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Uma ilha paradisíaca onde ir lá significa morrer.

Você pode olhar do avião e vai achar que esta ilha é mais um daqueles paraísos na Terra. Mas quando chegar perto, vai descobrir que esse paraíso é habitado, e ele pode ser um inferno.

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A ilha ficou conhecida por exploradores como “o lugar mais difícil e perigoso do mundo para ser visitado”. 

A primeira menção registrada conhecida da Ilha Sentinela do norte foi feita em 1771 pelo agrimensor britânico John Ritchie, que observou “uma infinidade de luzes” quando estava a bordo de um navio hidrográfico da Companhia das Índias.

A ilha é habitada por uma tribo MEGA-hostil. Hoje em dia, em plena era tecnológica, pode ser difícil de imaginar que existam pessoas pelo mundo vivendo como seres humanos primitivos, sem a menor consciência do que se passa, sem saber o que é um avião, uma Tv ou mesmo um telefone. Internet então… Nem se fala.

Essas tribos que habitam a ilha sentinela do norte estão lá há muito tempo e são completamente isoladas do resto do globo. E eles ODEIAM visitas.


A ilha é parte do arquipélago de Andaman e Nicobar na Baía de Bengala, que fica no Oceano Índico, entre Mianmar e Indonésia.

Neste desenho, podemos ver a posição da ilha sentinela (em vermelho) junto ao arquipélago Nandaman
Neste desenho, podemos ver a posição da ilha sentinela (em vermelho) junto ao arquipélago Andaman

Os Sentineleses são supostamente descendentes diretos dos primeiros seres humanos que surgiram, vindos da África. Eles vivem “na deles” nessa pequena ilha há quase 60.000 anos. A população exata é desconhecida, mas pode ser tão pequena quanto 40 ou tão grande como 500 indivíduos.

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Não importa se você é amigo ou inimigo, se você chegar à costa da ilha, seja de propósito ou por acidente, os moradores irão recebê-lo da mesma forma – com lanças e flechas mortais.

O velho e manjado truque de dar presentes, alimentos e roupas não funfa. Eles desprezam qualquer coisa vindos do povo do exterior. Eles são tão hostis que atacaram até as missões de salvamento depois do tsunami em 2004. Pra eles, tudo que não pertence ao mundo conhecido é uma ameaça. (e talvez estejam certíssimos)

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No rescaldo do tsunami desastroso que atingiu o Oceano Índico em dezembro de 2004, um grupo de socorristas tentou ajudar os Sentineleses em um helicóptero da Marinha indiana. Eles queriam encontrar e ajudar os sobreviventes, embora as chances fossem pequenas. Eles tentaram jogar pacotes de comida para o chão, mas foram recebidos com hostilidade. Um único guerreiro Sentinelese emergiu da selva densa e acertou uma flecha no helicóptero.

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Os sentineleses são estranhos porque são um mistério. Não se sabe muito sobre esse povo tribal, a sua linguagem é estranha e seus hábitos desconhecidos. Suas casas estão escondidas na mata fechada, por isso não temos nenhuma pista sobre como eles vivem. Tudo o que sabemos é que os Sentineleses são caçadores-coletores, pois eles não cultivam. Eles vivem de frutas, peixe, tubérculos, porcos selvagens, lagartos e provavelmente, mel.

A Índia tem a soberania sobre a região onde está a ilha Sentinela do Norte, mas é improvável que as pessoas da tribo sequer imaginem que a Índia exista. Depois de várias tentativas fracassadas de fazer contato amigável com eles, algo que se repete desde 1964, o governo indiano finalmente “largou de mão” e decidiu deixá-los em paz. Hoje, todas as visitas à ilha são proibidas. Ir lá e morrer é quase uma garantia. A Marinha da Índia impôs uma zona de segurança de 3 milhas para manter os turistas, exploradores e outros intrometidos bem longe dos sentineleses. Encontros acidentais ainda ocorrem, e nenhum deles terminou bem.

O último contato com os habitantes da ilha, em 2006, não foi feliz. Dois pescadores foram mortos, quando seu barco pesqueiro deu defeito e eles encalharam na ilha. 

Os Sentinelese estão entre as últimas pessoas isoladas no mundo, e como todas elas, incluindo tribos perdidas da Amazônia, encontram-se em risco de extinção. O próprio contato com as pessoas de fora é um risco pois seus sistemas imunológicos não são preparados para os nossos patógenos. O melhor realmente a se fazer, é deixá-los em paz. 

fonte fonte

Ilha sentinela do norte – o paraíso infernal

Comments

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86 ideias sobre “Ilha sentinela do norte – o paraíso infernal

    • 10 de janeiro de 2014 em 15:51
      Permalink

      Dois caras vão testar um monomotor e… “- Ei, Mike, que fumacinha é essa lai perto do painel?”

      Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 14:59
    Permalink

    Essa ilha pode servir bem como uma analogia da terra em relação ao universo.
    Somos pequenos, poucos, hostis, não temos idéia do que ocorre lá fora e nem se existe uma “Índia” soberana sobre o quadrante em que a terra está.
    Se alguém tentar invadir, é chumbo!

    Resposta
    • 10 de janeiro de 2014 em 15:50
      Permalink

      É exatamente o que eu pensava enquanto escrevia este post. Quem garante que não estamos exatamente como esses caras na ilha, só que limitados ao nosso planetinha? Será que essas misteriosas aparições de ufos que não raro rechaçamos como podemos (vide a noite oficial dos ufos em 84) são tentativas de contato?

      Resposta
      • 10 de janeiro de 2014 em 16:27
        Permalink

        Só falta existir um “Mundo Gump” intergalático com uma postagem falando sobre esse curioso planetinha azul das periferias da via láctea.
        “Quem são os terráqueos? Como eles vivem? O que comem? Todas essas questões respondidas aqui, no Universo Gump”.

        Resposta
    • 16 de janeiro de 2014 em 16:37
      Permalink

      Vai ver estamos dentro de uma biloca (bolinha de gude) igual é retratado no filme do MIB… kkkkkkkkk

      Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 17:08
    Permalink

    Que coisa: Ter algo novo para estudar, mas se estudar pode matar, então valeria a pena estudar ou ficar literalmente morrendo de curiosidade?

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 15:09
    Permalink

    O naufrago caiu nessa ilha e virou O churrasco.

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 15:28
    Permalink

    Eu lembro da história do Tsunami, havia até a suspeita de que a ilha pudesse ter sido devastada, mas nunca nem conseguiram descobrir se houve baixas entre os moradores.

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 15:41
    Permalink

    Cara adoro mistérios assim! Fiquei um tempão analisando a ilha no google maps pra ver se visualizava algum sentinelense ou uma de suas moradias, mas não achei nada hehehe A ilha tem uma mata bem fechada mesmo e não existe sequer uma clareira em meio as árvores. De qualquer modo presumo que devam se abrigar mais próximos as praias por causa da pescaria. Agora já pensou se os Estados Unidos descobrem que existe petróleo na região? Lá se vai uma das últimas civilizações isoladas que restam no mundo moderno…

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 18:03
    Permalink

    Podiam mandar um robô espião, algo que passasse despercebido. Com câmeras e a prova d'água, pra dar uma olhada na vida deles sem ser tão invasivo e perigoso.

    Resposta
    • 10 de janeiro de 2014 em 19:24
      Permalink

      Caraca! São eles pegando uns curiosos e matando, no começo do vídeo?

      Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 16:51
    Permalink

    Bah, pior… Mandar um drone para espiá-los seria interessante! O brabo vai ser quando eles visualizarem o objeto e tentarem derrubar hehehe!!!

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 16:55
    Permalink

    Não foi essa galera aí que atacou a equipe do NatGeo, em 1975? E quando viram que acertaram uma pessoa, dançavam em comemoração, bem na cabeça de praia?

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 19:41
    Permalink

    Mandar os participantes do BBB, para um "Hunger Games" lá!!!

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 19:52
    Permalink

    Concordo! E chama um batalhão de elfos para "visitar" eles… Caso queira um lugar mais próximo, manda para a "Ilha das Cobras", também conhecida como a "Ilha da Queimada Grande": fica a 35 km de Itanhaém, no litoral de SP. Estima-se que a ilha tenha uma população de cinco serpentes por metro quadrado de uma espécie conhecida como "serpente-ilhoa", uma das mais venenosas do mundo. Apenas cientistas são autorizados a abordar a ilha, que não tem nenhuma praia…

    Resposta
    • 11 de janeiro de 2014 em 7:55
      Permalink

      Tem até mulher de bigode nessa ilha. kkkk.

      Resposta
    • 13 de janeiro de 2014 em 4:08
      Permalink

      Trollada dos dois lados,
      a turma da pesquisa acerta uma cocada na mulher,
      e o cara da tribo mostra o “documento” pros “aliens”!

      Hahahahahaha

      Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 22:15
    Permalink

    Olha ai eles bem proximos dos indianos e recebendo cocos de presente, não mataram ninguem tem até um momento que alguem acerta um coco na cabeça de uma mulher deles e ela cai só o pacote no chão nem por isso mataram ninguem.

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 22:16
    Permalink

    3:56 o sacana ainda faz um gesto com o bilau pro lado da camera .kkkkkkk

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 22:18
    Permalink

    Podiam enviar alguns drones até a ilha para investigar os hábitos deste povo (sem que ele percebam a presença das maquinas), seria uma pesquisa antropológica e tanto! Aqueles beija-flor robóticos seriam bem úteis.

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2014 em 22:35
    Permalink

    Provavelmente o medo do desconhecido faz com que os ilhéus sejam dessa maneira. Aquilo que foge ao entendimento deles se torna uma ameaça, e eles a eliminam.
    – Querem viver desse jeito, então, que seja. Para quê ir lá e se intrometer na vida deles? A curiosidade das pessoas deve ter limites e hábitos e costumes diferentes devem ser respeitados.
    – Não seria muito diferente se (e olha o “se”) seres alienígenas viessem para a Terra. Seriam tratados, provavelmente, da mesma maneira, por nós.
    – E, da comparação, surge um argumento interessante: quem sabe os possíveis ETs não se comuniquem conosco exatamente para não interferirem em nosso modo de vida? Seria um ótimo exemplo de boa educação interplanetária: cada um cuidando da sua vida!

    Resposta
  • 11 de janeiro de 2014 em 1:06
    Permalink

    Só se mandássemos espiões ninja! heheh

    Resposta
  • 11 de janeiro de 2014 em 7:56
    Permalink

    Vou mandar um protetor solar pra eles.

    Resposta
  • 11 de janeiro de 2014 em 10:14
    Permalink

    Nada que uns mariners não resolvam. Afinal, o que eles tanto escondem por lá?

    Resposta
  • 11 de janeiro de 2014 em 9:13
    Permalink

    Eu fui andar por lá via Google maps (tb queria ver nativos entre as árvores eheh) e descobri um naviozinho naufragado na parte superior esquerda da ilha. É bem fácil ver, parece ser beeeem maior que um navio pesqueiro.

    Resposta
    • 11 de janeiro de 2014 em 9:38
      Permalink

      A historia desse naufragio e foda. Os caras encalharam nos recifes da ilha numa tempestade. Os nativos queriam matar eles e o que salvou a tripulação foi a propria tempestade. Eles pediram socorro mas nenhum barco chegou. A sorte e que eles foram salvos de helicoptero, senao matariam todos.

      Resposta
  • 11 de janeiro de 2014 em 11:00
    Permalink

    Falando em ilhas extremamente perigosas, tem uma aqui no Brasil (Ilha da Queimada Grande). Em 2010, o site Listverse, especializado em listas diversas de melhores e piores sobre todos os assuntos, elegeu a ilha como o pior lugar do mundo para se visitar, à frente da zona contaminada de Chernobyl e dos vulcões de lama do Azerbaijão.

    Veja resumo do Wikipedia:

    Ilha da Queimada Grande é uma ilha localizada a cerca de 35 quilômetros do litoral do estado de São Paulo. O nome tem origem no fato de pescadores da região atearem fogo na mata costeira para afugentar as serpentes e então poder desembarcar em terra firme. É desabitada e seu acesso é proibido, sendo restrito aos analistas ambientais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão federal que administra as unidades de conservação do Brasil e cientistas autorizados por esta Instituição. Desde 31 de janeiro de 1984 a ilha é uma Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), criada pelo Decreto nº 89.336.
    Dec nº 91.887 de 05 de novembro de 1985
    Há o interesse, por parte de cientistas, ONGs, mergulhadores e outros, de transformar a ARIE da Ilha da Queimada Grande em um Parque Nacional Marinho. A intenção é aumentar a proteção da parte marinha, numa faixa de 2 milhas náuticas no entorno da ilha, onde existem corais e espécies vulneráveis da fauna marinha, como tartarugas e peixes como a Caranha da ilha, que não faz parte do decreto de criação da ARIE. Há o registro da reprodução da Caranha no entorno da ilha, em 2003, por pesquisadores da Conservation International.

    Resposta
  • 11 de janeiro de 2014 em 11:44
    Permalink

    Isso pq ninguém inventou de comprar essa porá… Senão, bala nessas porra tudo é tcharaaaammm… Nasce um puta resort!

    Resposta
    • 12 de janeiro de 2014 em 0:50
      Permalink

      Muito produtivo esse comentário. Mandamos “bala” em quem sequer conhecemos apenas por interesses financeiros!!!
      – Rodrigo, vc. perdeu uma ótima chance de ficar quieto!

      Resposta
      • 12 de janeiro de 2014 em 14:33
        Permalink

        Acho que ele se expressou mal. Ele deve ter usado o comentário para dizer que isso é algo que um dia, poderia ocorrer.

        Resposta
        • 13 de janeiro de 2014 em 0:07
          Permalink

          O que se quer dizer, e o que se diz, são coisas bem diferentes. Deixando de lado a linguagem chula, que não vem ao caso, “Senão, bala nessas porra tudo é tcharaaaammm…” não dá para ser interpretado de outra maneira, Philipe.
          – Entendo que, como autor, vc. também atue como mediador. Mas uma sugestão dessas merece crítica. Seu blog atrai pessoas sérias e bem interessadas, que também parecem apreciar a boa linguagem. Já expressões como a que o Rodrigo usou destoam do geral. Caberiam bem em outros tantos blogs por ai.
          – Mas… enfim, é uma opinião, e como sempre digo, merece respeito. Não a aceito, mas é preciso saber tolerar os que pensam diferente, ainda que de forma pueril.
          – Se vc. estiver certo, uma retratação, ou explicação, virá. Na espera…

          Resposta
  • 12 de janeiro de 2014 em 17:01
    Permalink

    Se tem x habitantes,e só entrar com o dobro de pessoas com trajes adequados para se defender de armas brancas,como lanças,flechas,facas,etc. Nada como um escudo,colete e outras proteções para se aproximar de forma pacifica, o ataque seria a defesa. Assim até se estabelecer um contato que se possa civilizar aqueles “animais selvagens”. Levariam alimentos e a cada ataque respondiam com defesa e alimentos atirados de volta. Até que percebam que a aproximação externa e para o bem deles. Ou que continuem os deixando em paz,assim como estão.

    Resposta
    • 13 de janeiro de 2014 em 10:25
      Permalink

      Rick, assim pensavam os europeus, quando vieram para a América. Disfarçando a busca por riquezas, diziam que os “selvagens” precisavam ser “civilizados” E a melhor forma que encontraram foi tornando-os escravos. Pessoas sem quaisquer direitos, mas “minimamente civilizadas”.
      – Para quê ir até lá e interferir no modo de vida do pessoal? Se eles estão sobrevivendo, à sua maneira, até podem estar melhores do que nós, sem o stress de nossa vida “moderna e civilizada”.
      – Para quê querer modificar o que é diferente, só para se parecer com o que julgamos ser o mais correto? Deixemos que vivam a vida deles como bem entenderem.
      – “Até que percebam que a aproximação externa e para o bem deles.” De novo, o discurso colonialista: a igreja subjugou nossos índios à “fé cristã” para que eles deixassem de ser “pagãos”, interferindo em suas crenças e deuses. E quem disse que a fé católica era a melhor opção para eles? Na verdade, os padres e jesuítas queriam mão-de-obra de graça, pois nunca foram “chegados ao batente”. Com a desculpa de “intercederem com Deus” deixavam o duro trabalho braçal para os nativos. Bem espertinhos!
      – Em minha modesta opinião, vc. somente acertou na última frase: “que continuem os deixando em paz,assim como estão”. Mas, se for para fazer isso, então, para que todo o discurso de “dominação e controle” anterior?

      Resposta
  • 12 de janeiro de 2014 em 17:03
    Permalink

    Será que o bear grels teria coragem de fazer a prova de tudo,ali? Rsrsrs

    Resposta
  • 12 de janeiro de 2014 em 23:21
    Permalink

    Me lembra a estória do King Kong!!

    Resposta
  • 13 de janeiro de 2014 em 10:44
    Permalink

    Essa ilha me lembra o filme Canibal Holocaust. Só que se passa no Brasil (não é um documentário ok?? A única coisa verdadeira neste filme foi a morte de uma tartaruga).

    No mais, felizes são eles.

    Resposta
  • 13 de janeiro de 2014 em 23:26
    Permalink

    Estes ilhéus provavelmente já tiveram amargas experiências com a turma das caravelas durante muitos séculos e assim houveram por bem atirar primeiro e nem perguntar depois.
    Já os indígenas daqui eram muito bonzinhos e vejam no que deu : milhões deles foram exterminados e fazemos de conta que eram apenas selvagens sem importância que estavam atrapalhando o nosso “progresso”.
    Por outro lado a ilha é muito pequena e sem recursos naturais comercialmente rentáveis o que desinteressou os exploradores que a deixaram de lado diante das grandes áreas, como a Austrália, para sorte daqueles ilhéus.
    Por respeito humanitário seria bom que ainda os deixássemos em paz.

    Resposta
  • 15 de janeiro de 2014 em 19:59
    Permalink

    LEMBREI DO FILME ” A ILHA” KKKKKKKKKKKK

    Resposta
    • 17 de janeiro de 2014 em 10:20
      Permalink

      Oi Rodrigo, muita gente me mandou este video. Ele é o registro do contato ( o único bem sucedido) entre eles e o resto do mundo, se não me falha a memória, ocorrido em 1991. Depois disso, a coisa desandou e eles passaram a matar as pessoas novamente. Então se encerraram as tentativas de contato e os caras estão na deles desde então.

      Resposta
  • 16 de janeiro de 2014 em 15:03
    Permalink

    Como nós somos curiosos mesmo. Gente é simples, deixa eles lá na deles quietos e vivendo em paz. Admiro a sobrevivência dessa galera, anos e mais anos se passaram, eles continuam a mesma população, com o mesmo fluxo gênico, com os mesmos hábitos, e nada mudou, e ainda sobreviveram ao tsunami. Claro que houveram baixas, mas até ai… estão lá de boa.

    Porém… a teoria dos aliens eu curti hen! Realmente, e se os ETs só querem vim aqui, trocar uma ideia e sair fora? Porque se os caras tem tecnologia pra viajar o universo, eles tem tecnologia pra destruir todos os humanos e invadir o planeta num estalar de dedos, portanto, se eles estão aqui eles só querem estudar mesmo.

    Resposta
  • 19 de janeiro de 2014 em 19:47
    Permalink

    Ricardo Miranda Macedo calma Ricardo, a população estimada é de 2000 a 4000 cobras na ilha toda, que tem 430.000m². Esses números de 5 a 9 por metro quadrado são lendas propagadas inclusive por revistas não-científicas.

    Mas certamente deve ser bem interessante!

    Resposta
  • 20 de janeiro de 2014 em 17:02
    Permalink

    Obrigado pela informação, Daniel Castro! Geralmente verifico a veracidade da fonte, mas dessa vez acabei me "passando"…

    Resposta
  • 21 de janeiro de 2014 em 19:31
    Permalink

    Ou simplesmente podiam cada um cuidar da sua vida e deixar eles em paz.
    Se já viveram até hoje assim, que continuem.

    Resposta
  • 26 de janeiro de 2014 em 23:16
    Permalink

    Philipe, eu fiquei intrigado com esse post, ilhas desertas, desconhecidas e paradisiacas me intrigam..
    descobri que já foi feito um contato com esses indigenas e tem video no youtube mostrando eles jogando coco para os nativos peladões http://www.youtube.com/watch?v=OaPYwlXOTzQ

    Resposta
  • 17 de abril de 2014 em 14:31
    Permalink

    Douglas Gonçalves Eu podia listar vários motivos (doenças, choque cultural etc), mas só consigo pensar, se eles viveram até hoje sem contato humano, por que não deixar que continuem assim? Com sua cultura própria…

    Resposta
  • 18 de abril de 2014 em 20:09
    Permalink

    Aldo Cintra Que burro vééééi, sem contato humano? Eles são o que? Lagartos? HAHAHHAHAHHAHAHHA

    Resposta
  • 1 de maio de 2014 em 21:50
    Permalink

    Douglas Gonçalves vou te dizer o porque, doenças que não eles não estão acostumados, podem pegar neles e matar, eles não estão acostumados com a nossa patologia, nossa cultura, o medo é o que move eles, aprendi também que isso é uma forma de xenofobia primitiva, cada um com sua cultura, ninguém sai e ninguém entra.

    Resposta
  • 1 de maio de 2014 em 21:54
    Permalink

    Aldo Cintra, não sei quanto a você, mas à mim, quanto mais cultura melhor. Não há motivo para pensar que um contato amistoso vá denegrir ou degenerar uma tradição cultural. Se o problema for este, que seja, um contato inofensivo, como eu apontei no post anterior, seria irrelevante para eles e enriquecedor para nós. Sair da bolha às vezes é bom para expandir a mente.

    Resposta
  • 1 de maio de 2014 em 22:40
    Permalink

    Douglas Gonçalves Mesmo que envolva eles com nossa patologia? se não fosse por isso, talvez, mas veja algumas tribos brasileiras, pegaram doenças nossas por causa do nosso contato. O mesmo aconteceria com eles. Se não fosse isso, lógico que seria bacana observar eles mais de perto.

    Resposta
  • 7 de maio de 2014 em 20:14
    Permalink

    Os povos que aceitaram 'presentinhos' acabaram extintos, vai ver receberam uma mensagem avisando que os povos "civilizados" são bem hostis.

    Resposta
  • 7 de maio de 2014 em 20:20
    Permalink

    Os caras estão de arco e lança, da muito bem para fazer uma roupa e mandar alguém la rsrsr

    Resposta
  • 7 de maio de 2014 em 21:20
    Permalink

    esses sim são seres-humanos não civilizados, agora esses Indios que temos no BR são tudo Poser!

    Resposta
  • 7 de maio de 2014 em 21:36
    Permalink

    estrano porque eles invadirma todas as ilhas em volta mais num invadiram essa? ainda bem né mais muito estranho.

    Resposta
  • 8 de maio de 2014 em 16:28
    Permalink

    E no fim da civilização como a conhecemos, eles ainda podem ser o futuro. Muito louco saber que aina existem coisas assim.

    Resposta
  • 8 de maio de 2014 em 16:29
    Permalink

    Então nunca teremos um Google Street View deste lugar? Que dorga.

    Resposta
  • 31 de maio de 2014 em 18:51
    Permalink

    Eles devem ter a cura pra várias doenças pois vivem há muito tempo sem ajuda da medicina..

    Resposta
  • 11 de julho de 2014 em 15:06
    Permalink

    Deixa eles felizes lá da maneira que vivem… Malandro e eles… Kkkkkk

    Resposta
  • 4 de agosto de 2014 em 14:05
    Permalink

    Enquanto nós morremos de curiosidade, eles sobrevivem…de que lado você samba?

    Resposta
  • 4 de agosto de 2014 em 23:17
    Permalink

    De viver em paz?

    Resposta
  • 5 de agosto de 2014 em 1:10
    Permalink

    Eu não acho que seja isso não, considerando a falta de respeito velada das super potências quando seus interesses estão em primeiro lugar. Se não foram lá, ou é porque não há nada que interessante lá, ou é porque é conveniente que os nativos expulsem os curiosos daquilo que os interessem até que eles mesmos revindiquem, com o uso dos "mariners" ou seja lá o que for.

    Resposta
  • 5 de agosto de 2014 em 2:52
    Permalink

    ELES SIM SÃO SERES RACIONAIS, IMAGINA SE TIVESSE O CONTATO? SERIAM EXTINTOS, A INDIA NÃO TEM O DOMINIO DE NADA LÁ SÃO DELES A ILHA E JÁ ERA.

    Resposta
  • 5 de agosto de 2014 em 13:24
    Permalink

    os indianos eram traficantes de escravos negros. os indianos faziam a rota de escravos saidos da africa, como zanzibar , quenia , tanzania. podem muito esses povos terem chegado a essa ilha por 1 naufragio de um desses navios do comercio negreiro realizado pelos indianos ou matado a tripulação de algum navio realizado pelo trafico de escravos realizado pelos indianos.

    Resposta
  • 5 de agosto de 2014 em 21:38
    Permalink

    E você Eduardo Bernardes, tenha mais respeito ao falar com os outros numa rede social, seu idiota!

    Resposta
  • 13 de janeiro de 2015 em 12:55
    Permalink

    Isso ae parece a ilha da caveira do king kong man huehue

    Resposta
  • 25 de novembro de 2018 em 14:36
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    Disseram ter sido um suicídio do missionário americano John, mas na verdade ele foi um mártir por quem Deus foi revelado mantendo um povo que honra a luz da vida, onde foram todos protegidos no tswname, não somente por terem ido para um lugar alto, mas pela ilha haver se elevado fazendo surgir os carais em volta e assim, as árvores continuaram firmes no chão. E não há como a caça ser a alimentação diária deste povo; pois nem há como a ilha portar animais o suficiente para que seja a alimentação diária deles, mas sim a terra com toda sua flora (podemos saber disto pela lógica) e assim ser proporcionado a eles saladas de frutas, de legumes, de verdura, por todos estes milênios, como também o mar, que parece os alimentar também com algo parecido com côco, mas isto é o que a terra já produz para eles e que então, creio ser também uma providência divina à eles. A nossa patologia causa muitas doenças, desde uma simples gripe a qualquer das outras mais, porém, este povo tem uma resistência divina mantendo-se saudáveis. Eles são pessoas cingidas; não é justo que sejam contaminados pela natureza da falta de cingimento do ser humano no mundo, ou seja, por quem não dá a honra à luz da vida ao santo órgão reprodutor da vida para poder estar também junto ao Criador. O que precisamos é parar de tentar chegar ao planeta Marti e procurarmos obter o que este povo tem, que é saúde, graça de vida e paz dando honra a luz da vida como pessoas cingidas e assim, juntos ao Criador da vida.

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