Análise da fotografia de um Ufo

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Outro dia recebi um pedido do meu amigo e parceiro, ufólogo Josef Prado. O Josef estava animado, porque o nosso outro amigo e parceiro, o ufólogo Edison Boaventura havia simplesmente realizado uma proeza digna de arregalar os olhos de qualquer um. Ele tinha conseguido tirar uma foto de um possível disco voador, em pleno centro da cidade de São Bernardo do Campo, uma das maiores densidades demográficas do Brasil, em plena luz do dia, e a foto estava nítida e com boa qualidade (Iphone 5s).

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De cara, isso impressiona, porque todo mundo já ouviu a velha frase de que foto de disco voador geralmente são pontos de luz feitas de noite, por pessoas com tremedeira usando câmeras de qualidade teckpix.

O Edison só conseguiu fazer uma foto. Quando preparou-se para tentar uma segunda, o objeto fez uma curva em “L” e disparou para o espaço em altíssima velocidade.

O Josef pediu para que eu desse uma olhada nessa imagem, e fizesse uma análise dela pra colocar na Burn. Assim eu fiz, e aqui está minha análise.

Caso queira o PDF aqui está: analise-da-fotografia-anomala-de-sao-bernardo-do-campo

Eu acho que é preciso dizer que não sou um analista de fotos ufológicas profissional, porque essa profissão “NON ECZISTE“, como diria Padre Quevedo. Nem mesmo a profissão de ufólogo existe. Ufologia é uma atividade de curiosos abnegados investigadores das mais variadas áreas do conhecimento, que não se faz profissionalmente (tirando os caras que trabalham para os serviços de inteligência) porque não se faz ufologia para ganhar dinheiro. O próprio Ademar Gevaerd dono da revista ufo, não é um ufólogo profissional. É um editor profissional.

Ufólogos que lançam livros, são AUTORES profissionais E ufólogos. Ufologos que ganham dinheiro dando palestras são Palestrantes profissionais.

Assim, como ninguém se forma em ufologia na faculdade, não se formam peritos em análise ufológica em lugar algum. Como resultado, o “perito ufológico” não passa de um delírio de fantasia que eventualmente pode aparecer em Arquivos X ou outros seriados. No entanto, perícia de imagem existe, sobretudo no segmento forense. Pessoalmente, minha opinião é que devemos tão logo seja possível, achar esse profissional e submeter a imagem original para a análise dele. Obviamente sendo um profissional, ele vai COBRAR esse trabalho.  

Claro que o fato de eu ser um fotógrafo, gostar muito de ufologia – estudo isso há uns 20 anos mais ou menos, mas nunca me considerei ufólogo, embora muitos vivem dizendo isso, (ate publicaram meus dados  numa “lista brasileira de ufólogos na internet” que faz com que eu receba telefonemas de pessoas histéricas chorando que tem uma nave em cima da casa delas, em plenas quatro horas da madrugada, ou visitas de pessoas estranhas de vez em quando) – ajuda um pouco.

Acho que minha experiência profissional com fotografia, computação gráfica, efeitos especiais e trucagens é algo que ajuda, mas não necessariamente me credencia para um veredito absoluto e incontestável. Isso porque cada imagem é um trabalho de análise diferente. Assim, dito isso, vamos tirar essa empáfia de especialista fodão da Nasa que sabe tudo e dá a ultima palavra em qualquer coisa da cabeça. Esse cara não sou eu. Nem a pau.

No entanto, eu ajudo meus amigos quando eles pedem minha ajuda.

O que você vai achar na minha análise:

  • Uma ou outra conjectura do contexto em que a foto foi obtida
  • Dados técnicos da imagem  como tamanho, resolução, aparelho, Exif, geoposicionamento, etc
  • Varreduras usando programas forenses
  • Simulações tridimensionais visando entender a morfologia do objeto
  • Meu pensamento sobre o que poderia ser aquilo
  • Um pouco do background do relato do Edison
  • Especulações sobre as formas dos objetos

O que você não vai achar na minha análise:

  • A afirmação de que isso é uma nave extraplanetária
  • A afirmação de que ela é uma montagem
  • A afirmação de que se trata de uma fraude
  • Análise da imagem com base em ampliações

Acho bom que se diga que este ultimo item é peculiarmente interessante. Muitas vezes, vemos por aí análises de imagens com base em ampliações. Eu não levo a serio análises produzidas por ampliações. Por quê? Porquê uma análise produzida a partir da ampliação de um objeto fotográfico expresso em pixels se dá pela INTERPOLAÇÃO desses pixels. O processo de interpolação envolve pegar uma área com um X numero de pixels, que são quadradinhos de cor que produzem uma imagem raster, e multiplicar esse X por um valor. O algorítimo do programa gráfico não consegue, (nenhum, por mais que os programas dos filmes digam que sim) GERAR DADOS.

Ele só pega o pixel que está lá e cria novos pegando os valores nos pixels adjacentes e estabelecendo um calculo de cor a partir deles. Assim, uma imagem pode eficientemente ser ampliada, é logico, mas essa ampliação NÃO SERVE para ter certeza de nada, uma vez que a imagem ampliada não é a original e sim uma versão dela maior, gerada matematicamente, o que implica em uma imagem imperfeita, menos definida, porque esse calculo de interpolação é simples e matemático. Você não cria dados do nada.

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Mas se eu não fiz ampliação, como temos imagens como esta aqui em cima?

Graças ao nosso querido Steve Jobs, que mandou colocar uma câmera de qualidade regular no telefone do Edison, as fotografias feitas com o Iphone dele possuem a resolução de 2364X2448 pixels.  Ou seja, é pixel pra dedéu. Com muito pixel, temos muita informação, certo? Assim, basta RECORTAR a imagem original tirando tudo que não me interessa mostrar que ainda terei ali uma imagem de 210X177 pixels. Se alguém pegar esta imagem e mandar imprimir, dependendo das configurações, a impressora pode INTERPOLAR essa imagem e produzir uma imagem grande desse treco aí. (que não servirá para NADA em termos de análise, porque… isso mesmo, é uma imagem interpolada. Mas que fica bonito na parede, fica.)

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aqui estão os metadados do recorte. Veja na aba XMP o histórico que indica o recorte da imagem

É por causa disso que a análise é toda feita digitalmente. Seria diferente se o registro tivesse sido feito com uma câmera analógica de filme. Mas aí é outra coisa.

Não compete a uma análise desse tipo atestar que essa ou aquela imagem é verdadeira. Na realidade, nós buscamos apenas e tão somente indícios de fraude. Igualmente, é preciso ter cuidado com o excesso de especialismo. A internet esta lotada de espertões, que correm para dizer que essa ou aquela imagem é fraude, com base apenas “nos meus conhecimentos de X anos na área”… (interpreto isso como ACHISMO, desculpe. E já que tô pedindo desculpas, FODA-SE seus anos de estrada! O mundo era outro há quatro, cinco anos atrás. Logo, eu cago para “vinte anos mexendo com fotos ou com aeronautica” ou seja a com que merda for.)

Eu já perdi a conta das vezes que repeti uma coisa nesse blog: Uma fotografia não PROVA rigorosamente porra nenhuma. Nada, lhufas, anything, zero, rosca. Uma foto só serve como elemento evidencial de que uma história pode não ser um delírio ou invenção, ou uma mentira. Desse modo uma foto ufológica, seja ela qual for, tem um papel importante que vem a reboque do relato anedótico, reforçando-o ou mesmo ajudando a refutá-lo.  Nenhuma análise fotográfica do planeta Terra é capaz de afirmar que um objeto anômalo se trata de uma nave extraplanetária. Uma bacia jogada para o alto será considerada uma foto real por qualquer análise de imagem. É por causa disso que o contexto não deve se desvincular do registro.

Por outro lado, se admitirmos a HET (hipótese extraterrestre) como viável, teríamos o dilema de que algo que é considerado real no mundo da realidade como conhecemos, precisaria ter um aspecto registrável. Do contrário podemos cair na complexa discussão filosófica (eterna) entre o existente e o inexistente. Se uma pessoa alega que viu uma nave prateada no céu, esse relato tem duas vias (descartando-se o viés de engodo) :

1- Ele viu. Ou fótons bateram nesse suposto objeto físico e voaram a mais ou menos 300.000 km/s até entrar pelo olho do cara e impressionaram eletricamente seus nervos oculares na retina, que mandaram esse sinal para seu cérebro onde ele foi então recodificado, desinvertido e comparado com uma base mnêmica de formas, onde o cérebro não encaixou aquela forma em nenhuma predefinida e portanto a agrupou com imagens que ele já viu em livros revistas e filmes.

2- Ele acha que viu. A testemunha pode ter visto alguma coisa, como um inseto na visão periférica, um balão, um objeto qualquer não relacionado com qualquer coisa insólita, mas que seu cérebro processou e por um erro de compreensão no nível cerebral ele interpretou como um objeto que ele já viu em livros revistas e filmes.

Nesse caso, em resumo, o sujeito do tipo 1 viu um objeto físico palpável suspenso no ar. O sujeito tipo 2 viu alguma coisa que ACHA que é um ufo.  Sabemos de antemão que a percepção humana é extremamente falha e incorreta em quase toda sua totalidade. Nossa capacidade cognitiva na interpretação de padrões é muitas vezes ativada incorretamente, nossa interpretação de cor é tão falha que o ambiente pode nos influenciar a pensar que uma cor é outra. Nosso reconhecimento de formas se dá no cérebro, cuja plasticidade permite que escolhamos o que queremos ver. Há extensivos estudos sobre essa deficiência na Psicologia, minha área de formação.

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uma taça ou dois rostos?

Há uma diferença brutal entre esses dois eventos, porém seu denominador comum é o mesmo: Um relato anedótico que se traduz em “vi um disco voador”.

É aqui que entra o registro fotográfico como uma evidência chave que nos aponta se o relato anedótico é apenas um caso tipo 1 ou se ele é um potencial caso tipo 1 ou 2 ou ainda, se ele é só um caso tipo 2.  Se um equipamento de registro de luz como um telefone celular com uma boa câmera consegue registrar o mesmo objeto do relato, então temos uma evidência circunstancial que nos permite aprofundar na verificação daquela alegação.

Mas como saber se não é uma panela jogada para o alto com uma historinha que reforce a mesma?

Aqui está uma boa pergunta. Penso que precisamos buscar aqui os motivadores para que alguém opte por se arriscar a produzir uma fraude ufológica. São elas:

  1. Ganhar dinheiro
  2. Obter atenção
  3. Ambos

Você pode estar pensando que esqueci de mencionar “diversão”. No entanto, a “diversão” numa fraude ufológica se resume a sensação positiva de enganar pessoas. Enganar pessoas pode dar a sensação ao fradador de que ele é mais esperto do que elas, e isso é um reforço positivo, que mutas vezes numa pessoa marcada por um quadro potencial de menos valia, pode ser extremamente estimulante. No entanto, esse sentimento passa rápido. Logo, se torna necessário ao fraudador mostrar ao mundo como ele foi esperto, porque essa fraude da “diversão”, dura enquanto as atenções estão sobre o fraudador, enchendo seu ego de satisfação. No momento em que ele se vê de volta ao ostracismo, precisará de nova injeção de felicidade, e é assim que muitos fraudadores logo admitem suas fraudes. Isso acontece porque a fraude ali é um discurso, “vejam como sou esperto e engano vocês”, que no fim das contas recaem em um comportamento tipo 2: Necessidade de atenção.

Ao se fazer algo assim, é muito fácil cair no descrédito. Diante disso, imagine que uma pessoa anônima surja com uma foto de um extraterrestre no mato (true story!). Ela alega uma história incrível e tem a foto para provar. A foto é analisada e tem mesmo um Et na imagem. Só que depois, descobre-se que esse Et corresponde em sua integridade a uma imagem conhecida, ampliada e recortada num papelão.

Essa nova descoberta DESTRÓI completamente a credibilidade do fotografo. Certo?

Agora pense neste caso específico. Um dos mais reconhecidos ufólogos do Brasil, registra um potencial disco voador com um equipamento de boa qualidade gerando uma imagem bastante nítida À luz do dia, em pleno centro da cidade!

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Edison é um ufologo conhecido que não precisa de publicidade negativa

Pense em você prestes a fazer uma fraude. Você tentaria fazer uma fraude jogando panela para cima num lugar LOTADO de gente à luz do dia? Em plena HORA DO ALMOÇO quando a maioria das pessoas sai da empresa para almoçar? Não parece ilógico?

Você colocaria toda sua vida de pesquisas sérias, investigações, trabalho de campo, análises documentais, entrevistas com militares e pessoas de alto escalão em xeque a troco de… NADA? Tudo isso me parece uma circunstância que opera muito em favor da veracidade desse relato.

Tudo que um fraudador ufológico mais quer é: plantar a zoeira e sair incólume.

Não há motivador racional para alguém que tenha tanto a perder fazer algo assim. Mesmo que Edison Boaventura fosse um verdadeiro kamikaze social, eu não acredito que ele fraudaria uma foto de ufo em plena luz do dia, no centro de São Bernardo do Campo. Eu mesmo, se fosse um dia fazer algo assim, buscaria fazê-lo em algum tipo de condição complexa o suficiente para sempre restar a saída de alegar que me confundi, deixando uma opção dúbia o suficiente para escapar ileso na mentira.

O fato dessa imagem não deixar duvidas de que não se trata de um modelo num barbante, ou uma montagem digital em cima de uma foto, cujo autor a disponibilizou amplamente para qualquer um verificar tão logo foi possível, e que se provada uma fraude acabaria com toda sua vida dedicada a investigar o intrigante fenômeno que são os UFOS, me dá a certeza de que temos aqui um registro muito importante de algo até o momento inexplicável.

Mas eu posso dizer que é Et? Não posso. Ninguém pode a menso que não seja uma pessoa séria.

Evidentemente que eu sendo um amigo do cara que fez a imagem, me fez ver tudo isso de um ponto de vista positivo com relação a autenticidade da imagem. Do mesmo modo que as pessoas que estão em litígio com ele na justiça, (tipo a revista Ufo) ou simplesmente os que não gostam do Edison, tenderão a ver o caso negativamente. Mas a questão é: O que a imagem nos diz?

A análise nessa única imagem, não me mostrou, pessoalmente, nada anormal. Pode ser uma falha minha? Claro que pode. Espero que outras analises e averiguações independentes tragam mais luz à questão de modo conclusivo e transparente. INCLUSIVE com relação ao perfil de ruído em TODA a imagem, e não só no ufo.

Análise de ruído

De fato a única coisa observável ao redor do Ufo é ruído proveniente do processo de compressão do formato Jpeg, que é o formato original do arquivo salvo no Iphone como vemos no exif. Esse formato é um formato de armazenagem com compressão nativa. Isso faz com que o Jpeg agrupe dados de modo a reduzir seu tamanho final de arquivo (e isso é a razão de seu sucesso).

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A imagem foi fotografada com um shutter speed de 1/2160, o que é suficiente para congelar a cena toda sem borrões. Apenas para referência um shutter speed de apenas 1/2000 congela a água de uma fonte:

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Acima, vemos o detalhe do ufo com o ruído chamado “artefatos” provenientes da compressão do JPG. Esses mesmos ruídos com o mesmo perfil se encontram PRESENTES TAMBÉM nos outros elementos da foto aos quais não se duvida da veracidade, como o poste e as plantas:

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A compressão de dados com perdas envolve o descarte de alguns dos dados dos meios de comunicação para que ele torna-se simplificado o suficiente para ser armazenado dentro do desejado espaço em disco ou ser transmitido, dentro das limitações de largura de banda (conhecido como uma taxa de dados ou taxa de bits para a mídia que é transmitido). Se o compressor não pode reproduzir dados suficientes na versão comprimida para reproduzir o original, o resultado é uma diminuição da qualidade, ou a introdução de artefatos. Os artefatos e geral são mais visíveis em uma analise de 100% de aproximação da imagem original. Para fazê-los saltar, é necessário acentuar o contraste, e muitas vezes torna-se necessário usar um filtro de implemento na resolução por contraste localizado, um processo chamada Sharpening.

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A uniformidade do modo como os artefatos surgem ao redor do objeto, (mais visíveis pela utilização de técnicas de adição e filtragem de informações, como o Sharpening) e ao redor dos demais elementos só me dá mais convicção que havia mesmo algo no céu no momento da foto. E se estava voando e não sabemos identificar, isso significa um UFO.

Edison fotografou algo discoide no céu com seu celular, mas a questão que ficou sem resposta é: O que seria o objeto? 

Será um novo tipo drone?

Pessoalmente, acho que essa poderia ser uma boa explicação caso houvessem drones com esta forma fechada, o que eu desconheço.

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Drones funcionam com hélices. E para tal, mesmo drones discoides, possuem hélices:

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De fato, no mercado de drones há uma corrida meio desesperada para fazer drones que pareçam muito discos voadores:

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Este tipo de drone pode causar grande confusão e realmente ser visto como um UFO sobretudo durante a noite, quando sua forma é disfarçada pela ausência de luz. Isso inclusive, é algo que vem aumentando em quantidade no dia-a-dia dos registros ufologicos.

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Eu mesmo já estive com uns amigos num projeto onde causamos verdadeiro pânico num congresso de evangélicos que estava rolando de noite no Parque Nacional de Itatiaia, ao dar um rasante neles sem aviso, usando um drone de oito motores como o primeiro que eu mostrei aqui.

Muitas vezes a má interpretação pode ocorrer por parte de pessoas não instruídas sobre drones, que são uma novidade. Mas é claro que também existem drones construídos para gerar essa confusão.  (pessoalmente acho que este tipo de projeto atende muito bem à setores da desinformação e ocultação de fatos ufologicos. O Drone é o novo “gases do Pântano”, só que bem mais eficiente)

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É fato que mais drones nos céus = mais relatos de ufos.

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Do ângulo certo, não é difícil confundir um drone com um ufo.  O que é o calcanhar de Aquiles do Drone é justamente a necessidade do espaço para a hélice. Se fechamos um drone com metal, ele não voa, porque não consegue produzir empuxo. Note como este drone aqui, mesmo parecendo ser fechado, é aberto em baixo e em cima das hélices:

o-canadaufodrone-570E o Balão?

Balão também é uma forte possibilidade, embora o balão tenha a desvantagem de nunca ter uma aceleração rápida, eles são comuns no Brasil. No exterior muitos balões são confundidos com ufos, e há também os que são feitos de proposito para isso:

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O que nos dá uma outra dimensão neste caso é o relato do Edison em si, que conta que a nave acelerou verticalmente subindo numa fração de segundo.

O grupo Burn ainda está em busca de outras pessoas que possam ter visto ou mesmo registrado esse fenômeno. Caso apareça algo de novo nesse caso, inclusive se ele for debunked, iremos divulgar lá.

Seja como for, é difícil resistir a encerrar com “a verdade está la fora…”

 

 

Análise da fotografia de um Ufo

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