Zumbi – Parte 14

Zumbi - Parte 14
Zumbi - Parte 14
AVISO: CENAS FORTES E TEMA ADULTO. PROIBIDO PARA MENORES!

-Fica aí. – Alice sussurrou no ouvido de David.
Ela soltou a mão dele e levantou depressa, em meio aos arbustos.
-Cala, calma! Não atira! – Alice agitava os braços, nervosa. E já saiu andando pela lateral, passando atrás das árvores, ganhando distância do arbusto atrás do qual David Carlyle estava escondido.
David não teve reação. Apenas observava o desenrolar dos fatos. Não sabia quem eram aquelas pessoas, ou o que estavam, fazendo ali. Tudo parecia estranhamente lento, como se ele estivesse bêbado, ou dopado.

-Ora, ora… – Disse o homem alto de sobretudo.
-Aí está a vadia! – Gritou Don.
-Traz ela pra cá. – Berrou Michael.

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Zumbi – Parte 9

David Carlyle despediu-se de Ronald. Voltou para seu quarto cabisbaixo. A palavra “descarte” não saía de sua cabeça. David parou em frente a porta de seu quarto, já ia entrar quando decidiu ir até o quarto de Clarck, no final do corredor, para tentar obter informações sobre o que exatamente era este descarte e como ele era realizado. David já tinha ouvido o Doutor Mayong dizer que as pessoas eram usadas em caminhões, como iscas para capturar e matar hordas de zumbis. Talvez Clarck soubesse alguma coisa que pudesse fazer a diferença e ajudá-lo a interceptar o tal caminhão em que Alice estava.

Ao chegar na porta do quarto 238, David ouviu uma conversa lá dentro. Ele colou o ouvido na porta para escutar melhor. Imediatamente ele percebeu a voz do senhor Hork, que discutia com Clarck.

-…E quando que vocês vão falar com ele? – Perguntou o senhor Hork.
-Tudo tem sua hora, senhor Hork. – Respondeu Clarck.

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Zumbi- Parte 7

Quando David Carlyle abriu os olhos, estava num outro lugar. Sua cabeça estava zonza e ele não conseguiu ficar em pé. Tudo parecia rodar.
Notou que estava vestindo um macacão branco. E vestia sapatilhas brancas de feltro. Não tinha nada escrito na roupa.
Levou a mão até o peito, abriu o macacão e viu que ali estava a marca do dardo tranqüilizante que o nocauteou.

Era um quarto branco, sem janelas. Havia apenas aquela cama junto a parede e bem à frente dela, a porta.
Levou um tempo para que ele conseguisse finalmente firmar o corpo sem cair. David andou até a porta, mas ela estava trancada.
Ele olhou ao redor em busca de uma saída daquele lugar. Notou que aquele ambiente era iluminado por energia elétrica. David não via a eletricidade operando desde que as coisas ainda estavam no lugar.

A única luz que iluminava o quarto vinha de uma luminária na parede.
O lugar parecia uma cadeia. O quarto era bem pequeno, talvez três por três metros.
David sentou-se na cama.
Agora ele estava lembrando o que havia acontecido. A última coisa que se lembrava era daquele astronauta branco surgindo com uma arma e atirando nele.
Sua mente era marcada por pensamentos angustiantes. Teria ele sido o único? Seriam os tais homens brancos? Teriam matado alguém?

David Carlyle estava em silêncio, tentando escutar qualquer coisa ao redor, mas não havia nenhum som.
Então bateram na porta. David retesou seus músculos a espera que algo acontecesse. Ele escutou o barulho de uma chave penetrando na fechadura e a maçaneta lentamente girou.

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Zumbi – Parte 2

David Carlyle estava sozinho naquela cidade escura e inóspita. Sua mente tentava processar e compreender o que havia acontecido.

“Talvez tenham jogado uma bomba nuclear” – Pensou.

Andou por uma longa avenida, desviando de carros engavetados, ônibus enfiados em lojas e restos de corpos humanos ressecados pelo sol.

David olhou os arredores e como ninguém respondia aso seus gritos, começou a se perguntar por quanto tempo ele ficara dentro daquele armário.

Ele andava sem destino, os olhos prescrutando as lojas, os bares, etc. A maior parte deles estava fechada. Mas alguns estavam vazios. O sol já tingia de cor de rosa o firmamento.

Enquanto andava, teve a sensação de que vira algo passar correndo entre os carros.

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Zumbi – Parte 1

No meio da escuridão, só resta o silêncio.
Ao longe, gritos ecoam entre os carros capotados e os pedaços de carne repletos de moscas varejeiras. Parado ao lado de um alambrado enferrujado, nos fundos de um estacionamento, está um zumbi. Como todo zumbi, ele tem os olhos revirados e parece fitar o vazio, com sua mente sem pensamentos. Aquele zumbi foi alguém importante. Eu não sei o nome dele, nem o que ele fazia, mas sei que era importante, porque é o único zumbi com colar de ouro e diamantes naquela região. A julgar pelo estilo de colar, daria para apostar que foi um rapper ou gangster urbano dos subúrbios. O casaco chique deve ter-lhe custado uma pequena fortuna, e agora está rasgado e manchado de sangue e lama.
E é apenas isso. Um zumbi parado, como uma estátua, ao lado do alambrado.

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O sobrevivente parte 3

INT. Estação Orbital AZIMOV III – Aposentos do capitão

Paul atravessa com firmeza a sala de máquinas e sobe uma escada até um deque de comunicação.

Ali ele acessa um terminal.

PAUL

Computador?

COMPUTADOR

Pois não, Coronel Gillon.

PAUL

Alguma tentativa de contato da base ou estações próximas?

COMPUTADOR

Não senhor. Nenhum contato. Tentativas válidas por todo o período. Nenhuma resposta.

PAUL

Porra, não é possível. Não é falha do sistema?

COMPUTADOR

Sistemas funcionando perfeitamente, coronel.

PAUL

Computador, tente entrar no sistema de emergência por microondas do satélite ADUS na órbita do planeta Terra. Talvez através dele consigamos ampliar o sinal e receber uma resposta da base.

COMPUTADOR

Positivo, coronel. Iniciando transferência de pacotes de dados. Protocolo de emergência aceito. Aguarde um minuto.

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O pacto

O nome dele era Raul Oliveira de Castro, mas seus amigos apenas o conheciam como “Castrinho”. Não vou perder o nosso tempo aqui dizendo a história da vida dele. Basta dizer que Castrinho cresceu órfão, criado por uma tia carola, que trabalhava na Igreja da matriz de uma cidade que já me esqueci o nome, …

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