O SETI captou um sinal de outro planeta! Será o contato?

Como ja dizia a música imortalizada pela Elis Regina,

“Alô, alô, Marciano
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar, estamos em guerra
Você não imagina a loucura
O ser humano ta na maior fissura porque
Tá cada vez mais down o high society”

Ta realmente cada vez mais down o High Society mesmo.

Enquanto pessoas fecham rodovias para queimar pneus e destroem patrimônio alheio para prestar seu apoio à Dilma Roussef, que no momento em que se acha fora do enquadramento das câmeras (do filme sobre sua versão dos fatos do Impeachment com direito a Chico Buarque na figuração e o caralho a quatro), confraterniza com seus opositores minutos após trocar farpas com ele na tribuna. Apesar dos risos e felicidade localizada naquele mundo tão distante do Brasil de verdade, o que se fode um dia atrás do outro, só se fala em Impeachment da Dilma e os desdobramentos das pataquadas chamadas de política…

confronto de cumpadrees
O golpe: Confrontos de compadrio

Apesar de tudo isso, talvez com nossa atenção pós olímpica voltada para o outro mundo que é Brasília, há pouca gente ou ninguém mencionando algo do outro mundo MESMO, que pelo menos pra mim parece ser realmente surpreendente. O Seti “achou” alguma porra no espaço!

O SETI CAPTOU UM SINAL

O SETI (SETI) está investigando um “sinal forte” de uma estrela que é conhecida por ter pelo menos um planeta em sua órbita, levando cientistas a considerar a possibilidade de que o sinal pode ser aquele que todo mundo queria mas muitos apostavam que nunca iria acontecer, e que PODE SER de origem inteligente (não estou dizendo que é).

A estrela, carinhosamente batizada de HD 164595, se localiza a aproximadamente 95 anos-luz da Terra, e pode ser encontrada na constelação de Hércules.

Hercules constelation

O local de onde ela provém é um exoplaneta conhecido e que orbita uma estrela e que segundo as estimativas dos astrônomos seria uma espécie de versão do nosso Netuno só que mais quente, o que significa que ele não deveria estar qualificado para abrigar vida como conhecemos e como os filmes de ficção científica nos instigam a esperar que exista.  Talvez por isso haja uma corrente especulando que o sinal poderia estar chegando de uma lua desse planeta ou mesmo de um outro planeta na órbita dessa estrela, que é obliterado pelo planetão netunoso. A ideia de haver um “planetão netunoso”, por si só é bastante interessante, na medida em que muitos astrofísicos já levantaram a hipótese que a vida na terra JAMAIS seria possível sem nosso planetão Júpiter dando uma força pra nós graças a seu efeito gravitacional que vai puxando para ele os grandes meteoros que poderiam nos tirar do jogo facilmente.  Graças à sua massa, Júpiter acaba funcionando como uma espécie de “faxineiro” do nosso Sistema Solar, sugando para ele diversos asteroides e corpos celestes que poderiam se chocar contra a Terra ou outros planetas, reduzindo em muito o número de impactos. Se isso for uma verdade universal, talvez o planetão netunoso da orbita de HD 164595 esteja também trabalhando em prol da vida… Em planetas possivelmente ainda não rastreados por nós.

Mas vamos deixar o planeta em segundo plano e nos concentrar no sinal, que ao que parece, para alguns observadores, pode ser de origem inteligente.

O sinal foi descoberto pela primeira vez por um radiotelescópio da Rússia ( radiotelescópio RATAN-600 da Academia Russa de Ciências que é operado em Zelenchukskaya, na Rússia) ainda no ano de 2015, mas a descoberta capaz de gerar faniquitos em muitos amigos meus manteve-se restrita aos círculos científicos até que o astrônomo Paul Glister abriu o bico.

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O sinal tem interessado os astrônomos do projeto SETI – (preciso dizer que o projeto Seti é aquela pesquisa internacional de busca de sinais de radio pelo espaço que indicaria a presença de civilizações extraterrestres transmitindo informações pelo cosmos? Não, né?) porque é muito forte. E sua força sugere que pode estar sendo amplificado artificialmente.

Para entender quão fortemente ele foi amplificado, é preciso entender a chamada Escala Kardashev , como explica o Daily Mail. Essencialmente, uma civilização hipotética Kardashev I  é tecnologicamente avançada o suficiente para aproveitar e armazenar a energia que recebe de seu sol. (nós humanos nem estamos na escala I) já uma civilização Kardashev II pode usar toda a energia de seu sol a seu favor. Os carinhas no degrau III da escala Kardashev são capazes de utilizar a energia de todas as estrelas em sua galáxia.

Se o sinal vindo da constelação de Hércules for efetivamente de origem inteligente, muito provavelmente ele viria de uma civilização em algum lugar na escala de Kardashev, diz o astrônomo e autor Alan Boyle.

“O sinal se encaixa concebivelmente o perfil para uma transmissão intencional de uma fonte extraterrestre … Em qualquer caso, o blip é interessante o suficiente para merecer discussão por aqueles que se especializam na busca de inteligência extraterrestre.”

Especificamente, se o sinal foi transmitido diretamente e deliberadamente em direção à Terra, a quantidade de energia necessária para fazer isso acontecer significa que a civilização por trás dele teria que ser pelo menos do nível Kardashev I. Já se fosse transmitida para o espaço em todas as direções, sem alvo específico em mente, a civilização por trás dele teria que ser Kardashev II dada a necessidade energética implícita no processo.

Como você já poderia esperar, há uma outra hipótese para o sinal não ser de origem inteligente. Essa explicação natural para o sinal, inclui a possibilidade de que esteja rolando uma “microlente “- isto é, a gravidade da estrela fortalece e concentra os sinais.

Independentemente disso, Glister e outros astrônomos pensam o sinal, no mínimo, merece um estudo mais aprofundado , de acordo com a Ars Technica .

“Ninguém está afirmando que este é o trabalho de uma civilização extraterrestre, mas certamente vale a pena um estudo mais aprofundado … o sinal foi intrigante o suficiente para que os [russos] criassem um grupo de estudo permanente para analisá-lo.”

E, de fato, que o monitoramento permanente pode começar a acontecer mais cedo ou mais tarde. Na verdade, os astrônomos já dedicam um bom tempo apontando os radiotelescópios para a estrela.  Enquanto isso, uma equipe internacional de astrônomos e cientistas pretendem discutir o sinal no próximo 67ª Congresso Internacional de Astronáutica, em Guadalajara, México, em 27 de setembro.

Seja como for, esse não é o primeiro caso do Seti pegar alguma coisa bizarra.

O sinal WOW!

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Ele aconteceu em 1977. O Wow tem este nome por causa da imagem acima. Foi um misterioso sinal foi recebido aqui na Terra e é considerado até hoje o único sinal que possa ter sido emitido por uma civilização distante.

Era 15 de agosto de 1977. O radio-astrônomo Jerry Ehman analisava os dados captados pelo radiotelescópio Big Ear, ou “Orelhão”, da Universidade de Ohio.

Como já era de costume, a maioria dos sinais captados eram bem conhecidos do pesquisador e não passavam de emissões provenientes de galáxias e satélites. Mas então… Tudo mudou!  De repente, um fraco sinal diferente dos demais começou a aumentar gradualmente de intensidade até atingir o pico, decaindo e desaparecendo em seguida. O tempo total de detecção foi de exatos 72 segundos e sua intensidade era tão grande que ultrapassou o limite da escala preparada para as observações.

Pego de surpresa e sem muito tempo para analisar cientificamente o fato, Ehman escreveu ao lado dos códigos que representavam os sinais, na folha impressa pelo computador, a intensidade do evento que acabara de presenciar: “WOW !”

Depois, analisando a posição da antena, concluiu  que as ondas eletromagnéticas detectadas eram provenientes de algum ponto da constelação de Sagitário e tinha a freqüência de 1420.4556 MHz, correspondente à famosa linha de 21 cm do hidrogênio, também chamada de “janela da água” em radioastronomia.

A estrela mais próxima que existe naquela direção estava em torno de 220 anos-luz de distância. Desse modo, se o sinal partiu mesmo daquela região, foi um evento astronômico de gigantesca potência e que até hoje não foi identificado pelos cientistas.

O que mais intrigou os pesquisadores e tornou o sinal “wow” particularmente interessante, foi o modo como cresceu e diminui de intensidade durante os 72 segundos de duração. Por que? O radiotelescópio Big Ear não era do tipo giratório e sim fixo no solo. Por conta disso, o seu movimento de varredura era  dado pela própria rotação da Terra e assim ele captava os sinais provenientes do espaço através de um feixe de recepção bastante estreito apontado para o infinito. Como em todas as antenas parabólicas ou direcionais, a sensibilidade é maior na região central do feixe, diminuindo nas laterais. Assim, sempre que uma fonte de rádio vinda do espaço cruzava o radiotelescópio, essa aumentava de intensidade quando a rotação da Terra trazia o sinal para o centro do feixe e diminuía logo em seguida.

No caso do Big Ear, a largura desse feixe de recepção era extremamente estreita, com 8 minutos de arco e qualquer sinal que viesse do espaço levava sempre 72 segundos para atravessar o feixe. E foi exatamente isso o que ocorreu naquela noite!

Se o radiotelescópio tivesse sido alvo de algum sinal da própria Terra, a intensidade iria crescer quase que imediatamente e diminuir também de forma abrupta. Por outro lado, se o sinal fosse proveniente de algum satélite terrestre, ele também não apresentaria o intervalo de detecção de exatos 72 segundos.

Obviamente que houve quem sugerisse que se tratava de alguma “pegadinha” para enganar os pesquisadores, simulando uma transmissão clandestina na faixa da linha do hidrogênio, mas dadas as características do sinal essa hipótese também foi facilmente descartada.

Já que o feixe de recepção era extremamente estreito, era necessário quase 6 minutos de varredura para cobrir uma região do céu de tamanho angular igual à Lua. Em outras palavras, o mestre das pegadinhas, teria que ir ao espaço, e efetuar a façanha de permanecer imobilizado, ligar seu transmissor e esperar a Terra se posicionar com a antena do radiotelescópio à sua frente.

Então, para ser considerado como vindo de um ponto fixo no espaço, o sinal deveria crescer, atingir intensidade máxima e decair conforme a rotação da Terra movimentasse a antena. Além disso, deveria estar na freqüência da linha do hidrogênio, sugerida para tentar contatos extraterrestres. O sinal “WOW” cumpriu todos esses requisitos, caracterizando-o como uma verdadeira emissão vinda de uma fonte fixa do céu, mas de origem desconhecida.

Houve quem sugerisse então, diante do mistério (e da necessidade imperiosa de não aceitação do registro), de que o sinal WOW poderia ser o reflexo de uma transmissão terrestre, rebatida em algum satélite geoestacionário. Era lógico e fazia sentido, no entanto, nenhum satélite encontrava-se naquela posição do céu no momento do evento.

Pelas razões apresentadas o sinal “Wow” se tornou então um forte candidato SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) já que ao que tudo indica, veio de fato do céu e não foi causado por interferência humana.

No entanto, um pequeno detalhe deixou tudo ainda mais bizarro:  O radiotelescópio da Universidade de Ohio utilizava dois feixes para fazer a varredura, ambos situados lado a lado. Qualquer fonte de sinais que viesse do espaço seria captado no primeiro feixe por exatos 72 segundos. Em seguida, exatamente 3 minutos depois também seria detectada pelo segundo feixe, igualmente por 72 segundos… Mas isso não aconteceu.

Desde então, diversas experiências foram feitas em diversos comprimentos de ondas, sempre focadas na mesma direção do céu. Receptores mais sensíveis foram utilizados e diversos intervalos de tempo foram escolhidos na tentativa de se captar algum sinal periódico, mas desde 1977 nenhum sinal que chamasse a atenção foi detectado. Até agora não se chegou a uma explicação lógica sobre a origem do famoso sinal WOW.
Por que o Hidrogênio?
Todos sabem que o hidrogênio é o elemento mais abundante do Universo. Sua freqüência natural de emissão é 1420.4556 MHz, também chamada de linha de 21 cm ou “janela da água”. Por ser o elemento em maior quantidade no universo, acredita-se que essa também seja a freqüência mais óbvia para se tentar algum contato com outras civilizações, tanto para transmissão como para recepção de sinais. O  WOW foi detectado exatamente nessa freqüência.

E daí? O planeta esta longe mesmo…

Certamente que diante de uma eventual confirmação que o sinal emitido da constelação de Hércules seja mesmo um sinal inteligente, de que ele adiantaria para nós se foi emitido há cem anos atrás, e a estrela está tão longe que um astronauta viajando numa improvável astronave na  velocidade da luz nasceria e morreria sem chegar na estrela?

Bom, de fato, isso é verdade. A tecnologia que dispomos ainda é bastante rudimentar com relação a viagens espaciais de tal monta.  No entanto, pode não ser verdade isso do lado de lá… E ainda por cima, parece que vem novidade quente aí com relação ao EMdrive.

O EMDrive cada vez mais perto

Surgiram rumores de que novos resultados sobre o controverso, sistema de propulsão “impossível” EmDrive poderiam ser em breve publicados em uma revista científica revisada por pares de prestígio.

“Um novo paper do Eaglework foi aceito hoje para publicação em um jornal peer-review, onde será publicado”, disse o Ph.D  José Rodal no fórum NasaSpaceFlight, que é muitas vezes o principal fonte de atualizações para todas as coisas ligadas ao EmDrive. “Parabéns à equipa Eagleworks!” O cientista acrescentou que as fontes do vazamento não são de empregados pela NASA.

Outro post, que foi removido por ele, revela que o documento, intitulado “Medição de empuxo impulsivo de uma cavidade Radio Frequencia fechado no vácuo,” seria publicada no Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica (AIAA) ‘s Journal of Propulsion and Power , uma prestigiada revista científica revisada por pares. O processo de revisão por pares teria levado mais tempo do que o habitual, o que é bastante plausível tendo em vista o avanço, aspectos controversos da EmDrive, mas a aceitação do paper parece indicar que os revisores foram finalmente convencidos.

Entre os autores, o Dr. Harold G. “Sonny” White , o líder da NASA Eagleworks , um laboratório avançado de pesquisa de propulsão localizado no Johnson Space Center (JSC), e Paul March, um cientista da Eagleworks que em novembro postou uma nova atualização da NASA sobre testes do EmDrive  e elaborou sobre as medidas que foram tomadas para excluir erros experimentais. “Eu não posso dizer mais que não seja para ouvir o Dr. Rodal sobre este tema, e por favor tenham paciência sobre quando o nosso próximo paper EW vai ser publicado”, observou March no início deste ano . “Revisão por pares são extremamente lentas …”

O website Hacked está acompanhando a história de perto.

Então, qual é o EmDrive?

EmDrive_built_by_Eagleworks_inside_the_test_chamber

EmDrive construído por Eagleworks no interior da câmara de ensaio.

O EmDrive utiliza cavidades de microondas eletromagnéticas para converter diretamente a energia elétrica para impulso sem a necessidade de expulsar qualquer propulsor. Primeira proposta por satélite Propulsion Research , uma empresa de pesquisa com sede no Reino Unido fundada pelo engenheiro aeroespacial Roger Shawyer , o conceito EmDrive foi previsivelmente desprezado por grande parte da comunidade científica dominante por alegadamente violar as leis da física, incluindo a conservação do momento.

No entanto, independentemente do que os céticos profissionais dizem, o EmDrive parece funcionar.Além Eagleworks, vários grupos de pesquisa independentes, incluindo a Universidade de Dresden liderado pelo renomado cientista Martin Tajmar e uma equipe chinesa na Universidade Politécnica Northwestern (NPU), confirmaram o efeito de empuxo “anômalo” do EmDrive.

Claro, nada pode violar as leis da física. Portanto, se o EmDrive funciona, apesar de aparentemente violar as leis físicas, então talvez isso signifique que as teorias físicas, de hoje precisam de revisão, ou (o que parece mais provável) as suas implicações não foram totalmente compreendidas até agora. Na verdade, vários modelos teóricos para o impulso anômalo do EmDrive têm sido propostas, incluindo interações mediadas por partículas virtuais no vácuo quântico (o que nós pensamos como espaço vazio é realmente um ambiente turbulento com partículas virtuais que aparecem e desaparecem incrivelmente rápido), e uma exaustão fotônica escondida por correlações de fase.

O site do EmDrive foi atualizado recentemente e após 10 anos desde a conclusão do trabalho de investigação original, alguns documentos anteriormente confidenciais já foram liberados, incluindo dois relatórios técnicos finais e duas revisões independentes produzidos entre julho de 2002 e agosto de 2006 para o governo do Reino Unido, em seguida, partilhada com o governo dos EUA .

 

Plausibilidade de viagens interplanetárias

As implicações EmDrive podem mudar a exploração espacial como conhecemos de modo BRUTAL! Uma nave espacial operando EmDrive poderia levar astronautas para os planetas do sistema solar em semanas, e pasme: chegaríamos ao recém-descoberto planeta Proxima b – (similar à Terra) orbitando a estrela mais próxima Proxima Centauri – em poucas décadas, sem ter que carregar combustível.

Isso é incrivelmente interessante. Também interessante, mas em um sentido menos positivo, são os muitos ataques viscerais de grandes segmentos do establishment da ciência contra a resultados de pesquisas que têm sido repetidamente confirmados no laboratório, publicadas em revistas e jornais, e provisoriamente validados contra modelos teóricos. Dá o que pensar né?

A propósito disso, gostaria de recomendar uma olhada no documentário SIRIUS :

 

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20 comentários em “O SETI captou um sinal de outro planeta! Será o contato?”

  1. Vamos ver no que dá esse novo sinal captado! O Cardoso comentou no Meio Bit algo que eu achei MUITO interessante (me lembrei por causa da Escala Kardashev):

    ” […]Talvez toda a tecnologia de rádio se torne obsoleta por uma descoberta
    daqui a 500, 200, ou mesmo 100 anos. Pode ser que rádio seja o Betamax
    da galáxia e só planetas primitivos o usem.”

    Nunca parei para pensar em como a nossa melhor tecnologia atual pode ser uma tranqueira antiga para uma civilização mais avançada. Isso me leva a pensar na quantidade de informação que estamos perdendo por aí justamente por causa disso.

    Imagina que legal se um dia criarmos uma nova forma de se comunicar e pimba: percebemos que o espaço é um lugar cheio de ruídos de vida inteligente??? 🙂

    • Essa é uma possibilidade muito difundida nos circulos ufologicos. Como as naves registradas em radar conseguem sumir num ponto e aparecer em outro, isso viola as leis da fisica como conhecemos, que são lineares. O radio é também um processo linar, com a onda se propagando. Se a tecnologia deles é baseada no que chamamos aqui de teleporting ou bilocação fotônica, o radio pode nem ser o betamax, mas a comunicação de tambor tribal na galáxia.

      • Isso de achar que outras civilizações espaciais tem que usar técnicas iguais às nossas, ou alguma coisa NOSSA melhorada tem nome: antropocentrismo. É a velha vaidade humana que tem base em … nada. Somos o cocô da mosca do cavalo do bandido mas “nos achamos”.

    • O Sergio Sacani do Space Today disse que o SETI nem ao menos se interessou por esse sinal por se tratar de um sinal corriqueiro, como muitos outros e avisou que muitos “entendidos” escreveriam sobre o assunto sem uma base solida de informacoes e…… bingo!

  2. os chinas foram os primeiros a acreditar no EmDrive e estão na frente da NASA(que desprezou o motor) li que eles ja estão em 720 mN de potencia, dizem que o potencial desse motor seria de mais de 900 kilos por quilowatt

  3. Pois é. Tesla já dizia que não entendemos muita coisa Que os trabalhos dele não eram para aquela época e tal… vivemos numa sociedade que precisa REGRAR as coisas para entendê-las. Ao invés de simplesmente criar, expandir, buscamos explicar antes de inventar!!! Ta aí um possível momento de quebra de paradigma!!! Muito massa!!!

  4. Philipe! Boa noite!

    Faz um tempão que não posto aqui, correrias do dia a dia, mas hoje não teve como deixar de escrever. Caraca, mano, que doidera… Pensou se no dia que terminarem a construção de um protótipo funcional (com cabine e tudo!), ligarem, a coisa toda funcionar e algo no estilo Star Trek acontecer? Espero estar vivo para presenciar.
    Agora a pergunta conspiracionista: será que já não aconteceu?

    Abração!

  5. Em primeiro lugar, é possível ser contra o Temer, o golpe e a Dilma ao mesmo tempo. Política e relações humanas são altamente Gump!
    Sobre o que realmente interessa, com o desenvolvimento das tecnologias necessárias para “escutar” o espaço, há uma tendência em aumentar os casos de “falsos positivos”, até que finalmente, quem sabe, começarmos a receber comunicações de outros povos espaciais.
    Tudo dentro do script e percebendo que as coisas acontecem cada vez mais rápido.
    Abraço!

  6. Olá Philipe,
    será que essa notícia é verdade?
    http://www.iflscience.com/space/a-version-of-the-emdrive-is-apparently-being-sent-to-space/
    Outra coisa estes estudos aparentemente focam em colocar o aparelho em ambientes a vácuo para verificar que ele na verdade não está ionizando o ar para gerar propulsão. Agora e quanto a uma possível perda de massa da cavidade que possa estar sendo degradada tal massa que talvez esteja sendo “empurrada” de forma a gerar impulso? Outra coisa que fico pensando é se esse empuxo não seria devido a interação de campos magnéticos com anteparos metálicos mesmo que distantes.

  7. Independente de partidarismo. Acho desnecessario e ate prejudicial enfiar política em um post sobre ufos. Principalmente no momento delicado que o país vem passando.

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