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Para algumas pessoas isso pode ser até um pesadelo.

Greg Gage e Tim Marzullo , engenheiros da Universidade de Michigan, passaram anos enviando baratas e-mail. Agora, eles enviam uma dúzia por cerca de 54 reais, junto com um kit para operá-las e  transformá-las em seres meio inseto, meio robôs. Seus objetivos são ensinar as crianças a controlar as mentes de insetos.

RoboRoach_iPod

Gage e Marzullo fundaram a empresa Backyard Brains por sua experiência com os jovens interessados ?na neurociência. Quando estudantes universitários , eles sonhavam em ensinar as crianças sobre os processos da atividade cerebral, mas os materiais didáticos ainda eram muito caros para seus projetos.

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Foi quando eles inventaram um microchip para ouvir e ver a atividade neuronal em invertebrados, geralmente grilos e baratas.

Nos últimos três anos, a dupla trabalhou no produto que estão começando a vender. O  RoboRoach, (acho que a melhor tradução seria RobArata) apresentado como o primeiro ciborgue disponível   para qualquer um que queira “aprender a microestimulação neural e eletrônica.” Eles afirmam já ter vendido cerca de 300 “robaratas”.

 

 

 

O pacote consiste de um microchip com três eletrodos que podem controlar os movimentos das baratas a partir de um aplicativo de celular.

RoboRoach-WhatsInTheBox

hahaha fodaço! O mecanismo foi concebido como uma mochila  que incorpora o inseto. O processo não é muito simples, como um carrinho de controle remoto, e fazer funcionar é parte do aprendizado. O controlador da barata precisa conectar fios no equipamento afim de calibrar sua sensibilidade. Isso se dá  quando a barata tocar numa parede ou encontrar um buraco. A frequência dos estímulos é semelhante ao que é utilizado hoje para tratar a doença de Parkinson.

O aplicativo permite controlar completamente a barata por varios minutos, até o inseto se adaptar e parar de responder aos comandos. Após cerca de 20 minutos de descanso , o inseto se esquece dos comandos externos e retoma sua autonomia. Após uma semana de controle sobre ela, a barata aprende a não obedecer mais ao controle externo e é “aposentada”. Assim, após a missão , recomenda-se colocá-la na gaiola e ” deixá-la passar o resto de seus dias (que pode ser de até dois anos ) e se reproduzir ali, gerando mais baratas para você enquanto come alface “.

Acusações de  crueldade 

A maior organização de proteção animal nos Estados Unidos ( PETA ), em Michigan,  já denunciou a empresa por violar as regras sobre a crueldade contra os animais e incentivar a prática da medicina veterinária , sem uma licença. ” As baratas são seres vivos, capazes de sofrer, não objetos inanimados para as crianças brincarem “, diz o advogado da PETA , Jeffrey Kerr .

Os engenheiros dizem que as baratas não sofrem, e explicam que elas são anestesiadas no pré-operatório antes de inseri-las em água com gelo, (isso faz com que elas “desliguem”) permitindo as intervenções que podem ser feitas pelos pais ou professores. Em seu site também afirmam que enviam o mais rápido possível para evitar que as baratas sofram.  A dupla conseguiu um aporte do Kickstarter , o famoso site de crowdfunding  onde eles levantaram mais de  € 9.000 por mês.

RoboRoach-ConnectionLights

A empresa diz que a “Robarata” não é um brinquedo cruel , mas uma maneira de educar os jovens interessados em neurociência. O nome mais preciso , dizem, seria ” o estudo sobre o efeito da frequência e duração do pulso para ativar os circuitos do sensor na locomoção da barata e sua adaptação subseqüente”.  Mas , de acordo com os engenheiros, essa descrição poderia assustar os novatos :

“Queremos trazer neurociência para pessoas que não estão na faculdade e a partir daí, escolhemos um nome inteligível e provocante”. – Eles dizem.

Este post foi uma dica do meu irmão André

fonte fonte

A nova onda: Barata teleguiada

Comments

comments

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73 ideias sobre “A nova onda: Barata teleguiada

  • 12 de novembro de 2013 em 14:18
    Permalink

    Gostei do post, bem interessante a ideia, estamos cada vez proximos de fazer isso com humanos.

    Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 14:41
    Permalink

    Já fazem isso há tempos em humanos. Sem circuitos e sem controle remoto…rs

    Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 14:43
    Permalink

    Brinquedo cruel para os jovens americanos exercitarem seu sadismo.

    Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 14:46
    Permalink

    Rapaz…mas que coisa UAUEHAUEAHEUHU. Não sei se isso é certo ou errado, mas…algo me faz pensar que não é. Sabe…pode não ser “uma vida”, mas é algo que existe e faz tudo o que precisa sem depender de nós, então não sei se é justo eu chegar e interferir em um ser assim. Se isso levar a alguma evolução científica em relação à doenças ou coisas do tipo, eu tiro um pouco da minha desconfiança, mas ainda sim, acho que não é correto.

    Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 10:42
      Permalink

      Os estudos mais avançados em controle externo da musculatura dos seres estão sendo levados à cabo no Brasil. A compreensão de como poderemos no futuro implantar chips no cérebro das pessoas com paralisia que façam com que elas recuperem os movimentos, bypassando partes lesionadas da medula são a grande esperança de milhares de pessoas vítimas de acidentes. Efetivamente, controlar uma barata é um passo muito distante do que se almeja, mas temos que ver que isso, quando usado como um recurso educacional pode inspirar pessoas a seguir esta área, e o menino que controla a barata hoje poderá ser o cientista que fará o paralítico andar amanhã.
      No fim das contas, como a barata não é assassinada no processo, não vejo grandes problemas.

      Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 13:47
        Permalink

        “O sábio aponta para a Lua; os tolos, enxergam apenas o dedo”. Muitos comentários se prenderam na situação da “coitada da barata”, sem levar em conta potenciais usos da tecnologia. Deve ser o tal “efeito beagle” que andam comentando por aí…

        Resposta
        • 14 de novembro de 2013 em 7:17
          Permalink

          John Doe: Mestre por que apontas para a lua?
          Mestre: Seu tolo, apenas mostrei o dedo.

          Uma coisa é a realidade, outra coisa é a nossa interpretação da realidade.

          Resposta
      • 14 de novembro de 2013 em 10:45
        Permalink

        Olá, Philipe. Vou responder o seu comentário porque eu acho que ele sintetiza as opiniões contrárias à minha de forma polida e educada…sem imaginar que eu tenha na minha cabeça algum “efeito”.

        Eu concordo com você, meninos (crianças) precisam receber estímulos e também sei muito bem que temos excelentes profissionais no Brasil e um deles já concorreu ao Nobel ou já foi nomeado, não lembro…é o Miguel Nicolelis que, inclusive, planeja fazer uma pessoa andar, dar o primeiro chute numa bola da Copa de 2014(e espero com todas as forças que esse moço consiga isso, sempre torci por ele).

        Agora, vejamos…é só essa a forma de dar um estímulo a crianças? É somente dessa forma que eu posso chegar e fazer o cérebro de alguém se apaixonar por alguma coisa a ponto de um dia ele ser um grande pesquisador e mudar a vida de milhões de pessoas? Eu teimo em achar que não, amigo…sei muito bem que talvez eu tenha preceitos religiosos e até de mim mesmo que culminem em eu não achar legal uma ideia como essa -apesar de, de novo, eu dizer:

        “Se isso levar a alguma evolução científica em relação à doenças ou coisas do tipo, eu tiro um pouco da minha desconfiança, mas ainda sim, acho que não é correto.”

        Assim, uma ideia como essa em mãos erradas (ou MUITO inteligentes), pode dar errado. Eu vejo isso como um passo pra que sejam feitas coisas parecidas em “coisas maiores”, como gatos, cachorros…seres humanos. Isso tem uma parte animadora, excepcional e muito importante, mas também tem o lado ruim que eu acho que não é preciso eu dizer qual é, afinal de contas isso é um “controle”. Eu posso estar exagerando, mas eu peço que como você, os outros entendam minha opinião e a vejam como algo necessário à evolução da ciência: um questionamento.

        Ademais, sei também da importância de experimentos em outros seres que não os humanos, isso salva vidas e contribui para a nossa própria evolução e saúde.

        Resposta
        • 14 de novembro de 2013 em 12:49
          Permalink

          Concordo com você, Guilherme.
          Esse não é o único estimulo para criar novos pesquisares. E ademais, não entendo a lógica de alguns que acreditam que o torturador de hoje será necessariamente o pesquisador de amanhã…
          O robarata estimula mais o sadismo do que o interesse cientifico.
          Caminhamos para uma sociedade (ainda mais) insensível.
          E que direito temos de abusar de outras formas de vida em nome do nosso conforto ou curiosidade “cientifica”?
          Não somos superiores… apenas somos mais poderosos.

          Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 14:49
    Permalink

    Brinquedo cruel para os jovens americanos exercitarem seu sadismo.
    Se viesse da China todos diriam que é nojento!
    Mas como é americano, todos pagam pau.

    Resposta
    • 12 de novembro de 2013 em 23:37
      Permalink

      na China após acostumar com o troço e perder o uso, a barata também ainda teria uso, e não seria pra reprodução em cativeiro … XD

      Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 15:39
    Permalink

    Juro! Nunca tive dó de barata, até porque crescemos treinados a odiá-las e executa-las chega a fazer parte do instinto humano. Somos programados a repudiar ratos, cobras e insetos de todas as espécies, mas confesso que tive pena ao vê-la sendo guiada por um chip, sendo controlada como um brinquedo. Na minha imensa ignorância posso arrumar mil desculpas para justificar quando as mato.. Mas controla-las por mera diversão chega a ser sarcasmo e o desrespeito a vida, seja ela qual for.

    Resposta
    • 12 de novembro de 2013 em 23:38
      Permalink

      baratas, ratos … trazem doença ? morram, antes eles que eu …

      Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 9:48
        Permalink

        Creio que no caso, essa barata é aquela barata de laboratório,limpinha. Não é nem mesmo a barata doméstica, conhecida por nós aqui como a “voadora”

        Resposta
        • 13 de novembro de 2013 em 10:37
          Permalink

          Sempre fui curioso a respeito de como iniciaram a “criação” dos animais de laboratório. Pode até ser que os atuais, depois de gerações de nascimento sob controle de qualidade, são “limpinhos”. Mas, para começar a coisa, tiveram que usar o que tinham: os “sujinhos”, mesmo… será que foram “desinfetando” as gerações seguintes, a cada nascimento???? Rsssss… fico imaginando alguém “dando banho” em gerações de ratinhos, só para chegar aos “mais limpos”…

          Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 10:39
      Permalink

      Kadu, você ajuda a combater o mosquito transmissor da dengue? Ele é um “ser vivo” também… ou não?

      Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 19:18
    Permalink

    Sério que já tem moralista aqui? Já pensaram em assistir o vídeo pra ver a verdadeira intenção dos criadores disso?

    Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 19:23
    Permalink

    Eu curti demais. Faria também com aqueles malditos grilos verdes gigantes que entram voando pela janela igual camicaze!

    Resposta
    • 16 de novembro de 2013 em 10:31
      Permalink

      Sério? em que aldeia vc mora?

      Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 19:53
    Permalink

    Admito que senti uma ligeira pena, mas fiquei com vontade de ter esse negócio…Sei lá, não me importo nenhum pouco com a vida de baratas(óbvio que sei sua importância para o ecossistema, só quero dizer que elas não têm sentimentos), só não queria encostar nelas pra instalar o negócio, hehe.

    Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 20:48
    Permalink

    Não me sentiria bem com isso não. Começa com inseto, daqui a pouco tem gênio fazendo isso com gente.

    Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 9:59
      Permalink

      O professor Nicolelis sonha em fazer isso com gente, principalmente os tetraplégicos, para voltarem a andar.

      Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 10:29
      Permalink

      Já fazem, Aline…. e são conhecidos como “católicos”, “evangélicos”, “neopentecostais” e por ai vai…. só usam um “instrumento’ bem mais em conta e abundante: chama-se fé!

      Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 10:46
        Permalink

        Doe, fale-me mais sobre esse problema com religião e porque você sempre coloca isso no meio de tudo. É trauma de infância?

        Resposta
        • 13 de novembro de 2013 em 11:23
          Permalink

          Em primeiro lugar, não é problema com a “religião”… é problema com aqueles que a usam para levar vantagem e ganhar dinheiro. Em um certo livrinho está escrito que não se deve usar o nome de Deus em vão… mas, para ganhar dinheiro pode? Então, eu chamaria de “revolta pessoal” mesmo, em vez de “trauma de infância”.
          O trauma, com uma boa análise, seria possível resolver. Já a revolta, essa só aumenta, ao ver o que esses – e essas (bispa Sônia e seu perfume de Jesus que o diga) – canalhas levando vantagem em cima dos menos esclarecidos (que por sua vez nada fazem para mudar essa condição).
          Ademais, o grande número – e diversidade – de “seitas”, “religiões”, “credos” e afins só me levam à conclusão de que nenhuma delas diz a verdade; ou sequer a conhece!
          Acredito que a verdade a todos convence. Creio em um Deus criador de tudo o que existe, embora isso possa soar absurdo. Mas é a minha crença. Só que não me preocupo em dar “nomes” ou “rótulos” para Deus. Acredito que ele colocou esse universo em funcionamento e só. Está observando para ver o resultado do trabalho.
          Então, colega, essa é a revolta desse que vos escreve… revolta com o “ser humano” (muitos nem o são) e sua infinita ganância, que só poerde em tamnho para a sua ignorância.
          Espero ter conseguido me fazer entender!

          Resposta
          • 13 de novembro de 2013 em 11:25
            Permalink

            Em tempo: e não fui eu quem colocou a religião na conversa. Apenas embarquei no comentário de outra pessoa, por concordar com o que ela disse.

          • 13 de novembro de 2013 em 13:13
            Permalink

            Hahah e eu igual doido aqui tentando entender o que a religião estava fazendo neste post da barata. (eu não vejo os comentarios como vocês. pra mim eles aparecem numa lista, sem contexto)

          • 13 de novembro de 2013 em 13:42
            Permalink

            Eu não estou falando isso por ficar zangada, até porque eu também não gosto de quem explora a boa fé alheia, mas é que eu acho que quando você fala em religião vira fio desencapado. Só isso. Falando melhor da barata, eu entendo o conceito e vi que o Philipe falou no uso disso para fazer pessoas voltarem a andar, o que seria legal, mas em vez de pensar num cyborg que haja de acordo com a sua mente eu pensei logo num maluco usando isso para fazer um exército de cyborgs do mal. Deve ser história em quadrinhos de mais que eu li…

          • 13 de novembro de 2013 em 13:50
            Permalink

            Não seria nada impossível na verdade. Me parece que na II Guerra os aliados estudaram o uso de golfinhos treinados para nadar levando explosivos que seriam usados no lugar de torpedos para afundar navios inimigos.

          • 13 de novembro de 2013 em 14:49
            Permalink

            Philipe, não conhece a história dos morcegos-bomba?

          • 13 de novembro de 2013 em 14:50
            Permalink

            MOrcegos bomba não conheço, contaí

  • 12 de novembro de 2013 em 21:31
    Permalink

    O nome da versão humana disso chama-se bíblia.

    Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 10:23
        Permalink

        E bem mais barata… sem trocadilhos,tá!

        Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 22:58
    Permalink

    gostei muito. quero um robozinho desse.

    Resposta
  • 12 de novembro de 2013 em 23:00
    Permalink

    gostei muito,quero um desse pra eu treinar.

    Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 10:21
    Permalink

    “Greg Gage e Tim Marzullo , engenheiros da Universidade de Michigan”!!! Prêmio Ig-Nobel para esse dois “ingenheiros” (sic). Vá ter falta do que fazer lá na casa do “carvalho”.
    Porquê não empregaram a grana gasta na “pesquisa e desenvilvimento(?!?!?) do projeto numa maneira de livrar nossas casas dessas pestes que causam tanto incômodo e problema.
    E para os colegas ai de cima que ficaram com “pena da vida e dos seres vivos” (e também os advogados da PETA), é bom lembrar que bactérias e vírus TAMBÉM são “seres vivos”. Em consideração à eles, vamos parar de tomar medicamentos e combater doenças??? Espero que não!
    Fico imaginando quando é que algumas pessoas “bem intencionadas” vão entender que a vida depende da morte; para algo viver, algo precisa morrer, para manter o ciclo da vida (novas encarnações à parte, pois é tema de outro post).

    Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 10:39
    Permalink

    Colocaram a publicidade e propaganda em um chip? Rsrsrsrs…

    Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 10:42
    Permalink

    se isso fosse nos cachorrinhos beagle, esse laboratorio teria sido invadido e haveria milhoes de pessoas criticando no facebook

    Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 12:26
    Permalink

    Eu acho um “brinquedo” como esse muito cruel e completamente desnecessário. Porém vejo muita gente defendendo aqui a história e o objetivo que estão por trás do projeto, está parecendo um caso claro que “Os fins justificam os meios” ?

    Agora o off topic:

    Pela madrugada viu! Hoje em dia os ateus estão tão chatos como os crentes!

    Fé é escolha pessoal, se a pessoa se sente bem utilizar de sua fé para aceitar ser subjugada ou ficar bitolada, problema dela!

    Antes as pessoas eram apenas ateus e pronto, hoje grande parte além de ateu é proselitista, se utilizando da maior ferramenta que a “terrível religião” tem para converter as pessoas a causa deles.

    Sejam livres e deixem as outras pessoas serem também, não importa se elas escolhem ser crentes, teistas, ateus ou evolucionistas.

    Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 13:28
      Permalink

      Corretíssimo, Adriano. Mas tem muitos que afirmam: “sou ateu, graças a Deus”. Ah, e eu não conheço ateu que declara acreditar em Deus.
      Assim como os motivos das pessoas que criaram essa “frankbarata” são questionáveis, os motivos dos “pregadores” também o são.
      Então, não se trata de debate religioso, mas realmente de se comentar as atitudes das pessoas. A religião apenas entrou no contexto, “en passant”, como se diz no xadrez. Nada de querer criticar, ou mudar, a crença de ninguém.
      Realmente, cada um na sua e seja feliz. Esse é o objetivo.

      Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 13:44
      Permalink

      Como diz um amigo meu: peraí, você quer que eu deixe de acreditar em Deus para acreditar em VOCÊ? =D

      Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 19:09
        Permalink

        Claro que não, Aline. Acredite em quem; e no que você quiser! Mesmo porque se fosse minha intenção substituir sua crença, eu precisaria te oferecer outra no lugar. É exatamente isso que essas pessoas que me deixam revoltado fazem: troque sua fé pela que ofereço.

        Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 13:01
    Permalink

    Philipe, voce sabe fácil os valores da faixa de frequencia que estimula a antena da barata e os do Parkinson ?

    Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 13:23
        Permalink

        Se for possível “controlar” pelo celular, deve ser algo como “wi-fi” ou o “bluetooth”…

        Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 13:33
    Permalink

    Se você for ver só como brinquedo punk, vá lá….Mas cara,se cê for pensar no direito das baratas….Mas tava até pensando em comprar um kit, com as baratas, é claro…!

    Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 13:51
    Permalink

    Aline, pode deixar: vou passar fita isolante no fio desencapado. Afora o inconformismo, esse tipo de assunto realmente satura. Mas é difícil controlar. Vamos melhorando…

    Resposta
    • 13 de novembro de 2013 em 16:32
      Permalink

      Não foi uma crítica, Doe. Só queria entender a revolta e você explicou.

      Resposta
      • 13 de novembro de 2013 em 19:11
        Permalink

        Se consegui me fazer entender, valeu. Essa era a intenção. Vamos deixar esse assunto para lá. Ah, a propósito, não costumo discutir sobre futebol ou bom gosto… também são duas coisas complicadas.

        Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 14:09
    Permalink

    Um grande interesse financeiro disfarçado de “algo bom”.

    Resposta
  • 13 de novembro de 2013 em 20:43
    Permalink

    eu acho que a maior controladora de homens na terra em todos os tempos nao eh a religião,é uma coisa que o John Doe não conhece.Quem controla os homens desde o princípio é uma bela e suculenta Chavasca……sim…mulheres e suas champolas fedengosas do mel frutado como diria ze graça….kkkkkk…ponto final…foda-se
    não vamos ser hipócritas….

    Resposta
    • 14 de novembro de 2013 em 7:41
      Permalink

      Conheço, Rodolfo, conheço! Só não vejo a necessidade de fazer propaganda de minhas preferências, prefiro colocar em prática com a outra parte.
      Ademais, se você olhar à sua volta, muitas mulheres não estão mais usando as “perseguidas” para “controlar” nada. Elas usam o cérebro, pois parece que o delas é melhor do que o de muitos homens por ai. E esses são “controlados” facilmente, seja por elas, seja por outros homens que não pensam com a “cabeça de baixo”.

      Resposta
    • 14 de novembro de 2013 em 12:03
      Permalink

      Receba meu like irmão! Esse instrumento de controle da mente é top e funciona desde que o mundo é mundo!

      Resposta
      • 14 de novembro de 2013 em 12:12
        Permalink

        Thiago, me responda então porquê, se as mulheres possuem o “controle remoto” dos homens entre as pernas, desde que o mundo é mundo, ainda não somos uma sociedade matriarcal? Uma, em que as mulheres dominam? Sabemos que só recentemente – e em alguns lugares ainda não – as mulheres conquistaram direitos básicos como voto, participação política, gerenciamento de grandes empresas e corporações e por aí vai.
        Se fosse negociar pelo “controle” a coisa teria sido bem mais fácil para elas, desde o princípio. Bastaria “fechar as pernas” que conseguiriam o que quisessem.
        E falo isso sem falso moralismo, ou feminismo. Falo porque admiro muito as mulheres… afinal, devemos nossas vidas à elas! Carregar alguém nove meses e ainda depois ter que cuidar por alguns anos é coisa de heroína.

        Resposta
        • 18 de novembro de 2013 em 7:20
          Permalink

          John, o mundo só existe como é hoje por causa das mulheres. Porque trabalhamos? pra ganhar dinheiro para fazer coisas, possuir coisas em prol de quem? mulheres! Homens se jogam de prédios e outros escalam montanhas para agradar mulheres! Tudo que nossa sociedade alcançou tecnologicamente visa o ganho de poder para conquistar mulheres. Tudo gira em torno delas, e porque queremos elas? Pura e instintivamente para reprodução, ou seja, sexo! Astutas, aprenderam rápido isso.
          E se você acha que eles controlam “fechando as pernas”, saiba que o método contrario funciona de forma mais eficaz.
          Em tempo, amo essas criaturas e não tenho nada contra elas, mas o Rodolfo nos atentou para algo real.

          Resposta
  • 14 de novembro de 2013 em 4:10
    Permalink

    Eu achando que fui cruel amarrando linha na Cigarra e deixando voar.

    Resposta
    • 14 de novembro de 2013 em 10:17
      Permalink

      Na minha rua a galera fazia com libélulas e linha de costura. Elas iam altão!

      Resposta
  • 14 de novembro de 2013 em 12:00
    Permalink

    Fuck, uma barata cyborg. A barata esta para mim como a kriptonita para o Superman. Meus inimigos não podem saber desse invento ou será meu fim!

    Resposta
  • 14 de novembro de 2013 em 16:44
    Permalink

    eu curto muito helimodelos…tenho uma meia dúzia,atualmente voo com o align t rex 550 e confesso que fiz isso hoje com uma libélula e me diverti bastante,sim…tenho 28 anos e fui experimentar a brincadeira sugerida por voces…uhasuasuh….achei da hora…aqui em casa eu costumo triturá-las….elas não entendem que não é para chegar perto de um helimodelo que o giro das pas chega a 300 km/h…voo todo dia quando chego do serviço,e hoje fiz meu primeiro voo com o bixinho amarrado…até filmei,pensei em postar no you tube mas acho crueldade dar uma idéia dessas….uhsahuas

    Resposta
  • 14 de novembro de 2013 em 16:46
    Permalink

    e o John doe não entendeu a moral do “controle” champolar…pq tu sempre “antropofatiza” tudo? uhashuashuas…inventei esa porra dessa palavra,pq bah…não tem como eu descrever vc..rsrsrsrsrs

    Resposta
    • 14 de novembro de 2013 em 18:26
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      Rodolfo, o que consegui entender é que você gosta de “zoar” as pessoas, e; por ora, eu sou a “bola da vez”. Sem problemas. Só que quem zoa tem que aceitar ser zoado, também. Faz parte do jogo. E eu gosto de jogos.
      No mais, no meu jeito “antropofático” de ser, acredito que toda conversa é válida desde que as partes envolvidas possam aprender alguma coisa. Falar por falar, até papagaio fala, mas nem por isso diz alguma coisa que se aproveite. Então, se a discussão (debate) não for produtiva, prefiro deixar de lado. Mas sou daqueles que “dá um boi para não entrar numa briga, mas dá uma boiada para não sair dela, sem lutar”. Ditado nosso, do interior paulista, e mineiro, também.

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  • 16 de novembro de 2013 em 6:53
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    nao perguntei nada…uhashasu

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  • 16 de novembro de 2013 em 18:56
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    mimimimimi…tu eh chato vei…na moral

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  • 16 de novembro de 2013 em 18:57
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    tu faz palestra por qualquer coisa…relaxa

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  • 17 de novembro de 2013 em 0:41
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    Interessante imagino como será essa tecnologia aplicada em seres humanos daqui algumas décadas!!!!

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    • 18 de novembro de 2013 em 8:56
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      Existe uma arma não letal que vem sendo desenvolvida nas ultimas decadas para debelar multidões. É um campo eletrico foda que é disparado de um veículo com um tipo de antena direcional. Ele opera alterando o sistema vestibular das pessoas. Cai todo mundo no chão. O aparelho não emite som, não causa nenhum mal, mas é IMPOSSÌVEL ficar em pé quando ligam ele. Ele gera uma labirintite temporária. Não é exatamente o controle dos membros, mas é também uma forma de controle da coordenação motora.

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