Nasa prepara astronautas para contato com aliens

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Várias pessoas me mandaram o link desta materia. Veja aí.

A matéria diz que a NASA está preparando os astronautas para um potencial contato com seres inteligentes do espaço. O fato causou grandes especulações em diversas áreas e de diversas ordens. Não há nada errado na NASA resolver preparar seus astronautas para um contato com seres inteligentes do espaço. Na verdade, tudo leva a crer que ela faz isso desde os tempos do Von Braun.

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De fato, a NASA se resguardou com relação a questão “inteligencia extraterrestre” desde os tempos bem antigos. Há inclusive um documento oficial da companhia que deixa BEM CLARO que todos os envolvidos num potencial contato deverão manter sigilo e todas as informações relacionadas deverão ser controladas pela Agência.
A questão do sigilo é quase tão antiga quanto a própria NASA.

Devido à necessidade de uma política de exploração espacial, que mantivesse os Estados Unidos sempre à frente da ameaça soviética, foi criada, em 1958, a National Aeronautics and Space Administration (NASA). Para sua criação foram encomendados determinados estudos técnicos à algumas instituições americanas. Estes estudos serviram de base para as diretrizes de funcionamento da Agência Espacial Americana. Um destes estudos, chamado Brookings Report, de 1958, abordou a possibilidade da descoberta de vida extraterrestre.
Em um trecho, intitulado, Implicações em Caso de Descoberta de Vida Extraterrestre, consta que

“… os artefatos deixados num determinado ponto no tempo, por formas de vida pertencentes ou não ao Sistema Solar, poderão ser descobertos através de nossas atividades espaciais na Lua, em Marte e Vênus…”.

Você pode ler esta seção do relatório aqui

O documento recomenda que todos os fatos devem ser mantidos no mais absoluto segredo para evitar possíveis problemas de ordem “política e social”. Baseado nestas recomendações a NASA iniciou seu programa espacial sabendo que poderia encontrar vida em outros planetas e que deveria manter essas descobertas em sigilo.

Este é apenas um lado da história. Mas existe um segundo lado, um pouco mais conspiracionista, que sustenta que essa repentina mudança na direção da companhia (Membros da Nasa recentemente foram taxativos que poderemos encontrar uma civilização inteligente na nossa galáxia nos próximos 20 anos) com relação ao assunto está se dando muito mais por uma pressão desconhecida do contribuinte americano do que pelo bom mocismo da Agência Espacial. Há muitos investigadores da questão ufologica que sustentam que há em curso um “aumento da pressão” externa (entenda externa literalmente) onde estaremos em breve num ponto sem volta em que todas as máscaras e mentiras deslavadas com relação a atividade alienígena neste planeta cairão.

Paul Hyeller
Paul Hellyer

Não podemos deixar de lembrar das palavras cristalinas do ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, que afirmou com todas as letras que varios governos, incluindo o Canadense e os EUA (ambos membros importantes da OTAN) mantém contato com mais de uma civilização de outro planeta.

Uma coisa é o porteiro do seu prédio dizer que acredita em Ets. Outra é o ministro da defesa do país afirmar que isso acontece explicitamente, e há décadas!  De acordo com as declarações do ex-ministro Paul Hellyer, (que atuou no governo nos anos 1960), os seres extraterrestres visitam a Terra há muitos anos e poderiam ter contribuído conosco no que diz respeito à tecnologia. No entanto, eles teriam desistido quando viram a bomba atômica e decidiram que nós éramos uma ameaça para o cosmos.

Outro que surgiu colocando a boca no mundo foi o astronauta e escritor Edgar Mitchell. “Sabemos que os UFOs são reais. São naves que vêm de fora e os governos sabem disso”, declarou Mitchell, numa entrevista ao repórter Eliot Kleinberg, do Palm Beach Post, de Miami.
Esta e outras recentes entrevistas do autor confirmam aquilo que já se sabia: vários astronautas norte-americanos não querem mais atender às determinações da NASA para se calarem diante do que sabem sobre discos voadores e seres extraterrestres. Segundo Mitchell, um numero expressivo de astronautas já tendo operado nas mais variadas missões espaciais, tanto orbitais terrestres como de vôo à Lua, fizeram observações de UFOs – e alguns tiveram contatos até mais próximos com o fenômeno. O mesmo aconteceu com os cosmonautas russos, que começaram a revelar o que sabem há bem mais tempo que seus colegas norte-americanos.

MItchell, o sexto humano a andar na Lua
MItchell, o sexto humano a andar na Lua

Com relação ao acobertamento, ele é enfático:

Nós estamos sendo enganados e a verdade está sendo encoberta. Mas isso mudará rapidamente. Há 50 anos essa política de sigilo aos UFOs tinha uma razão militar e estratégica. Agora, não. Tal jogo governamental é pantanoso, sujo e burocrático. Isso tem que ser acabado e será. Os ufólogos não se calam e têm a seu favor o fato de que o Fenômeno UFO está em constante evolução, inquieto, aumentando a cada dia. Não se pode mais tapar o Sol com a peneira. No entanto, a revelação da verdade deve ser gradativa, senão sacudirá e abalará nossos alicerces.

 

Funcionários da NASA abrem o bico

Ken Johnston, foi diretor da Seção de Conservação de Fotos do Laboratório da NASA. Hoje ele é uma “pedra no sapato” da instituição, porque sacudiu a comunidade científica ao declarar abertamente que muitas fotos da missão Apolo haviam sido alteradas antes de sua publicação, e que muitas outras foram destruídas.

Mas por que?

Segundo Johnston, porque em muitas delas era possível observar claramente certos monólitos e outras construções na LUA. Construção que NÃO ERAM HUMANAS! Tudo que parecia artificial foi apagado das fotografias de forma desajeitada, com uma lâmina e um aerógrafo.

Poderia só ser o caso de algum ex-empregado “surtando do pino”, se as alegações de Ken Johnston não estivessem acompanhadas das declarações ainda mais bombásticas de outro empregado da NASA que assumiu que adulterava dados, dessa vez, em VIDEO!

Alan Davis
Alan Davis

A base coordenada pelo engenheiro Alan Davis, situada nas ilhas de Antigua, era responsável por retransmitir o sinal proveniente da Apolo 11 para a base de Houston, nos EUA.  A existência de um atraso de 10 segundos na retransmissão, permitia à Davis cortar o sinal ante qualquer eventualidade, antes que esta chegasse à tela da TV de milhões de pessoas ao redor do mundo. Em poucas palavras, absolutamente tudo o que a NASA quis omitir durante a viagem da Apolo 11, não chegou aos olhos dos telespectadores.

Os segundos de atraso com a base de Houston foram efetivamente aproveitados quando Davis decidiu censurar a transmissão do sinal depois que aquelas instalações em ruína apareceram na tela de seu monitor. Desta forma, a verdadeira finalidade da missão Apolo 11 iria ficar oculta da opinião pública durante quase quatro décadas.

No entanto, aquela informação valiosa acabou saindo das mãos de muitos dos maiores personagens envolvidos no encobrimento. Em particular, o próprio Alan Davis, que depois de sua aposentadoria decidiu passar os últimos dias de sua vida na Espanha, acabou se convertendo em uma das peças chave para revelar o segredo espacial.

“Poderia ser uma civilização que vivia na Lua” narrava Davis, muitos anos depois do 20 de julho de 1969. “Havia ruínas que não podiam ser simplesmente uma rocha em cima da outra; havia lacunas que podiam ser janelas ou portas. Havia vários tipos de portais. Uns começando ao nível de um metro de altura, os quais podiam ser janelas, e outros mais largos ao nível da terra e podiam ser portas”. fonte

A pressão chega ao Senado

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Mike Gravel, é um ex-senador do estado do Alaska, nos EUA, o qual em 2008 concorreu à indicação do Partido Democrata para a candidatura à Presidência dos EUA. Ele diz que a Casa Branca tem ajudado a acobertar a verdade sobre a “influência extraterrestre que está investigando o nosso planeta“.

Segundo o ex senador, o problema “Vai direto para a Casa Branca, e é claro, uma vez que a Casa Branca toma uma posição, ‘bem, não há nada ocorrendo’, a ordem desce a cadeia de comando e ninguém desmente“, disse Gravel em uma entrevista para a Yahoo News.

É interessante como ao longo do tempo, tantos países admitiram o fenômeno oficialmente, enquanto nos Estados Unidos, a famosa “terra da liberdade” muitas vezes os documentos que indicam estudo e investigações oficiais do fenômeno precisa ser retirado a fórceps via medidas judiciais contra o governo.
Um bom exemplo veio curiosamente do governo da Russia. Em 05-02-1997, o governo russo declarou na Academia Bandeira Vermelha da Defesa Anti-Aérea que: “Os O.V.N.I.’s existem e tem havido uma ingerência na vida Civil e Militar por parte desses visitantes”. Foram libertadas imagens por parte do Governo até então consideradas secretas que mostram OVNI’s dentro e fora da atmosfera.
Em paralelo a tudo isso, o Governo da China parece ter bastante interesse no assunto.

Eles já estão na Terra!
Eles já estão na Terra!

“Os extraterrestres vivem em nosso meio!” – é o que afirma Sun Shili, militar reformado e ex-ministro de Relações Exteriores que agora é presidente da Sociedade de Pesquisa Ufológica em Pequim, também conclui que alienígenas já não são uma questão externa à Terra e que eles estão presentes em nosso meio.
A China tem um número recorde de organizações científicas e comunidades ufológicas, muitas até mesmo já tentam estabelecer algum tipo de contato e suas ações são protegidas pela Sociedade Nacional de Estudos Extraterrestres, fundada há 25 anos e financiada pelo governo chinês.

De acordo com o altamente credenciado Dr.Shituan Shen, cientista de foguetes, presidente da Universidade Aeroespacial de Pequim e diretor honorário da China UFO Research Association, também apoiada pelo governo e com mais de 50.000 membros, cada relato vale a pena investigar. “Alguns destes avistamentos são reais, outros são falsos e muitos não são claros, mas todos esses fenômenos são dignos de pesquisa”, disse.

Observando a conjuntura internacional no que diz respeito a este assunto, que tangencia a segurança nacional de quase todos os países da Terra, podemos ver uma gradual abertura, em muitos casos a contra-gosto. O que estaria forçando essa mudança de paradigma?
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Talvez seja o aumento de casos onde fica difícil atribuir a causa a “gases do pântano” como se fazia no passado. recentemente, um ovni simplesmente echou o espaço aéreo na regiçao de Bremen , Alemanha, uma das áreas de maior atividade aérea na Europa. fonte
A situação ocorreu em pleno horário das 18:30 e de acordo com o porta-voz da polícia de Bremen, o ovni podia ser visto a 300 m de altura, e aparecia e sumia dos radares do aeroporto constantemente. Por conta disso, o tráfego aéreo teve até que ser interrompido na região. “Não sei exatamente o que estava ali, mas alguma coisa tinha”, confirmou. Já um porta-voz do tráfego aéreo diz que o ovni “tinha luzes normais, vermelhas e verdes, e luz de aproximação de ambos os lados”.

O morador Dominique Höber diz que o objeto voador passou pelo menos quatro vezes por sua casa, voando entre 100 e 200 metros. “Ele parecia com um avião. Tinha luzes, mas era muito mais barulhento”, diz. O ovni apareceu diversas vezes entre 16h30 e 21h30 (locais) e causou pelo menos um cancelamento de voo. Outro avião teve que ter a rota desviada.[wp_ad_camp_5]

Evidentemente, a afirmação de que “há um ultimato alienígena para que o segredo sobre eles seja revelado” pode não ter nenhuma base real e ser um produto da especulação dos que querem vender jornal. Entretanto, diante de afirmativas e da profusão de documentos já liberados seja por ter vencido o período de sigilo, seja por pressão da sociedade, via medidas judiciais, seria bastante coerente esperar um pouco para ver no que isso vai dar.

Seja como for, é interessante ver que a pressão para a declassificação de informações sigilosas ganhou um importante elemento: O alto custo de manter sigilo. O governo americano é uma maquina eficiente de gerar segredos. O volume de documentos sigilosos cresce numa taxa absurda a um ponto em que não pode mais produzir “inteligência” efetiva, pelo simples fato de não ser manobrável. Os Arquivos Nacionais dos EUA  estimam que só as agências de Inteligência, tipo a CIA,  produzem UM PETABYTE  (1000.000 de gigabyte) de informação confidencial  A CADA 18 MESES!!!!

E para isso seria necessário DOIS MILHÔES de funcionários públicos trabalhando um ano inteiro somente para analisar esses documentos para ver se podem ou não ser liberados ao público. Para verificar só o que as agências de espionagem dos EUA produzem num ano, seria preciso usar TODOS OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DOS ESTADOS UNIDOS num trabalho Full-time, incluindo o Obama. É por isso que em 2010, o National Declassification Center foi criado, afim de processar uma fila de décadas de “backlogs”. Após tr~es anos ininterruptos de trabalho, eles só conseguiram mexer em 16% das páginas. Eles conseguiram dar cabo de 57 milhões de documentos, mas anda falta uma pilha de 370 milhões de “backlogs”. Mas o esforço vale à pena, porque os custos são de 10 bilhões de dólares somente para manter os segredos. Enquanto para liberá-los custa U$ 50 milhões. fonte

É a festa da teoria da conspiração, meu amigo!

Por exemplo, num recente lote de documentos liberados, surgiu um papelada detalhando um projeto de disco voador do governo. Sim, é isso que vcê leu. O Governo dos EUA tentou oficialmente fazer pelo menos um disco voador. O projeto, de 1956 detalha o plano da Força Aérea dos Estados Unidos de construir uma aeronave em forma de disco que voasse através dos céus com a maior facilidade.
É difícil ver algo assim e não imaginar que esses caras tinham boas motivações para tal.
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A Força Aérea havia contraído o trabalho para uma empresa canadense, Avro Aircraft Limited, em Ontário, para construir esta nave em forma de disco. De acordo com o mesmo relatório, que foi projetado para ser uma descolagem e aterragem (VTOL) plano vertical projetado para alcançar uma velocidade máxima de Mach 4, com um teto de mais de 100.000 pés, e uma gama de mais de 1.000 milhas náuticas. (Especificações mais que ousadas até para os dias de hoje!)

Acompanhando os desenhos técnicos, uma parte do texto dizia: “Aspectos de desenvolvimento e produção são brevemente revisados” e um novo programa-quadro de âmbito mais abrangente do que o estudo agora concluído é apresentada (em consonância com a evolução prevista), juntamente com uma estimativa de custos de acompanhamento. Essa estimativa abrange um período de 18 a 24 meses, no valor total de 3,168 milhão dólares“. Isso em 1956 era uma montanha de dinheiro sem fim!
O fato é que devido muitos elementos, como política e questões de interesses financeiros (como um forte lobby da Boeing) o disco voador do governo não foi efetivamente fabricado (não que se saiba) mas logo que a Avro fechou, todos os especialistas dela foram trabalhar na NASA.

Mas como essas coisas são muito mais complexas do que parecem, é bastante plausível que todos este trabalho consistisse em algum tipo de manobra de contraespionagem. Algumas pessoas pensam que a única finalidade do disco voador da Avro é que o governo poderia usá-lo não só para calar a boca da imprensa que vinha relatando discos voadores no céu. E poderia servir também para enganar os espiões russos de quanto o Governo Americano sabia sobre aliens. Inclusive tenho amigos que são convencidos que toda essa coisa ao redor de naves, aliens e etc não passa de um teatro de contra-informação que entrou em ebulição durante a Guerra Fria.

 

Se as questões atuais da Nasa preparando astronautas para um contato com outras civilizações são parte desse potencial uso da  ideia de alienígenas, nunca poderemos dizer com certeza. Mas é um fato concreto e histórico, que muitas vezes o conceito de uma ameaça externa foi usada politicamente. As mais célebres dessas vezes se deram quando o presidente americano Ronald Reagan falou sobre isso diante do mundo e para o secretário geral da União Soviética Gorbachev.

 

Ronald Reagan e sua obsessão com invasores do espaço

Há quem sustente que o interesse aparente do ex-presidente Ronald Reagan na ideia de uma ameaça alienígena veio de um contato. Não só dele, mas de sua esposa também. Parece que antes de se tornar governador da Califórnia, Ron e Nancy tiveram um avistamento de OVNI em uma estrada perto de Hollywood, quando seguiam para um jantar, onde cometeram a gafe de serem os últimos convidados a chegar, já no meio do jantar, completamente perplexos. A experiência teria marcado Reagan profundamente.

O Presidente tornou público seus medos recorrentes sobre “uma ameaça alienígena” durante um discurso no dia 04 de dezembro de 1985, na Escola Superior Fallston em Maryland, onde ele falou sobre sua primeira cúpula com o Secretário Geral Gorbachev em Genebra. De acordo com uma transcrição da Casa Branca, Reagan disse que durante suas discussões privadas de longas 5 horas com Gorbachev, disse que o russo devia pensar “como seria fácil a tarefa deles dois nessas reuniões se, de repente, houvesse uma ameaça à Terra por algumas outras espécies vindas de outro planeta no universo”. Reagan sorriu e disse que “Nós esqueceríamos todas as pequenas diferenças locais que temos entre os nossos países no ato…”

“…E se essa ameaça externa JÁ estiver entre nós?” – Perguntou Ronald Reagan para uma assembleia da Onu Estupefata

Ninguém deu grande atenção para aquele detalhe, até que mais tarde, o próprio Gorbachev confirmou a conversa em Genebra, durante um importante discurso no dia 17 de fevereiro de 1987, no Grande Palácio do Kremlin, em Moscou, para o Comité Central do Partido Comunista da URSS. Ali ele deu a seguinte declaração:

“Na nossa reunião em Genebra, o presidente norte-americano disse que, se a Terra enfrentasse uma invasão de extraterrestre, os Estados Unidos e a União Soviética iriam se juntar para repelir tal invasão. Não vou disputar a hipótese, embora eu acho que ainda é cedo se preocupar com esse tipo de intrusão… ”

Algo curioso é que Gorbachev jamais fez pouco caso da hipótese, apenas disse que ainda era “muito cedo para se preocupar com isso”.

Se Gorbachev trouxe aquele tema para o Kremlin, Reagan voltou à carga novamente, incluindo a “ameaça alienígena”, não em um discurso interno, mas numa sessão completa da Assembleia Geral das Nações Unidas. No final do seu discurso à Quadragésima Segunda Sessão em 21 de setembro de 1987, o presidente disse que, “em nossa obsessão com antagonismos do momento, muitas vezes esquecemos o quanto une todos os membros da humanidade. Talvez precisamos de alguma, ameaça externa ao nosso mundo para nos fazer reconhecer esse vínculo comum.

“Eu acho que de vez em quando”, continuou Reagan, “quão rapidamente nossas diferenças mundiais desapareceriam se estivéssemos enfrentando uma ameaça alienígena de fora deste mundo? E ainda assim, eu pergunto: não haverá uma força alienígena JÁ entre nós?”

Não foi um presidente falando besteiras, bêbado, de improviso. Foi um discurso para a ONU, e esses discursos são cuidadosamente escritos e revisados. Reagan sabia do que estava falando e estava querendo colocar a ameaça na agenda mundial.

Ronald Reagan repetiu ao mundo muitas vezes sobre este problema da “ameaça alienígena”, a tal ponto, que virou piada. Quando o Presidente Reagan mencionou novamente, pela última vez seu medo, em 04 de maio, em Chicago, “sobre um poder de outro planeta”, a mídia rapidamente apelidou aquilo como “o discurso invasores do espaço”.
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