35 Comentários

  1. Thiago, O Quase Deus

    “Escuto quatro estampidos secos e então, um silêncio que demora exatamente dois segundos e logo após, um grito. E outro. E uma confusão.
    Eu estou duro.”

    sinceramente quando li a frase “estou duro” pensei que vc estava se referindo ao fato do meliante ter levado sua grana….. hauhauahuahuah!!!!

    e só uma coisa, o negócio de falar que o relógio é de camelô não funcionou comigo…. aquele dia eu tive que usar um metódo mais persuasivo…. como por exemplo socar um muleque de 15 anos até ele ter convulsões…. e não, ele não estava c u “oitão”, era apenas um canivete velho q lembrava mais aquelas faquinhas de rocambole…. e graças a ele, quase ganhei ficha na policia…. mas isso é outra história.

    brilhante postagem.

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  2. Philipe

    Boa sacada. Nem me liguei no lance do “duro”. Ficou um belo duplo sentido no melhor estilo canalha de ser.
    Veio bem a calhar. Bom comentário. Valeu.

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  3. felipe

    caracoles…
    com certeza é horrível passar por uma experiência dessas.

    =\

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  4. Menina Malvada (Ou Kaka)

    Por isso que falam “reféns do medo”, não foi você que morreu, mas você viu, se tornou mais um dos reféns de si próprio.
    É, dá medo… Já fui assaltada tantas vezes que aprendi a conversar com os bandidos…

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  5. PsychoPenguin

    Muito bom o texto. Só tenho uma coisa a acrescentar: nem todo II é ruim. Alguns são muito bons, por exemplo o Shrek 2… deixa pra lá… é 2 e não II. 😛

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  6. Marlos

    ótimo texto fera quase nos sentimos em seu lugar …. vc com certeza serviria p ser escritor

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  7. Philipe

    VAleu Marlos.
    Psycopenguin, acho que botaram o dois em numeral arábico e não em romano para escapar da maldição.

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  8. GB

    Realmente a situação está absurda e vergonhosa, já é mais que tempo de as autoridades tomarem alguma iniciativa e perceber que há uma guerra civil no Rio de Janeiro.

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  9. Philipe

    POis é. ISso aconteceu em 1998, mas a história continua atual como nunca.

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  10. Predador Design

    Foi na época que estudávamos juntos no Bispo ou foi depois?
    Beijundas!

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  11. Philipe

    Foi mais ou menos no início da faculdade. Eu passei a pegar o frescão lá depois desse episódio.

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  12. Gorethkling

    Philipe,

    Seria otimo se fosse umm caso de imaginacao porem como foi verdade eu sua mae so lamento que esta violencia continue acontecendo da mesma maneira em 2007 como nos velhos anos de 98.

    Sua descricao foi muito comovente e triste muito triste.

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  13. caio

    Cara,

    Maravilhosa!!! nossa desculpe mas ri muito!!! heheheheheh mas confesso que também me cago pois trabalho no rio e vou de bus todos os dias pra Niterói (camboinhas) e hoje certamente vou mais grilado do que o normal!!!

    E outra “Aventureiros da Torre Proibida” putz muito bom!!! cara faz um livro ou vai la no JÔ contar isso tudo abraços!!!

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  14. Philipe

    Mãe: Valeu.

    Caio: Nossa, já imaginou eu contando pro Jô minha aventura na torre do Niterói Shopping? Ia ser legal hein? Imagino o Bira se mijando de rir das minhas aventuras.
    Mas isso é só um sonho.

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    1. Me senti na obrigação de comentar aqui pra lembrar que o sonho acabou se realizando heim.. Isso sim é maneiro (apesar da historia triste hehe).

      []’s

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  15. Flávio

    Acompanho teu Blog a uns…3 meses ou um pouco mais. Caralho! Tu já passou por cada uma! No mais, Ótimo texto, muito bom mesmo! Eu costumava gostar de escrever no ensino médio, nunca mais o fiz…
    Parabéns pelo Blog!

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  16. Philipe

    Valeu mesmo, Flávio. Mas o pior não é isso. O pior é que devo ter contado só uns 10% da quantidade de merda que eu já passei. Tem muita coisa aqui na manga pra contar.

    Eu comecei a escrever redações malucas na sexta série. Meus amigos se amarrravam. Eram histórias como “A incrível expedição no interior da vagina da professora de português”, ” O dia em que os zumbis dominaram o colégio” e outras pirações.
    Daí não parei mais. Só que eu escrevia errado, cheio de palavrões, um texto meio truncado… resumindo, mal pra caramba.
    Um dia, na 8a. série fui pego escrevendo na aula de matemática e tomei um esporro. Fui expulso de sala. (veja como a escola é uma coisa retardada: Se você está quieto, na sua, escrevendo uma porra que simplesmente não tem a ver com equações, pode ser expulso da sala) e quando eu estava na sala da direção, após ter que me explicar com o diretor, recebi a visita de uma professora. Era uma professora chamada Cristina, que é uma daquelas professoras que realmente conseguem afetar nossa vida. Ela leu a redação e morreu de rir. Aí pegou um bolo delas, e fez um trato comigo. Eu teria que jurar pra ela que iria escrever TODO DIA. Durante um ano. O tema, podia ser o que eu quisesse, mas teria que ser todo santo dia. Até finais de semana. Seja como for eu topei e ela conseguiu convencer o diretor a me dar uma espécie de “habeas corpus” pra ter uma espécie de imprensa livre na escola, hehe.
    Em paralelo a isso, ela iria conversar com os outros professores para caso eu fosse pego escrevendo nas aulas deles (como física, química e matemática)não haveria nenhuma punição.
    E assim nós fizemos. Eu peguei um vicio de escrever que nunca mais consegui me libertar. Hoje, pensando sobre o que eu ganhei e perdi com isso, o saldo foi absolutamente positivo, pois apesar dos erros de digitação (acho que os meus dedos são dislexicos) eu já consigo encadear o pensamento de um modo bem melhor do que fazia na 8a. série. Já o resto do pessoal que ficava só assistindo a aula e decorando as fórmulas…
    Duvido que um deles sequer lembre alguma coisa daquelas aulas.
    Essas 300 redações acabaram virando material para um livro, onde cada página traz uma história. Ideal pra quem tem preguiça de ler.

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  17. Flávio

    Poxa! Muito bom o que essa professora fez! Escrever uma redação por dia! Simplesmente Genial! Só elogios ao Blog!

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  18. [quote comment=""]Valeu Flavio[/quote]
    realmente, esse cara é um maluuuco!!!
    odiamos ter aula com ele..
    e a folha que ele nos da fede a tabaco!

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  19. Gustavo

    é meu amigo, aconteceu algo parecido comigo no começo desse ano… 2 malandros levaram meu recem ganhado K750i (todo fudido… mas tinha valor sentimental se é q me entende, presente de pai :/) ficou de um jeito que nao pude nem me defender… um na frente com uma porra de um 38 ameaçando e pegando o meu celula e 15 reais, e o outro atras com um canivete… e o pior, em frente a minha casa!

    é interessante, minha mae falo, o q tem q acontece acontece… nao pode fazer nada, é tentar esquecer, superar, e voltar a viver. porque no dia que tiver de acontecer, nao vai ter ningume na rua, nao vai ter nenhum vizinho no portao, nada… ninguem, so vc e os bandidos… incrivel.

    é horrivel… nunca vi alguem morrendo, mas so de ver alguem morto, ja me sinto mal. nao questao de vomitar, mas pensando como a familia daqula pessoa esta… ou ficara. eu tb tenho mania de “criar uma historia” para cada pessoa q vejo. :/ por pouco, ce n levo um tiro por nada…

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  20. rafael :D

    puts, essa história é foda. é uma das suas melhores.

    cara… a mesma arma que matou o maluco, fez o casal se reconciliar =s

    ta aí um caso gump que você (nem eu) vai esquecer x)

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  21. Carol

    “O tal do “II” tem um poder incrível de piorar aquilo que é bom. E DESTRUIR aquilo que já era ruim.”

    Excluindo Saw II e toda sua continuação :p

    “- Ah, beleza cumpadi. É de camelô mesmo. Qualquer dez reáu eu compro outro. Pegaí. – Digo já desabotoando a pulseira.”

    Hehe, meu amigo, Luiz, fez isso com o celular dele, mas o celular tava mesmo todo fodido. Ele falou tão mau do pobre-coitado do celular que além do bandido desistir de roubá-lo, ele (o Luiz) resolveu comprar outro celular. O interessante foi a forma de você falar, KKK, se irritou de ser chamado de plei, né?
    Bem, quanto ao texto… ei, sua vida daria um belo livro, hein? sendo ou nao verdadeiro esses contos. Sem contar que você tem o poder de nos colocar na história, nos sentir protagonistas. Se você diz que sente a adrenalina percorrer pelo seu corpo, nós, os leitores, sentimos a adrenalina percorrer pelo nosso corpo também. Realmente muito bom. Já disse em outro post que você escreve muito parecido com algum bom escritor, e quero me lembrar quem é esse ‘bom escritor’. Assim que me vier à memória o escritor, falarei a você.

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  22. Carol

    Sidney Sheldon. Não exatamente devido à estrutura dos textos e tudo o mais, mas quanto ao seu poder de nos entrosar à história e sentir tudo o que o protagonista sente.

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  23. Badcesar2010

    sindrome do rambo,dessa eu rachei de rir mesmo sendo tragico kkkk

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  24. DanXP

    Philipe, não queira nunca levar tiro, eu já levei 2 no mesmo dia e fiquei 2 dias no CTI, mais 6 na enfermaria, 5 dias sem comer nada, e tudo pq tiraram 10 cm do meu intestino grosso que ficou danificado por causa da bala.

    Responder

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