A psicologia da pobreza, ou como vencer na vida quando seu principal rival reside dentro do seu corpo

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O meu amigo Seiiti Arata me convidou para fazer um post patrocinado sobre o novo lançamento da Arata Academy, “A classe Alta”.

É interessante, porque todo mundo conhece o caso de alguma pessoa que era pobre, ganhou uma fortuna da noite para o dia e… Voltou a ser pobre.

Há muitos casos emblemáticos, no mundo e principalmente no Brasil. Já dizia a máxima, “Dinheiro na mão é vendaval”

Vamos ver 5 casos emblemáticos de auto-sabotagem financeira dos sortudos (certamente nem tão sortudos assim) aqui em baixo?

[toggle style=”closed” title=”Clique para 5 histórias de ganhadores na loteria que acabaram na pindaíba ou pior.”]

 

1 – O caso de Willie Hurt– em 1989 ele ganhou US$ 3,1 milhões, mas apenas dois anos depois ele já tinha gasto praticamente tudo, com divórcio e drogas. Hurt foi acusado de assassinato. De acordo com o jornal, antes de ser sorteado o morador de Michigan (EUA) tinha uma família e vida social estável. Mas bastou enriquecer subitamente e perdeu contato com a mulher e a custódia dos filhos. Acabou na bancarrota.

2-O caso de Evelyn Adams – Ela foi premiada na loteria de New Jersey duas vezes, em 1985 e em 1986. Segundo o Times, as chances de vencer duas vezes na loteria é de uma em 17 trilhões, mas tamanha sorte não foi suficiente para ela não ter mais preocupações. Evelyn perdeu grande parte dos US$ 5,4 milhões ganhos em jogos de azar e hoje vive em um trailer.

3- O caso de Shefik Tallmadge – Ele ganhou US$ 6,7 milhões com um bilhete de loteria comprado com sua última nota de US$ 5. Uma sorte enorme que permitiu a ele passar anos viajando pela Ásia e África, comprando carros esportivos, imóveis e investindo em empresas. Mas suas escolhas mal planejadas o levaram à concordata em 2006.

4- O caso de Michael Carroll – Ele só tinha 19 anos, quando faturou nada menos que 9,7 milhões de libras. O britânico não pestanejou e tão logo pegou na grana, comprou imediatamente quatro casas no Reino Unido, uma na Espanha, duas BMWs, duas Mercedes e uma parte do time de futebol Glasgow Rangers. O jovem Hedonista passou a uma vida de playboy, ostentando e e gastando com vontade. Depois de ser pego com cocaína, Carroll foi condenado a nove meses de prisão por ameaçar crianças com um taco de baseball em um evento religioso. Isso mesmo, de milionário a presidiário.

5- De milionário a presidiário 2, a missão! Este é o caso de Rhoda Toth. Ela ganhou US$ 13 milhões na loteria da Flórida (EUA) e saiu torrando avontê junto com seu marido até os dois acabarem processados por sonegação de impostos em 2006. Quando a polícia finalmente os pegou, os dois já viviam na pobreza. Tinham torrado até o último centavo, e pra piorar, quando foram presos, Rhoda fingiu ter esclerose múltipla para evitar a condenação. O 171 não durou muito, já que os agentes federais gravaram imagens dela fora do tribunal, sem nenhum indício de doença. A ex milionária foi condenada a dois anos de prisão e ao pagamento de US$ 1,1 milhão à Receita Federal dos EUA.

fonte[/toggle]

Basta dar uma olhada na história desses caras que já posso até ver você, leitor, bater no peito com empáfia e sentenciar: BURROS!

Não são casos isolados. Um terço dos ganhadores de loteria entram em falência apenas alguns anos depois de receberem os primeiros milhões, segundo pesquisa nos Estados Unidos publicada pelo New York Times.

Ok, esses caras não foram lá muito espertos em se beneficiar de sua grande sorte, mas o que garante que você não acabaria também colocando os pés pelas mãos… Ou pior, o que garante que você JÁ NÃO ESTÁ FAZENDO ISSO AGORA MESMO?

Na verdade, esses casos são emblemáticos, porque são casos de pessoas que ganharam muito e perderam muito, por isso são mais didáticos, mas eu poderia desfiar um rosário enorme aqui para demonstrar como a maioria das pessoas tende a perder grana com EXTREMA facilidade.
Hoje, quando tanta gente chafurda na internet procurando boas formas de ganhar dinheiro e ficar rico com pouco esforço, muitas vezes, elas nem se dão conta que já estão a perder grandes somas de dinheiro por simples desconhecimento ou por não serem corretamente orientadas sobre a maneira como poderiam fazer seu patrimônio aumentar de forma planejada de modo a obrigar o próprio dinheiro trabalhar para elas, trazendo mais dinheiro.

No fim das contas, o que mais nós vemos aí são pessoas trabalhando no almoço para poder comer no jantar. A vida financeira de muita gente é como ter um furo no casco do barco. Por mais que se lute contra, tentando ganhar mais e mais, sem estancar a saída de dinheiro da sua conta, o esforço será como enxugar gelo.

Mas você já deve ter se perguntado como que algumas pessoas conseguem fazer crescer o patrimônio, às vezes até ganhando menos que outras pessoas que vivem encalacradas com pouco dinheiro, não é? Bom, pelo menos, eu me pergunto isso constantemente.
O meu amigo Seiiti Arata, fundador da Arata Acedemy, fez um video muito interessante que aborda essa coisa da Psicologia da pobreza, e Psicologia do consumo (aliás, com uma história sensacional que eu ainda não conhecia sobre como a indústria do tabaco conseguiu fazer as mulheres começarem a fumar)

Clique na imagem para ver o video

O Seiiti é um estudioso desses processos de como as pessoas ganham e perdem grandes somas de dinheiro. Além de coach profissional, ele é consultor da ONU em Genebra. Taí um cara super inteligente, que lê muito e eu adoro conversar com ele. Aliás, estamos marcando uma nova conversa para breve (será a segunda, gravada em video) sobre empreendedorismo, negócios, relações on-line, e até este blog aqui.

O cara criou um site chamado “A classe alta”. Ali dentro tem um mundo de material que explora a Psicologia que nos prende à classe média. Ele trabalha fazendo uma engenharia reversa dos perfis e ações que inevitavelmente levam à riqueza financeira a partir do zero. As análises são todas baseadas em princípios e filosofias que orientam as ações de indivíduos que alcançaram um enorme sucesso profissional em suas vidas. Se você, como eu, já passou algum tempo pensando porque umas pessoas dão certo, apesar de todas as dificuldades que surgem e outras que tinham tudo para estourar a boca do balão se ferram de verde e amarelo, “A classe alta” pode ajudar a clarear as ideias e mostrar as “cascas de banana” pelo caminho.

O curso contém 37 vídeos de coaching que compõem o programa principal, além de mais de dezenas de materiais bônus (entrevistas, livros digitais e vídeos) voltados para aumentar a renda através de dicas práticas de investimentos, empreendedorismo e carreira.

Sei que não é pra qualquer um. Este é um projeto que foca em um público mais preparado, mais interessado em questões ligadas à qualidade de vida, aumento de renda, negócios, finanças e empreender. Não é um produto de massa… Aliás, se fosse, a massa não seria a massa, para sempre presa na Matrix.

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23 respostas

    1. Oi corvo, acho importante cada pessoa ser sincera e dizer o que pensa. Eu não levei a mal e imagino que o Philipe também não.

      Falando sobre seu comentário:

      Se eu tivesse uma visão imediatista, de curto prazo, seria verdade: lançaria um curso meia boca qualquer e ganharia dinheiro vendendo o material.

      E depois?

      Bom, com um curso que não traz resultado nenhum, as pessoas ficariam insatisfeitas e ou começariam a me pedir o dinheiro de volta ou simplesmente nunca mais comprariam nada de mim.

      O objetivo é de longo prazo, entregando algo de qualidade e que traz benefícios para todos os que se dedicam ao curso.

      Por isso é que a gente pediu pra galera que efetivamente realizou o programa deixar opinioes aqui:

      http://www.arataacademy.com/port/avaliacao-a-classe-alta

    2. Se fosse assim seria dupla burrice, minha e do Seiiti. Se eu só visasse a grana, este lugar aqui seria REPLETO de propagandas de coisas realmente inúteis, já que volta e meia eu recuso posts patrocinados que não acrescentem vantagem ao leitor do Mundo Gump. Não faço isso por causa do leitor somente. Não sou candidato a santo. Eu não faço isso porque sou elitista, é porque se o anunciante faz uma campanha, e ela não dá resultado, ele nunca mais volta a anunciar, nem quando tiver algo que realmente atraia os leitores. Outra coisa, se um post aqui não acrescenta valor ao leitor, produz desinteresse e isso é algo que vai contra os meus interesses. Então, se eu achar que não vale a pena, eu desmotivo o cara de fazer este tipo de promoção aqui. No caso do Seiiti, já é o segundo empreendimento que ele lança anunciando aqui (o primeiro inclusive foi muito bem sucedido) e se não funcionasse para o leitor, como os feedbacks que eu recebo mostraram, ele não ia querer gastar dinheiro atoa, né?
      Aliás, veja só, se ESTE CARA, que ajuda as pessoas a achar bons investimentos considera uma boa anunciar aqui, eu fico até lisonjeado.
      Por sua vez, pelo fato de já ter passado pela Arata Academy mais de 1400 pessoas satisfeitas, eu penso que se não fosse algo bom, ele não teria tanto sucesso. Mas algo que é importante a ser dito é: Este projeto não é um daqueles negócios “renda extra”, ou “Fique rico”. Me parece que foco nunca foi este. EU nunca vi o Seiiti nem ninguém assegurar que fazendo o curso você vai ficar rico. Se fosse assim era fácil, né? É como eu escrevi no post, isso não é pra qualquer um MESMO.

  1. off topic – Philipe, recentemente comprei uma camera T4i e estava acompanhando seus posts sobre fotografia, gostaria de saber quando virão mais posts sobre o tema e gostaria de sugerir a aborgem do uso de adaptadores wide angle em lentes do kit. Como fiz um investimento alto (para mim) não disponho de recursos para investir imediatamente em lentes wide, macro ou fish eye. Como vc resolveu esse problema? Comprou lente de angulo aberto ou fish eye ou usa adaptadores? Obrigado pela atenção.

    1. Eu estava com o mesmo problema, gastei a grana toda que eu tinha comprando o kit co corpo mais lente, e a 50mm 1.8; Aí fiquei sem grana para wide angle.
      Eu examinei as minhas necessidades, como estava comprando as paradas para o curta, eu estava com mais necessidade de lentes proximas, como a 50mm. Sem grana para pegar todo o range possível, eu precisei fazer concessões, escolhi ir primeiro para a tele e só então, depois de fechar bem, passar para lentes de ângulo aberto. Se eu tivesse mirado em fotos de paisagens primeiro, acho que teria feito o inverso. O que eu fiz foi comprar uma lente fixa catadioptrica de 500mm que eu estava querendo usar para imitar uma mira telescópica numa cena do curta, mas então descobri como é legal o lance de fotografar e filmar a lua…
      Com a lente do kit começa em 18mm, (sendo minha maquina uma crop frame, ela não é 18 de verdade) é bastante wide, para a maioria das cenas que eu precisava de ambiente fechado. mas a lente do kit é meio escura para filme, então percebi que investir em luz daria mais resultado que comprar uma lente nova, pois a luz poderia usar para outras coisas. (eu anda nem imaginava que poderia querer usar a câmera para paisagens)
      Quando percebi que talvez precisasse de mais área na imagem, fiz um teste e comprei uma lente adaptadora bower. Este tipo de lente é super barata, e ela encaixa na ponta da lente do kit, aumentando seu efeito de grande angular. Claro que a qualidade é MUITO-TOTALMENTE-INCRIVELMENTE pior que usar uma lente wide de verdade. Mas para 90% do que eu pretendia, funcionava.
      Bom, o que eu posso dizer é que a Bower é uma marca ruim. Ela dá cada aberração cromática perto das bordas que impressiona. Mas não posso julgar este tipo de lente adaptadora só pela bower de vite doletas que eu comprei no ebay. Parece que existem umas que são impressionantemente boas. Eu destacaria a Raynox. As lentes raynox sempre são muito bem feitas, pelo menos é o que leio sobre elas em foruns, e algumas são muito boas inclusive para macro.
      Claro que nunca será a mesma coisa que pegar uma lente feita para wide angle. Sobretudo se for uma lente rapida.

      Eu acho que a melhor solução é sempre aquela que resolve sua necessidade. Por exemplo, tem umas lentes olho de peixe que são caríssimas. Comprar uma lente dessas quando não se tem todo o range já na bolsa, acho bobagem. Tudo é uma questão de quanto você vai usar a lente, e convenhamos, olho de peixe é um tipo de lente legal, que faz fotos bacanas, mas se TODAS forem com ela, o portfolio vai ficar UM SACO, né?
      Eu ainda não cheguei no ponto da wide angle nas minhas necessidades profissionais. (na verdade, até já, mas foi no caso de um trabalho específico que as lentes ja estavam disponíveis para isso)
      Isso de ter essa necessidade de lente é algo que já sei que vai acontecer, e está próximo, e portanto eu ja até sei quais lentes precisarei comprar. Mas como será um trabalho voltado para qualidade Top, não tem como usar gambiarra. terei que ter o melhor material, então é algo que é caro mesmo.
      Mas uma solução paliativa que ja vi que dá, é dar uma olhada no ebay na seção de usados. Tem que saber garimpar. Olhando la vc vai ver umas lentes russas, que estão vendendo “na bacia das almas”. Geralmente são lentes primes, com muita abertura… Eu não sei dizer quanto a tendência a distorção ou aberrações, mas parece estar num nível aceitável. Essas lentes são 100% manuais, com mounts de câmeras analógicas, então exigem também um adaptador sempre. Mas quando você faz as contas, compensa pra dedéu!
      POr serem manuais, pode ser mais hard conseguir o foco cravado, e para isso eu arrumei uma solução bastante útil, que é o auxiliador de foco do Magic Lantern. Com ele, a maquina me diz quando um objeto esta no foco desenhando um contorno azul nele no liveview. A função desse troço é ajudar quem faz filme a focar na mão, porque como a tela da câmera é pequena, é fácil confundir e achar que a imagem reduzida está no foco quando na verdade ela está levemente fora.
      Essa ferramenta ajuda DEMAIS para achar as estrelas quando a gente faz time lapse do céu.
      Então, respondendo sua pergunta, no meu caso, eu uso uma lente adaptadora, que está quase sendo aposentada por incompetência, e devo comprar umas lentes wide angle para paisagens de boa qualidade. Algumas serão da Canon, mas tem umas lentes da Tokina que me atraem muito, principalmente para fotos do espaço. A tokina faz umas lentes para super wide que são muito boas! (apesar de um pouco caras)

  2. quanto a consciência de consumo e oportunidade, (história do cigarro por exemplo) sempre tive essa visão de manipulação quanto a isso, me sinto mto idiota o tempo todo quando tenho q concordar com alguém sobre algo relacionado a isso, como um carro da moda ou algo do tipo, não vai me trazer nada, mas eu preciso concordar pra poder não ser o chato da parada… porra, gostaria de ter pessoas mais inteligentes e menos manipuladas do meu lado! :/ realmente um sonho encontrar gente assim!

  3. Que máximo!!! Adorei, confesso que quando vi a chamada já achei legal, agora que terminei de ver o vídeo fiquei mais animada ainda.

    E felizmente/infelizmente, não são todas as pessoas que se interessam por isso, sorte a minha que eu sim.

  4. Seiiti e Philipe, vocês aplicaram em seus empreendimentos as dicas e práticas do curso? Vocês, claro, não ficaram ricos, porém conseguiram ganhar mais dinheiro utilizando em suas vidas esse programa do curso? Qual foi o resultado afinal? Pergunto isso não para constrangê-los, mas para não ficar parecendo aquela história do cara que ensina a todos uma fórmula matemática para ganhar na loteria, enquanto que o sujeito mesmo nunca a utilizou para conseguir ficar milionário…

    1. Bom, eu só posso falar por mim. (acho que o Seiiti é bem mais rico do que eu, hahaha) No meu caso, a minha participação no projeto da Arata Academy é uma entrevista sobre o meu processo de trabalho aqui no blog. As questões sociais, as novas formas de relação. Profissionalmente, eu me considero bem sucedido, mas eu não sou rico. Quer dizer, se usarmos alguns mecanismos da economia para medir riqueza e tal, como quantas viagens ao exterior a pessoa faz no ano, quantos carros tem, se tem casa e quantas e tal, eu estou na classe media alta. Mas o meu caso em específico é meio fora da curva, poque o meu trabalho também é bem peculiar e nunca se repete (obs: Esse meu trabalho não é o Mundo Gump).
      Eu nunca foquei minha vida nos resultados. Pode soar chocante uma frase assim num mundo marcado cada vez mais pelos resultados. Mas a verdade é que são os processos que me interessam. Assim, na hora de escolher faculdade, eu não fui pelo caminho da profissão que paga mais. Na contra-mão, eu fui fazer uma faculdade de algo que eu já sabia de antemão que nunca seria a minha profissão, mas em compensação, era algo que me interessava em estudar. Eu sou meio assim com tudo, então talvez por isso nunca tenha e concentrado numa meta de enriquecer, e sim de fazer as coisas que eu gosto. Talvez eu até esteja errado, ou esteja na vanguarda. Mas uma coisa é certa, eu e minha esposa temos uma vida bem acima do padrão médio do país, e nunca (NUNCA) tivemos dívidas. Ser milionário (ter mais de um milhão de reais na conta) não é nossa meta de vida, mas é possível que aconteça.

    2. Oi Lucio, obrigado por ter formulado a pergunta de forma inteligente, com curiosidade (que inclusive é marca registrada dos leitores do Mundo Gump).

      Antes de falar de mim, comento sobre a minha percepção do Philipe: eu acho que ele é RICO PRA CARAMBA. Veja: ele é um cara que curte ficar indo atrás de coisas bizarras (e publica aqui), ele gosta de bonequinhos, esculturas (e faz isso e se diverte, alem de ser mega talentoso),as fotos que ele tira do jardim dele parece dar a impressao que ele vive no antigo estúdio Light and Magic. Poderia dar mil outros exemplos de hobbies que ele tem e compartilha aqui.

      Em outras palavras, é um cara feliz pra burro, com uma bela família, faz o que gosta, não deve satisfação pra ninguém. Pra mim, isso é ser rico. Muito rico.

      No meu caso, é meio complicado responder sem ficar parecendo arrogante ou ser mal interpretado. Posso te falar de minha carreira profissional: sempre trabalhei em escritórios de ponta no Brasil e no exterior, com salário muito confortável. Vc pode ver mais detalhes e me adicionar aqui no LinkedIn: http://br.linkedin.com/in/seiiti

      Mas números são apenas números. Procuro seguir um caminho parecido com o do Philipe – com isso, quero dizer que eu faço aquilo que eu gosto, vivo com pessoas que adoro, não preciso ficar engolindo coisas que não aceito. Sei qual é meu propósito (conceito bem importante que é sempre tratado na obra de Napoleon Hill e Viktor Frankl). Tá tudo em ordem. E sim, o curso todo tem vários exemplos do que eu sempre fiz (e também de boas práticas que identifico em meus clientes, mentores e obras de referência).

      Se por um lado eu compartilho as coisas que eu mesmo usei em minha vida, por outro lado te digo que eu nunca me posiciono como “sábio no palco” (sage on stage) mas sim como “guia que caminha ao lado” (guide
      on the side), que é essencial para que a gente aprenda junto e cada pessoa encontre suas próprias soluções.

      Abraço!

  5. Bom, só achei desnecessário a última parte do texto, sobre só os escolhidos se interessarão, se não interessar é da massa. Parece palestra motivacional da Monavie.

    Os que não se interessam podem ser pessoas plenas, confortáveis com sua própria vida e que não são influenciadas pela ambição sem limites e consumismo inveterado.

    1. Concordo com você. A ultima parte não ficou muito boa mesmo. Ficou parecendo uma pressão velada, né? A ideia ão foi esta, peço desculpa se pareceu assim. O que eu pretendia mostrar é que não há muita gente “no ponto” de procurar novos conhecimentos sobre educação financeira. A maior parte da população do Brasil nem imagina que isso exista, e é perfeitamente compreensível este fato, pois se o povo mesmo nem a educação básica pôde ter, imagina a financeira então! Do ponto de vista motivacional, Maslow explica porque isso não tem como ser para muita gente.

      1. Dos seus posts e matérias os comentários sempre acrescentam e ensinam algo. Toda vez leio tudo e sempre encontro uma conclusão parecida com a minha, dai nunca comento. Mas dessa vez pareceu-me que eu tinha algo a acrescentar.

        Muito grato pela resposta. Por essas que te admiro, cara!

  6. Há algum tempo li, neste mesmo blog, um texto sobre este trabalho do Seiiti. Um curso com a intenção de formar um master mind sobre educação financeira e desenvolvimento pessoal.
    Houve manifestações contrárias e a favor do post. Tinha interesse no assunto, na época não achei caro e decidi que valia a pena experimentar.
    Recebi o livro tema do curso, recebi aulas, videos, livros extras de várias pessoas relacionados ao tema (os recebo até hoje), muitas entrevistas excelentes, com pessoas interessantes sobre diversos temas ligados a esse assunto, e, o mais importante, entrei em contato com um grupo de pessoas interessadas em educação financeira e desenvolvimento pessoal. O que abriu minha mente para investimentos que sequer sabia que existiam.
    Hoje conheço muito mais sobre o assunto. Não só por causa do Seiiti, mas por outras fontes que acabei conhecendo direta ou indiretamente no seu site, com o grupo que participei.
    Me identifiquei com bolsa de valores e é onde hoje dedico boa parte de meu tempo para educação financeira. Terminei me relacionando com outros grupos mais focados neste tema e venho tendo um resultado interessante. Apesar deste “afastamento” da Classe Alta, continuo recebendo muito material do Seiiti e os aproveitando sempre que possível e que me desperta o interesse.
    O tempo todo ele repetiu, em diversas situações, que se houvesse alguém insatisfeito com o programa, que devolveria o dinheiro pago, pois o interesse era ter pessoas satisfeitas e interessadas em agregar valor ao grupo. Achei isso muito positivo.
    Enfim, não conheço o Seiiti pessoalmente, nem tenho qualquer beneficio pessoal em elogiar seu programa e sua postura (já disse até que hoje me dedico mais a outros grupos, focados em bolsa de valores), mas não podia deixar de dar o meu depoimento ao programa que plantou uma das mais relevantes sementes no meu processo de independência financeira.
    Sou grato a ele por isso, e, como nunca agradeci antes, faço isso publicamente agora.
    Não posso recomendar um programa que sei que só funcionará bem para um público específico, com interesse e vontade de dedicar-se à independência financeira e desenvolvimento pessoal. Para essas pessoas só posso dizer que o programa é honesto e abrirá muitas portas. Então que, apesar do receio por tanta balela vista por aí, vale a pena. Pode não ser um fim, mas certamente é um excelente meio.
    Espero que com esse depoimento possa ter ajudado alguém a seguir um bom caminho e melhorar sua vida, se, de alguma forma também ajudar o Seiiti, ótimo! Mas essa ajuda vem pelo que ele me proporcionou, não por qualquer interesse pessoal.

    1. Poxa Marcelo! Que comentário mais bacana.

      Obrigado mesmo por seu tempo em colocar em palavras essa sua opinião. Você sintetizou muito bem o propósito do programa: estimular cada pessoa a abrir novas portas, cada um buscando a solução que mais agrada. Alguns vão atrás de empreendedorismo, outros buscam investimentos, outros se concentram em carreira privada ou pública. Mas todos nós estamos reunidos em torno de objetivos e visão comuns.

      Te parabenizo por ter utilizado o curso e os recursos que a gente oferece de forma proveitosa. Um abraço forte!

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