Chinês revela que foi sequestrado e usado como um “escravo de sangue”

Olha só que história bizarra a desse homem:

Um chinês afirma que foi sequestrado por uma gangue criminosa cujos membros o usavam como um “escravo de sangue”, drenando seu sangue rotineiramente e vendendo-o no mercado negro.

Todo mundo já escutou alguma vez sobre pessoas sendo sequestradas e tendo seus órgãos removidos, mas um homem de 31 anos de Pequim afirma que seus sequestradores estavam mais interessados ​​em seu sangue. O homem, cuja identidade não foi revelada, em função das investigações e também para proteger sua privacidade, costumava trabalhar como segurança em Pequim e Shenzhen, mas decidiu tentar a sorte como segurança de boate depois de encontrar um anúncio de emprego online. O salário era muito melhor, então ele decidiu viajar para a região sudoeste de Guangxi para uma entrevista, sem saber que a oferta de emprego era na verdade uma armadilha.

O homem foi sequestrado por membros de uma gangue criminosa assim que chegou a Guanxi e contrabandeado para a cidade costeira cambojana de Sihanoukville, via Vietnã, onde teria sido vendido a uma gangue local por US$ 18.500. Ele foi forçado a realizar vários esquemas de fraude de telemarketing para obter seu próprio resgate, e também teve que deixar a gangue extrair seu sangue rotineiramente, para que eles pudessem vendê-lo com lucro no mercado negro.

De acordo com fontes na China , o homem teve 800ml de sangue retirado dele todos os meses desde agosto do ano passado, e estava com os braços machucados, o que seria uma prova disso, ao ser resgatado. Aparentemente, os criminosos começaram a drenar o sangue das veias de sua cabeça, depois que as de seus braços e pernas se tornaram inutilizáveis para a extração.

https://youtu.be/fjUFHEKU9X4

 

A Cruz Vermelha Americana recomenda que as doações de sangue não sejam feitas com mais frequência do que a cada 56 dias, mas a gangue se voltava para seu escravo de sangue todos os meses. Eles até ameaçaram vender seus órgãos no mercado negro, se ele não cooperasse.

O homem só conseguiu escapar de seus captores quando um dos membros da gangue aparentemente mudou de lado ou se desentendeu com os comparsas. Ele conseguiu retornar a China, onde acabou internado em um hospital com falência múltipla de órgãos, devido às frequentes extrações de sangue.

O ex-escravo de sangue disse às autoridades que havia pelo menos outros sete homens sendo mantidos em cativeiro pela gangue,  funcionando como se fossem “vacas leiteiras” mas eles não tiveram seu sangue coletado com tanta frequência quanto ele. Aparentemente, ele tem o tipo sanguíneo O, que é universal, tornando-o mais valioso no mercado negro.

Essa história chocante tem circulado nas mídias sociais chinesas na semana passada, e as autoridades chinesas emitiram alertas para que as pessoas tenham muito cuidado com as ofertas de emprego fácil e com bons salários no Camboja e quaisquer outros que pareçam boas demais para ser verdade e usem apenas canais de comunicação formais para tal.

É assustador imaginar isso. Claro que pode se tratar de algum tipo de lenda urbana, mas se pensarmos que os chineses possuem uma medicina tradicional muito diferente da que estamos acostumados, somando a uma oferta de mão-de-obra gigantesca, eu não acho impossível que crendices de que transfusões de sangue periódicas de “pessoas fortes” possa ser um novo tratamento para prolongar a vida de idosos ricos ou pessoas que buscam parecer mais jovens, no melhor estilo “Vampiro”. Esse tipo de ideia parece ser uma derivação da história fantástica e ate hoje nunca provada do adenocromo obtido do sofrimento de crianças sequestradas para oligarcas e milionários poderosos ligados a Nova Ordem Mundial. 

Eu não duvido de absolutamente nada vindo da China. Se os caras fritam comida de rua em óleo roubado do esgoto, sequestrar um trouxa pra virar provedor de sangue pra rico é o de menos.

Em algum ponto a ficção irá se chocar com a realidade e ao que parece, os novos vampiros estão aí, em busca de gente com o sangue tipo O. Isso me fez lembrar a musica dos canibais de cabeça do Raul Seixas:

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Philipe Kling David
Philipe Kling Davidhttps://www.philipekling.com
Artista, escritor, formado em Psicologia e interessado em assuntos estranhos e curiosos.

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