Quando minha casa ficou mal assombrada

Estranho, tenha a sensação de que já escrevi este post, mas procurei para indicar a um leitor e não achei. Pode ser que ele tenha ido para o saco numa das inúmeras migrações desse blog ao longo dos nove anos dele. Dessa forma, não me custa reescrever o perrengue que passei no meu SEGUNDO apartamento mal assombrado. O primeiro apartamento mal assombrado esta neste post aqui.
Se você já leu isso, peço desculpas, vou ser chato e contar novamente. Não é uma história muito grande, porque ela foi real e sendo real ela é menos espetacular do que seria um conto. Em compensação, o cagaço que ela me deu…

Foi o primeiro lugar que eu morei quando casei. A gente quando casa não costuma ter muita grana, e no meu caso era uma pobreza enorme. Eu terminando a Faculdade e a Nivea trabalhando como professora. Juntamos a grana e só conseguimos (com sorte) um apartamento pequeno, que originalmente era de zelador, num predinho antigo em Icaraí, cuja única vantagem era ser perto da praia.
O apartamento era de uma velhinha viúva, que nem sequer contrato tinha. O cara da Imobiliária disse que valia à pena, porque ela só precisava daquele dinheiro para comprar remédios, pois ela tinha uns 90 anos e enchia o saco dele, indo lá toda semana para saber se ele tinha conseguido alugar o apê dela.

“Então era a junção da fome como a vontade de comer”, como se diz na minha terra. A velha querendo desencalhar o apartamento de 2 quartos (que era uma bosta e ninguém queria) e a gente prestes a virar recém casados precisando de um cafofo “pra ontem”. Fechamos o aluguel e acredite se puder, fizemos a mudança NO DIA DO NOSSO CASAMENTO!

Saí da festa e ao contrario de todo mundo, que vai pra lua de mel, pro “rala e rola”, eu fui pro rala mas não teve o rola. Coisas de um sujeito Gump. Só fui ara a lua de mel (de carona) dias depois, quando acabei ficando preso numa ilha deserta e achei que ia morrer… hahaha porra, vendo assim eu realmente me meto em muita roubada.

Bom, voltando ao apartamento da velha, nos mudamos pra lá, o tempo passou e tava tudo beleza. Tirando uns estalos horrendos da maquina do elevador do prédio que era no mesmo andar da nossa “cobertura” com vista para o cano do telhado, não era ruim de morar lá não.

Passou o primeiro ano, o segundo… A gente ja tinha comprado móveis, estávamos arrumando melhor o cafofo e tal. Um dia, a dona do apartamento surgiu na porta. Era a velha de 90 anos, manca, meio corcunda, que usava bengala e que não falava praticamente NADA só em português, misturava tudo com italiano. Ela era IGUAL a velha da praça é nossa, mermão. Igual. E inclusive a roupa, com um saião preto e um xale, num calor de 40 graus… Uma figura.

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Eu custei a entender o que ela queria, porque ela falava um italiano misturado com português que era incompreensível.
Ela disse que estava lá porque estava com saudades da casa. Pediu para entrar, mas pediu com um autoritarismo, que sabendo das histórias dela (ela chegou a quebrar a bengala dando porrada num dos porteiros, que também era velho e maluco) ficamos com pena e eu deixei ela entrar.

E ela foi entrando e olhando… Primeiro em silêncio, depois começou a ir em CADA cômodo e beijou as paredes, chorou muito no meu quarto, lembrando do marido.

-Tem muito tempo que ele morreu? – Perguntei tentando ser simpático.
-Tem… Ele morreu aqui. Bem onde é sua cama. – Ela disse, apontando com a bengala. Imediatamente me arrependi de ter perguntado aquela merda.

ELa ficou mais ou menos uma hora lá em casa, tomou café, foi no banheiro, beijou até o azulejo, mermão! Ficou chamando o velho pela casa, perguntando “porque ele foi” sem ela… Meu, a maior cena. Eu e Nivea sem sabermos o que fazer. Depois de um tempo, a velha se recompôs e foi embora.

E foi assim que logo que ela foi embora, naquela semana mesmo, minha casa focou mal assombrada pra caralho.

Ela foi, mas a “entidade” parece que ficou e daquele dia em diante, começaram as mais bizarras manifestações na nossa casa.
A sensação que eu já não tinha fazia tempo, de uma presença me olhando voltou com força total. Eu sentia a coisa me olhando no escritório. Vultos da visão periférica começaram a ficar mais e mais comuns. Eu até já estava me acostumando, mas a coisa foi num crescendo.
As portas batiam sem vento, livros caíam da estante do nada, coisas trocavam de lugar. A noite eu ouvia copos se arrastando pela pia. Um dia, um copo explodiu sem razão.

Luzes passaram a acender ou apagar sozinhas, eram coisas que se quebravam e apareciam quebradas misteriosamente.
Parece até zoação, mas até meu computador começou a agir estranho daquele dia em diante. E o telefone tocava mas não era ninguém. Começou logo depois que ela foi la em casa e ficou chamando o velho. O telefone tocava, eu atendia e nada… Só um ruído estranho de fundo. No inicio achei que era trote, mas depois comecei a desconfiar que aquela porra tinha relação. às vezes tocava, eu ia atender e parava.

Foi quando começaram os vultos mais densos. Primeiro no corredor, onde ela beijou as paredes, e depois no banheiro, no quarto e na área de serviço. Era vulto toda hora. Eu comecei a ficar com cagaço de ficar sozinho naquele apartamento. E o pior é que eu ficava porque a Nivea começou a dar aulas na pós graduação e viajava nos finais de semana. Eu ficava muito tempo sozinho em casa e aí o fantasma fazia a festa. Havia um lugar atrás da parede da cozinha, que era tipo um porão. Uma portinha pequena, de um metro, onde ficava o botijão de gás. Era um espaço pequeno, apertado, comprido. E lá no fundo tinham umas caixas, com coisas do velho (umas revistas, umas caixas, ferramentas). Eu mudei às pressas e nunca tinha jogado nada daquilo fora, porque eu não curtia entrar naquela porra lá, talvez porque mais parecia um túmulo.
E inúmeras vezes ouvi barulhos vindo de lá, como se alguém estivesse ali dentro cochichando. Volta e meia aquela portinha dava uma sonora porrada. O espaço era fechado, sem janelas, não tinha como aquela porta bater, até porque ela era meio emperrada, porque a madeira estufou com as lavagens da cozinha. Aquilo era algo que me dava um medo da porra, porque eu sabia que não era natural.

Aí a casa começou a dar umas coisas estranhas, tipo ela esquentava, esfriava… Eu buscava justificar isso com o fato de que era o último apartamento do prédio e pegava sol na lage. Gradualmente começou a dar umas machas estranhas nas paredes que a velha beijou.

Pra piorar ainda tinha o barulho do motor do elevador. Imagina só você deitado na cama, de olho arregalado vendo vultos passando no corredor e do nada: TRAAAC! O barulhão.
É foda, meu!

Inúmeras vezes eu ouvi coisas pesadas sendo arrastadas no teto. Só que o apartamento já era o último do prédio (tipo uma cobertura) e eu sabia que não tinha nada em cima além de uma caixa dágua. Mas mesmo assim, em duas vezes o barulho foi tão real que eu fui lá fora para olhar. E não vi nada além de canos e telhas brasilit.

A coisa chegou num ponto sem volta no dia em que eu estava trabalhando no computador e a Nivea deu um grito horrível. Eu saí correndo, achando que ela tinha visto um rato ou coisa assim e a Nivea tava com o olho arregalado, pálida. Ela disse que viu um homem parado na nossa sala, de chapéu. Era todo preto e não dava para ver direito, mas parecia uma pessoa de chapéu, parada, e que sumiu quando ela gritou.

Dava pra sentir que a casa estava “carregada”, como se fosse uma grande “pilha”. Então chamamos uma amiga nossa que era muito religiosa e ela ao ouvir que a Nivea viu o homem de chapéu no corredor, correu e convocou um padre amigo dela, que era padre exorcista. Nós fizemos uma cerimônia de exorcismo da casa e o padre jogou água benta e cada lugar que a velha beijou. Naquele dia mesmo o troço parou.

Tratamos de mudar dali assim que a grana deu.

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34 comentários em “Quando minha casa ficou mal assombrada”

  1. História boa… Mas eu também acho que já li, então acho que vc já a escreveu.
    Ou, como vc costuma fazer, contou os pedacinhos da história em outros posts, aí não tem jeito de achar mesmo.
    Mas, como eu disse, história muito boa! 🙂

  2. Você já havia publicado esta história no seu site. Me lembro de ter lido sobre o “vulto do chapéu”.
    Gosto muito de seus textos, e estas suas histórias são muito interessantes (a gente ri pá c$%** ao mesmo tempo que fica aquele friozão na barriga). Admito que sou bastante cético quanto estes assuntos, mas é como diz o ditado ” No credo en las brujas, pero…”.
    Resta apenas algum dia você contar sobre o sua primeira – de fato – experiência sobrenatural (que você diz imaginar ter deflagrado essa capacidade imã-de-cagaço), ou sobre a sequência da história da “entidade ciumenta”, na qual você diz que a resolução do problema foi muito mais escalafobética!
    Grande abraço de um leitor assíduo.

  3. Ótimo texto. A única experiência estranha que tive foi um dia de madrugada, estava sozinho no computador com a porta fechada, resolvi ir até a cozinha tomar água, quando abri a porta eu vi uma menina loira, aparentava ter cerca de 8/9 anos de casaco vermelho, a cerca de 3 metros de onde eu estava. Durou alguns segundos, ela ficou parada, me olhando. Não era um vulto, parecia que realmente tinha uma pessoa de verdade ali, ela desapareceu na frente dos meus olhos. O mais estranho é que quando eu olhei pra ela tive uma imensa sensação de alegria e de leveza, nunca me senti tão bem na minha vida quanto naquele momento. O meu irmão viu a mesma menina, no mesmo dia, horas depois, mas ele não teve a mesma experiência que eu, ele ficou com muito medo. Só descobri isso quando contei a história para a minha mãe e ela então me disse que o meu irmão tinha visto a menina com a exata descrição que eu dei. Eu sempre procurei uma explicação ou alguém com uma experiência similar. Tudo aconteceu já faz uns 4/5 anos e desde então nunca se repetiu.

  4. eu realmente não me lembro de ter lido, e olha que ja virei teu site do avesso lendo posts antigos, mas cara que cagaço a Nivea deve ter levado, topa com uma assombração dentro de casa, cremdeuspai hehe.

  5. Essa história é muito boa mesmo, eu morro de medo de assombração!!! Uma vez eu vi uma criança correndo tão nitidamente dentro da minha casa, que pensei que era meu priminho (parecia uma pessoa real e não vulto) e fui procurar atrás da porta, e cadê a criança!!! Outra vez estava dormindo e senti um abraço bem forte, parecia de alguém demonstrando carinho, foi uma sensação ótima, levantei alguns minutos depois, olhei no espelho e havia uma marca de uma mão no meu rosto, nitidamente uma mão, fiquei com C#! na mão, porque eu não dormi com a mão na cara apertando contra o travesseiro!!!

  6. Essa historia eu não me lembro de já ter lido mas que é muito boa (como tudo que voce escreve) é.
    Deu um arrepio só de ler. Olha aí, se não é mais uma prova da existência de fantasmas….?
    Como no ditado espanhol….”no creo en brujas, pero que las hay, las hay.”hehe! Podemos aqui acrescentar fantasmas.

  7. O diagnóstico de um tolo:
    A velha matou o marido. Existe algo no apto., provavelmente bem escondido, que pode mudar uma história ou uma fato aceito como certo. Esta “assinatura”, esforça-se para ser lida…Parabéns pelo site!

  8. Sr Philipe, que experiência singular, sem apelar para o ocultismo mas vc parece ser uma pessoa do tipo que fenômenos declinam atração pela sua essência. Pode se atribuir esse tipo de magnetismo ao seu conhecimento agregado ao longo dos anos ou algum dom que possua? Realmente espantoso o relato. Cheguei no Acre, vai um tucupi?

    • Eu sempre fui um ímã para coisas bizarras, então de fato, não sei se é sina ou o quê. Até que foi rapido para chegar aí no Acre, hein cara? ia ser muito massa um dia pegar uma carona contigo para algum lugar desse Brasilzão! Mas com minha sorte toparíamos com algum et!

      • 10 dias até aqui Mestre, dizem para nunca conhecermos nossos heróis mas o convite está aberto e vamos rir muito e quem sabe vc compra uma carreta e trabalho para vc? A scania R440, ar condicionado, câmbio robotizado, geladeira com todos os mimos tecnológicos te aguarda para ser domada e quem sabe a viajem te inspira a uma matéria? Na hora que quizer Sr Phillipe. Se importa de comer na cozinha do bruto?

        • Sem problemas, cara! Só preciso esperar meu filho crescer mais um pouquinho, pe ele fica me chamando a noite inteira. O moleque é grudado comigo, colado com super bonder!

  9. Sim, tu ja escreveu antes, mas sempre é bol reler (foram essas histórias que me atrairam pro teu blog).

    Fiquei um tempão procurando, mas não encontrei: existe uma crônica do Fernando Sabino, no livro A Inglesa Deslumbrada, que fala sobre uma experiência dele envolvendo um homem de preto com chapéu. Se não me engano, no caso dele era uma entidade positiva, do bem. Mas não consigo lembrar o nome do conto…

  10. huahuehuheuhae, ainda bem q nunca vi ou senti essas porras, mas minha mae uma vez e segundo ela (- falo assim pois ela gosta de inventar umas paradas paranormais de vez em quanto), disse q viu algo numa epoca q procurávamos um apto pra alugar, tb lá pelos idos de 99.. depois de muito procurar encontramos um.. minha mae disse q sentiu coisas fortes vindo de um tal guardaroupa q era embutido e até deu uma fechada forte na porta assim q vimos ele e saimos do tal quarto.. foi a primeira e unica vez q ela e todos nós entramos lá…kkkkkkkkkk.. e engraçado que esse apto vez ou outra aparece com placa de aluga-se.. ou fica muito tempo fechado sem ninguem morando.. sei pq passo na frente do infeliz quase todo dia, acabou q compramos um apto uns 2, 3km distantes do tal “malassombrado”

  11. Já estava com saudades dos fatos gumps e assombrados da tua vida, quanto a assombrações, o mais perto que eu cheguei a sentir alguma coisa na minha casa foram cheiros de perfumes que não tinham na minha casa e as vezes com tudo fechado por causa do frio, vinha um vento no meu quarto, mesmo com ventilador e ar condicionado desligados. Fora isso, se aconteceu mais alguma coisa, eu tava bem desligado para perceber.

  12. Philipe
    Mais uma otima historia gump.
    O final, a parte da Livia foi um tanto perturbadora.
    Quando eu era crianca, via um vulto semelhante ao visto pela Livia: uma sombra de um homem com chapeu, visto pela visao periferica. Recentemente, por curiosidade comecei a pesquisar na web e adivinha? Ha relatos no mundo todo com o mesmo modus operandi: sombra masculina e chapeu. Chamam estes avistamentos de povo das sombras. Ha este site: http://www.shadowpeople.org
    Vc podia criar um post gumpesco qq dia desses sobre este assunto…
    Abracos e parabens pelo site.

  13. Casas assombradas existem. Isso é fato. Sou católico e durante alguns anos o pároco da minha comunidade era exorcista, até que foi levado em missão para a África. Era um senhor de quase 50 anos, super simples. E, como eu pertencia, na época, a um grupo de oração, ele convidava duas ou três pessoas para ir com ele quando era chamado para atender alguns casos. Perdi a conta de quantas visitas fazíamos e de quantas pessoas foram até ele pedir suas orações e que coisas estranhas aconteciam.
    Ele já era exorcista desde os 30 anos de idade, então sua gama de experiência era enorme.
    Quando éramos chamados para visitar casas que se diziam mal assombradas, todas as vezes, antes de chegarmos lá ele sempre dizia as mesmas coisas sobre “casas mal assombradas”:
    1. Pode não ser real, ser apenas ilusões das pessoas que ali habitam;
    2. Pode ser efeitos parapsicológicos, como telecinese, entre outras coisas;
    3. Pode ser a casa que está sendo assombrada por espíritos de seres que não são humanos mortos, o qual ele chamava de anjos caídos ou demônios;
    4. Pode ser a mistura de tudo o que foi citado atrás.

    Ele dizia que os seres humanos mortos não podem reagir com tal agressividade quando, em casos raríssimos (ele dizia que era um em um mil casos), eram enviados por Deus para se manifestar momentâneamente e rapidamente para algum propósito bom e nunca para assombrar.
    Muitas vezes ao chegar nas casas, quando não se tratava de casos paranormais (=parapsicológicos) e nem ilusões, as manifestações eram perturbadoras, assombrosas, e em alguns casos os residentes eram atacados na nossa frente, de modo que o padre exorcista tinha que realizar uma benção especial sobre a pessoa para que a pessoa melhorasse.
    Na maioria das vezes (quando não se tratava se efeitos paranormais ou ilusões) apenas uma benção silenciosa do padre resolvia toda a situação. Ele jogava água benta na casa e nos moveis, nas pessoas e nos animais, e nunca mais acontecia aquilo. Mas, em alguns casos era preciso fazer com que as pessoas passassem por algumas bençãos dele até que tudo se resolvia. Raros casos, só vi uma vez das milhares de casas (mais de mil com certeza!!!) que visitamos em mais de 3 anos, ter que se realizar um pequeno exorcismo sobre uma pessoa (com autorização do bispo e acompanhamento de um psicólogo amigo do padre) – exorcismo este que participei de 4 sessões para ajudar segurar e evitar que a pessoa se machucasse ou machucasse o padre.
    Ele tinha todo um modo especial (que é longo explicar aqui) de como ele sabia dizer se era algo de ordem espiritual ou parapsicológico. Era incrível. Na simplicidade sem barulho algum, sem alarde, numa discrição que só vi nesse homem em toda minha vida, ele conseguia resolver com calma e muita paciência, e com a ajuda da medicina psicológico (esse amigo psicólogo que antes era ateu e depois de ver as coisas passou a ser católico).
    Mas, o padre era enfático em dizer que não eram mortos os casos espirituais, mas esses espíritos angelicais que queriam perturbar e assombrar as pessoas – por vezes até mesmo machucando animais e pessoas (como no caso de uma vez que uma geladeira que moveu-se e esmagou o dono da casa contra a parede. Não quebrou nada, mas saiu ralado). Então era algo extremamente mau que comandava os sustos e os movimentos da casa.
    Para terminar vou contar um caso muito estranho de como era maldade essas coisas: do senhor que estava doento em sua cama, moribundo, numa casa assombrada, e que não podia nem sentar-se, por conta da doença que o acometia. Morava com suas filhas e elas relataram esses acontecimentos na casa. A filha dormia com o pai dentro do quarto quando ao acordar no meio da noite, percebeu que o pai havia sumido da cama. A porta do quarto trancada, e tinha uma escada enorme sem corrimão que levava para a área de serviço da casa (era um sobrado). Ao sair ela viu que o pai estava deitado no chão frio, seminu, sob o sereno da madrugada. Detalhe: o pai tinha as pernas atrofiadas por uma doença degenerativa – ele jamais poderia andar. Foi por esse acontecimento que as filhas decidiram pedir ajuda ao padre.
    Tenho vários outros casos que se o dono do site quiser, posso enviar a ele para que ele exponha.
    Abraço a todos e ao editor deste site maravilhoso que acompanho direto.

  14. Já morei em um apartamento que acontecia umas coisas bem sinistras, no quarto da minha filha aparecia umas manchas na parede e ela tinha maior medo de ficar lá, no começo achamos que era besteira mais ela de vez em quando levantava a noite chorando muito. Depois minha esposa começou a ver uns vultos andando pela casa. Depois além dos vultos passei a sentir uma pessoa andando atrás de mim, só deu uma parada depois de umas orações aí a coisa parou. Quando deu também me mudei de lá, antes das orações ninguém conseguia dormir direito.

    • Tava falando sobre isso ontem com minha empregada. Ela trabalhou numa casa que aconteceu EXATAMENTE isso que você descreveu. Os donos também se mudaram com medo.

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