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Curiosidades

Mais um robozinho japonês

Escrito por Philipe Kling David · 30 segundos de leitura >

Quando eu era guri sempre desejei possuir um robozinho só pra mim. Um desejo gerado em parte pelo Tio george Lucas, e logo depois a Estrala lançou o Artur. caras, como eu desejei ter aquela parada. M com o R2D2. Eu queria o Artur mais que o autorama, que o ferrorama, que o gênius! Mais até que o Atari. Quando finalmente ganhei o Artur, ele estava saindo de moda, foi aí que vi que o Artur era uma puta propaganda enganosa. Os braços não mexiam. Ele não era inteligente. Ele era um carrinho de controle remoto com uma capa de plástico em cima e umas lâmpadas. Lembro como me senti enganado.
Felizmente as crianças de hoje e de amanhã – ao menos no Japão – poderão ter “Arturs” de verdade em casa.

Escrito por Philipe Kling David
Designer, blogueiro, escritor e escultor. Seu passatempo preferido é procurar coisas interessantes e curiosas para colocar neste espaço aqui. Tem uma grande atração por assuntos que envolvam mistérios, desconhecido e tecnologia. Gosta de conversar sobre qualquer coisa e sempre tem um caso bizarro e engraçado para contar. Saiba mais... Profile

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4 respostas para “Mais um robozinho japonês”

  1. Cara… Sou amaraddão em robótica! Também sonho em tem robozinhos. Se eu tivesse bufunfa, comprava todos. Saiu uma matéria na Veja sobre a Coréia do Sul. Os caras criaram um projeto que pretende introduzir robôs em todos as casas durante os próximos anos.

    A idéia genial dos caras, que deixa os robôs bem mais acessíveis, é deixar os processadores dos robôs na internet. Eles produzem só a parte mecânica. Como mais de 70% dos lares tem banda larga, eles ficam ligados permanentemente na net, baixando histórias pra crianças, músicas etc., com o software sempre atualizado.

    []´s

  2. Cacete, eu tava bêbado quando escrevi este comentário. “Amaraddão” … “sonho em tem” etc.

  3. Tudo bem, a gente entende, hehehe.
    Eu tb li o artigo da Veja. Essa idéia de flexibilizar o cérebro do robô usando a grande rede é genial, porque amplia muito as possibilidades. Dá uma boa margem também para histórias de ficção científica, já que com o cérebro robótico ligado na rede, ele poderia ser invadido por algum hacker psicopata e transformar-se numa máquina de matar…

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