20 anos do Humanóide Alexis

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Em maio de 2016 completa a marca 20 anos desde que o bizarro fato aconteceu na Russia. O aparecimento de um misterioso ser humanóide ocorreu na cidade de Kyshtym, nos Urais. Logo o serzinho diminuto seria apelidado de “Alexis”:

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A famosa múmia “Alexis” – ou o que restou dela, até o dia em que ela desapareceu…

A história do humanoide misterioso

Uma noite de maio, durante uma forte tempestade na casa Tamara, surgiu uma chamada de voz de outro mundo, ordenando a mulher a ir imediatamente para o cemitério nas proximidades. Ali, envolta em um manto e após se benzer três vezes, Tamara entrou no cemitério sob os raios que cortavam a noite.

Vagando com apenas uma lamparina de querosene a iluminar o caminho entre as sepulturas, ela finalmente encontrou o que estranhamente procurava sem saber o que encontraria…  Ele estava no chão, deitado no meio da grama e olhava diretamente para a mulher com seus enormes olhos esbugalhados. Sua aparência era de um grande gnomo, e algo nele era como se pedisse ajuda. Tamara obedeceu cegamente os instintos que a levaram a vagar sem rumo pelo cemitério. Ela pegou o serzinho nos braços e levou-o para casa…

 

Este é um trecho de um artigo publicado no “Komsomol”, escrito por  Nicholas Varsegova.

Em 1996, quando o misterioso encontro aconteceu, ele voou de Moscou para Kyshtym e passou pela cidade de rassledovanie. Em seguida, ele descobriu espantado que a velha senhora Tamara Prosvirin, era agora a mãe adotiva de nada menos que um bebê alienígena provavelmente com um mês de vida!

A idosa passou a chamá-lo carinhosamente de “Alexis”.

Pouco tempo depois, seja por contato com o ser ou não, o que se sabe é que a idosa teve um grave problema psiquiátrico que a levou a ser internada em um hospital psiquiátrico. Teria ela enlouquecido mesmo ou… Teria sido vítima de uma manobra das mais perversas?

Aqui preciso abrir um parêntesis e lembrar dos clássicos métodos de “convencimento” de testemunhas de contatos imediatos de terceiro grau em diante, que envolviam a internação compulsória e injeções de “sossega leão” enquanto equipes de “limpeza” se encarregavam de acabar com todas as provas. Isso é detalhado num dos meus dois posts “O seu moço do disco voador” – Parte 1Parte 2.

O fato triste é que sem sua mãe adotiva que estava cuidando de Alexis com um misto de coalhada de leite  com leite condensado, o pobre humanóide morreu de fome. E logo desapareceu em circunstâncias misteriosas, como acontece sempre nos casos envolvendo um potencial corpo de alienígena.

Na verdade, seria previsível que o corpo acabasse “sumindo misteriosamente” uma vez que se realmente Alexis fosse um alienígena, um simples exame de DNA poderia colocar todo os esforços de acobertamento mundial a perder.  O exame também poderia colocar a russia numa má siutuação, pois vai que o exame mostrasse que o corpo era de um bebê malformado em consequência de radiação… Ou o que poderia ser mais simples : Alexis poderia ser um bonequinho, feito de papel machê, criado por brincalhões locais.

O mistério sobre a criatura

O jornalista do “Komsomol” Nikolai Varsegov no final de seu artigo sugeriu um outro desfecho para o intrigante caso: A mulher teria aceitado um suborno de um milionário Norte Americano para vender a múmia por milhares de dólaes. E agora os funestos restos de Alexis estão cuidadosamente ocultos em uma mansão na Flórida.

Mas ao que parece, se ela realmente ganhou uma boa bufunfa para vender o seu filho adotivo, ela é maluca mesmo, pois depois o caso ainda continuou vivendo em paz na região de Sverdlovsk (e, aliás, na mesma pobreza de sempre).

E, então, o fio que poderia levar a investigação até Alexis, ainda não foi quebrado. Existe ainda alguma chance de encontrar o corpo daquele ser “humanóide” e descobrir o que poderia se mostrar um dos mistérios de OVNIs mais importantes do final do século 20!

Segundo a testemunha, foi uma mulher enigmática que  levou Alexis. Seu nome era Galina Semenkova, funcionária de uma pseudo-organização intitulada  “Academia Internacional de problemas frontais.” Anteriormente, eles se chamavam de “UFO-contato”.

A organização estava supostamente envolvida na investigação do assunto “energia de troca”. Há quem diga que eles eram, na verdade, uma seita. O manual “Religiões e Seitas na Rússia”, diz: “A Academia” – é uma organização de sentido oculto perigoso, cujos líderes praticam experimentos ativos com a psiquê das pessoas”.

Os adeptos da doutrina devotamente acreditam em alienígenas. Além disso, espalham alegações repetidamente que aliens têm contato pessoal com eles.

Investigadores do site Paranormal News lá da Russia teriam então conseguido contato com uma célula do grupo para obter informações sobre a tal mulher.  O informante disse que Galina era uma mulher muito reservada. Mesmo com estreitas conexões no grupo ela não falava abertamente com eles sobre detalhes.

Os pesquisadores do Paranormal News foram então até o investigador da polícia de Kyshtym Vladimir Bendlin que é um sujeito muito interessado em coisas estranhas. Eles tentaram um contro com Galina  por intermédio  do policial. Ao mesmo tempo pediram ao detetive algumas pistas importantes sobre a atividade de charlatães na região. Em seguida partiram para Kyshtym.

Hoje o local parece uma cidade acolhedora, mas o lugar não esconde um grave incidente que pode estar relacionado com o aparecimento de Alexis. Em 1957 houve um grave acidente na usina química “Mayak”.

Devido à insuficiência na capacidade de resfriamento, ela explodiu lançando uma nuvem de resíduos radioativos, que graças ao vento atingiu rapidamente a cidade de Kyshtym. Se isso afetou de alguma maneira o pool genético dos cidadãos da cidade não se sabem, não há estudos nem nada, e o assunto parece um tabu.  Mas é fato que esse dado precisa e pode ser levado em conta nas especulações sobre o misterioso corpo de Alexis e suas hipóteses de conspiração.

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Alexis

O ex-investigador de 53 anos de idade, chamado Bendlin está agora trabalhando numa empresa de segurança privada. Famoso como o “Fox Mulder” russo. Se alguém pode jogar luz no mistério é ele e seu método profissional de investigação.

Bendlin contou ao Paranormal News que a mulher que encontrou o ser em 1996 ficou muito mal. Antes de ter o suposto “surto”, ela trabalhou como costureira de uma  chapelaria. Era uma mulher inteligente e falar com ela  era antes de tudo um prazer. Segundo conta, foram os vizinhos que a viram com comportamentos estranhos – da idosa falando com uma boneca (mais tarde atribuíram a boneca ao suposto alien) e chamaram uma ambulância.

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O bloco de apartamentos onde morava a mulher que achou o humanoide

“Os médicos vieram e examinaram Tamara. Depois levaram-na para um hospital psiquiátrico (onde teve um diagnóstico de “esquizofrenia”)

Diante da frase, o Paranormal News questionou: – E a tal Boneca que os médicos descobriram?

Bendlin contou que não era uma boneca. O investigador da polícia conta que quando esteve no local investigando o caso, ele perguntou ao médico se alguém esteve no apartamento.  E ele disse: “O gato está envolto em um lençol.”

Bendlin intrigou-se com a afirmação de que seria um gato envolto num lençol. Aquilo poderia indicar que os medicos nem sequer olharam bem com o que a velha estava falando. Bendlin alegou que “Por isso, seria necessário libertar o animal do apartamento. O medico entretanto, negou alegando que “os parentes viriam e fariam tudo”.

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O sofá onde Alexis viveu

Bendlin  confirma que não apenas viu, como filmou o corpo da criatura. Ocorre que um ladrão invadiu o apartamento e tentou vender o corpo da criatura, mas Bendlin o encontrou e para evitar ser preso, o meliante passou o corpo a Bendlin. Foi o investigador que levou o ser para análise e que gravou os registros da criatura em video, para dois programas de Tv do Japão.

Curiosamente, no mesmo bloco há uma outra senhora chamada Tamara, e que era amiga da idosa que encontrou o alien. Essa mulher é atualmente a última pessoa viva que teria visto o ser ainda vivo. Infelizmente, os vizinhos informaram que a mulher sofreu recentemente um acidente vascular cerebral. Portanto, não se deve esperar de uma história muito coerente dela, sobretudo de um episódio de vinte anos atrás.

Mesmo com todas as ressalvas dos vizinhos, os pesquisadores foram falar com a homônima da mãe de Alexis:

– Isso não é nada (refere-se sobre a própria doença)!  20 anos já se passaram, – exclamou a idosa, que nem sequer pensou para falar abertamente sobre o diminuto humanóide. E eu me lembro como se fosse ontem.  Tudo começou quando a Tamara veio me visitar e me disse que ela agora tinha um “bebê” chamado Alexis. Então eu pedi para ir até a casa dela e ver o tal bebê. Tamara a princípio não pretendia me levar lá. Ela disse: “Você vai me roubá-lo!”.

Mas, ainda assim, ela acabou aceitando. Subimos. E lá na cama foi que eu o vi. Ele tinha poucos centímetros, cerca de uns 30. O corpo era marrom.  Sem pêlos. Com olhos grandes e abaulados. Ela havia me falado dos olhos. Aparentemente, ele pediu comida. Eu olhei e a criatura olhou pra mim. Imediatamente eu disse a ela: “Entregue isso para a polícia!” E ela gritou: “Você tá maluca? Esse é o meu filho!”

 

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Tamara Naumov – a última testemunha sobrevivente que viu o Alexis vivo

 

-Eu tenho cem por cento de certeza, que aquilo não é e nem nunca foi uma criança! – Disse ela.

Bendlin conta que descobriu que a criatura já depois de morta de fome, e após tomar o ser do ladrão, levou o pequeno cadáver para ser examinado por uma legista em 1996, que realizou a primeira e última inspeção no corpo Alexis. Lubov Romanova tem 30 anos de trabalhos forenses. Ela é uma especialista líder em seu campo. Então o seu parecer científico vale muito.

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A legista que teria examinado Alexis

Me espantei quando me trouxeram este minúsculo homenzinho.  Estou cem por cento certo de que não é uma criança. Após o acidente da fabrica, nasceram muitas crianças com malformação, mas este não era o caso.  Acredite em mim, eu sei como que eles se parecem. Este definitivamente não foi o caso. E o cheiro do corpo é incomum. Exala um odor inexplicável. Algo inorgânico. No entanto, ficou claro que seja o que for aquilo, se trata de restos de uma criatura viva. A cabeça, o crânio, as grandes órbitas oculares, a inexistência de pavilhão auricular, sem ossos parietal ou temporal. A ossatura indicava que a criatura tinha apenas quatro anos e apresentava uma crista óssea coroando o crânio. Nos ombros e no peito a pele era ressecada. Não encontrei nem genitais e nem ânus!

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– Você já fez uma autópsia naquela criatura?

– Eu, é claro, fiz um exame preliminar e histológico. Mas não temos o direito de fazer a necropsia sem um pedido policial. E sem essa exigência não temos o direito de realizar qualquer pesquisa.

Sabe-se graças às pesquisas desse estranho caso, que o alien foi levado então para a casa de um homem e guardado num freezer. Mas então ele teve a brilhante ideia de anunciar nos jornais que estava de posse de um alienígena.

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Assim que o jornal saiu, apareceu um carrão preto na porta dele. Eram as pessoas do tal grupo de estudos de coisas misteriosas. Eles levaram a criatura para “estudos” prometendo devolver. Mas o telefone que deram nunca funcionou. E eles nunca retornaram o corpo ou as análises.

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A seta mostra o local onde Alexis foi encontrado

O fato é que tudo indica que o suposto alien foi levado por pessoas dessa seita que diziam querer investigar sua origem. Agora os investigadores ainda estão tentando localizar o paradeiro da criatura mumificada. Recentemente, parece que tiveram sucesso em localizá-la.

Há um documentario em russo sobre o caso, mas que pode ser traduzido automaticamente (de modo sofrível) pelo google:

Um ultimo detalhe do caso chama a atenção. A cidade em que ocorreu é uma com mais quantidades de avistamentos e relatos bizarros de criaturas misteriosas em toda a Russia. Outro fato interessante é a incrível semelhança com outra criatura, o pequeno humanóide descoberto no chile que você pode ler mais sobre neste post aqui. Ou apenas clique na imagem:

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fonte fonte

 

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2 comentários em “20 anos do Humanóide Alexis”

    • Tb achei estranho um poço num cemiterio, mas fui fiel ao que disse a fonte. Pode ser que a mulher tenha ido pegar água e achou a criatura, e a história do cemitério pode ser produto da loucura dela.

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