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O dia em que o cara com a faca na mão me olhou nos olhos e me pediu propina. Não dei.

Foi no dia em que o Brasil perdeu para a Alemanha de 7 a 1, nas finais da Copa de 2014.

Eu tinha aproveitado aquela manhã para ir fazer compras no mercadão aqui de Niterói, chamado Guanabara. O tal do Guanabara (já falei dele antes aqui num post sobre a merda que é fazer compras) é um mercado que foca em preço baixo. Você não vê Tv sendo vendida no Guanabara, nem celular. Mas em compensação a fila da carne é quilométrica.

Ao me deparar com a fila, percebi que talvez não fosse uma boa ideia ir naquele mercado na véspera de uma semifinal da copa do mundo, onde se bobear, até vegetariano quer comprar picanha pro churrasco.

Após amargar horas e horas de fila, fui atendido por um sujeito super gentil. Pedi a carne e ele com uma boa vontade que me surpreendeu. Ficou limpando, tirando nervos em tal concentração que passei a admirar aquela atividade que era quase artística. A habilidade do cara com o facão impressionava.

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