O carpete vivo

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Carpete é aquele troço que todo mundo conhece. Peludinho, quente e -quando velho – máquina de causar alergia.
Mas ao que parece o carpete evoluiu!
Dá uma olhada nesta sensacional idéia: Um japonês chamado Makoto Azuma em parceria com a empresa Unitika Inc.inventou um carpete que é feito de plantas. Vivas.


O troço na verdade é até simples. Trata-se de um tipo de substrato industrializado que permite que plantas, como o musgo cresçam nele. Como resultado, o substrato pode ser cortado e colocado em diversos lugares para valorizar e naturalizar os ambientes. O resultado é impressionante e muito bonito.

Além disso, o substrato é feito com uma fibra gerada com ácido polilático natural, o que faz com que em dez anos este material tenha se tornado solo fértil.

Parece plastico quando você aplica e logo depois ele é biodegradado, gerando um ambiente altamente nutritivo para o musgo crescer. Como resultado de impacto, há apenas a liberação de água e CO2. Como o CO2 é aproveitado pela planta no processo de fotossíntese, na pratica ele produz apenas água.

O material revolucionário além de decorar, permitirá soluções de recuperação ambiental, evitando que grandes áreas se solo acabem ressecando devido ao sol.

Certamente este carpete não é feito para pessoas andarem em cima.

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5 respostas

  1. Mas onde que vai líquen no texto?

    A correção deveria ser a de não afirmar que o substrato após dez anos tornar-se-á um solo fértil. Na verdade continuará sendo um substrato. Pelo conceito de solo existe na necessidade de sua formação cinco fatores que são o material de origem mineral (uma rocha matriz), clima, organismos, relevo e tempo. Especialistas em solos estimam que são necessários 10000 anos para a formação de 1 cm de solo desenvolvido de granito.

  2. Rodrigo, o texto cita líquens no quarto parágrafo: O troço na verdade é até simples. Trata-se de um tipo de substrato industrializado que permite que as plantas, como o musgo e líquens cresçam nele.

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