Começa a cair o pano do acobertamento?

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Me parece que tem algo grande vindo aí. Algo tão grande e tão estupefaciente, que já não dá mais para tampar o sol com a peneira como setores do governo vinham fazendo há pelo menos cinco décadas nos EUA. Não há nada realmente concreto, mas é uma sensação forte que eu tenho e que compartilho com muitas pessoas. E como não podia deixar de ser, para arrepio dos céticos e negacionistas que tatuariam o “viés de confirmação” ao lado de sua tatuagem de “gases do pântano” e “balões meteorológicos” se pudessem, grande parte dessa percepção se dá com base em depoimentos pessoais, mas aqui e ali, vez ou outra surgem dados verificáveis como imagens de radar, filmagens militares de aeronaves e relatórios oficiais reportando investimentos multimilionários para pesquisar o fenômeno. Então, é como dizem, “se é marrom, tem gosto de chocolate, cheiro de chocolate e forma de chocolate, muito provavelmente, é chocolate”.  Para os eternos “céticos”, ter cheiro, gosto e forma não basta para um fenômeno de natureza ufológica.

O fato é que a cada dia mais e mais pessoas do alto escalão, pessoas que tem grandes acessos aos segredos dos EUA, como o famoso “orçamento negro”  – fato que não tem como nem um negacionista arraigado argumentar que não exista –  estão vindo a publico assumir: “Sim mentimos”.
Uma das últimas notícias que pode indicar uma gradual mudança de postura, da negação e ridicularizção do assunto para uma admissão quase constrangedora do fenômeno veio nesse artigo da Fox News, onde depois de um relatório bombástico detalhando as interações quase diárias com objetos voadores não identificados por pilotos da Marinha em 2014 e 2015, Christopher Mellon argumentou que essa informação não é nova, e o governo precisa fazer algo a respeito.
Mellon, ex-subsecretário adjunto de Defesa para Inteligência, está envolvido com uma nova série do History Channel, “Unidentified”.
Em numerosas entrevistas, pilotos da Marinha revelaram que viram OVNIs movendo-se a velocidades hipersônicas, realizando atos “além dos limites físicos de uma tripulação humana” e emitindo “nenhum motor visível ou emissões de escapamento de infravermelho”.

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Em uma entrevista na manhã de quarta-feira com “Fox & Friends”, Mellon, que escreveu extensivamente sobre o assunto antes, descreveu as razões pelas quais a Marinha está preocupada com esses aparecimentos.
“Sabemos que os OVNIs existem. Isso não é mais um problema”, disse ele. “A questão é por que eles estão aqui? De onde eles vêm e qual é a tecnologia por trás desses dispositivos que estamos observando?”

Há indicações, disse Mellon, de que os objetos relatados pelos pilotos da Marinha em 2014 e 2015 estavam fazendo coisas que não são possíveis neste reino físico.

As velocidades relatadas (cerca de 5.000 milhas por hora, segundo Mellon) só eram sustentáveis ​​por cerca de uma hora por uma aeronave no ar, e esses objetos estariam voando o dia todo, disseram os pilotos.

“Os pilotos que observam essas naves são absolutamente confusos e isso transparece claramente em suas declarações públicas”, continuou Mellon.

A fascinação se transformou em medo um dia, no entanto, quando um piloto do Super Hornet disse que ele quase colidiu com um dos objetos – o que ele descreveu como uma esfera envolvendo um cubo. Um relatório oficial foi arquivado, e o incidente quebrou a teoria anterior dos pilotos da Marinha de que os objetos faziam parte de algum tipo de operação de drones extremamente sigilosa.

“Estas são reações entre veículos inteligentemente controlados que operam dentro e ao redor das instalações militares dos EUA, daí a preocupação”, explicou Mellon.

“Um: tem havido colisões perto do ar, então há um problema de segurança. Dois, há uma questão vital de segurança nacional que é a de que nossa soberania está sendo violada por veículos de origem desconhecida”, continuou ele.

Embora toda essa informação seja uma notícia antiga para a Mellon, ela tomou conta da mídia da América e ele diz que dificilmente os EUA é único país a ter interações com esses objetos. Tendo escrito extensivamente sobre avistamentos de OVNIs antes, Mellon disse que está frustrado com a falta de ação tomada pelo governo, assim como os pilotos da Marinha que experimentaram os avistamentos.

Mellon decidiu que era sua obrigação divulgar essa informação para o público.

“Estamos dando voz aos militares na linha de frente”, disse ele. “Estamos ajudando-os a divulgar a mensagem do que estão encontrando e por que estão tão preocupados com isso”.

Na minha opinião, a questão é realmente intrigante na medida em que o fenômeno desconhece as fronteiras geográficas terrestres, que são convenções políticas. Dessa forma, quem quer que esteja controlando as aeronaves misteriosas, parece ignorar completamente que está invadindo um “espaço aéreo”, porque essa ideia de “espaço aéreo” é um troço precário e limitante, um reflexo de nossa condição de miséria tecnológica-planetária.

Aceita que dói menos

Aceitar que exista vida fora da Terra se tornou uma questão logica, quando se coloca em perspectiva o volume de planetas potenciais orbitando estrelas  parecidas com a nossa. É quase um consenso que a vida exista, mas muitos ainda relutam em admitir que possa existir voda fora da terra com inteligência e em seguida, com tecnologia, e em seguida com capacidade de vir até aqui.  De fato, talvez essa seja a grande questão da ufologia: O que diabos a porra do etê veio fazer aqui, porque somos um planeta medíocre, orbitando uma estrela igualmente medíocre, num sistema solar medíocre pra caceta, literalmente “numa quebrada” de uma galáxia também medíocre, que é só um pontinho entre um volume tão monstruoso de outras galáxias, que se cada uma fosse um grão de areia encheria uma piscina olímpica e ainda sobraria.

Quando você vasculha a ampla casuística ufológica compilada a sangue suor e lagrimas por milhares de pesquisadores do mundo inteiro, você acaba com uma intrigante percepção de que existe um volume enorme de espécies inteligentes capazes de construir engenhos voadores com tecnologias que desconhecemos vindo até aqui fazer coisas tão estranhas quanto dançar na sala de uma aposentada do nordeste. (sim, isso já aconteceu)
Não faz sentido. Não faz o minimo sentido que um alien saia de um planeta e venha aqui mutilar gado. No entanto, o volume de relato sobre abduções e mutilações estranhas é crescente.
O que diabos há na Terra para que isso aconteça?  A sensação é de um bunda-lelê espacial por aqui. Talvez estejamos num “espaço sem lei” na via láctea? Uma espécie de Bronx dos anos 70, onde qualquer um chega e faz o que quer.

Embora as grandes questões estejam em aberto, como o Paradigma de Fermi,  cada vez mais, temos relatos de grande confiabilidade reforçando que o que se vê nos céus desde o século XIV não é mera “alucinação coletiva”.  Veja por exemplo, o relato dos pilotos da Força Aérea Norte Americana.

Os objetos estranhos, um deles como um pião se movendo contra o vento, apareciam quase diariamente do verão de 2014 a março de 2015, no alto dos céus da costa leste.
Vou repetir o detalhe, se você passou batido: Apareciam quase que…

DIARIAMENTE

Por cerca de seis meses. Seis fucking meses, quase todo dia, tinha disco voador!
Então não é uma parada do tipo, “seu Beltrano, que fumou umas maconha tomou uns chá de Daime e viu uma luz no céu”. É um piloto, treinado para combate, voando na maquina mais avançada que a tecnologia terrestre pode fazer (ou melhor, admitir) dizendo que durante meio ano tinha disco voador estacionário sobre os EUA – o país mais bélico do mundo, cheio de tecnologia e obsessão de espionagens, terrorismos e metido nas brigas tecnológicas mais diversas.

Voltando ao caso, os pilotos da Marinha relataram a seus superiores que os objetos não tinham nenhum motor visível ou indicações de emissão térmica de turbinas, que podem ser vistas em  infravermelho, mas que podiam atingir 30.000 pés e velocidades hipersônicas, ou seja m voavam há mais de nove quilômetros de altura, sem asas ou turbinas, acima da velocidade do som. Um feito incrível. Mas para além da constatação tecnológica, estava o comportamento:

“Essas coisas ficavam lá fora o dia todo”, disse o tenente Ryan Graves, piloto do F / A-18 Super Hornet que está na marinha há dez anos e que relatou seus avistamentos no Pentágono e no Congresso. “Manter uma aeronave no ar requer uma quantidade enorme de energia. Com as velocidades que observamos, ficar 12 horas no ar são 11 horas a mais do que a tecnologia mais avançada atualmente permite. ”

No final de 2014, um piloto do Super Hornet teve uma quase colisão com um dos objetos, e o relatório oficial foi arquivado. Alguns dos incidentes foram gravados em vídeo, incluindo um registro feito pela câmera de um avião no início de 2015, que mostra um objeto se aproximando das ondas do oceano enquanto os pilotos questionam, chocados o que estão assistindo.

“Uau, o que é isso, cara?”,”Olhe como ele voa!”

Ninguém no Departamento de Defesa está dizendo que os objetos são de natureza extraterrestre. Eu acredito que chegará a hora em que nego vai falar “olha, tentamos explicar de todas as formas que deu, e extraterrestres é a unica que abarca toda essa joça esquisita”, mas como isso ainda não aconteceu e não se sabe ao certo quando vai acontecer, os especialistas de sempre enfatizam que “explicações terrenas podem ser encontradas para tais incidentes”.
Claro, você, como eu, pode tentar entender essa frase. Mas ela não diz muita coisa, é tipo um argumento tapa-buraco. “Tudo é perfeitamente explicável”, mas aí fica só nessa frase e não vem a explicação.
Em paralelo, cada vez mais pilotos assumem o contato com o fenômeno. No Brasil, o caso mais famoso foi “A noite oficial dos ufos”, em 19 de maio de 1986, quando mais de 20 aeronaves desconhecidas, gigantescas foram vistas e perseguidas por aviões Mirage da FAB. Obviamente, a tentativa de interceptação não resultou em sucesso, e todos se contentaram com os cerca de 50 registros dos objetos em radares de solo e ar.

Casos de perseguição e tentativa de interceptação também já ocorreram no Chile, na China e na Bélgica.
Lá nos EUA, o tenente Graves e outros quatro pilotos da Marinha, que disseram em entrevistas ao The New York Times que viram os objetos em 2014 e 2015 em manobras de treinamento da Virgínia para a Flórida ao decolarem do porta-aviões Theodore Roosevelt, mas não fazem afirmações sobre sua proveniência, por razões óbvias.

Mas os objetos chamaram a atenção da Marinha, que no início deste ano enviou novas orientações classificadas sobre como relatar o que os militares chamam de fenômenos aéreos inexplicáveis, ou objetos voadores não identificados.

“Olhe para aquilo”: Imagens mostram pilotos detectando objetos desconhecidos

Vídeos filmados por pilotos da Marinha mostram dois encontros com objetos voadores. Um foi capturado pela câmera de um avião na costa de Jacksonville, Flórida, em 20 de janeiro de 2015. Esse material, publicado anteriormente, mas com pouco contexto, mostra um objeto inclinando-se como um pião se movendo contra o vento. Um piloto se refere a uma frota de objetos, mas nenhuma imagem de uma frota foi liberada. O segundo vídeo foi registrado algumas semanas depois.

Acho importante ressaltar que esses dois videos são oficiais, mas não apenas isso. Eles são a ponta, a pontinha do iceberg, porque como já assumido antes, os fenômenos ficaram lá para serem registrados por todas as formas possíveis e imagináveis durante seis meses, quase todo santo dia! Assim, é de se imaginar o manancial de informações e registros obtidos pela Maria norte americana no período.
Joseph Gradisher, um porta-voz da Marinha, disse que a nova orientação foi uma atualização das instruções que foram enviadas à frota em 2015, após os incidentes de Roosevelt.

“Houve uma série de relatórios diferentes. Alguns casos podem ter sido drones comerciais, disse ele, mas em outros casos “não sabemos quem está fazendo isso, não temos dados suficientes para rastrear isso. Portanto, a intenção da mensagem para a frota é fornecer orientações atualizadas sobre os procedimentos de notificação de suspeitas de invasões em nosso espaço aéreo. ”

Os avistamentos foram relatados ao sombrio e pouco conhecido Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais do Pentágono , que analisou os dados do radar, imagens de vídeo e contas fornecidas por oficiais superiores do Roosevelt. Luis Elizondo, um oficial da inteligência militar que dirigiu o programa até sua renúncia em 2017, chamou os avistamentos de “uma série impressionante de incidentes”.

Aqui eu volto à carga: Qual governo gastaria fortunas num sistema de identificação de “gases do pântano, balões meteorológicos e delírios coletivos”?

O programa, que começou em 2007 e foi financiado em grande parte a pedido de Harry Reid, o democrata de Nevada que era o líder da maioria no Senado na época, foi oficialmente fechado em 2012 quando o dinheiro secou, ​​segundo o Pentágono.
“O dinheiro secou” é uma boa justificativa. Geralmente ela cola. Mas é possível também que o programa tenha subido de nível.
Seja como for, ao que parece, o Pentágono entende do assunto de “secar o dinheiro”.  O pentágono seca anualmente (sem dar explicações) cerca de 50 Bilhões de dólares ao ano, do “orçamento negro” que em 2018 foi de acachapantes 81 bilhões de dólares! fonte.

A Marinha recentemente disse que atualmente investiga relatos militares de OVNIs, e Elizondo e outros participantes dizem que o programa – partes dele permanecem sigilosas – continuou em outras formas. O programa também estudou o vídeo que mostra um objeto enorme, do tamanho de um avião comercial,. mas com a forma de uma capsula branca, (e por isso foi apelidado de  “Tic Tac”), encontrado e registrado por dois caças da Marinha na costa de San Diego em 2004.

Explicações mundanas para eventos de “outro mundo”?

Um dos piores trabalhos que se pode ter é ser o bucha que tem que tirar da cartola explicações “convencionais” científicas, para coisas desse tipo, registradas por video, satélite, de aviões de altíssima confiabilidade, e vistos e relatados por pessoas treinadas para discernir toda sorte de objeto voador conhecido, em alta ou baixa velocidade, estimar altitude, não se confundir com fenômenos atmosféricos e astronômico. Quando é o zé das couves maconheiro, é mais fácil de ridicularizar, mas quando se trata dos caras que defendem o seu país, a parada fica complicada. Ainda assim, tem gente que tenta.
Logico que buscar uma explicação convencional é a coisa mais racional a se fazer em qualquer situação. Incluindo e preferencialmente, no caso de ufos. Tem muita coisa que voa, ou parece estar voando, parece incrível, espetacular, mas pode ser explicado.

Leon Golub, astrofísico sênior do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica , disse que a possibilidade de uma causa extraterrestre “é tão improvável que compete com muitas outras explicações de baixa probabilidade, mas mais mundanas”. Ele acrescentou que “existem muitas outras possibilidades – bugs no código para os sistemas de imagem e exibição, efeitos atmosféricos e reflexões, sobrecarga neurológica de múltiplas entradas durante o voo de alta velocidade. ”

OK. O cara apelou. Mas como que se explica esse tipo de coisa sem recorrer a um manancial de micro situações simultâneas? Os pilotos viram, logo, isso ferra o argumento do defeito no radar. Mais de um viu, então isso ferra a alucinação, uma falta de oxigenação, um derrame… O troço foi registrado em FLIR, e câmera normal, então devia estar lá mesmo. E estava voando contra o vento, de modo que ferrou a possibilidade do balão.  Restou apelar pro bug e pra essa “sobrecarga neurológica de múltiplas entradas”, seja la que merda que seja isso. Suspeito que seja a eterna falácia da alucinação coletiva em versão gourmet.
A coisa fica pior quando se coloca em perspectiva que esse suposto “bug”, que não foi provado, portanto nunca saiu do campo hipotético, se manifestou também durante quase todos os dias ao logo de seis fucking meses, na costa oeste. Pra mim soa forçada a explicação, apesar de concordar com ele em sua primeira frase: “A causa extraterrestre é muito improvável”. De fato, é mesmo. Mas o improvável acontece, meu caro Leon apelão.
O tenente Graves ainda não consegue explicar o que viu. No verão de 2014, ele e o tenente Danny Accoin, outro piloto do Super Hornet, faziam parte de um esquadrão, o VFA-11 “Red Rippers”, da Estação Aérea Naval de Oceana, Virgínia, que estava treinando para uma missão na cidade. Golfo Pérsico.

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Pilotos da Marinha do esquadrão VFA-11 “Red Rippers” a bordo do porta-aviões Theodore Roosevelt em 2015. O esquadrão começou a perceber objetos estranhos logo depois que a Marinha atualizou os sistemas de radar em seus aviões de combate F / A-18.CréditoAdam Ferguson para o New York Times

Os tenentes Graves e Accoin falaram no disco do The Times sobre os objetos. Três outros pilotos do esquadrão também falaram com o The Times sobre os objetos, mas não quiseram ser identificados por medo de sofrerem retaliações.
Tenentes Graves e Accoin, junto com ex-oficiais de inteligência americanos, aparecem em uma série de seis partes do History Channel, “Unidentified: Inside America’s UFO Investigation”.

Um problema de radar?

A hipótese sobre um problema de radar causar uma interpretação errônea do ufo é o melhor argumento mundano que temos na mesa no momento. Os pilotos começaram a perceber os objetos depois que o radar da década de 80 foi atualizado para um sistema mais avançado.
Aqui abrimos duas possibilidades: A atualização do radar veio com um bug que produziu o “problema do ufo”. A outra possibilidade é que com um radar de melhor qualidade, algo que antes passava despercebido foi finalmente “descoberto”. A hipótese do bug é tão boa que se eu fosse cético, me agarraria nela como um carrapato.
À medida que um jato de combate atrás do outro recebia o novo radar, os pilotos começaram a recolher os objetos, mas ignoraram o que eles pensaram a princípio serem “pistas falsas de radar”.

“As pessoas viram coisas estranhas em aviões militares por décadas”, disse o tenente Graves. Ele disse que os objetos persistiram, aparecendo em 30.000 pés, 20.000 pés, e mesmo no nível do mar. Eles poderiam acelerar, desacelerar e depois atingir velocidades hipersônicas.

Uma pista falsa de radar poderia ter um “comportamento?” Eu não sei dizer isso. Seria necessário conhecer em profundidade o sistema de radar usado para dizer com certeza, mas se há algo que pode apontar para uma potencial confusão produzida por um bug de radar, é o depoimento do tenente Accoin.
O tenente Accoin disse que ele interagiu duas vezes com os objetos. A primeira vez, depois de pegar o objeto em seu radar, ele colocou seu avião para interceptá-lo, voando a 300 metros abaixo do ufo. Ele disse que deveria ter visto o objeto com sua câmera de capacete, mas não conseguiu, apesar de seu radar dizer que estava lá.

Essa é uma informação interessante, que parece apontar para a hipótese de erro de radar. Se ele não viu o objeto, ou o ufo estava usando algum tipo de camuflagem que não enganou o novo radar, ou não havia realmente nada ali e o radar estava dando um falso positivo.
Poucos dias depois, o tenente Accoin disse que um míssil de treinamento em seu jato trancou o objeto e sua câmera infravermelha.  “Eu sabia que tinha algo ali, sabia que não era um falso positivo”, disse ele. Mas ainda assim, “não consegui captar visualmente”.
O radar do avião registrou alguma coisa, o radar do míssil registrou também e o piloto tem certeza que havia algo embora não fosse possível ver. Sobre não ser possível ver, é preciso lembrar que em certas condições de voo, se torna impossível o contato visual. Se o ufo estiver apagado, no escuro, ele não vai ver nada mesmo. Mas o radar vai.

Até o momento, os pilotos disseram que não sabem do que se trata e só podem especular que se trate de “um programa de drones classificado e extremamente avançado”.

Então, aqui temos uma coisa nova para mastigar. Você não acha curioso que a Força Aérea dos EUA e a Marinha do nada comecem a falar sobre isso tão abertamente? Estamos falando de um negócio que produziu mortes reais, assassinatos de verdade. Diferente de diversos países, como a França, a Argentina, O Brasil, A Bélgica, o Uruguai, a Espanha, e o Chile, a posição dos EUA sempre foi (pós-Roswell) o negacionismo a todo custo, mentiras deliberadas e inclusive, a ridicularização sempre que possível.

Se pararmos para pensar que nego não dá ponto sem nó, não seria de espantar que deixar vir a publico esse tipo de coisa, tem algum objetivo por trás. Seria dar um sinal à China, que em caso da potência chinesa engrossar o caldo com o Trump  (a China é o maior credor dos EUA. Basta a China pedir a grana que os EUA deve a ela, que o mundo inteiro quebra) eles poderiam “jogar a merda no ventilador”?

Veja, assumir que ufos existem é uma coisa. Assumir que sabem como funcionam, é outra. Assumir que são extraterrestres, é outra ainda mais escalafobética, agora o que daria uma merda capaz de despirocar o planeta todo mesmo seria: “Sim, nós temos uma nave e sabemos usar. O Bob Lazar estava falando a verdade, trouxas!”.

Certa vez, li uma entrevista com aquele Rutledge, o cara da fraude da Apolo vinte.  Apesar de ser uma fraude, Rutledge falou um negócio que eu achei bem logico: O segredo do fenômeno ufo hoje não decorre do medo da reação publica, mas do impacto econômico de numa hora para outra eliminar completamente toda a escassez do planeta Terra. Toda a edificação social humana no planeta, desde os tempos das cavernas, surgiu à reboque da escassez. A economia se baseia na escassez controlada. Se você tem recursos infinitos no universo, essa escassez desaparece de uma hora para outra e sem ela, surge uma crise sem precedentes na história humana. Antes, as economias eram lastreadas em que? Em ouro. Segundo Rutledge, ouro é um simples e corriqueiro produto da explosão de uma estrela. Assim, tem PLANETAS INTEIROS DE OURO no espaço. Há aglomerados e nuvens infinitas de água. Há gases, há tudo. Absolutamente tudo numa abundância espetacular, inclusive energia. Todas as mazelas decorrentes da escassez seriam evaporadas e a humanidade descobriria como é subir mais um degrau evolutivo. Porém, os homens que controlam a humanidade temem a perda de seu poder que seria decorrente desse avanço. Sem a escassez, sem a limitação geográfica e espacial, não há limites para a Humanidade. Sem limites, o mundo como conhecemos se torna literalmente obsoleto e o futuro é imprevisível.

A ideia de expor a realidade do fenômeno para todo o planeta como um “dead man trigger” pode soar como ficção científica barata, mas a outra hipótese é igualmente ainda mais barata, quase um filme B dos anos 60: Os EUA sabem que algo grande esta para acontecer e começaram a passar o pano, tentando sair como inocentes quando o que está para rolar for inevitável. Seria um contato definitivo, talvez? Há anos que se especula que um contato definitivo estaria cada vez mais próximo. As ondas ufológicas sempre produzem esses visionários que alegam estarmos na fronteira de um grande contato. O fato de não ter acontecido até hoje, desmotiva a acreditar nisso, mas também, não é porque algo não aconteceu ainda que se dê garantias que não vá acontecer nunca.

Deixando as viagens especulativas de lado, vamos voltar ao chão firme dos acontecimentos:

Mas então os pilotos começaram a ver os objetos. No final de 2014, o tenente Graves disse que estava de volta à base em Virginia Beach quando encontrou um companheiro de esquadrão logo após uma missão “com uma expressão de choque no rosto”.

Ele disse que ficou chocado ao ouvir as palavras do piloto. “Eu quase acertei uma dessas coisas”, disse o piloto ao tenente Graves.

O piloto e seu ala voavam juntos a uns 30 metros de distância sobre o Atlântico, a leste de Virginia Beach, quando alguma coisa voou entre eles, logo depois do cockpit. Para o piloto, disse o tenente Graves, parecia uma esfera que envolvia um cubo.
O incidente assustou tanto o esquadrão que um relatório de segurança de vôo de aviação foi apresentado, disse o tenente Graves.
O near miss, ele e outros pilotos entrevistados disseram, enfureceu o esquadrão, e convenceu-os de que os objetos não faziam parte de um programa de drones classificados. Autoridades do governo saberiam que pilotos de caça estavam treinando na área, e não mandariam drones para atrapalhar.
“Passou de um programa de drone potencialmente classificado para um problema de segurança”, disse o tenente Graves. “Seria uma questão de tempo até que alguém tivesse uma colisão no ar”.
O que era estranho, disseram os pilotos, era que o vídeo mostrava objetos acelerando a velocidade hipersônica, fazendo paradas repentinas e curvas instantâneas – algo que representa um problema adicional, contraria as leis de Newton! Os conhecimentos da Física para realizar as manobras registradas pelos pilotos estão muito além dos limites físicos de uma tripulação humana.

“A velocidade não mata você”, disse o tenente Graves. “Parar mata. Ou a aceleração.”

Perguntados sobre o que achavam que os objetos eram, os pilotos se recusaram a especular.
“Temos helicópteros que podem pairar”, disse o tenente Graves. “Temos aeronaves que podem voar a 30.000 pés e logo à superfície”. Mas “não existe nada que combine tudo isso em um veículo de algum tipo sem motor a jato, nem gases de escape”.
O tenente Accoin disse apenas que “estamos aqui para fazer um trabalho, com excelência, sem inventar mitos”.
Em março de 2015, o Roosevelt deixou a costa da Flórida e se dirigiu ao Golfo Pérsico como parte da missão liderada pelos Estados Unidos, lutando contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria. Os mesmos pilotos que estavam interagindo com os estranhos objetos na costa leste logo estavam fazendo missões de bombardeio sobre o Iraque e a Síria.
Os incidentes diminuíram depois que eles deixaram os Estados Unidos, disseram os pilotos.
Pelo que parece, os incidentes envolvendo pilotos não são necessariamente uma grande “novidade”. Casos clássicos envolvem interceptações de ufos e inclusive uma morte humana no processo.

A morte do capitão Mantell

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Comandados pelo capitão Thomas F. Mantell, 25 anos, quatro aviões de combate tipo F-51D Mustang regressavam de um voo de exercício à Base Aérea de Godman, em Fort Knox. Um dos caças, com menos combustível, recebeu autorização para pousar, enquanto os demais rodeavam a pista uma última vez. Nesse momento, o controlador de rádio da torre notificou-os de que um UFO tinha sido avistado no céu, entre as nuvens. Acelerando, os caças saíram em perseguição a um “enorme copo de sorvete com cobertura vermelha”. Como seus dois colegas não possuíam oxigênio nem combustível suficiente, Mantell ordenou que regressassem, enquanto continuaria subindo atrás do UFO. O pessoal da torre ouviu-o dizer, excitado: “Estou chegando perto dele”. Depois, silêncio.

Imediatamente uma busca foi organizada, e na manhã seguinte os restos do caça F-51 e do seu desafortunado piloto foram encontrados espalhados sobre uma grande área, “como se o avião tivesse explodido em vôo”. A notícia de sua morte consternou a USAF, que se apressou a inventar uma “explicação” que não convenceu ninguém: “Mantell perdeu os sentidos ao subir a uma altitude muito grande, perseguindo um balão de pesquisas Skyhook [Anzol no Céu]”. Teria ele se confundido com um balão? Mesmo que isso tivesse acontecido, sua máquina, lançada a 640 km/h, teria simplesmente atravessado o frágil balão de náilon. E onde encontrar um balão de sondagem capaz de fugir de um caça àquela velocidade? O capitão foi dado como morto em serviço e lançou-se uma pá de cal oficial sobre o caso. Nos meios ufológicos, Mantell tornou-se o “primeiro herói sacrificado”.

O Incidente Mantell obrigou à complementação do decreto ou resolução por meio do qual o secretário de Estado da União, James Forrestal, criara o Projeto Sign, denominação que camuflava, por conselho das forças armadas, o Projeto Saucer, substituindo-se a palavra saucer por sign. O projeto de referência, cujo decreto foi assinado em 30 de dezembro de 1947, tinha vigência de dois anos, devendo expirar em 27 de dezembro de 1949. O Sign entrou em funcionamento na Base Aérea de Wright-Patterson 15 dias depois da morte de Mantell. Assessorados por cientistas de renome – entre eles o astrofísico Josef Allen Hynek, chefe do Departamento de Astronomia da Universidade de Ohio – e auxiliados por oficiais do Serviço de Inteligência da USAF, os membros do Sign interrogaram testemunhas e analisaram indícios.

Combate aéreo

Travou-se na noite de 01º de outubro de 1948, um dos mais estranhos combates aéreos já registrados. A Segunda Guerra terminara havia três anos, mas muitos aviões de combate F-51D Mustang, de propulsão convencional, continuavam em uso. Ocorre que milhares tinham sido fabricados nos últimos meses do conflito. O capitão Gorman pilotava uma dessas velozes – 720 km/h na horizontal –, robustas e eficazes máquinas quando perseguiu um UFO que emitia intensa luz verde.

Por volta das 20h30, chegava a Fargo, vindo de um voo de treinamento. Ainda rodeou a cidade por meia hora até resolver aterrar. Contatou a torre de controle solicitando instruções para o pouso e foi avisado de que um Piper Cub trafegava na área. Olhando para baixo, Gorman localizou o pequeno avião e viu o que parecia ser a luz traseira de navegação de um outro avião passando à sua direita. Notificou a torre que informou não ter conhecimento de nenhum outro aparelho na área. O instinto de piloto de caça levou Gorman a fechar os flaps [Comandos aerodinâmicos que reduzem a velocidade do avião em vôo] e acelerar mergulhando como um falcão rumo à “coisa”.

Na torre, o controlador L. D. Jansen acompanhou com um binóculo as manobras do avião e da luz verde. A mais de 600 km/h, Gorman ascendeu a 2,3 km de altitude. Como se tratava de um vôo de treinamento, as seis metralhadoras de 12,7 mm não estavam municiadas. Prevendo um choque iminente, desviou-se passando a poucos metros abaixo da bola de luz, distinguindo um pequeno e aparentemente sólido objeto no centro. Tentou todas as manobras possíveis, mas cada vez que investia contra ele, o UFO acelerava, afastando-se ou desviando no último instante. Desapareceu a 5,8 km, e o decepcionado Gorman pousou em Fargo com os tanques quase vazios. O piloto garantiu aos investigadores da ATIC que a luz era animada por forças inteligentes.

Ufos e aviões: Como a Marinha começou a se meter na questão dos Ufos

Curioso que embora muitos dos casos de aviões travando contato visual com ufos tenha procedência fugaz, foi justamente uma observação de ufos de dentro de um avião que obrigou a Marinha dos EUA a se meter no assunto.

Desde a sua criação em 1947, a CIA controlou estreitamente o Fenômeno UFO e as operações da USAF. Afinal, sua função não era a de reunir informações, proteger os interesses norte-americanos e combater as organizações e movimentos subversivos nos países estrangeiros? Em abril de 1952, Dan Kimball, secretário da Marinha, viajava para o Havaí quando dois discos acompanharam o seu avião. “Meus pilotos calcularam que voavam entre 2.400 e 3.200 km/h. Deram duas voltas ao nosso redor e se afastaram na direção leste. Havia um outro avião da Marinha atrás de nós, levando a bordo o almirante Arthur Radford […] Os discos também rodearam-no, cobrindo os 90 km que nos separavam em menos de dois minutos”. Assim que aterrissaram no Havaí, o secretário enviou uma mensagem de rádio à USAF. Regressando a Washington, soube por meio de um assistente que o haviam proibido de comentar qualquer coisa a respeito com quem quer que fosse. A USAF lamentaria o erro, pois Kimball não era um homem facilmente influenciável. De imediato, ordenou que a Marinha iniciasse uma investigação particular do Fenômeno UFO, o que incluiu a análise, três meses depois, do Caso do Major Delbert C. Newhouse, autor do “Filme de Utah”. A Marinha, tal como o ATIC, considerou-o autêntico.

A CIA empenhava-se firmemente em ocultar os UFOs, quando seu diretor R. H. Hillenkoetter – promovido a vice-almirante e nomeado primeiro diretor da agência por Truman – tomou conhecimento das atitudes da Marinha capitaneadas por Kimball. A CIA pensou em recorrer ao presidente Truman, solicitando-lhe que repreendesse o insubordinado almirante, porém, desistiu da idéia por temerem uma reação escandalosa de Kimball, decidindo esperar pela eleição presidencial de novembro. A vitória do general Eisenhower aliviou a CIA, já que Kimball seria inevitavelmente substituído por um republicano.

Com o intuito de evitar novos atritos, a CIA assumiu a rédea do fenômeno, deslocando a USAF e estabelecendo estreita censura. Convocou uma reunião em que tomariam parte os coronéis William A. Adamns e Wesley S. Smith, do Serviço de Inteligência, o major Dewey Fournet, do Estado-Maior, que atuava como supervisor do Projeto Blue Book, o capitão Edward J. Ruppelt e outros oficiais da USAF, Albert M. Chop, adido oficial de Imprensa para o assunto dos UFOs, e um general da Base Aérea de Wright-Patterson.

Sem que a CIA suspeitasse, seis semanas antes o major Fournet – que nesse ano de 1952 se destacara na avaliação de centenas de relatórios – e outros oficiais do Estado-Maior da USAF, incluindo Keyhoe, convencidos de que o segredo deveria acabar, trabalharam secretamente em um plano para desvendar o Fenômeno UFO perante o público. Em uma conferência de imprensa, marcada com poucas horas de antecedência para evitar intervenções, projetariam aos jornalistas o Filme de Utah e a seguir exporiam uma documentação indiscutível, corroborada por indícios materiais, testemunhas fidedignas e registros de radar. Teriam feito isso até o final do ano se não fossem intimados pela CIA a comparecerem à reunião iniciada em 12 de janeiro de 1953 e conduzida pelo cientista Marshall Chadwell e pelos agentes Philip G. Strong e Ralph L. Clark. Após cinco dias de discussões, a Agência ratificou que se opunha à divulgação de informações sigilosas.

O grupo de Fournet não deixou transparecer suas intenções, e em fevereiro anunciaram a conferência extraordinária de imprensa. Pareciam a ponto de triunfar, mas a CIA mobilizou-se mais do que rapidamente e, do Pentágono, Albert Chop lamentou-se com Keyhoe: “Arruinaram nosso programa. Puseram em execução uma campanha nacional maciça de acobertamento”.

A CIA exerceu pressões sobre militares, aviadores, cientistas, altos funcionários do governo, cidadãos e até membros do Congresso. Pressões que, no caso de Ruppelt, redundaram na deterioração progressiva de sua saúde e no colapso cardíaco que o vitimou. Na reserva, Ruppelt escrevera o livro The Report on Unidentified Flying Objects [Relatório sobre os UFOs], que abalou os censores pela quantidade de acusações contra a CIA. Nas cartas dirigidas a Keyhoe, reafirmou que se opunha ao sigilo e que nunca se enquadrara nos ditames oficiais. Em represália, a USAF cortou os contratos firmados com sua empresa aeroespacial e o obrigou a repudiar o conteúdo do livro. Ruppelt teve de acrescentar três capítulos na parte final rejeitando todas as provas e ridicularizando testemunhas idôneas, algumas das quais tinham se tornado seus amigos pessoais. Uma delas era o comandante D. J. Blanqueslee, piloto que durante a Segunda Guerra Mundial perseguira sobre o Japão um UFO com luzes giratórias nas cores verde, vermelha e branca.

O JANAP e a perseguição aos pilotos falastrões

Com muitos pilotos (civis e militares) vendo coisas bizarras nos céus, era preciso algum tipo de controle sobre os “falastrões”. Surgia aí o JANAP

a131085a3a9f7d90b119b772c6649e49 Começa a cair o pano do acobertamento?

No dia 10, a Junta de Comando das Forças Armadas publicava a Joint Army Navy Air (JANAP) ( baixe aqui direto do site da NSA) – redigida secretamente pela USAF em setembro de 1951 e liberada em 12 de dezembro de 1953 – por meio de uma circular avalizada pelos chefes dos Estados-Maiores das três armas, conforme revelou Keyhoe em The Flying Saucers Conspiracy [Conspiração dos Discos Voadores]. A carta de promulgação diz: “Este documento contêm informação que afeta a defesa nacional dos Estados Unidos, dentro dos significados das Leis de Espionagem, título 18, U.S.C., seções 793 e 194. A divulgação de seu conteúdo por qualquer pessoa não autorizada é proibida por lei”. Na instrução 201, a JANAP-146 exige a comunicação imediata, precedidos pelo sinal de urgência internacional, prioridade ou emergência militar, e na 206, ordena que sejam transmitidas ao Comando de Defesa Aérea ou ao comando militar mais próximo. Pelas prescrições da JANAP, centenas de pilotos que avistaram UFO foram implacavelmente silenciados. E em dezembro, a Junta do Estado-Maior decretou que toda divulgação não-autorizada atentava contra a Lei de Espionagem, o infrator ficando sujeito a US$ 10 mil de multa ou até 10 anos de prisão [Seção III, 783, título 18, Código dos Estados Unidos].

JANAP 146 Começa a cair o pano do acobertamento?

A circular AFR 200-2, de 12 de agosto, normatizava a interceptação de UFOs. “A 402A Esquadrilha Aérea deve ser alertada o mais rapidamente possível a fim de que possa intervir”. Essa ordem estendia-se também aos pilotos civis. No item 9, lemos: “Os quartéis da USAF publicarão sumários das avaliações de dados que servirão para informar o público a esse respeito. Nos inquéritos locais, é permissível informar os representantes dos meios de divulgação, quando o objeto for positivamente identificado como familiar – vide parágrafo 2b –, excetuando-se os seguintes tipos de informes que não serão revelados: nomes, interceptações, processos de investigações e dados secretos de radar. Para os objetos não explicáveis, somente o ATIC analisará os dados em função das muitas incógnitas envolvidas”.

Como podemos ver, essa história está longe de acabar. Tudo leva a crer que há uma pressão interna para que se exponha à opinião publica a natureza misteriosa e insólita do fenômeno UFO, mas muitos setores de grande poder e prestígio, montados no que se chama orçamento negro, um ralo brutal de dinheiro dos contribuintes, não poupará esforços para manter o segredo a todo custo. Só nos resta acompanhar o desenrolar dos fatos.
A propósito do assunto, não perca o ótimo documentário “The Nimitz Encounters”:

fonte fonte fonte

21 comentários em “Começa a cair o pano do acobertamento?”

  1. Obrigado, Phil, pelo valioso e detalhado post. Sinto que voltamos aos velhos tempos.
    Tenho acompanhado as notícias underground e as false flags sobre o assunto… algo grande parece estar vindo.
    Em verdade, após esses tantos anos que acompanho a matéria, percebo que um “contato” hoje, não seria uma notícia tão espetacular ou escabrosa. Me parece que esta geração, o mundo e a psiquê de hoje esperam e anseiam por isso, de forma que seria visto, o “contato”, como algo corriqueiro, até esperado.
    São muitos filmes, muitas séries, muitos documentários, entrevistas, notícias soltas aqui e ali, de forma que estamos nos acostumando, anestesiando, com a ideia. Me parece que até nosso cinema entrou na onda com o filme “Bacurau”…

  2. Depois da religião, o que seria mais impactado com a descoberta de seres inteligentes vindo espaço? Por alguma razão que nem eu sei explicar, eu acho que o sistema de educação sera totalmente reformulado.

  3. Hey Felipe, tudo bem?
    Só vim aqui dizer que esses ”OVNIS” não passam de anjos caídos, demônios. Isso quando não são hologramas criados para difundir ainda mais a ficção espacial.
    A terra é plana e não há como ultrapassar o firmamento sem a benção de nosso Senhor.
    E obrigado por ter ajudado a difundir o movimento terraplanista três anos atrás, quando você deu print de nossa conversa e fez uma publicação com base naquilo, mostrando SUA ignorância para todos os internautas daqui.
    Beijinho, Inis.

    • Olha só quem voltou da sepultura! Minha monga preferida. Que saudade de vc Inis. Viu que o Olavão ta quase caindo nessa cascata sem fundamento também?
      Ah, sobre ufos holográficos: Hologramas não aparecem no radar.
      Um abraço

  4. Philipe, eu mandei um comentário cheio de links de fontes interessantes. Se tu for homem mesmo, deixe ser publicado. Tu sabe a tua ignorância. A terra plana é um fato irrefutável. Aposto que tu quase caiu em prantos só de ler meia linha dos links. A verdade está lá fora, é não é nem com ignorância e nem com choro que vamos descobri-lá.

  5. “Anjos caídos”
    “Bênçãos do Senhor”
    Terra Plana “irrefutável”

    – Pela invasão alienígena já!
    (antes que as coisas piorem por aqui…)

    • Concordo, apocalipse OVINI o mais rápido possível, assim poderemos correr todos para as bordas da terra e nos jogar de paraquedas para o infinito, alias como diria Buzz Lightyear, ” Para o alto e além..””
      KKKKK

  6. Bergère, alienígenas são demônios, e às vezes, hologramas. De qualquer jeito, a única função deles é criar confusão. Olavo de Carvalho chegou também a conclusões parecidas, de que não há NADA que diferencie “alienígenas” de demônios descritos na Bíblia.
    Não vai haver invazão alienígena alguma! Eu rogo pela intervenção do Senhor.

    https://m.facebook.com/aterraeplana/posts/1035591559926824

  7. Rapaz! Parabéns por voltar com posts relevantes, estava com saudades.
    Acho bacana falar sobre o que conhece, te respeito muito e acho que é muito coerente em falar sobre esse assunto sem entrar na neura em acreditar em tudo que aparece.
    Mas cuidado em falar sobre o que não conhece…Pode soar ofensivo.
    Grande abraço!

  8. Post magnífico. Gostei do termo negacionismo e negacionistas.
    Penso o mesmo, acho que há um processo em curso preparando as pessoas para a revelação, a Nasa tem trabalhado bem essa parte. Enfim, talvez o Chico Xavier estava certo, data limite, 2019…

  9. Pelo jeito, o Pirula tem razão mesmo. O terraplanismo vai ser uma crença dominante entre os evangélicos.
    https://twitter.com/pirulla25/status/1117625446076755968

  10. Utima chamada para sair da iginorancia.
    Livro “O Universo que Não te apresentaram.”
    (vende se no mercado livre).

    E dos gringos, pra quem fala ingles muito bom, tem
    “the Firmamento, vaulted domo of the earth” (zeno garcia)
    “The greatest lie or earth” (eduardo hendre)
    “Is the earth a globo”
    “The flat earth is key to decifre the book of Enoch”
    “Ome hundred proofes tat earth is no a globo”
    “Zetetica Astronomy”

    Pronto, agora só apareco pra falar da minha campanha politica.

  11. https://www.goodmorningamerica.com/news/video/trump-ufos-63732301
    https://www.vanityfair.com/news/2019/06/congress-is-taking-the-ufo-threat-seriously

    Eita… vi primeiro aqui no Mundo Gump haha

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