Biblioteca Gump – Livro proibido de Roberto Carlos

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Roberto Carlos tentou de todas as maneiras impedir que as pessoas tomem conhecimento de aspectos de sua biografia que ele não gosta muito, como o que supostamente aconteceu na época da ditadura. ( já ouvi algumas vezes em mesas de bar que o Roberto Carlos foi dedo-duro na época da ditadura.) Não sei se procede esta afirmação. Quando ocorreu a estranha proibição judicial da biografia, muitas pessoas levantaram esta lebre. Seja como for, eu sou contra uma decisão arbitrária ao trabalho de um pesquisador que não queria fazer mal algum ao “rei”. As pessoas tem o direio de saber a verdade.
Você sabe dizer como o Roberto Carlos perdeu a perna? Aliás, você sabia que ele tem uma perna mecânica? E que ele não dava – sob nenhuma hipótese, ré num carro? Ou que não usava nenhuma peça de roupa de cor marrom?
Você sabia? Se não sabia, aqui está o livro com várias revelações curiosas.
Assim, para quem ainda não baixou e gostaria de saber o que tem de tão bizarro pra fazer o RC entrar na justiça e embargar o lançamento do livro, na net está ele inteirinho para download.

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5 comentários em “Biblioteca Gump – Livro proibido de Roberto Carlos”

  1. Perna mecânica?porra, tô me sentindo um idiota.
    Sou meio contra essa atribuição de rei e rainha a celeridades.
    O dia em que o RC for rei de alguma coisa, estamos perdidos.
    Essas excentricidades são fodas, a aquela inútil da Yoko Ono é cheia dessas frescuras.

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  2. Caidaço-Boy, o Roberto Carlos é chamado de Rei não por vender mais ou ser melhor que os outros músicos. Na verdade, é um apelido. A história é mais ou menos assim:

    Em 1960, Roberto grava seu segundo disco, “Brotinho Sem Juízo” / “Canção do Amor Nenhum.”
    Para estourar o disco naquele tempo, não rolava propina, o famoso “jabá”. Assim ele arregimenta dosos dos amigos e conhecidos e juntos fazem campanha entre os outros amigos, amigas e, principalmente, as namoradas dos amigos para que liguem para as rádios pedindo para ouvir a canção. Muito esperto por planejar um esquema quase igual ao do marketing de rede, o Roberto Carlos consegue que a jogada faça com que Roberto seja convidado para fazer uma participação no programa de TV “Hoje É Dia de Rock”.

    O programa acabou fazendo uma votação para saber quem era mais popular, Sergio Murillo – um cantor daquele tempo, que seria naquele ano denominado o Rei do Rock o novato Roberto Carlos.

    Novamente, graças ao engenhoso esquema da pirâmide arquitetado por RC, seguidos telefonemas de amigas e amigas de amigas, Roberto Carlos foi votado como o favorito. E assim ganhou o título. A medida em que passou o tempo, a moda dos apelidos atingiu a música.

    Assim, Ronnie Von foi apelidado de “O Príncipe”, Erasmo Carlos, o “Tremendão” e Wanderléa, a “Ternurinha”. E, nessa de distribuir apelidos, Roberto Carlos passou a ser chamado, com toda a propriedade, de “O Rei da Juventude” ou, simplesmente, “O Rei”.

    O apelido grudou de tal maneira que Roberto nunca mais se livrou dele. A mesma coisa aconteceu com o Toquinho, que praticamente ninguém sabe o nome verdadeiro. (toqueinho ganhou este apelido porque um dia sentou-se num pequeno tronco de árvore para tocar violão)

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  3. humm…velho, fico meio em cima do muro nesse assunto.

    E isso porque compreendo que, mesmo o cara sendo uma celebridade e, por conta disso, sua vida vai ser explorada, o cara tem direito de ter a sua privacidade, a ter seus segredos.

    Se hoje eu não sei como ele conseguiu a perna mecânica ou de qual o TOC o cara sofre, foi porque ele não deixou ser divulgado. E é direito dele. Se ele realmente foi um dedo-duro, e você ouviu isso numa conversa de bar, significa que, se for verdade, os interesados já sabem.

    O acesso à informação, de qualquer tipo, deve ser livre. E toda censura deve ser repudiada…mas fico com uns “poréns” na cabeça quando se trata de biografias.

    Uma biografia não autorizada, e com o cara ainda vivo, pode ser uma grande sacanagem. É desrespeito com a privacidade a qual todos temos direito.

    Bom, é sacanagem a produção de livros sobre a vida de um cara que talvez não tenha tanta importância assim na história, como é o RC. Acaba soando um pouco caça-níqueis pra mim, aproveitando da massa de fãs e interessados no trabalho dele.

    Um cara como o ACM merece ser sacaneado, por exemplo…e, nesse caso, não teve estardalhaço nenhum, ele simplesmente fez sumir os livros das prateleiras, sem justiça envolvida nem nada.

    Como disse, fico bem em cima do muro nessas horas…tanto é verdade que comprei o livro pra minha mãe ( antes de saber que não era autorizado ) e agora até me interessei em ler…

    Por exemplo, esse seu post respondendo ao caidaço é bacana, e talvez não acontecesse sem o livro…e isso é bacana. Talvez lendo o bendito eu fique menos encanado.

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  4. POis é, San. O lance do “dedo durismo” na época da ditadura é um boato e pode ser pura maldade pra sacanear o RC que naquele período era muito odiado por fazer parte de uma juventude que era aos olhos dos engajados na luta política, um bando de alienados. Esse boato – se for boato, provavelmente vem dessa época.
    Sobre o livro, eu ainda não li mas pelas entrevistas que vi o autor se limitou a relatar apenas o que saiu nos jornais e revistas durante a carreira do cantor. Tanto que RC alegou no processo que estava travando este livro porque ele mesmo pretendia ditar uma autobiografia, e os livros iriam concorrer.
    Pessoalmente eu acho babaquice autobiografia, uma vez que a gente só quer mostrar o melhor perfil, né?
    O lance da perna mecânica e do TOC saiu em tudo que é jornal e revista. É de domínio público.

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