O nano-radio

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Desde a era do rádio que o aparelho vem encolhendo cada vez mais. O primeiro rádio construído era enorme. Veja por exemplo, este enorme radio valvulado, dos tempos em que o Rum Creosotado anunciavam no bonde. (possivelmente, seu avô sabe do que eu estou falando)

Com o passar do tempo, o aparelho receptor das ondas de rádio, que popularmente conhecemos apenas como “radio”, veio se aperfeiçoando, e dessa forma, foi reduzindo de tamanho gradualmente. O que no início era apenas um grande – e caro – móvel falante, foi ganhando contornos mais modernos e tornou-se uma peça do dia-a-dia de milhões de pessoas no mundo.

Este esquema mostra o avanço na miniaturização do radio ao longo dos anos.

Pois a novidade é que um grupo de pesquisadores da Universidade de Berkley conseguiram fazer o menor radio do mudo. Ele tem nanômetros de tamanho e basicamente consiste de uma única vareta de carbono puro, que funciona como antena, demodulador, amplificador e sintonizador. Sinistro o treco.

Aqui vemos o nano-radio tocar a abertura de Star Wars, do John Willhams

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=wbttXYSEn0c[/youtube]

É inacreditável que apenas uma vareta de cabono dez mil vezes menor que um fio de cabelo, consiga captar uma radio. Mas é isso aí mesmo… Totalmente Gump!

O nanotubo mede um micron e tem 10 nanômetros de espessura.

Quando uma onda de rádio em uma freqüência específica afeta o nanotubo, ele começa a vibrar vigorosamente. Um campo elétrico aplicado ao nanotubo força elétrons a ser emitidos a partir de sua extremidade. Esta corrente elétrica pode ser utilizada para a detecção das vibrações mecânicas do nanotubo, e, assim, ouvir as ondas de rádio.

O segredo da construção do menor radio do mundo é que eles não seguiram o paradigma padrão e inovaram completamente na conceituação do aparelho. Isso permitiu a construção de um radio funcional, recebendo os sinais através da alta freqüência de vibração mecânica do nanotubo, ao contrário dos sistemas de recepção elétrica tradicionais. O radio de nanotubo não tem peças soltas e é extremamente pequeno, só podendo ser visto em microscópio. Ele permitirá o avanço tecnológico de grandes proporções em áreas que operam aplicações radio-controladas, pois será possível inserir componentes controlados via rádio no sistema circulatório humano, ou simplesmente reduzir dramáticamente os preços dos sistemas wireless, tornando-os ainda mais eficientes e mudando o mundo dos celulares, computadores, etiquetas RFid, e equipamentos tecnológicos como conhecemos hoje para algo bem mais incrível, invisível e potente.

Fonte

Via Neatorama

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3 respostas

  1. :omg: Pois é, o Radiophone, ou Radiola, foi ficando tão compacto que virou… rádio… agora já dá para dar asas à nossa imaginação quanto à termos microchips de rádios implantados em nossos cérebros!

  2. Veja bem, ilustre passageiro, o tipo faceiro ao seu lado. Acredite, quase morreu de bronquite, salvou-a Rum Creosotado.

    (é alguma coisa assim, vi no meu livro de português a uns… 3 anos, mas era TÃO bonitinho que gravei na mente… xD)

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