Histórias de pescador

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Uma vez eu vi um senhor chamado Francisco contar uma história de pescador sensacional. Por coincidência, este senhor é o pai do Zezé di Camargo e do Luciano. Aquele senhor que foi representado muito bem por Ângelo Antônio no filme Dois filhos de Francisco. O interessante dessa história de pescador é justamente que ela não é de pescador, e sim de caçador.

A história é mais ou menos assim:

Quando o Zezé di Camargo ganhou dinheiro suficiente para comprar um sítio, seu Francisco foi caçar na beira de um riacho que passava na propiedade. Ele levou consigo um cachorro que era muito bom nessas coisas de caça. Como todos sabem, o cachorro é um animal que ajuda muito nas caçadas.
Ele foi com o cachorro – que eu esqueci o nome, – caçar perdiz. A perdiz é um franguinho minúsculo que fica no mato.
Então ele viu a perdiz, mirou e… “Pá!”
Acertou na perdiz. Ela caiu mas caiu no rio. Seu Francisco apontou para o rio e mandou o cão buscar. O bicho saiu despinguelado em direção a água.
Só que imediatamente após cair na água, uma grande boca se abriu debaixo da perdiz e tragou-a para o fundo.
Seu Francisco já tinha dado o comando para o cachorro pegar e não houve grito que dissuadisse o teimoso animal de pegar a perdiz.
O cão pulou no rio e sumiu. Simplesmente sumiu. Nem sinal dele.
Seu Francisco ficou esperando dois, quatro, oito, dez minutos. Nada. Quando deu 15 minutos e nada do cachorro, ele desistiu.
Meio triste, seu Fracisco concluiu que o cão morrera afogado tentando pegar a ave que um peixe comera.
Ele foi pra casa pensando em como contar para a esposa da morte do querido cachorro.
Quando ele ia chegando perto da cozinha, ouviu um barulho no mato atrás de si. Ali estava o cão. Abanando o rabo, ainda molhado e com um enorme, gigante, monstruoso peixe pintado na boca.
Espantado, seu Fracisco fez festa para o cachorro e pediu para que a mulher dele cozinhasse o peixe.
Eis que na hora de limpar o peixe, o que tinha na barriga dele???
Isso mesmo. A perdiz.

É ou não é excepcional?

O fato é que todo mundo tem uma boa história de pescador. Eu como um legítimo catador de “causos” e histórias, registro aqui um fato acontecido com meu próprio pai que é um pescador tão bom quanto eu sou jogador de futebol.
Ele foi pescar e – olha só o naipe do cara – não sabia que tinha que pôr a isca.
Ele pegou o anzol e linha e jogou na água SEM ISCA. Ficou fazendo isso um dia inteiro e não pescava nada. Os amigos dele, vendo que ele não sabia, não falaram nada, apenas deixaram-no pagar mico, rindo dele pelas costas.
Foi quando numa dessas jogadas e puxadas, ele pegou um peixe grandão, fisgando-o pelo meio do corpo. Foi o maior peixe da pescaria.

Sorte, meus amigos, é pra quem tem. Como esses dois aqui em baixo, que foram pescar na espanha e em menos de 90 minutos pegaram este peixão enorme que é o maior peixe gato pescado na espanha. Mas estão longe da sorte do Chinês, que pegou sozinho – no braço – o maior peixe gato do planeta. Acredite se quiser, olha só o tamanho da criatura.

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