O misterioso caso de Alan Lee, o homem que lembrava de suas últimas 16 encarnações, inclusive fora da Terra!

Seria possível uma pessoa se lembrar de suas 16 últimas encarnações e ainda por cima uma delas ser como um extraterreno?

Este é o misterioso caso das muitas vidas de Alan Lee

Esse caso aqui é Gump, já aviso logo!

Nossa história começa com o Dr. Frederick Lenz, o famoso especialista americano em budismo e reencarnação, que publicou um caso bastante estranho em seu livro mais famoso “Lifetimes: True Accounts of Reincarnation”. No livro, Dr. Lenz descreve muitos casos de reencarnação, e conta sobre o misterioso caso de um homem chamado Alan Lee, que podia recordar em detalhes 16 encarnações passadas. O relatório investigativo de Frederick Lenz já causou sensação na comunidade adepta à ideia da possibilidade da reencarnação.

Alan Lee

Quando falamos da experiência de vida de Alan Lee Alan Lee, iniciamos dizendo que ao ser estudado, ele tinha 38 anos na época. Ele nasceu em uma casa rica na Filadélfia. Quando era criança, gostava de usar um manto e uma coroa em sua casa e fazer o papel de um faraó egípcio. Ele não gostava de estudar e abandonou a escola na 10ª série.

Depois disso, ele trabalhou, se envolveu em negócios e ficou bastante rico. Mas apesar dos bens materiais, Alan não estava feliz e se sentia “estranho”.

Um perturbado e confuso Alan Lee decidiu ser hipnotizado pelo Dr. Irving Mordes, um conhecido psiquiatra de Baltimore, Maryland.

Um adendo curioso é que investigando para este post eu descobri que o Dr. Irving escreveu um livro detalhando esse caso. No livro, Irvig chama Alan Lee com outro nome, ele o chama de Alvin Leary. Isso me leva a questonar qual dos dois é realmente a pessoa que lembra das vidas passadas nesse post. Pode ser inclusive nenhum. O livro do Dr Irving é este. 

Sob a indagação do Dr. Modes, Lee, em estado de sonambulismo, ele então relembrou em detalhes eventos de nada menos que 16 vidas! Até aqui nada de espetacular, eu sei, mas ele não apenas podia contar a história, mas também escrever em detalhes línguas específicas para cada vida, incluindo a escrita egípcia antiga, a escrita romana antiga, a escrita italiana e assim por diante.

Mas isso ainda não é o mais bizarro. Isso vem agora: Ele podia até prever o futuro em estado de hipnose.

Eu sei que isso soa completamente contra a lógica. Mas o fato é que Alan Lee e previu o nome de um novo remédio para o câncer.

Algumas identidades de vidas passadas foram verificadas dentre as 16 reencarnações descritas por Alan Lee, muitas delas eram apenas pessoas comuns, com vidas ordinárias como a sua e a minha. Essas, – já explicando o que um famoso meme da internet acusa (todo mundo foi importante numa vida passada), raramente são aprofundadas nas investigações de vidas passadas, porque não há registros nos livros de história de um zé ninguém que viveu num lugar distante, sem afetar em nada o mundo. Por isso é difícil verificar casos assim, que é claro, são os mais comuns das hipnoses regressivas. Mesmo assim, em alguns desses casos, segundo o livro, os registros genealógicos foram confirmados.

Alan Lee, o Faraó

Alan Lee lembrou que ele havia sido o faraó Kallikrates do Antigo Egito em sua vida e teria governado o antigo Egito de 341 a 344 aC.

Durante a situação de hipnose, Alan Lee falava fluentemente a antiga língua egípcia e escrevia “hieróglifos” egípcios antigos.

Embora estivesse hipnotizado, ele falava com uma atitude muito arrogante e com a dignidade de um imperador. Estudiosos de “Egiptologia” da Maria State University e da Catholic University foram convidados a estudar os hieróglifos escritos por Alan Lee e confirmaram que eram de fato escritas egípcias antigas.

Depois de ouvir a fita da sessão de hipnose, eles também confirmaram que a língua que Alan Lee falava era o egípcio antigo. Após a verificação, havia de fato um faraó no antigo Egito que havia sido imperador por apenas três anos e seu nome estava correto. O interessante nesse caso, é que este faraó não é uma figura histórica famosa, sendo um pouuco obscuro para qualquer um que não seja amplamente versado na egiptologia.

Como Alan Lee soube da história desse faraó? Além disso, ele deixou a escola no ensino médio e não estudou muito.

Como Alan Lee aprendeu caracteres e idiomas egípcios antigos?

Até o momento isso segue sem uma explicação e tudo isso e parece surreal.

Alan Lee, o soldado

Durante a hipnose, Alan Lee disse que, ele foi Jamie Brewster, um soldado sulista durante a Guerra Civil Americana, nascido na Geórgia em 1847 e morto na guerra em 1863, aos 16 anos. Este incidente foi confirmado por especialistas com base na história da Guerra Civil e na lista de oficiais e soldados. O que intrigou os especialistas foi que Brewster era apenas um soldado comum, não uma celebridade, e não havia nenhuma reportagem na mídia sobre a vida desse soldado, e foi inclusive difícil de investigar.

Alan Lee também conhecia bem as experiências de vida de Brewster.

Alan Lee, o Índio

Alan Lee lembrou que ele era um índio nativo americano chamado Sequoya em outra vida. Embora não haja a menor chance de confirmar isso, durante a hipnose ele descreveu em detalhes as montanhas onde os nativos viviam. Os especialistas verificam que sua descrição foi consistente com os conhecimentos históricos.

Alan Lee, o Judeu

Certa vez, Alan Lee disse que por toda a vida ele foi um escravo judeu hebreu chamado Yosepheus. Ele viveu no tempo de Jesus, há dois mil anos. Inclusive, ele testemunhou a perseguição e morte de Jesus sendo julgado e pregado na cruz.

Alan Lee, o ET

Uma vez, Alan nasceu como um alienígena chamado “Nolan”. Sim, um alienígena!  Numa das 16 reencarnações de Alan Lee, é surpreendente que ele também tenha sido um alienígena. Ele disse que, durante toda a vida, foi uma forma de vida de Netuno, no sistema solar. Originalmente era “energia espiritual” e veio à terra para viver na carne. Naquela época, os seres humanos na Terra ainda não existiam. Ele disse que mais tarde morreu em uma explosão nuclear. O nome de sua pessoa no espaço sideral era “Noran”. Durante a hipnose Alan conversa com a língua alien.

Ele falava fluentemente uma língua estranha e aguda em um transe como o sono e quando acordou, ele escreveu um grande pedaço de texto “Netuno”, que parecia com símbolos de taquigrafia. Quando Alan Lee relembrou esta vida, muitos dos conhecimentos mencionados eram inéditos para os especialistas, e eles ficaram surpresos.

Alan Lee, a Estrela de Hollywood

Rodolfo Valentino

Após faraó, Et, Judeu e até índio, chegou a vez de lembrar da encarnação como uma estrela de cinema, famosa nos tempos modernos curiosamente.  Alan Lee mencionou que ele era uma estrela de cinema, muito famosa nos tempos modernos em uma vida e também forneceu muitas evidências verificáveis. De acordo com suas lembranças, a vida anterior antes de sua vida foi Rodolfo  Valentino (1895-1926). Valentino foi uma das estrelas mais populares da década de 1920 e um dos atores mais conhecidos da era do cinema mudo. Embora os filmes que ele estrelou não sejam muito famosos atualmente, Valentino é um dos atores mais conhecidos da época. O pai de Valentino era italiano e sua mãe francesa.

Na hipnose, Alan Lee contou muitos segredos da vida privada de Valentino e muitas curiosidades internas de filmagens. Ele até escreveu uma carta em italiano como uma carta de Valentino para sua mãe. Dessa vez, foi muito fácil para os especialistas verificarem a autenticidade da reencarnação de Alan Lee. Afinal, Valentino é um ator famoso nos tempos modernos. Existem dados e evidências. Os especialistas convidaram especialmente os veteranos de Hollywood para questionar alegações de Alan Lee. Foi chocante que os veteranos fizessem algumas perguntas que só Valentino e as pessoas presentes na época sabiam, e Alan Lee poderia dar uma a uma, as respostas certas inclusive fornecendo mais detalhes do que se esperava.

O fotógrafo que costumava fazer o filme de marca registrada de Valentino, “O Sheik”, perguntou a Alan Lee:

“Durante o primeiro dia de filmagem, quantas pessoas dirigiram juntas para o local para começar a filmar? Que acidente aconteceu?”

Alan Lee respondeu:

“Eu (Valentino) dirigi com 3 de vocês, um total de 4 pessoas. O carro sofreu um acidente no caminho e a roda dianteira direita caiu e rolou para o lado da estrada.

A resposta está de acordo com os fatos do ano! Alan Lee também citou os nomes e o até o papo das três pessoas do mesmo grupo no carro, todos consistentes.

Das quatro pessoas na época, apenas o fotógrafo ainda está vivo e os outros três já estavam mortos há muito tempo. O fotógrafo nunca contou a estranhos sobre esses assuntos triviais. Portanto, a resposta de Alan Lee o surpreendeu extremamente, para dizer o mínimo.

Um especialista em caligrafia foi então chamado para verificar Alan Lee assinar o nome de Valentino e, em seguida, verificou a assinatura oficial de Valentino em um documento durante sua morte e ficou surpreso ao descobrir que as duas assinaturas eram realmente uma combinação perfeita! Essa verificação foi particularmente interessante, na medida que é virtualmente impossível falsificar uma assinatura famosa que possui diversas evidências comparativas, ainda mais na frente de um perito.

O que é mais chocante é que a caligrafia pode ser imitada de forma tão vívida. Depois de verificar as duas assinaturas, o especialista em caligrafia disse que a caligrafia de Alan Lee e a de Rudolfo Valentino são exatamente iguais, e não se trata de uma imitação. Mas algo ainda mais bizarro iria ocorrer, algo inédito na história:

A mesma impressão digital

As impressões digitais, em termos de senso comum, médico e contemporâneo, são únicas para cada pessoa e permanecerão as mesmas por toda a vida. As impressões digitais de duas pessoas não são iguais no mundo. Até hoje jamais encontraram duas pessoas com a mesma impressão digital e é por isso que muitas fechaduras biométricas usam as digitais. É também por isso que as impressões digitais se tornaram uma das evidências importantes nas investigações criminais.

O incrível é que, após a verificação de especialistas, as impressões digitais de Alan Lee eram exatamente as mesmas de Valentino, falecido em 1926.

Certificação de um psiquiatra

O psiquiatra que hipnotizou Alan Lee, o  Dr. Modes, disse que estudou Alan Lee por 5 anos e acreditava que ele não havia cometido nenhuma fraude neste processo. “O que este homem disse sob hipnose é incrível! Não consigo explicar do que se trata.”, disse o Dr. Modes.

Um psiquiatra da Índia, Dr. H N Banerjee, estuda a reencarnação há mais de 25 anos. Depois de ler o relatório de Alan Lee, ele disse:

“A história da reencarnação de Alan Lee é o caso mais estranho. Não há explicação científica.”

Bom, eu não sei o que pensar sobre este caso, mas apesar de acreditar firmemente na hipótese da reencarnação, e inclusive ter conversado com um colega meu na faculdade, que também não acreditava até o dia que tratou de um paciente que teve uma regressão espontânea a uma outra vida numa sessão que era para resolver um problema crônico que ele tinha de estômago e tabagismo, esse caso aqui está “sensacional demais” para o meu parâmetro de credulidade, hehehehe.
E se o Dr Lenz inventou essa coisa toda? Eu acho isso perfeitamente possível.

“Ah mas ele era um Phd”. Mas quem disse que um doutorado é aval de idoneidade ética, meu chapa?

Pesquisando sobre o Dr. Lenz, eu vi que ele também gostava de um currículo bacanudo. Se liga só. Segundo a Wikipedia, o Dr. Lenz :

Dr. Lenz Meditando

Lenz disse que se lembrava de todas as suas reencarnações anteriores, incluindo sua vida como sumo sacerdote na Atlântida e como professor no antigo Egito, Índia, Japão e Tibete. 

Seus alunos escreveram que o testemunharam realizar milagres , ou poderes siddha, incluindo levitação , teletransporte , desaparecimento, transformando quartos em luz dourada derretida, projetando luz de suas mãos e se transformando em um velho asiático barbudo diante de seus olhos. Ele costumava levar seus alunos em viagens de campo para os desertos do sul da Califórnia e para a Disneylândia, onde vários desses eventos foram testemunhados. Lenz disse que o núcleo de seus ensinamentos estava contido em seus livros, Snowboarding to Nirvana e Surfing the Himalayas , este último foi um best-seller nacional.

Após suicidar supostamente em repudio aos ataques que sofria, (um protesto contra a forma como os professores espirituais são tratados na América) sua gigantesca fortuna de 23 milhões de dólares foi uma questão de disputa entre a National Audubon Society e seu espólio, que foi resolvido por uma doação à National Audubon Society

Então, temos aqui um cara que diz ter sido o  sumo sacerdote na Atlântida e como professor no antigo Egito, Índia, Japão e Tibete e ficou multimilionário escrevendo livros sobre esses assuntos  para pessoas ávidas por acreditar em alguma coisa e que atesta que um cara lembrava de 16 reencarnações e que tem a mesma impressão digital de uma delas.  O grau de confiabilidade disso, eu considero questionável, mas deixo a seu critério a avaliação.

Seja como for, se de fato Alan Lee não for só um personagem inventado para enriquecer o nosso querido ex-sumo sacerdote de Atlântida, é algo impressionante. De tudo, o que me pega mais na mentira é esse lance do cara fazer previsão do futuro.

O lance do faraó é confuso pra mim. A data que ele dá situa o reinado desse faraó na trigésima dinastia. Kallicartes não aparece nessa lista de faraós. E tem faraó para caramba. No entanto, olha que curioso, esse nome aparece em “A filha da sabedoria”, um livro ficcional escrito em 1923 que se passa no Egito. Aqui.  isso me leva a questionar se o maluco não pegou desse livro – que ele nem se deu o trabalho de ler para saber que Kallicartes não era o faraó no livro, mas um mercenário grego que trabalhava para o faraó.

Apesar de tudo, o fato do Dr.Irving ter feito um livro justamente sobre este caso me leva a pensar que Lenz não inventou tudo, ou pelo menos tudo sozinho.

O problema da reencarnação

O problema que eu vejo com o conceito de reencarnação, está justamente no fato de que ele é quase sempre embalado num bololô de religiosidade que não apenas confunde, mas complexifica o assunto.  No meu ponto de vista, o mais sensato seria supor que a reencarnação não exista, mas eu confrontei essa ideia com o caso com meu colega de faculdade que citei acima, de modo que aceitando que o caso foi real confirmado por mais dois amigos que estavam se formando e já faziam uma especialização em hipnoterapia, eu passei a encarar esse fenômeno como tendo nada, zero, rosca a ver com a religiosidade. As religiões veem a coisa da reencarnação sob seu próprio viés conforme seus próprios interesses desde sempre.

O catolicismo moderno ou o islamismo não a permitem a ideia da reencarnação e consideram essa crença uma “heresia”o que eu acho estúpido pelo menos para o Catolicismo, já que os primeiros cristãos e o próprio Jesus acreditavam na reencarnação, mas o assunto foi expulso do cânone pela igreja, pois dificultava o controle das massas ou o sustento financeiro da igreja. Além disso, o medo do inferno era muito melhor para o clero vender seus serviços, “salvando almas” de ir para o inferno, bem como ajudava a igreja em condenar o suicídio para escapar da opressão ou da servidão, – o que era útil para as classes dominantes que possuíam escravos e servos.

Mas a maioria das religiões orientais acredita na reencarnação, eles usam o conceito de ‘karma’ para justificar o sistema de castas ou hierarquia social e opressão das classes mais baixas. O materialismo e o ateísmo negam qualquer coisa espiritual – não apenas a reencarnação, mas a existência da alma, Deus, espíritos, vida após a morte. Todas essas são crenças diferentes que se contradizem.

Como cada religião fala o que mais lhe interessa, eu posso apenas chutar que todas elas talvez estejam erradas, e tratam da reencarnação como tratam da cosmogênese, tentando explicar algo que está dado e precisa de uma condição lógica por parte delas. Daí a ser a verdade, já são outros 500.

Torando as religiões da equação, sobra uma análise que poderia ver do que sobrou, a ciência. Mas aqui enfrentamos outro problema técnico. A ciência não pode provar ou refutar a reencarnação, a ciência lida com coisas mensuráveis ​​e visíveis, pelo menos visíveis com dispositivos científicos como microscópios ou colisores de partículas, e a reencarnação ou qualquer outro processo espiritual não pode ser medido ou visto.

Tal condição acarreta no assunto reencarnação acabar limitado como uma questão de crença – pelo menos por enquanto, até que a ciência seja capaz de descobrir e registrar de forma cabal a viabilidade ou não do assunto.

Sobram filosofias, como o espiritismo (também na fronteira com religião) e elocubrações hipotéticas como nas memórias de vidas passadas diretamente do DNA.

Se o assunto se tornando bastante subjetivo, ele  definitivamente não está de acordo com o ‘padrão de ouro’ da pesquisa científica duplo-cega.

Daí, sobra um campo que está em sintonia similar ao que vem ocorrendo com a Ufologia. O assunto vai se limitando numa pesquisa clínica, construída com eventos anedóticos, baseada em casos, que viabilizem apanhados investigativos de correlação e investigação posterior para eventual tentativa de confirmação, como nos muitos estudos empíricos de crianças que se lembram de vidas passadas de Ian Stevenson.

Ian Stevenson fez uma tentativa de provar, e definitivo que a reencarnação existe. Ele investigou milhares de casos de crianças muito pequenas que se lembravam de vidas anteriores. Em centenas deles, ele descobriu que a vida que eles lembravam era de fato de uma pessoa real e os detalhes que as crianças lembravam eram precisos. Não havia como as crianças saberem sobre essas pessoas.

Mesmo no Caso de Stevenson, apesar de reconhecer o mérito, no meu ponto de vista ele apenas “fez o circuito” de onde não se desprende o avanço. Ninguém consegue explicar esse mecanismo nem como ele opera de maneira desvinculada de uma abordagem religiosa. O circuito nos diz: Olha, temos o fenômeno aqui. Mas o que é, como se dá, por que se dá e quais os mecanismos envolvidos no contexto de uma consciência transcender a morte e reocupar um novo corpo num fluxo temporal que parece não estar preso a uma linearidade tempo-espacial, não se explica e muito pouco se teoriza fora dos ambientes sussurrantes das escolas iniciáticas, que também resvalam numa possível religiosidade.

Também é importante o trabalho de Michael Newton, um psicoterapeuta, que usou a regressão hipnótica em seu trabalho terapêutico. Depois de ouvir milhares de pacientes que relembravam a vida entre vidas, ele escreveu um livro “Journey of Souls” descrevendo os elementos comuns relatados por seus pacientes, num circuito também de realizar apanhados estatísticos como se dá na Ufologia, com o fenômeno Ovni.

Enfim, é tudo muito curioso, instigante e interessante, e espero que talvez um dia chegue o momento de conhecermos a verdade que reside por trás desse assunto.

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Philipe Kling David
Philipe Kling Davidhttps://www.philipekling.com
Artista, escritor, formado em Psicologia e interessado em assuntos estranhos e curiosos.

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