pouco não reapareceu em meu prato. :B

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 10:37
    Permalink

    Realmente muito engraçada…
    Fala sério…. os seus “vizinhos” de mesa devem contar essa história e rir muito até hoje….
    Tá vendo como querer aparecer nunca é bom!!1
    hahaha
    Parabéns! 😀

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 12:22
    Permalink

    É complicado uma situação dessas pior que isso só diarreia crônica rsrsrs… mas cá entre nós cê comeu a J* depois que eu sei…com beijo ardido e tudo… O_o

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 14:24
    Permalink

    Cara…tu é o melhor…suas historias entao…UIAHUIhuiahuihUHA

    Lembro que uma ex-namorada adorava comida japonesa, e foi ela que me ensinou a comer aquilo. Amante convicto de churrasco, odiei aquela merda toda e só comia com ela pra agrada-la. E por incrivel que pareça o wasabi é justamente o que eu mais gostava. Comia aquilo de poquinho em poquinho (digamos bem pouquinho).

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 15:47
    Permalink

    Fazia tempo que nao rolava uma historia aqui…
    e de fato, as historias sao o melhor do MundoGump.

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 19:20
    Permalink

    Philipe, se esssa menina de Três Rios for sempre a mesma “J*”, ela lucraria um dinheirão ao acionar você por danos morais – ao que me parece, você a fez passar por poucas e boas… 😀

    Resposta
  • 5 de maio de 2008 em 19:22
    Permalink

    Em tempo: essas suas histórias ainda vão me matar de rir.

    Resposta
  • 6 de maio de 2008 em 8:40
    Permalink

    [quote comment=””]Em tempo: essas suas histórias ainda vão me matar de rir.[/quote]

    nossa.. mas como tu eh n00b viu!?
    se portar desse jeito diante de comida japonesa…. deprimente..

    Resposta
  • 6 de maio de 2008 em 8:52
    Permalink

    caraka !!!!!

    muito bom o txt !!!!!!!!!!!!
    aushaushuahsuahsuahsuahsa
    PARABENS !!!

    Resposta
  • 6 de maio de 2008 em 12:24
    Permalink

    [quote comment=””]:*(
    Que micaço, heim?[/quote]

    Tô até pensando em mudar o nome do blog para : Sómefodo :lol2:

    Resposta
  • 6 de maio de 2008 em 14:15
    Permalink

    AOIEUOIAUOIAEUOAEUIAEUIOAUEEAUA!!!!!
    Cara.. muito bom..
    Daria um excelente comercial… ou até filme!

    Por falar em comercial.. ta tendo uma parada aí de que vc conta sua história e eles fazem o comercial, não lembro onde vi, mas lembro que vi. Po.. procura saber e manda (se for de seu interesse.. é claro)

    Muito bom..
    Vlw!

    Resposta
  • 6 de maio de 2008 em 14:33
    Permalink

    Hahahahahahahahahahahaha! Muito bom mesmo!!!
    Ainda bem q é horário de almoço dos chefes…to rindo muitoooooo aqui! :lol2: Hahahahahhahahaahahhahahahahahhahahahahahahhahahahahahahahhahahah!

    Resposta
  • 7 de maio de 2008 em 2:13
    Permalink

    Cara este foi um dos posts mais engraçados que já li na vida!
    você chegou algum dia a comer a J*?

    Resposta
  • 7 de maio de 2008 em 9:18
    Permalink

    Bom, essa história realmente é muito engraçada! Resolvi escrever também para esclarecer para a Patola (que escreveu aí em cima) que eu não deveria ficar sabendo dessas coisas, mas sempre soube dessa história hilariante. Agora, morri de rir com o comentário de alguém dizendo que você deveria indenizar a J* por danos morais!!! Graças a Deus, em 13 anos de relacionamento eu não tenho motivo para te acionar ou processar, apenas elogiar!!! Peguei a melhor parte!! Além disso, tudo que já aconteceu de curioso com a gente acabou se transformando em experiências românticas e inesqucíveis (lembra de Macabu??). A galera aqui vai morrer de curiosidade…

    Resposta
  • 7 de maio de 2008 em 12:10
    Permalink

    U-hu! Revelações eróticas da primeira Dama no Mundo Gump, minha gente!

    Hahahaha. Em Macabu teve aventura também. Lembra do buraco no fundo do ônibus? Lembra da carona com o sujeito com cara de maníaco?

    Amor, Patola é um cara. Sujeito Homem. Um dos grandes comentaristas aqui do MG. 😀

    Resposta
  • 16 de maio de 2008 em 10:29
    Permalink

    Véio,estou no japão e so de ver vc contar me lembro de várias q eu passei por aqui qdo cheguei e ainda passo,massa demais a sua estória!!!

    Resposta
  • 20 de maio de 2008 em 17:46
    Permalink

    Me deve um teclado!
    Muito bom cara!quer dizer bom pra mim que estou rindo e ruim pra você que abriu uma filial do inferno no seu intestino.

    Nota mental – Não ler os posts do MG bebendo Coca.

    Resposta
  • 23 de maio de 2008 em 11:28
    Permalink

    uhuhuhhu dia desses fui levar uns amigos q morriam de vontade de provar o famoso sushi uhuhuhuh fiz questão de imprimir esse texto e mostrar pra eles.. cara muito bom essa sua história UHuhuhuhuhUHUHuhuh
    Eu tenho uma boa tb.. mas é sobre café..

    Conheci uma moça a um tempo atrás.. e ela me chamo pra ir na casa dela.. casa super bonita.. ae a mãe da figura vem me conhecer.. blz.. a Coroa super gente boaa!.. pergunto se eu gostava de café
    – Lógico que sim adoro( querendo ser uma pessoa mas velha, respeitada pra filha dela, que tomava café ).. era o tal do nescafé!
    sempre via aquela pohaa mas nunca tinha feito!
    ela trouxe a agua quente.. em deu uma colher.. eu joguei 4 colheradas cheias dentro do copo.. fico aquela coisa linda!
    Ae só lembro da tia falando
    – ta bom?
    – hum rummm tia ta ótimoooooooooooooooooooooo( quasse morrendo com o café forte )
    UHuhuhuh foi muito ilario :happy:

    Resposta
  • 19 de junho de 2008 em 15:29
    Permalink

    :omg: por que essas bostas de sete japones nao tem nada que a jente:injured: quer :ohhyeahh: nessa merda mais que porra…. 🙂

    Resposta
  • 19 de junho de 2008 em 15:30
    Permalink

    🙁 :/ :happy: =D :raisebrow: :omg: :gasp: D:

    Resposta
  • 4 de julho de 2008 em 23:42
    Permalink

    to me matando de rir aqui!ai meu deus!

    Resposta
  • 12 de julho de 2008 em 17:30
    Permalink

    Uhuahuauhuauhahua meus parabéns kra!

    To rindo até agora aki xD

    Continue assim o/
    Abraços

    Resposta
  • 17 de julho de 2008 em 13:43
    Permalink

    Ri demais aki!!!

    Parabéns cara! Seu blog é demais!!!

    Resposta
  • 17 de julho de 2008 em 21:19
    Permalink

    ADORO comida japonesa!

    Resposta
  • 22 de agosto de 2008 em 15:40
    Permalink

    cara, esse sem duvida é o
    melhor do mundo gump kkkkkkkkk
    e olha q eu nem li o resto ainda
    valeu Philipe, continue assim…..

    Resposta
  • 26 de agosto de 2008 em 4:27
    Permalink

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kra, eu passei por algo assim tambem, meu pai pediu comida, quando vi um monte de carne, arroz, e uma divisoria… uma parada verde, cheiro estranho, ai meu pai falo q era um tipo de molho e como eu adoro molhos (ketchup, maionese, qual quer tipo de molho :x) botei no rango… quando botei na boca, puta que pario!!! ARDEU PA KRALHO!! e meu pai rindo la na mesa XDDDDDDDD! minha sorte, é q to acostumado a comer acarajé com pimenta pa kralho, se nao tava fudido, tinha morrido ali mesmo _ _’

    otima historia mano! passamos por situaçoes qse iguais!

    Resposta
  • 29 de agosto de 2008 em 8:31
    Permalink

    hahahah!

    é..um amigo meu já passou algo parecido! por isso que não vou em restaurantes japoneses! :shocked:

    Resposta
  • 30 de setembro de 2008 em 11:15
    Permalink

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    taaadxéeééénhuhhh xD

    gaaanhei meeeuuu diaa!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Resposta
  • 14 de outubro de 2008 em 11:40
    Permalink

    uhahuauhauhauhauhauhauhauhauhaua

    XD

    “maionese de alface”

    uhauhauhauhahuahuauhauhauhauhahua

    quando eu li isso já vi o caos se propagando.

    Resposta
  • 25 de outubro de 2008 em 3:25
    Permalink

    Caralhooooooooooooooooooooooooooo, imagina a cena:

    Quatro horas da manhã, eu no pc lendo o mundo gump, meu cachorro dormindo no meu pé… e eu leio esta história.

    Na parte da maionese de alface e oleo que fritou o baiacu já comecei a rir pra cacete… Depois continuando a ler o texto, começaram as gargalhadas aqui, deu uma crise de riso mesmo, as lágrimas caindo, meu cachorro acordou, e começou a abanar o rabo, me olhando sem entender nada… Perdi até o ar de tanto rir… Qse acordei a casa toda!

    Até agora enquanto escrevo o comentário chegam umas risadas com efeito retardado… :lol2:

    Muito bom o texto!

    Resposta
  • 21 de março de 2009 em 2:36
    Permalink

    excelente texto. mto bom blog, meu primeiro comentario: philipe, jah fiz a mesma coisa em relação à ‘maionese de alface”, sorte q eu tava sozinha (ninguem viu) – mas tbm quase morri! falaí se a gente nao foi mto cabaço: uma coisa, pra vir numa porção tão pequena, só podia ser mto azeda, salgada ou apimentada. hehehe

    Resposta
  • 26 de maio de 2009 em 1:40
    Permalink

    :lol2: :lol2: :lol2: eu ri demais….essa da “maionese verde”…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Resposta
  • 6 de julho de 2009 em 17:24
    Permalink

    HHHHHHHHAAAUUUUUAHSUAHSUAHASUAHAUAH

    ´´o oleo que fritou o baiacu“

    HILARIO

    Resposta
  • 8 de julho de 2009 em 13:06
    Permalink

    huahuahuhauahu

    esse cara é muito comédia
    se mete em cada situação!! :*(

    Resposta
  • 25 de julho de 2009 em 14:51
    Permalink

    NOSAA!
    TO CHORANDO DE RIR!
    (foda que eu to gripado entao nao consigu rir sem tossir)

    Resposta
  • 4 de agosto de 2009 em 0:33
    Permalink

    NOSAA!
    TO CHORANDO DE RIR!
    (foda que eu to gripado entao nao consigu rir sem tossir) +1

    Resposta
  • 4 de agosto de 2009 em 18:06
    Permalink

    NOSAA!
    TO CHORANDO DE RIR!
    (foda que eu to gripado entao nao consigu rir sem tossir) +2

    Resposta
  • 29 de setembro de 2009 em 14:25
    Permalink

    :lol2: :lol2: :lol2: KKKKKKK….
    Nuss que história louca hein…
    eu adoro comida japonesa, mas uma vez eu passei vergonha com aminha amiga, ela naum sabia usar “os pauzinhos” e nem sabia o sabor do wassab….

    Resposta
  • 21 de outubro de 2009 em 1:32
    Permalink

    Cara essa foi de lonje a coisa mais engraçada que já li.
    hahahahahahahahahahahaha. Só não dei uma gargalhada alta porque meu marido tá dormindo aqui do meu lado, PC no quarto dá nisso.
    Tu és uma comédia. Este seu Mundo Gump é demais!!!!!!!!!!!!!!!
    Continue assim. Já sei que vou perder muitas noites lendo direto.
    OBRIGADA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Resposta
  • 21 de outubro de 2009 em 1:33
    Permalink

    Lonje não LONGE ai que vergonha

    Resposta
  • 30 de outubro de 2009 em 17:04
    Permalink

    na hora que vc falow maione de alface

    eu disse se fu# bonito

    ele vai botar um monte pra matar mais a fome.

    Resposta
  • 9 de dezembro de 2009 em 22:16
    Permalink

    Eu já tive uma experiência parecida com essa! Principalmente a confusão com o wasabi e “maionese de alface”! KKKKKK!!!! Tomei todo o sake em um gole só, na hora parecia coca-cola! KKKK!!!

    Resposta
  • 20 de fevereiro de 2010 em 2:13
    Permalink

    AHSUSAHUASHUASHuASHuAShASUhASUAHSUASHUaSHUASHuASHASUhaSUhASUaHSUASASHUAShsauhASuhSAhusauhSAhuASuhASuhASuhsauhSAuhsAuhSAhusahuASuhSAuhaSuhsauhsauhSAuhsauhSAuhSAuhsauhSAuhASuhAShuSAuhASuhSAuhaSuhAShuSAuhSAuhSAuhSAuhSAuhsAuhasuhASuhASHUaSHUASHUAShuSAUHASUHSAUHSAHUASHUAS

    CARA, SÉRIO, CHOREI MUUUUUITO DE RIR LENDO ISSO!!!
    AHUAHUAHUASHUASHUASUHSAUHSAUHSAHUSAHUSAHUSAHUAS

    Restaurantes japoneses são REALMENTE um perigo!! AHUAHUAHUHAUAAHAUHUAA

    Resposta
  • 18 de março de 2010 em 11:59
    Permalink

    Texto idiota. Se você não possui respeito por uma cultura que seja diferente da sua, continue entupindo-se com junk food do Mc $hit que você será mais feliz.

    Resposta
  • 19 de abril de 2010 em 0:55
    Permalink

    sim, esse conto e muito bom, parabéns.
    eu critico mas quando é bom eu falo tb.

    Resposta
  • 2 de agosto de 2010 em 18:35
    Permalink

    Gente, muito bom!!!
    Pena que não vai ter um dia de autógrafos do livro aqui em Sampa… 🙁
    Chorei de rir e descobriram meu lazer no trabalho!!!

    Resposta
    • 2 de agosto de 2010 em 20:09
      Permalink

      EU acho que vai sim. Só não sei a data ainda. Tô aqui mexendo os pauzinhos.

      Resposta
  • 20 de agosto de 2010 em 2:23
    Permalink

    oi eu ti vi no jo agora de pouco,adorei a entrevista,ainda bem q vc passou o endereço do blog.mmuito bom,ate eu fiz ahhhh quando acabou a entrevista,,,parabens…

    Resposta
  • 4 de setembro de 2010 em 15:14
    Permalink

    CARAAAMBAA uhssuhs to ADORANDO TODAS AS SUAS HISTÓRIAS shsusuh meus deus … a de que voce quase ficou cego..[me diz o que um cidadão tem na cabeça pra empalhar um FILHOTE de tubaraão????????????????]

    Resposta
  • 14 de setembro de 2010 em 8:33
    Permalink

    Me responde uma coisa? Tu é espiritualista, exotérico o que tu é?

    Então, eu reuni toda força universo, toda energia dos antepassados, do cosmos, a força de Gaia, mais a energia vital do meu corpo, mentalizei o kundalini e engoli aquela merda.

    Mano, tu foi foda nisso, só sendo exotérico pra entender… muuuuuuuito foda kkkkkkkkkkk

    A melhor do mundo gump!

    Resposta
  • 18 de setembro de 2010 em 15:48
    Permalink

    Já faz tempo que sempre dou uma olhadinha aki no MG, e adoro suas histórias, apesar de nunca comentar… Mas essa é otima! Quase morri de rir!! Parabéns pelo blog, é muito legal…

    Resposta
  • 1 de outubro de 2010 em 23:50
    Permalink

    heauheauheauea.. ainda bem que eu nao gosto de comida japonesa mano, me livrou de uma XD

    ps.: heim, pergunta ai da sua mulher se ela ta afim de me vender a escritura do SOL, para eu ver se consigo casar com a minha namorada tambem XD~ valeu.

    Resposta
    • 2 de outubro de 2010 em 12:13
      Permalink

      HAhaha, ela não vende de jeito maneira a escritura do sol. MAs cara, fica ligado, que tal Saturno? Já vem com anel e o caralho a 4! E também é gigante!

      Resposta
  • 7 de dezembro de 2010 em 17:18
    Permalink

    Aaaaah, só agora vi que seu nome não é “Phelipe” e sim “Philipe”.
    “Malzaê”…
    mas sofro do mesmo problema, sempre escrevem Elena.
    Heeeey, essa J* deve ter vivido TANTOS absurdos com vc…
    xD

    Resposta
    • 7 de dezembro de 2010 em 17:35
      Permalink

      Tranquilo, eu tô acostumado.

      Resposta
  • 28 de fevereiro de 2011 em 18:41
    Permalink

    To aki, chorando de rir!!!!
    Comedia.

    Resposta
  • 27 de maio de 2011 em 1:16
    Permalink

    Cara… adorei sua estória!  Passei por algo parecido com o seu, só que foi num restaurante alemão. Só prá impressionar a gata, eu pedi o que pensei que fosse um famoso salchichão na brasa com repolho e purê de batatas e me veio uma enorme costela de vitela cheia de gordura, que é coisa que não como nem a pau. Passei a maior vergonha, tendo de engolir umas lasquinhas gordurentas fazendo cara de quem comeu e gostou.  Ainda, na maior careta,  tive de rachar a conta com ela. No final não sobrou nem pro motel…

    Resposta
  • 19 de setembro de 2011 em 0:48
    Permalink

    Cheguei ao seu blog por acaso e foi uma grata surpresa. Muito bem escrito e muito divertido. Não consigo parar de ler seus textos e rolar de rir. Parabéns!

    Resposta
    • 19 de setembro de 2011 em 9:07
      Permalink

      Fico feliz que goste, Juliana. Volte sempre. Tem muita coisa curiosa por aqui.

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  • 17 de novembro de 2011 em 12:06
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    NOSSA,MEU EU RI MUUIITO,QUASE CHOREI ,É FO…..

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  • 26 de novembro de 2011 em 21:03
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    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk^^ Rindo muito^^
    Também passei algo parecido com o primeiro sushi de camarão com esse veneno…(debaixo do camarão estava escondido o Wasabi,o armagedon dos tempêros)

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  • 30 de novembro de 2011 em 11:10
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    Cara, o post é antigo, mas tá valendo! estava pesquisando umas coisas sobre comida japonesa, e bingo…me rachando rir  aqui! 

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  • 8 de dezembro de 2011 em 17:35
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    muito bom philipe meu pai comeu o wasabi uma vez achando que era creme de fruta ele encheu o garfo daquilo…e pqp um pu.ta grito e todo mundo olhando com uma cara: WTF!!!!

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  • 20 de janeiro de 2012 em 22:30
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    KKKKKKKKKKKKKKKKKKK COMO SEMPRE DOU MUITA RISADA… KKKKKKKKKKKKKKK A UNICA COISA QUE EU COMO PARECIDA COM COMIDA JAPONESA É MIOJO, DE COPO OU DA NISSIN MESMO… KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK VC É HILÁÁÁÁÁRIOOOOOOO

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  • 28 de janeiro de 2015 em 8:45
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    Cara, demais!
    Sou novo por aqui e estou lendo cada história, desde o começo.
    Abraço!

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  • 26 de fevereiro de 2015 em 8:48
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    Mto bom seu texto, mas……..Ao lado ‘havia’ uns três troços indecifráveis……

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