Os melhores filmes dos anos 80

Os melhores filmes dos anos 80

Eu fui uma criança dos anos 80. Juntamente comigo, milhares de pessoas se lembram com saudades dos filmes que passavam nessa época. Pensando nisso, eu resolvi elaborar uma nova lista dos melhores filmes dos anos 80. São filmes que mais me marcaram. Não necessariamente feitos nos anos 80, mas que pegaram aquele período de infância …

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O bizarro colecionador de pênis

O bizarro colecionador de pênis

Imagine um sujeito tão obcecado pelo órgão sexual masculino que resolveu criar um museu dedicado ao falo. O sujeito tem pênis de baleia, de cavalo, de jumento, de pato, de peixe, enfim, todo e qualquer pinto que você possa imaginar está lá. Bizarro. Será que existe uma colecionadora de vaginas também?

Triangulinho do prazer

Eu estou com a idéia deste post na cabeça desde o ano passado. Recentemente, deitadão na minha cama vendo tv, logo após testemunhar as maldades da Flora na novela, passou um especial de fim de ano da Globo chamado “Aline” e aí não deu pra segurar.

No especial, que de especial só tem o nome, uma menina camada Aline (Maria Flor) vive com dois namorados  Otto (Bernardo Marinho) e Pedro (Pedro Neschling). Otto ama Aline e é amigo de Pedro. Pedro ama Aline e é amigo de Otto. Seu único problema é a vizinha síndica que incorpora o estereótipo da velhaca defensora da moral e bons costumes, que condena o ato e uma potencial gravidez, que lhe ocorre e ela nem sabe quem é o pai. No final era alarme falso e tudo volta a ser (a putaria de sempre) como era antes. Nas palavras da Globo:

Na história, a jovem é uma moça descolada, com personalidade forte, ousada, tem dois namorados, sonha com o analista e faz teste de sofá com o novo morador do apartamento.

alinetr0 Triangulinho do prazer

Ficou claro pra mim a maneira parcial com que a televisão tenta determinar o que é socialmente aceitável e o que não é. Triangulos amorosos envolvendo dois homens e uma mulher me parecem mais aceitáveis do ponto de vista do entretenimento do que triangulos amorosos de um homem com duas mulheres.  Não estou aqui para apoiar ou condenar esta prática, mas apenas para registrar meu ponto de vista sobre algo que me soa como um certo poder oculto manipulatório das percepções sociais acerca do que é tabu numa sociedade moderna. Desde que virou moda menina beijar menina e o que até nos anos 70 era tema exclusivamente de pornochanchadas tornou-se algo banal (ou que pretende-se ser banal) eu venho tendo uma sensação de que existe uma inteligência por trás dos elementos midiáticos que busca propor novas formas de relacionamento.

É a era do ficar, onde as relações se baseiam no prazer hedonístico em detrimento ao relacionamento sólido. Novas formas de se relacionar são propostas por uma mídia cada vez mais formadora de comportamento do jovem, que por sua vez chafurda cada vez mais na mediocridade intelectual. Isso é amplificado por uma ausência cada vez maior dos pais, uma isenção e intenção de que liberdade é “faça o que quiser”. Isso tudo acontece em concomitância com a cristalização da idéia de que relacionamentos tradicionais são fadados ao fracasso. Seja no casamento, uma instituição declaradamente falida na Tv e em series, como nos relacionamentos de namoro, marcados por injúrias e traições de todos os tipos.

Eu não sei se você vai concordar comigo, mas acho que a Rede Globo quer estabelecer um padrão de conformismo (ou dessenssibilização social) com relação à questão dos triângulos amorosos.

Veja, não é de hoje que produtos da Vênus Platinada exploram este tipo de relação. Vamos puxar pela memória? O primeiro triângulo amoroso na Tv, focado em produção midiática para o jovem que eu me lembre foi Armação Ilimitada.

Juba era amigo de Lula, que amava Zelda Scott que amava Juba e Lula. Pra completar o fusuê, os três playmaluquetes adotam um órfão chamado “Bacana”.

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Isso aí é anos 80, e como diz a musiquinha da propaganda, ” O tempo passa, o tempo voa…”

Mas a putaria continua numa boa. A Globo colocou um triângulo amoroso do tipo HMH (homem-mulher-homem) em outra novela. Dessa vez, inovando um pouco com o lado gay do negócio.

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Uma stripper de 75 anos de idade

Sinceramente, eu nunca achei muita graça em striptease. Sei lá, acho meio bobo. Meio sem graça. Não vejo grande vantagem numa mulher rebolativa tirando a roupa. Ainda mais fazendo malabarismos num poste de ferro. O lance do pole dancing virou moda graças à Hollywood e à novela-que-copia-hollywood. Mas fala sério: è ridículo. E o que …

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