15 Comentários

  1. Catu

    “O tecido refere-se a um período anterior ao século XIX”

    Existe na minha cabeça um problema de lógica quando se tenta datar um material (tecido, no caso) que viajou no tempo…
    Para o tecido, ele continua “pertencendo” a época de onde veio… a datação de carbono seria feita como se realizada no mesmo período em que o material foi criado.

    Exemplo… Uma roupa de 1500 tem “x” Carbono 14…
    Se deixar essa roupa “viver” 516 anos até o dia de hoje, e fizermos o teste de C14 nela, dará “x-516” anos, certo?

    Agora, se você pegar uma peça de 1500, transportá-la no tempo até 2016, e fizer o teste, o resultado será “x” C14… ela não envelheceu 516 anos pra perder C14 o suficiente.

    Responder
    1. Philipe3d

      Não sei se foi datação por carbono 14, talvez seja polen, analise microscopica do tipo de filamento, algo do tipo.

      Responder
    2. Fernando Freitas

      Velho.. é só uma opinião de um rabugento cético, mas vamos lá : Eu não acredito bulhufas nessas datações malucas que os cientistas fazem. Peças como esse anel relógio são provas que as previsões de tempo que fazem não estão corretas. Antes que me encham o saco, defendendo cientistas que vão sustentar suas ideias só até alguém chegar com uma melhor, pensem no erro colossal neste caso. Um erro de no mínimo 300 anos, num objeto de 100 anos. Isso é um erro de 300%!, num período de tempo inferior a 100 anos!. Coloquem em perspectiva e imaginem como erram em coisas que estão enterradas há 5.000 anos. Não será surpresa errarem em mais de 1000%. E eu agora me esqueci de onde encontrar, mas se achar essa semana volto para lembrar de um caso de minerais sendo “fabricados” numa mina na Africa, que reunia condições ideais, e estava fornecendo a preços absurdos o que crescia espontaneamente ali, quando todos acreditavam que era coisa rara.

      Responder
    3. Fernando Freitas

      E ainda.. como esquecer o caso dos mamutes? Eram datados em 40 milhões de anos, até que acharam um mamute com lanças em seu corpo.. e então mudaram a data para 2,5 milhões de anos.. erro de 1.500%

      Responder
  2. cezar

    Amei o texto.

    Será mesmo possível? Esse caso do Celular achado enterrado é de fonte confiável?

    Responder
    1. Philipe3d

      Cara acho que não. Achei apenas referência ao texto, mas não achei a tal materia do Boston Globe.

      Responder
      1. Humberto Junior

        Lembro de ter lido uma matéria sobre um celular no passado, bem parecido com esse, onde se revelava ser fraude. Se não estou enganado foi no e-farsas.

        Responder
          1. Humberto Junior

            Bom! Agora vc me pegou. Lembro apenas que era um celular achado numa escavação arqueologica e o modelo dele era Nokia. Vai ver que é esse mesmo.

          2. Humberto Junior

            Rapaz, agora vc me pegou. Lembro apenas de ter lido sobre uma escavação arqueológica onde encontraram um celular modelo Nokia, com um tipo de escrita cuneiforme em lugar dos números. Vai ver é esse mesmo.

          3. Philipe3d

            Esse era falso, uma escultura que nego criou uma história em cima. O citado no post é outro (que tb pode ser fake) mas são casos diferentes.

  3. BEZALEL

    Vai ver esse maluco, ainda está por aí indo e vindo de um lugar (tempo) para outro!

    Responder
  4. Alarico Caiser Soze

    Rindo muito aqui com a cara dura dos edifícios replicados e o Empire State, kkkkkk. Sei lá, tenho algumas restrições quanto à viagens para o futuro. Por experiência própria, eu sei que o futuro é uma coisa mudando a cada segundo, as escolhas e projeções mentais individuais e coletivas estão sempre em alteração, nunca se sabe no que vai dar a conjunção de fatores. Se pelo menos o viajante alegasse um futuro “possível”, “alternativo” seria mais fácil de aceitar.

    Responder

  5. Não se pode ser cético demais a ponto de achar que isso não é possível ou viajante demais a ponto de acreditar que dormindo eu posso flutuar no espaço/tempo e de lá trazer objetos além da experiência. Eu ainda prefiro a ideia de que o universo é tão imenso e tão pouco explorado que talvez essa “feature” já esteja disponível pra download em algum outro planeta, pra uma espécie ou raça mais avançada que não vê vantagem alguma em vir até aqui nos fazer uma visitinha.

    Responder
  6. Willian Mendes

    Muito louco! Infelizmente é difícil acreditar nesse tipo de história. Ainda mais nesses tempos de internet onde qualquer história dessas pode ser um hoax ou um viral de algum filme ou série de tv.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.