Lolita Fashion Muçulmana

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Lolita fashion: Tá aí algo que eu não sabia.

Vem surgindo uma moda em alguns países árabes que é inspirada na moda urbana apelidada de “lolita” do Japão. As moças se vestem como se fossem umas bonecas. Pelo menos é o que parece. Aliás, o japão tem umas modas urbanas muito loucas. Já fiz até um post sobre isso nos primórdios deste blog.

O estilo lolita fashion me parece uma versão modernizada dos trajes vitorianos. As roupas são cuidadosamente planejadas e elaboradas. Certamente isso deve deixar as meninas muçulmanas bem animadas. Dá uma olhada:

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O estilo Lolita Fashion

Segundo a Wikipedia, o estilo Lolita teve suas primeiras manifestações ao fim da década de 70 e começo da década de 80. Inspiradas em parte na cultura ‘kawaii’ (fofa ou adorável) japonesa e na nostalgia de outros tempos – sejam períodos históricos (vitoriano ou Rococó) ou simplesmente da própria infância – as lolitas se dividem em vários sub-estilos.

A intenção é parecer infantil, elegante ou modesta, evitando uma imagem adulta, sexualizada (independente do sub-estilo) ou vulgar. Saias rodadas no comprimento do joelho, em forma de sino e suportadas por anáguas,renda de boa qualidade (geralmente algodão), decote alto, cabelos cacheados e/ou acompanhados a uma franja reta e tecidos pouco brilhantes são comuns a todos os estilos.

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Os Sub-estilos Lolita

Como quase tudo no Japão, há variações dentro da variação. Assim, os estilos mais comuns são esses três:

  • Sweet Lolita – Sweet, do inglês “doce”, é o estilo dito “fofo”, que usa cores como tons em rosa, tons pastel e por vezes marrom ou preto. Sempre com motivos fofos, é o estilo que mais procura a inspiração na infância, com suas estampas de doces e animais.
  • Classical Lolita – o estilo clássico, que remete às modas vitoriana e rococó originais. As cores utilizadas são tons envelhecidos. O marrom e rosa-velho são comuns, e os motivos mais populares são as estampas florais.
  • Gothic Lolita – a mistura do “gótico” com a moda lolita. As cores utilizadas são escuras e elegantes, onde obviamente o preto predomina. Cores vibrantes podem dar um ar vulgar contrastadas com preto, por isso cores pálidas e sóbrias são recomendadas. Apesar da inspiração da moda Gótica, a maquiagem deve continuar leve e natural, sem excesso de sombra preta e batons muito escuros.

Mas além dos três acima, há outros estilos que existem, embora sejam menos comuns:

  • Country Lolita – É um estilo mais “fresco” e modesto, usado geralmente em épocas quentes como o verão, traz chapéus e bolsas de palha com rendas e laços, estampas e motivos florais, de frutas ou um xadrez delicado, como gingham.
  • Casual Lolita – Casual Lolita é uma forma de usar o estilo com as roupas diárias e comuns. Por exemplo: saias em formato de sino, como o estilo exige, com rendas, lacinhos e babados e uma camiseta baby look com estampa fofa. Nunca tênis, sapatos (mas não sapatilhas). Sapatos boneca simples e com saltos baixos caem bem melhor.
  • Hime Lolita – Estilo que mais remete à imagem de princesas européias. Apesar de muito parecido com o Sweet Lolita, em especial pelas cores, diferencia-se pelos modelos de vestido, acessórios (coroas, tiaras, pérolas) e até mesmo pelo penteado.
  • Shiro Lolita – considerada por alguns subdivisão do sweet lolita, uma roupa shiro Lolita é composta apenas de branco, já que shiro, do japonês significa branco.
  • Kuro Lolita – também considerada subdivisão do sweet lolita por algumas pessoas, é o oposto de um outfit Shiro Lolita, simplesmente uma lolita vestida somente de preto.
  • Punk Lolita – a mistura da moda punk com a moda lolita. São bastante utilizadas sobreposições, xadrez e listras. Os acessórios mais comuns incluem caveiras e talvez spikes.

Se não fosse suficiente, surgiram ainda mais. Esses estilos a seguir são mais usados geralmente em ensaios fotograficos ou em encontros/eventos, o que não os impede de serem usados no dia-a-dia, embora isso não seja comum.

  • Guro Lolita – as guro lolitas (termo japonês que corresponde à grotesque lolita)é uma lolita que usa bandagens, sangue falso e afins, o que pode dar um ar de boneca quebrada à lolita “comum”.
  • Ero Lolita Ero é a abreviação de erótico, um termo muito controverso na moda Lolita. Apesar do nome, um outfit Ero Lolita não é composto de lingerie ou saias curtíssimas, já que as regras Lolita estão acima de qualquer inspiração. Corsets são usados, mas sempre com uma blusa por baixo, e também os decotes são um pouco maiores, ainda assim não chegando na linha do busto. A saia pode ser quatro ou cinco dedos acima do joelho, mas é cuidadosamente  balanceada para não parecer vulgar.
  • Wa Lolita e Qi Lolita O primeiro sub-estilo é baseado na combição entre acessórios japoneses e a roupa tradicional com a moda Lolita, onde as mangas dos vestidos e a gola transpassada lembram os kimonos e contrastam com a saia volumosa. Já a Qi Lolita tem praticamente o mesmo conceito de Wa Lolita, com a diferença de que os acessórios e vestidos são inspirados na vestimenta tradicional chinesa. Ambos são comumente usados em eventos, não diariamente.
  • Deco Lolita Uma mistura do estilo Decora com o Lolita. Usa-se muitos acessórios variados e coloridos como prendedores de cabelo, laços enormes na cabeça, perucas e estampas coloridas. As cores são geralmente em tons pastel, e cores cítricas, fluorescente ou muito chamativas são usadas com extrema moderação ou evitadas. fonte

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De volta à Lolita muçulmana

A mistura de estilo oriental com os códigos de vestimenta restritivos dos países islâmicos é curioso. Dificilmente seria adotado em lugares mais radicais, como os territórios ocupados pelo Talibã. Essas meninas usam o hidjab, que é este tipo de véu que cobre apenas o cabelo e deixa o rosto de fora e caracteriza países islâmicos menos restritivos e impositivos.

Enquanto isso, no Talibã, a moda também segue seu curso:

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4 respostas

  1. Sei que este tipo de opinião gera desconforto, mas vou lançar esta direta: é uma lástima o que a religião islâmica (radical) fez com o Oriente Médio.
    Um dos pontos que mais me chama a atenção é como o Irã, nos anos ’70 (e aqui de forma prévia à Revolução Islâmica de 1979) parecia ser um país com “a face apontada para o progresso”, justamente o contrário do que parece ser hoje, afundado em fundamentalismo religioso, regras retrógradas, desigualdade de gêneros alarmante e verdadeira involução como sociedade.
    Cito este país como o exemplo mais contundente, mas arranhando a superfície dos registros históricos dá para perceber que os países daquela região do globo tinham tudo para serem bem sucedidos, até que a teocracia entrou em jogo.
    Philipe, que tal seria uma matéria sobre os países do Oriente Médio, sua cultura e seu panorama prévio ao domínio dos extremistas religiosos? Creio que daria para surpreender.
    Abaixo, estudantes iranianas, início da década de ’70, uma até com a inimaginável (hoje) minissaia, todas exercendo um dos mais basilares direitos de todo o ser humano civilizado: o acesso à educação de nível superior. Como puderam andar tanto para trás em tão pouco tempo?

  2. Esses Talibãs tem é medo de serem corno isso sim, prendem a mulher e escondem ela para que ninguém vejam por medo da mulher ser cortejada por outro e deixar o otário…
    tratam as mulheres la como lixo e esses M vieram de quem? dos outros machos que eles puxam saco?
    eles nascem das mulheres e as tratam como animais de estimação e empregadas
    isso não é coisa de homem não, é coisa de covarde de pinto pequeno

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