Sinais no interior do Brasil?

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Quem não lembra do filme Sinais que passou recentemente na Tv Globo (suspeito, né?) vai lembrar quando der uma olhada nessa notícia:

Um fato curioso foi registrado em um canavial em Riolândia, região de Votuporanga. Em área próxima ao rio Grande a cana foi amassada e formou um desenho estranho na plantação.

A imagem no canavial é inusitada. Em meio aos nove hectares da plantação, um círculo foi desenhado com a cana que ficou achatada no solo, em uma área de cerca de sessenta metros de diâmetro.

Nenhum pé foi arrancado, e ao redor todos continuam firmes, sem pender. Para o ufólogo Jorge Neri, os sinais mostram que algo muito estranho aconteceu no local.

Segundo o pesquisador esta seria a primeira prova de que os objetos voadores não identificados também podem ter começado a visitar propriedades de plantação no Brasil.

A equipe do Tem Notícias também convidou especialistas em fenômenos climáticos e no setor alcooleiro, para avaliar as imagens.

Para o professor de geografia Fernando Antunes, esta descartada a possibilidade de ação do vento e de descargas elétricas.

Já o engenheiro agrônomo Carlos Alberto de Luca, diz que uma máquina agrícola não deixaria a marca no canavial tão forte.

O Tem Notícias entrou em contato com a base do Cindácta de Tanabi, para obter informações sobre possíveis registros de movimentação no espaço aéreo da região noroeste do estado. Eles nos informaram que esse tipo de controle é feito pelo Cindácta de São Paulo.

De acordo com funcionários da capital, só estava disponível no sistema, dados sobre aeroportos e heliportos e não sobre áreas específicas do estado de São Paulo. A equipe ainda tentou falar com o Cindácta de Brasília mas não conseguiu um retorno.

Entre neste link para ver a matéria da Globo que registrou o caso.

Tem muita gente achando que foi um disco voador que desceu e causou as marcas. Podemos perceber isso na matéria do jornal Bom dia, de S.José do Rio Preto, que conta mais detalhes do caso:

Chovia na noite de sábado em Riolândia. O clima mais frio e a tranqüilidade interiorana levaram mais cedo para a cama o empresário Maurício Pereira da Silva, 39 anos, e a mulher, Márcia Ribeiro Santos, 30, que administram e moram na pousada Piapara.

O cenário anunciado era de uma noite tranqüila de sono. Mas não foi.

Às 3h da madrugada, a sede tirou Maurício da cama. Na cozinha, com o copo de água nas mãos, ele foi surpreendido pelo barulho da cana sendo quebrada. O ruído aumentava e parecia vir em sua direção. Parou. Ao olhar pela janela, ele se deparou com o que diz ser a coisa mais impressionante que viu na vida.

“Era uma coisa muito grande, gigantesca. Eu podia ver pela altura da janela. Estava parada em cima do canavial. Era oval, e não tinha muita luz”, conta.

Isso foi o que pôde ser percebido nos 30 segundos, que duraram a coragem de seu Maurício para encarar a “coisa”. “Larguei o copo na pia e corri para dentro de casa. Me tranquei no quarto e fiquei lá quieto”, diz.

Maurício voltou à cozinha uma hora depois, às 4h e a tal “coisa” havia sumido.

Na manhã de domingo, as provas de que não foi um sonho estavam lá. Três círculos. Um maior, de 60 metros de diâmetro e atrás, cerca de dez metros, outros dois de 8 metros de diâmetro. “Posso viver cem anos e nunca vou ver uma coisa dessa”, diz.

Possibilidades são descartadas
Com as clareiras abertas no canavial, um novo mistério. A palha da cana não está quebrada, não foi queimada nem pisoteada. Os pés de cana estão como se tivessem sido dobrados, uniformemente, para um só lado. Não tocam o solo. “Parece que foram penteados”, diz.

O fato é considerado estranho por especialistas e todas as possibilidades naturais ou humanas foram descartadas.

O geólogo Fernando Antunes diz que a ação do vento ou descargas elétricas não deixariam o local com estas características. “O vento, para causar este estrago, teria arrancado pés e a chuva não poderia se concentrar em três pontos separados.”

Já o engenheiro agrônomo Carlos de Luca, afirma que máquinas agrícolas usadas nas plantações não deixariam marcas fortes no canavial, que na verdade não possui marcas. Os pés de cana estão dobrados, sem estarem esmagados no solo.

Marcas como as de ‘Sinais‘
As marcas deixadas no canavial de Riolândia, segundo o ufólogo e pesquisador do Inap (Instituto de Astronomia e Pesquisa Espacial), Jorge Nery, são semelhantes às do filme “Sinais”, dirigido por M. Night Shyamalan. No filme protagonizado por Mel Gibson, a fé de um pastor é testada quando aparecem em sua fazenda misteriosos e gigantescos círculos, que surgem inesperadamente sem que haja o menor vestígio.

Para o ufólogo Jorge Nery, todos os vestígios deixados em Riolândia indicam a presença de objetos voadores não-identificados. “Todas as características são de um registro de ufo, nave comandada por seres não terrestres.”

Ele diz ainda que foram catalogados cerca de cem registros entre Valentin Gentil e Votuporanga. “O último foi dia 31, também perto de Riolândia”. O Inap fará sobrevôo para catalogar as marcas e fazer estudos.

Possibilidades são descartadas
Com as clareiras abertas no canavial, um novo mistério. A palha da cana não está quebrada, não foi queimada nem pisoteada. Os pés de cana estão como se tivessem sido dobrados, uniformemente, para um só lado. Não tocam o solo. “Parece que foram penteados”, diz.

O fato é considerado estranho por especialistas e todas as possibilidades naturais ou humanas foram descartadas.

O geólogo Fernando Antunes diz que a ação do vento ou descargas elétricas não deixariam o local com estas características. “O vento, para causar este estrago, teria arrancado pés e a chuva não poderia se concentrar em três pontos separados.”

Já o engenheiro agrônomo Carlos de Luca, afirma que máquinas agrícolas usadas nas plantações não deixariam marcas fortes no canavial, que na verdade não possui marcas. Os pés de cana estão dobrados, sem estarem esmagados no solo.

Segundo afirmou o meu amigo e leitor do Mundo Gump Kentaro Mori: “a única testemunha de que a cana amassada teria algo a ver com OVNIs é o proprietário da pousada próxima do canavial, Maurício Pereira da Silva, que em outro momento também é citado comentando como “agora, aqui parece ponto turístico, todo mundo quer ver o local onde o óvni pousou”. Uma olhada no vídeo acima também sugere como o “círculo” parece quase completamente disforme, e desemboca em uma trilha.”

Hehehe, Suspeito demais mesmo. Maurício Pereira da Silva já está sendo chamado de “Mel Gibson brasileiro”.

O caso está sendo polêmico por sua similaridade com um fenômeno chamado popularmente de “círculos ingleses”, que são misteriosos círculos de formas e padrões curiosos que vem surgindo em plantações da Europa há vários anos. Embora muitos aleguem que os círculos das plantações são obras humanas, muitas pessoas que investigam o fenômeno duvidam disso. Eles argumentam que círculos simples (fenômenos registrados desde a idade média, onde se atribuía a demônios zombeteiros a sua origem) são relativamente fáceis de fazer, mas recentemente, novos tipos de complexidade matemática surgiram, gerando padrões absurdamente sofisticados que – segundo os investigadores – não poderiam ser feitos por seres humanos.

Os investigadores dos crop circles, como são chamadas as marcas nas plantações, afirmam que a maciça maioria dos círculos surge da noite para o dia, sem que seja registrado barulho ou rastros conduzindo até o mesmo. Alguns crop circles estranhos envolvem desenhos geométricos bastante precisos.

Há inclusive um crop circle muito doido que surgiu com a imagem do que parece ser o retrato de um Et.

Sinais no interior do Brasil?

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