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Pode parecer estranho pensar nisso, mas acredite ou não, se você dobrar uma ridícula folha de papel, da espessura de uma página da Bíblia, 45 vezes, conseguiria chegar na Lua! E se dobrar 46, vai lá e ainda volta pra Terra!

Prece impossível, né? Óbvio que isso é apenas uma abstração humana, mas a curiosa explicação para isso está neste video abaixo. A razão é simples: Toda vez que você dobra o papel, sua dimensão dobra, crescendo em uma progressão geométrica de razão 2. Dessa forma, uma folha de apenas 0,001cm ficaria da altura do Empire State após apenas 25 dobradas consecutivas. Difícil é imaginar que folha monstruosa seria essa capaz de ser dobrada e redobrada tantas vezes seguidas.

Na prática, fora do mundo da abstração Matemática, a maioria das pessoas só consegue dobrar uma folha de papel em 7 ou 8. Os MythBusters conseguiram dobrar 13 vezes usando uma folha que ocupava quase a dimensão do vão interno de um hangar.

Como chegar na Lua com um pedaço de papel?

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14 ideias sobre “Como chegar na Lua com um pedaço de papel?

  • 15 de junho de 2012 em 20:58
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    Philipe, arruma aí, é Myth, não Mith.

    Resposta
  • 15 de junho de 2012 em 21:59
    Permalink

    me lembrou a antiga e muy nobre arte da cutelaria e forja, onde se dobra o metal 300 ou 400 vezes… quantas camadas sera que isso dá?

    Resposta
  • 17 de junho de 2012 em 14:38
    Permalink

    Isso me lembrou os paradoxos de Zenão, que podem ser resumidos assim:

    Imagine algo que tem que percorrer um caminho de um ponto X e a um ponto Y. Em matematica, o trajeto inteiro pode ser representado por  1 (ou 1/1).

    Mas antes de completar todo o caminho, tem que fazer a metade (ou seja, 1/2), e antes ainda, 1/3,   1/4, 1/5, 1/6 e assim infinitamente.

    Como os numeros são infinitos, o caminho pode ser fracionado em infinitas partes ,  logo,  nunca se chegaria ao ponto Y.

    Resposta
  • 17 de junho de 2012 em 15:06
    Permalink

    Outra coisa que me lembrou foi o livro “Ulisses”, do James Joyce.

    Eh a parodia da viagem de volta de Ulisses (Odisseu) comprimida em 24 horas (uma especie de chip literario : )

    Também me fez lembrar o monologo final do filme “O incrivel homem que encolheu”, de 1957 :

    “Tão proximos o infinito e o infinitamente pequeno.”

    (infelizmente parece que a Universal ta bloqueando todos os videos dele em portugues do Youtube)

    Resposta
  • 17 de junho de 2012 em 22:12
    Permalink

    OFF TOPIC: E o Jornal Nacional mostrando o Maglev Cobra na Rio+20 como se fosse a última novidade do momento? Só pra encher a linguiça que serve né? Daqui a uma semana ninguém mais fala sobre isso… 🙁

    Resposta
    • 18 de junho de 2012 em 12:12
      Permalink

      O que o JN não diz é que a Comissão de Energia nuclear proibiu que a empresa alemã que é a fabricante do supercondutor venda o mesmo para o Brasil, porque o pela-saco do Lula posou de amigão do Almadinejad, e supercondutores de baixa temperatura crítica são usados em centrífugas de beneficiamento de urânio. O tal professor da Coppe sabe disso, mas oculta este fato com a vergonhosa sanha de conseguir dinheiro publico.
      Aquilo lá na Rio + 20 é só papagaiada sem sentido pratico nenhum, já que para o Maglev Cobra ser efetivado eles tem que começar do princípio: Pagando o meu pai pelo uso da patente dele. Sem isso, nada adianta essas papagaiadas de Jornal Nacional e Rio +20. Por essas e outras que meu pai se emputeceu com o bando de pau no cu brasileiros e foi embora para a Europa.

      Resposta
      • 18 de junho de 2012 em 19:59
        Permalink

         Philipe, desculpa me meter na conversa, mas quem é teu pai? Pelo que pude entender é um cientista. Bom, responde se tiver a fim.

        Resposta
        • 18 de junho de 2012 em 23:23
          Permalink

          Meu pai é o cara que inventou o Maglev Cobra.

          Resposta
          • 19 de junho de 2012 em 12:19
            Permalink

             rs rs Isso eu entendi! Eu queria saber se era fisico, engenheiro, ou o quê e de que universidade. Mas ja pesquisei na Internet.

            Parabéns pelo trabalho dele!

            (Li esses dias que em Porto Alegre estão ressuscitando o Aeromovel – por que não pensaram nisso antes? Politicagens…)

          • 19 de junho de 2012 em 15:44
            Permalink

            Valeu.

          • 19 de junho de 2012 em 12:29
            Permalink

             rs rs Tava lendo agora o quanto o aeromovel é caro; talvez por isso tenham aproveitado a Copa pra implantar…

  • 18 de junho de 2012 em 4:18
    Permalink

    Oi,

    Bom artigo, como todos os do site. Apenas um reparo: a altura do papel não cresce numa razão exponencial, cresce numa progressão geométrica de razão 2.

    Abraço.

    Resposta
  • 18 de junho de 2012 em 12:45
    Permalink

    Esse tipo de teoria é como a do queijo suísso. Quanto maior for a fatia de queijo, mais buracos ela terá e, portanto, quanto mais buracos menos queijo. Assim, quanto mais queijo, menos queijo.
    O interessante é o cara ter o trabalho de fazer um vídeo com uma teoria tão inítil como essa da folha dobrada.

    Mas o post é Gump.

    Abs.

    Resposta
  • 14 de julho de 2012 em 18:04
    Permalink

    claro que é tudo hipotético e tem propósitos educacionais de explicar progressão geométrica, mas só eu achei tosco ele “ignorar” completamente (inclusive nas ilustrações) o fato de que, ao dobrar, vc diminui a área do papel? então na 30ª dobrada, vc teria apenas um filete de papel muito alto/comprido, e não um quadrado como ele mostrou… hehehe

    Resposta

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