19 Comentários

  1. Gustavo

    Philipe, as sugestões de posts estão todas iguais para qualquer notícia.

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  2. Daniel Silva Pinheiro

    Eita caraia! Bicho pegou e pegou com força nesse capítulo hein, negócio é tacar fogo na cadeira kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ótimo capítulo Philipe, doido pra ler a parte 13.

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  3. Parabéns, essa história está demais, quando li a última linha dizendo que a cadeira estava lá, arrepiei por completo. Bela narrativa, parabéns! Estou ansioso pela próxima parte!

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  4. Show de mais. Li da parte 1 a 11 ontem mesmo, quando vi. E sorte q hj ja saiu a 12. Aguardando a prox. parte…

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    1. MIchael minha meta é ter um ep novo ao dia. Mas tem dia que fico fodido de trabalho e outras atividades e não consigo fazer mas a minha meta é uma parte ao dia.

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  5. Matheus

    seria legal você fazer algumas ilustrações das suas criações kk eu nunca consigo criar elas na minha mente, além do que elas parecem interessantes pra caramba (ou podia falar as inspirações que teve pra criar o monstrão e tals).

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  6. Thiago Andrey

    Caramba, se eu fosse o Renato eu deitava em posição fetal e chorava feito um bebezinho, e o que ele faz? Pega o caminhão e vai embora… Eu mandava vim o papa fazer um exorcismo na cidade inteira!

    Não gosto muito do Mungo nessa historia pq a cadeira era bem sobrenatural, e o Mungo é um monstro físico, apesar dos pesares. Quando ele aparece corta um pouco o clima de assombração que o conto tinha no começo e na parte das batidas do caminhão que foram épicas.

    Mas ainda assim anseio pela continuação!

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    1. Matheus Borges

      Eu também achei que não caberia um monstrengo nesse conto devido ao clima demoníaco que a cadeira passa. Mesmo assim to acompanhando fielmente esse conto e congratulo o Philipe por isso.

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    2. Sinatra

      Acho bem coerente. A linha da história, em associação com o conto “A Caixa”, segue muito o estilo místico de H. P. Lovecraft. Não ouso dizer que este autor citado é a inspiração do Philipe na criação deste universo místico e sombrio que vem permeando a esfera sobrenatural dos personagens que ele cria. Divindades antigas (os seres Ctônicos – mitologia grega, que apareceu na Caixa e agora na Cadeira), elementos místicos, um desprezo pelos presunçosos conhecimentos humanos do mundo em face ao elemento místico e oculto que engolfa-o… há um paralelismo muito grande entre os estilos e ao mesmo tempo muita originalidade por parte do Philipe. Eu estou adorando e francamente acho que o Mungo ainda é um pequeno elemento de uma ordem existencial de seres e elementos que ao poucos ele (Philipe) irá revelar neste e em outros contos, bem como delinear de forma prolongada suas relações, objetivos e entraves com o mundo aparente, vivenciado nos momentos “naturais” de seus personagens.
      Haja capacidade de concatenar ideias lineares para desenvolver de maneira coerente uma trama tão complexa.

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      1. Thiago Andrey

        Porra Sinatra, somos todos humanos, não precisa ficar falando feito o Cesar do BBB.

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        1. Sinatra

          Não achei nenhuma referência específica sobre este Cesar do BBB no Google. Qual seria o problema com ele?

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  7. Fabiano

    Cara adorei o final desse! muito bom não vejo a hora de ter mais. todo dia entro e clico nos anúncios para ter uma forma de pagar por este ótimo entretenimento!

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  8. Cris Ramos

    Nossa foi uma grande surpresa,quando li que ela estava de volta. Eu já estava triste achando que era o fim. Sabe como é muita curiosidade de saber o final mas a tristeza de ter que aguardar por outro conto… Não demora com a 13….abs.

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