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O Carlos deu a dica: Veja só que escabrosa esta história publicada originalmente no jornal A Gazeta :

Um pedreiro acorda no alto de uma montanha quase do tamanho do pão de açúcar, cujo o acesso é improvável, para não dizer impossível, sendo viável apenas a profissionais do montanhismo, e com a ajuda de equipamentos. O cara não sabe como foi parar lá. Havia ido dormir cedo na casa do irmão e acordou naquele lugar inusitado. O cara precisou da ajuda de bombeiros para conseguir sair do lugar. Depois do resgate, ele continua a afirmar que não sabe como foi parar no local. Seria o cara uma vítima de uma brincadeira de mal gosto feita por aliens?

Veja a notícia divulgada no site Saindo da Matrix:

Um mistério está intrigando os moradores da localidade de Córrego Bananalzinho, na área rural do município de Rio Bananal. O pedreiro Odair José Berti, de 35 anos, não sabe como foi parar em uma pedra de cerca de 300 metros de altura, onde permaneceu por cerca de 17 horas. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em uma operação arriscada, que durou 12 horas, e terminou na madrugada de ontem.

Mesmo para os experientes bombeiros que estiveram no local, como os sargentos José Ailton e Caldeira, o fato não tem uma explicação lógica. Segundo eles, o acesso ao topo da pedra é extremamente difícil, até mesmo com o uso de equipamentos.

Os moradores da região asseguram que seria praticamente impossível subir na pedra sem recursos técnicos para fazer a escalada. “Só Deus sabe como ele foi parar lá”, comentou o motoboy Claudecir Berti, sobrinho do pedreiro.

O próprio Odair estava assustado com a situação. Ele reside no município de Colatina e decidiu passear na casa de um irmão, que reside em Córrego Bananalzinho, onde chegou na tarde de quarta-feira. Como estava muito cansado, conforme contou para familiares, ele dormiu cedo. No dia seguinte, quando acordou, ainda de acordo com seu relato, tomou o maior susto ao perceber que estava no alto de uma pedra. Desesperado, começou a gritar acenando com a camisa, até que um morador da região o viu.

Quando foi resgatado o pedreiro estava usando bermuda, camisa e chinelo e, segundo os bombeiros, não tinha nenhum arranhão no corpo. Aparentava, entretanto, estado de saúde debilitado, pois estava com sede e fome. Ele foi atendido no posto médico local e depois liberado.

A operação de resgate envolveu uma equipe de quatro bombeiros. Eles foram acionados por volta das 13h40. Quando perceberam a gravidade da situação, já no final da tarde, cogitaram usar o helicóptero do governo do Estado. Entretanto, como a aeronave não opera durante a noite, decidiram escalar a pedra usando técnicas de rapel. Com a ajuda de moradores da região, levaram mais de uma hora para chegar até o ponto mais adequado à escalada. A operação terminou por volta de uma hora. Na descida, dois bombeiros se perderam e só conseguiram sair da área com ajuda dos moradores. Na escalada, o sargento José Ailton sofreu vários ferimentos nos pés.

Familiares do pedreiro asseguraram que ele não tem problemas mentais. Odair é separado da mulher e reside com a mãe.

São duas questões para nós refletirmos aqui:
1- Coisas bizarras e totalmente improváveis realmente acontecem.
2- Ou o cara voa, ou o cara é um jumper ou ainda é um exímio alpinista sonâmbulo ou alguém levou o sujeito lá pra cima de helicóptero para sacaneá-lo.

Como é extremamente improvável que um pedreiro tenha um surto do tipo: “Vou fazer uma merda para ficar famoso” e escale sem equipamentos, no meio da noite um rochedo de acesso extremamente difícil até para pessoas treinadas, eu acho que estamos diante de uma situação que pode indicar mesmo uma atividade alienígena. Eu sei que parece estranho dizer isso, mas não é a primeira vez que seres humanos acordam em situações escabrosas. A literatura ufológica está recheada de belos casos em que pessoas estão dirigindo e quando percebem descobrem estar em uma estrada num outro país, em outro continente. Isso sem falar nas situações mais grotescas em que pessoas são deliberadamente sacaneadas por alienígenas. Não são um nem dois. São muitos casos assim, e alguns deles, bastante emblemáticos, como o caso dos pescadores atacados na Ilha do Caranguejo, Em São Luís do Maranhão, Brasil. Neste caso, pescadores que dormiam em um barco acordaram em lugares diferentes dos quais haviam ido dormir. Muitos deles estavam queimados em circunstâncias bizarras, (como o cara que foi queimado nas nádegas e o shot de nylon que usava na hora do estranho incidente estava intacto) sendo que um deles morreu com graves queimaduras, que dissolveram sua carne. No total uma ocorrência inexplicável queimou três homens de modo brando, sem afetar suas roupas e praticamente torrou o quarto, matando-o em decorrência das queimaduras, mas que antes de morrer ainda balbuciou algo sobre “um fogo”. Sem explicações para o caso até hoje, atribuíram a causa do fenômeno a um “raio” porém ninguém explicou até hoje como nada no barco manteve sinais de queima nem como um raio atinge quatro pessoas em pontos diferentes de uma embarcação, preservando suas roupas e queimando apenas sua carne, e isso ocorre simultaneamente e sem barulho.

Fora este existe também o caso dramático de um homem relativamente poderoso, proprietário de vastas fazendas no nordeste, chamado Francisco Henrique de Souza, cujo apelido era Janúncio. Este caso foi pesquisado e publicado por Bob Pratt no livro Perigo Alienígena no Brasil, pela coleção Biblioteca Ufo, 2003.
Numa noite de janeiro de 1979, este homem voltava da casa do vizinho para a sua, distante 3km quando resolveu fumar um cigarro na escuridão. Tão logo Janúncio acendeu o cigarro, foi atacado por uma “coisa” que surgiu no céu acima dele.Era uma coisa grande e escura que estava apenas a três metros de altura da cabeça dele. Não emitia som. O objeto media uns 7 metros e tão logo surgiu uma porta abriu-se sobre a cabeça dele. Janúncio olhou lá pra dentro da porta, de onde saiu uma luz forte. Lá dentro ele viu uma mulher e um homem sentados em poltronas. Imóveis, olhando fixamente pra ele. Essas pessoas pareciam humanos mas estavam super sérios. Ele sentiu um puxão muito forte, como se um ímã tivesse tentando atraí-lo para dentro da portinhola. Janúncio agarrou-se em uma pequena palmeira. A luz começou a esquentar progressivamente. Janúncio enrolou as mãos e os pés ao redor da planta para não ser tragado pela força invisível. A força aumentou mais e mais. Era um tipo de cabo de guerra com o ufo. A força do dispositivo era tamanha que planta começou a se curvar Janúncio foi sendo arrastado ao redor do tronco. Os tripulantes do ufo ligavam e desligavam a força intermitentemente, puxando o homem para cima e para baixo, como querendo vencê-lo pelo cansaço. Janúncio, homem poderoso de 1,80m e 70 kg que não temia nada nem ninguém, começou a chorar achando que iria morrer. O peito totalmente arranhado contra o troco da palmeira.
Janúncio diz que sabia de alguma maneira que o homem e a mulher no ufo estavam bem bravos de não descolar ele da palmeira e por isso jogaram óleo quente nele. Foi um esguicho que saiu da nave e o acertou.
A coisa espirrou nele e penetrou em sua carne, queimando-o muito. Ao mesmo tempo a luz proveniente do aparelho era muito quente, beirando o insuportável. Certo de que iria morrer Janúncio agarrou-se ainda mais ao tronco. Vendo que nem com o banho de óleo ele largava da árvore, o aparelho fechou a escotilha e voou para longe. O homem voltou para casa quando o ufo sumiu no céu. Chegou banhado num tipo de suor gorduroso. Ele sofreu por dois dias dores provenientes das queimaduras. O homem jamais recuperou suas forças e evitou sair de casa a noite por décadas após aquele fatídico encontro.

Coisa curiosa, poucos meses depois, a mesma experiência ocorreu com o filho de Janúncio, Benedito Henrique de Souza, então com 39 anos, que se agarrou a uma planta, fazendo exatamente como seu pai fez. Do ufo pequenas quantidades de alguma coisa liquida foram borrifadas nele, queimando-o também.
O aparelho tentou abduzir o filho de Janúncio apenas alguns meses após tentar com o pai. Benedito Henrique diz que não se lembra a data exata, mas estima que o encontro mais assustador de sua vida se deu no período da seca, que vai de agosto a novembro e o ano era o mesmo, 1979. Do mesmo modo que seu pai, Beato, (o apelido do filho de Janúncio) diz que viu através da portinhola no fundo da nave três pessoas. Dois homens e uma mulher. Um dos homens era ruivo com cabelos compridos e o olhava com absoluto desprezo.

A questão do desprezo pela espécie humana costuma surgir eventualmente na casuística mundial. O Brasil, em especial é bastante marcado por confrontos entre humanos e não-humanos. Alguns terminam em morte para ambos os lados, como no caso crixás. Outros, como o caso do vigia Daildo, terminam em curiosas surras dadas nos humanos por aliens.

O fato é que não parece haver apenas uma espécie estudando nosso planeta e como os animais não podem esperar a benevolência humana quando se trata de pesquisas científicas, nós não podemos esperar o mesmo de seres superiores tecnologicamente a nós. Na minha opinião, o caso do pedreiro que acordou no alto de uma montanha é o típico caso de desinteresse pela vida humana. Do mesmo modo que pegamos um inseto no mato, estudamos e depois jogamos o animal em qualquer lugar, fazem com a gente.
Obviamente, que é cedo para especular sobre a ação alienígena no caso do pedreiro Odair, que precisa e será analisado em mais detalhes, pois é excessivamente incomum, mas fica aqui o meu posicionamento sobre o caso. Não estou dizendo que foram aliens, mas temos que refletir que não tratamos as criaturas que consideramos inferiores com o cuidado que elas merecem. Por que nos achamos no direito de exigir isso dos “outros”?

Homem acorda no alto da montanha. Os aliens sacanearam o cara?

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O Carlos deu a dica: Veja só que escabrosa esta história publicada originalmente no jornal A Gazeta :

Um pedreiro acorda no alto de uma montanha quase do tamanho do pão de açúcar, cujo o acesso é improvável, para não dizer impossível, sendo viável apenas a profissionais do montanhismo, e com a ajuda de equipamentos. O cara não sabe como foi parar lá. Havia ido dormir cedo na casa do irmão e acordou naquele lugar inusitado. O cara precisou da ajuda de bombeiros para conseguir sair do lugar. Depois do resgate, ele continua a afirmar que não sabe como foi parar no local. Seria o cara uma vítima de uma brincadeira de mal gosto feita por aliens?

Veja a notícia divulgada no site Saindo da Matrix:

Um mistério está intrigando os moradores da localidade de Córrego Bananalzinho, na área rural do município de Rio Bananal. O pedreiro Odair José Berti, de 35 anos, não sabe como foi parar em uma pedra de cerca de 300 metros de altura, onde permaneceu por cerca de 17 horas. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em uma operação arriscada, que durou 12 horas, e terminou na madrugada de ontem.

Mesmo para os experientes bombeiros que estiveram no local, como os sargentos José Ailton e Caldeira, o fato não tem uma explicação lógica. Segundo eles, o acesso ao topo da pedra é extremamente difícil, até mesmo com o uso de equipamentos.

Os moradores da região asseguram que seria praticamente impossível subir na pedra sem recursos técnicos para fazer a escalada. “Só Deus sabe como ele foi parar lá”, comentou o motoboy Claudecir Berti, sobrinho do pedreiro.

O próprio Odair estava assustado com a situação. Ele reside no município de Colatina e decidiu passear na casa de um irmão, que reside em Córrego Bananalzinho, onde chegou na tarde de quarta-feira. Como estava muito cansado, conforme contou para familiares, ele dormiu cedo. No dia seguinte, quando acordou, ainda de acordo com seu relato, tomou o maior susto ao perceber que estava no alto de uma pedra. Desesperado, começou a gritar acenando com a camisa, até que um morador da região o viu.

Quando foi resgatado o pedreiro estava usando bermuda, camisa e chinelo e, segundo os bombeiros, não tinha nenhum arranhão no corpo. Aparentava, entretanto, estado de saúde debilitado, pois estava com sede e fome. Ele foi atendido no posto médico local e depois liberado.

A operação de resgate envolveu uma equipe de quatro bombeiros. Eles foram acionados por volta das 13h40. Quando perceberam a gravidade da situação, já no final da tarde, cogitaram usar o helicóptero do governo do Estado. Entretanto, como a aeronave não opera durante a noite, decidiram escalar a pedra usando técnicas de rapel. Com a ajuda de moradores da região, levaram mais de uma hora para chegar até o ponto mais adequado à escalada. A operação terminou por volta de uma hora. Na descida, dois bombeiros se perderam e só conseguiram sair da área com ajuda dos moradores. Na escalada, o sargento José Ailton sofreu vários ferimentos nos pés.

Familiares do pedreiro asseguraram que ele não tem problemas mentais. Odair é separado da mulher e reside com a mãe.

São duas questões para nós refletirmos aqui:
1- Coisas bizarras e totalmente improváveis realmente acontecem.
2- Ou o cara voa, ou o cara é um jumper ou ainda é um exímio alpinista sonâmbulo ou alguém levou o sujeito lá pra cima de helicóptero para sacaneá-lo.

Como é extremamente improvável que um pedreiro tenha um surto do tipo: “Vou fazer uma merda para ficar famoso” e escale sem equipamentos, no meio da noite um rochedo de acesso extremamente difícil até para pessoas treinadas, eu acho que estamos diante de uma situação que pode indicar mesmo uma atividade alienígena. Eu sei que parece estranho dizer isso, mas não é a primeira vez que seres humanos acordam em situações escabrosas. A literatura ufológica está recheada de belos casos em que pessoas estão dirigindo e quando percebem descobrem estar em uma estrada num outro país, em outro continente. Isso sem falar nas situações mais grotescas em que pessoas são deliberadamente sacaneadas por alienígenas. Não são um nem dois. São muitos casos assim, e alguns deles, bastante emblemáticos, como o caso dos pescadores atacados na Ilha do Caranguejo, Em São Luís do Maranhão, Brasil. Neste caso, pescadores que dormiam em um barco acordaram em lugares diferentes dos quais haviam ido dormir. Muitos deles estavam queimados em circunstâncias bizarras, (como o cara que foi queimado nas nádegas e o shot de nylon que usava na hora do estranho incidente estava intacto) sendo que um deles morreu com graves queimaduras, que dissolveram sua carne. No total uma ocorrência inexplicável queimou três homens de modo brando, sem afetar suas roupas e praticamente torrou o quarto, matando-o em decorrência das queimaduras, mas que antes de morrer ainda balbuciou algo sobre “um fogo”. Sem explicações para o caso até hoje, atribuíram a causa do fenômeno a um “raio” porém ninguém explicou até hoje como nada no barco manteve sinais de queima nem como um raio atinge quatro pessoas em pontos diferentes de uma embarcação, preservando suas roupas e queimando apenas sua carne, e isso ocorre simultaneamente e sem barulho.

Fora este existe também o caso dramático de um homem relativamente poderoso, proprietário de vastas fazendas no nordeste, chamado Francisco Henrique de Souza, cujo apelido era Janúncio. Este caso foi pesquisado e publicado por Bob Pratt no livro Perigo Alienígena no Brasil, pela coleção Biblioteca Ufo, 2003.
Numa noite de janeiro de 1979, este homem voltava da casa do vizinho para a sua, distante 3km quando resolveu fumar um cigarro na escuridão. Tão logo Janúncio acendeu o cigarro, foi atacado por uma “coisa” que surgiu no céu acima dele.Era uma coisa grande e escura que estava apenas a três metros de altura da cabeça dele. Não emitia som. O objeto media uns 7 metros e tão logo surgiu uma porta abriu-se sobre a cabeça dele. Janúncio olhou lá pra dentro da porta, de onde saiu uma luz forte. Lá dentro ele viu uma mulher e um homem sentados em poltronas. Imóveis, olhando fixamente pra ele. Essas pessoas pareciam humanos mas estavam super sérios. Ele sentiu um puxão muito forte, como se um ímã tivesse tentando atraí-lo para dentro da portinhola. Janúncio agarrou-se em uma pequena palmeira. A luz começou a esquentar progressivamente. Janúncio enrolou as mãos e os pés ao redor da planta para não ser tragado pela força invisível. A força aumentou mais e mais. Era um tipo de cabo de guerra com o ufo. A força do dispositivo era tamanha que planta começou a se curvar Janúncio foi sendo arrastado ao redor do tronco. Os tripulantes do ufo ligavam e desligavam a força intermitentemente, puxando o homem para cima e para baixo, como querendo vencê-lo pelo cansaço. Janúncio, homem poderoso de 1,80m e 70 kg que não temia nada nem ninguém, começou a chorar achando que iria morrer. O peito totalmente arranhado contra o troco da palmeira.
Janúncio diz que sabia de alguma maneira que o homem e a mulher no ufo estavam bem bravos de não descolar ele da palmeira e por isso jogaram óleo quente nele. Foi um esguicho que saiu da nave e o acertou.
A coisa espirrou nele e penetrou em sua carne, queimando-o muito. Ao mesmo tempo a luz proveniente do aparelho era muito quente, beirando o insuportável. Certo de que iria morrer Janúncio agarrou-se ainda mais ao tronco. Vendo que nem com o banho de óleo ele largava da árvore, o aparelho fechou a escotilha e voou para longe. O homem voltou para casa quando o ufo sumiu no céu. Chegou banhado num tipo de suor gorduroso. Ele sofreu por dois dias dores provenientes das queimaduras. O homem jamais recuperou suas forças e evitou sair de casa a noite por décadas após aquele fatídico encontro.

Coisa curiosa, poucos meses depois, a mesma experiência ocorreu com o filho de Janúncio, Benedito Henrique de Souza, então com 39 anos, que se agarrou a uma planta, fazendo exatamente como seu pai fez. Do ufo pequenas quantidades de alguma coisa liquida foram borrifadas nele, queimando-o também.
O aparelho tentou abduzir o filho de Janúncio apenas alguns meses após tentar com o pai. Benedito Henrique diz que não se lembra a data exata, mas estima que o encontro mais assustador de sua vida se deu no período da seca, que vai de agosto a novembro e o ano era o mesmo, 1979. Do mesmo modo que seu pai, Beato, (o apelido do filho de Janúncio) diz que viu através da portinhola no fundo da nave três pessoas. Dois homens e uma mulher. Um dos homens era ruivo com cabelos compridos e o olhava com absoluto desprezo.

A questão do desprezo pela espécie humana costuma surgir eventualmente na casuística mundial. O Brasil, em especial é bastante marcado por confrontos entre humanos e não-humanos. Alguns terminam em morte para ambos os lados, como no caso crixás. Outros, como o caso do vigia Daildo, terminam em curiosas surras dadas nos humanos por aliens.

O fato é que não parece haver apenas uma espécie estudando nosso planeta e como os animais não podem esperar a benevolência humana quando se trata de pesquisas científicas, nós não podemos esperar o mesmo de seres superiores tecnologicamente a nós. Na minha opinião, o caso do pedreiro que acordou no alto de uma montanha é o típico caso de desinteresse pela vida humana. Do mesmo modo que pegamos um inseto no mato, estudamos e depois jogamos o animal em qualquer lugar, fazem com a gente.
Obviamente, que é cedo para especular sobre a ação alienígena no caso do pedreiro Odair, que precisa e será analisado em mais detalhes, pois é excessivamente incomum, mas fica aqui o meu posicionamento sobre o caso. Não estou dizendo que foram aliens, mas temos que refletir que não tratamos as criaturas que consideramos inferiores com o cuidado que elas merecem. Por que nos achamos no direito de exigir isso dos “outros”?

Homem acorda no alto da montanha. Os aliens sacanearam o cara?

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