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10 lugares Gump no Brasil

Escrito por Philipe Kling David · 11 Minutos de leitura >

Depois do sucesso daquele ultimo post sobre dez lugares muito Gumps do mundo, aqui está o post com dez lugares Gump do Brasil. Certamente que existem muitos outros talvez até mais escalafobéticos que esses, mas talvez eles apareçam num post de continuação futura. Vamos então aos lugares mais Gumps do nosso país:

1- Lençóis Maranhenses

Muito mais que um dos lugares mais incríveis do Brasil, o parque dos Lençóis no Maranhão é garantidamente um dos lugares mais espetaculares da face da Terra. Imagine um deserto que lembra o famoso deserto do Saara, só que cheio de água, que forma incríveis piscinas naturais. E imagine isso se perdendo de vista no horizonte. Pensou?

O parque foi criado em 2 de junho de 1981 numa área de 155 mil hectares nas margens do Rio Preguiças, no nordeste do estado do Maranhão e distante cerca de 260 km de São Luís, ocupando uma área total de 270 quilômetros quadrados, com dunas de até 40 metros e lagoas de água doce.São incontáveis lagoas e os turistas se esbaldam nadando em lagoas de águas cristalinas.

Trata-se de um ecossistema costeiro único dentro do bioma caatinga, que associa ventos fortes e chuvas regulares. Consiste em uma faixa de dunas que avança entre 5 e 25 quilômetros em direção ao interior. Como todo lugar do mundo, existe um período ideal para visitar este espetáculo maravilhoso da natureza.

O melhor período para visitar os Lençóis Maranhenses é o período posterior à estação das chuvas, que dura de dezembro à julho. Em setembro e outubro, as lagoas continuam belíssimas e não corre-se o risco de se deparar com águas intermináveis. Formado por dunas branquíssimas de areia fina e um céu espetacular e água, é de se imaginar que o por do sol neste lugar caprichado pela natureza é qualquer coisa de espetacular.

2- Vale da Lua

O Vale da Lua, como o próprio nome diz é um daqueles lugares em que a gente se sente andando num oputro paneta, ou até mesmo no nosso satélite natural. Isso porque com a erosão, as pedras acabaram sendo esculpidas ao longo de milhares de anos, formando curiosas fendas.

O Vale é uma das maiores atrações da Chapada dos Veadeiros. O lugar é destaque por sua formação rochosa assimétrica e distinta, assim como as crateras lunares. Além das pedras, o ambiente é cortado pelo rio São Miguel, de águas cristalinas, o que torna este local ainda mais especial e interessante. E ainda você encontrará cachoeiras, piscinas naturais, grutas e muita natureza.


3- Ilha de Trindade, onde o Brasil começa


Existe uma porção de terra no meio do oceano Atlântico, localizada a 1.167 quilômetros de Vitória (ES) e a 2.400 quilômetros da África, que é a verdadeira visão do paraíso. Trata-se da Ilha da Trindade, que atualmente é controlada e supervisionada pela Marinha Brasileira. Por isso, lá a natureza é virgem, a fauna está preservada, e espécies endêmicas de plantas ainda sobrevivem, já que pouquíssimas pessoas podem chegar lá.

A ilha, é o território mais oriental do país. Pouca gente sabe, mas a ilha de Trindade já foi presídio político entre 1922 e 1926. Na Ilha de trindade existe uma gruta que era usada como local de orações e até hoje é reverenciada pelos militares e civis que chegaram à ilha. A tradição diz que para retornar à ilha é necessário deixar algum objeto pessoal no interior da gruta. É impressionante a quantidade de objetos, roupas, quadros, fotos, deixados por lá.

Também impressiona a todos os gigantescos rochedos e penhascos. A ilha é bem pobre em vegetação, embora a fauna seja muito rica. Trindade é na verdade, a ponta de uma enorme montanha submarina. A Ilha da Trindade originou-se de um vulcão extinto. Acima do nível do mar, seus pontos mais elevados atingem um pouco mais de 600m. Tal como a ponta de um Iceberg, a Ilha da Trindade esconde o gigante vulcão que repousa no leito do Oceano Atlântico, a 1,110 Km da costa capixaba, na altura da cidade de Vitória.

A exploração minuciosa da ilha foi feita apenas na década de 60, e curiosamente foi descoberto um mineral raríssimo, chamado HAUYNITA, que só foi descoberto em pouquíssimos lugares do planeta, mas que ainda não se sabe se e para que ele serve.

Com uma forma alongada e com um terreno extremamente acidentado, possui uma área de apenas 9,2 quilômetros quadrados, o que equivale a metade do arquipélago de Fernando de Noronha. Mesmo tão pequena, a ilha tem atrações naturais diversificadas: são 12 praias, a maioria formadas por solo de pedra e corais, e cada enseada possui uma característica diferente, como um pico, uma vegetação rasteira, uma piscina natural, solo de terra vermelha, túnel e costões íngremes.

Criada em 1989, a Reserva Ecológica Municipal das Ilhas Oceânicas da Trindade e Arquipélago Martim Vaz, é considerada patrimônio ambiental e genético do Oceano Atlântico.

Trindade também serve para alimentar lendas na memória de marinheiros sobre tesouros escondidos no local. A ilha já pertenceu à Inglaterra e foi presídio político, mas hoje significa apenas uma ponta do que existe de mais belo no país. Em 1700 a ilha foi visitada pelo astrônomo inglês Edmund Halley (o mesmo que deu o nome ao cometa, que chegou a tomar posse da lIha em nome da monarquia britânica). Halley, preocupado com futuros náufragos, resolveu introduzir cabras para serem usadas como fonte de alimento. Não houve tantos naufrágios como o previsto e as cabras viraram uma praga, comendo tudo o que viam pela frente. A marinha então organizou as “cabritadas”: grupos de caça para exterminar as cabras.

No ano de 2000 as últimas cinco cabras foram mortas. Em 1895, os ingleses ocuparam a ilha com a justificativa de implantação de um cabo submarino para ligação da Inglaterra com a Argentina. Em 1897 o Brasil fez uma disputa diplomática e voltou a governar a ilha. Em comemoração foi posta uma placa com os dizeres: “O direito vence a força”.

Trindade pertence ao município de Vitória, o seu território é somado junto a área total da cidade, na verdade Trindade seria o “bairro” mais distante de Vitória. Uma vez por ano é realizada a regata Vitória x Trindade, onde participam veleiros de todo o Brasil. fonte fonte fonte

4- Fernando de Noronha

Certamente você nunca poderá visitar a ilha de Trindade, mas aqui está uma outra ilha de cair o queixo que aceita a visita de turistas. Fernando de Noronha é um paraíso na Terra.

Fernando de Noronha é um arquipélago pertencente ao estado brasileiro de Pernambuco, formado por 21 ilhas e ilhotas, ocupando uma área de 26 km², situado no Oceano Atlântico, a leste do estado do Rio Grande do Norte. Constitui um Distrito estadual de Pernambuco desde 1988, quando deixou de ser um território federal, cuja sigla era FN, e a capital era Vila dos Remédios. É gerida por um administrador-geral designado pelo governo do estado. A ilha principal tem 17 km² e fica a 545 km do Recife e a 360 km de Natal.

Após uma campanha liderada pelo ambientalista gaúcho José Truda Palazzo Jr., em 1988 a maior parte do arquipélago foi declarada Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas lá existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores que se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos – o lugar de observação mais regular da espécie em todo o planeta.

O centro comercial em Noronha é Vila dos Remédios, mas não é considerada capital por ser a ilha um distrito estadual. O parque nacional é hoje administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A ilha tem praias boas para surfe e mergulho ecológico, além de ótimas trilhas. A cor da água chega a parecer de mentira.

5- Monte Roraima – O mundo perdido

O Monte está exatamente na divisa entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana. É a chamada tríplice fronteira. Embora uma boa parte da montanha fique no Brasil, não dá pra chegar lá indo pelo Brasil. O turista brasileiro precisa ir até a Venezuela para subir por lá.  A razão disso é que pelo lado brasileiro, o Monte apresenta uma inclinação negativa de aproximadamente 600 a 800m de altura.

O estado de Roraima recebeu este nome por causa da montanha. Roraima, etimologicamente resulta da contração de roro (verde) e imã (serra ou monte), e como já dá pra supor,  foi batizado por indígenas, os pemons da Venezuela.
O lugar fica na Serra de Pacaraima, é o ponto mais alto da Guiana, e a décima maior formação rochosa brasileira, com 2.734 metros de altitude.

Chamadas de Tepuis, esse grupo de montanhas gigantescas de topo plano (que se formaram há mais de dois bilhões de anos) são bastante comuns no norte da Amazônia. A mais famosa e lendária de todas elas é o Monte Roraima, que serviu de inspiração para o escritor inglês Arthur Conan Doyle escrever O Mundo Perdido (1912) clássico infanto-juvenil no qual o professor Challenger, cientista aventureiro, descobre um planalto isolado do mundo por penhascos verticais, habitat de criaturas pré-históricas.

Na mais recente expedição do projeto Pontos Culminantes, que vem atualizando a altura das principais montanhas do Brasil, pesquisadores do IBGE e militares definiram que a porção brasileira do Monte Roraima (o platô esparrama-se ainda pela Venezuela e a Guiana) atinge 2 734 metros, 5 metros a menos do que se considerava. A sétima montanha mais alta do Brasil também é a mais mágica de todas.

São inúmeras as opções de guias e passeios. Para quem quiser se aventurar pelo trekking, vai precisar utilizar um pouco suas pernas e pulmões; a caminhada inclui subidas consideráveis, mas o esforço é recompensado por uma savana recortada por rios e cachoeiras. O local fica dentro do Parque Nacional do Monte Roraima, ao norte do Estado (na fronteira com a Venezuela e a Guiana).

As formações geológicas da serra ao qual o Monte Roraima faz parte são bastante estranhas e incomuns e são consideradas entre as formações geológicas mais antigas do planeta. O monte já estava lá quando o Brasil ainda era colado na África.  A subida até o topo é realizada em território venezuelano e conta com a ajuda de carregadores, infra-estrutura de acampamento e cozinheiro. Ao todo, o passeio dura nove dias, mas fique atento; ele só é realizado de abril a dezembro…

6- Encontro das águas

Uma das mais fantásticas obras da natureza é o encontro de dois rios que existem no Brasil. O Rio Negro, que tem águas escuras, cor de Coca-Cola e o Rio Solimões, que tem águas barrentas de cor ocre-avermelhado. Quando os dois rios se encontram, as águas misteriosamente não se misturam de imediato produzindo um fenômeno visual de grande impacto.

Olha só que impressionante que é ver isso de perto:

Chega a parecer um truque. Mas a explicação para isso é científica. A bacia hidrográfica amazônica tem águas de três cores diferentes: os rios de águas brancas, águas negras e águas claras.

Os rios de água branca, como o Solimões, são os que nascem em lugares muito montanhosos.  A coloração barrenta da água vêm da terra que esses rios arrancam das montanhas quando descem. Essa coloração “suja” da água não significa que ela não seja apreciada pelos peixes. Junto com o barro, muitos nutrientes ajudam plantas a crescerem no leito do rio, alimentando os animais aquáticos. Sabe-se que os bagres migradores, desovam na cabeceiras dos Andes. Eles vivem nos rios de água branca.

Já nos rios de água negra ocorre o inverso. Eles nascem em locais baixos, e não levam sedimentos. Por conta disso, esses rios passam por áreas com solos encharcados e áreas alagáveis. Um fenômeno que ocorre muito na bacia do Rio Negro. Como essas áreas são regiões que contém muito material orgânico, isso acaba tingindo a água. Alguns animais são exclusivos desses tipos de águas. Uma vantagem da água escura é que por ser mais ácida, com menos nutrientes, não dá tanto mosquito.

Em menor número, mas muito apreciados por suas belas praias, são os rios de águas claras. Eles nascem em locais de pouco relevo, e passam por poucos locais alagáveis. Isso faz com que a água seja límpida. É o caso do Rio Tapajós e do Xingu.

Então, na Amazônia, é possível observar vários encontros entre rios com águas de coloração diferente. Além dessa que eu descrevo aqui, a famosa confluência do Negro e Solimões, também se pode ver o encontro do Tapajós ou do Xingu com o Amazonas (claro com branco), ou do Rio Branco com o Rio Negro (branco com negro).

Dependendo da época do ano, podem ser necessárias centenas de quilômetros para que as águas se misturem totalmente. A mistura das águas demora porque os rios são calmos e muito grandes.

7- Angra dos Reis


Angra dos reis é um dos lugares mais bonitos do Brasil. O lugar tem uma absurda quantidade de ilhas: São exatamente 365 delas, ou seja, você levaria um ano inteiro, indo em ilha todo dia para conhecer tudo. Algumas dessas ilhas são paraísos dos milionários, alguns famosos como Gugu Liberato, Ivo Pitanguy e Ronaldo Fenômeno.

Mas existem muitas ilhas completamente desertas, algumas impenetraveis por sua natureza exuberante. Outras com generosas praias onde os turistas chegam de escuna e passam o dia. O mar tem um tom verde-esmeralda e há muito peixe.

Uma das mais famosas ilhas do lugar é a Ilha Grande, onde dá pra fazer mergulhos inesquecíveis.

Angra dos Reis está situada na microrregião da Costa Verde, Sul Fluminense no estado do Rio de Janeiro. A cidade foi descoberta em 1502. Curiosamente, a única usina nuclear do Brasil fica neste paraíso ecológico.

8- Jalapão

O Parque Estadual do Jalapão foi criado em 12 de janeiro de 2001 e se encontra localizado no município de Mateiros, no estado brasileiro do Tocantins. O parque abrange uma área de quase 150 mil hectares e é considerado como o maior parque estadual do Tocantins. A vegetação é predominantemente de cerrado ralo e campo limpo com veredas.

Sua posição estratégica possui continuidade com a Área de Proteção Ambiental (APA) do Jalapão, Estação Ecológica da Serra Geral e Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba. A cidade conhecida como porta de entrada do Jalapão é Ponte Alta do Tocantins.

O Parque Estadual do Jalapão certamente é um dos mais fascinantes roteiros para se fazer no Brasil. Embora seja conhecido como um deserto, não seria exagero chamar o parque – que envolve oito municípios e está encravado entre os Estados de Tocantins, Piauí, Maranhão e Bahia – de óasis. Isso por causa da abundância de água, nas mais atraentes variantes: cachoeiras, nascentes poderosas (os fervedouros), rios incrivelmente limpos e de água potável. A região tem a menor densidade demográfica do Brasil: 0,8 habitante por quilômetro quadrado.

A erosão dos ventos faz com que os morros vão lentamente gerando dunas de cores amareladas.

Embora pareça desértico e inóspito, em muitos lugares a natureza esfrega na nossa cara toda sua exiberância com belas cachoeiras, matas, rios e lagoas.

9-  Gruta de Maquiné

A gruta de Maquiné foi descoberta em 1825 pelo português Joaquim Maria do Maquiné. É considerada uma das mais belas do mundo.


Foi explorada cientificamente pelo naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund em 1834, mas somente em 1967 recebeu infra-estrutura adequada à visitação pública. Já serviu de abrigo para homens pré-históricos e também para animais. É considerada o berço da paleontologia brasileira.

O lugar fica em Cordisburgo no  estado de Minas Gerais.

A Gruta possui aproximadamente 650 metros de galerias e salões e 18m de profundidade. São sete salões com formações calcárias interessantes abertos à visitação. Os salões explorados (há locais não visitados por algum tipo de dificuldade como teto baixo e locais de difícil acesso) e o sistema de iluminação possibilitam a apreciação das belezas das formações calcárias. A visitação só é permitida com o acompanhamento de guias.

O elemento principal de sua formação é o carbonato de cálcio, ajudando também outros minerais como: a sílica, gesso, quartzo e o ferro. Suas galerias e salões, verdadeiras estranhezas arquitetônicas são resultado do trabalho formidável da água em persistência de milênios. Dr. Lund permaneceu dentro da caverna quase dois anos fazendo seus estudos sobre a paleontologia brasileira e descobriu restos humanos e de animais em petrificação do Quaternário. Entre outros, foram achados esqueletos de aves fossilizadas com a extraordinária curvatura de até três metros. A gruta é soberbamente colorida com luzes cuidadosamnete ocultas, o que dá uma sensação fantástica ao visitante. Lembra a jornada ao centro da Terra.

10- Cataratas do Iguaçu

Um dos lugares mais espetaculares do mundo onde podemos testemunhar a força da natureza é o conjunto de cataratas formadas no rio Iguaçu. 

Elas são um conjunto de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina, fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542. Uma das maiores cataratas do planeta, a majestosa queda Garganta do Diabo apresenta mais de 150 metros de largura e quase 80 metros de altura com impressionantes quedas d’ àgua onde criam uma das mais belas paisagens do planeta.

Até 6 milhões de litros de água por segundo escorrem pelas cataratas do Iguaçu, entre o Brasil e a Argentina.

O Brasil está repleto de lugares fantásticos e deslumbrantes. Esses são apenas alguns poucos. Pra falar a verdade, tive uma enorme dificuldade em selecionar, dada a quantidade de lugares de pirar que existem no nosso país.

Se você nunca veio ao Brasil, talvez essas imagens te inspirem a conhecer de perto estes lugares maravilhosos. Espero que tenham gostado. Até a próxima.

Escrito por Philipe Kling David
Designer, blogueiro, escritor e escultor. Seu passatempo preferido é procurar coisas interessantes e curiosas para colocar neste espaço aqui. Tem uma grande atração por assuntos que envolvam mistérios, desconhecido e tecnologia. Gosta de conversar sobre qualquer coisa e sempre tem um caso bizarro e engraçado para contar. Saiba mais... Profile

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22 respostas para “10 lugares Gump no Brasil”

  1. Putzzz… Brasil tem lugares espetaculares. Você, na verdade, falou de alguns, digamos que peneirou e tentou buscar lugares diferentes. Por que tem demaissssss! hehehehehe

    Belíssimo…

    Ah… parabéns sobre a Ilha da Trindade, eu já li bastante sobre ela, mas creio que ainda seja algo que muito pouca gente conheça, visto tamanha importância.

    Abraço

  2. Sensacional!!! Mas será que vc não é suspeito para falar que Angra dos Reis é um dos lugares mais bonitos do Brasil? hehehe… afinal você guarda boas lembranças de lá… hehehe…
    Curiosidade sobre os Rios Solimões e Negro: não só os peixes gostam da água barrenta, como o Solimões tem muito mais peixes que o Negro, ao ponto de alguns nativos e caboclos definirem o Negro como rio morto. Detalhe, já vi peixe pulando dentro de canoa no Negro, então imagina como deve ser o Solimões…
    Abraço!

  3. No próximo post sobre lugares brasileiros, inclua o Parque Nacional Cavernas do Peruaçú, localizado no norte de MG. A principal caverna, a Gruta do Janelão, é fantástica! Vale a citação.

  4. Iiiiii….!!!! Í Ibitipoca ?!
    Rio de mármore, banhado pela coca-cola! Ou mate, nacionalmente falando.
    Isso que dá ficar obcecado pelo número dez!

    Vai ter neguinho se queixando a dédeú… E tal lugar? E aquele outro…

  5. Só faltou falar que o Monte Roraima foi a inspiração dos animadores da Pixar para fazer o Paraíso das Cachoeiras em UP!
    Inclusive fizeram uma viagem de campo em 2004 com parte da equipe para fazer esboços de tudo o que tinha lá de modo a deixar tudo o mais realista possível.

  6. Olá, só complementando um pouco quanto ao Encontro das Águas. A explicação para os rios não se misturarem tem natureza química e física: há diferença no ph da água dos dois rios, sem contar que eles também possuem diferença de temperatura e velocidades das correntezas… o rio Solimões (o de águas escuras) é mais quente e corre em maior velocidade… e isso é notável (para aqueles que tiverem oportunidade) quando tocamos um rio e outro durante o passeio… Parabéns pelo Blog. 🙂

  7. Muito interessante mesmo.
    Faltou o monte dos 7 lagos (cada lago tem uma cor diferente) – perto de Maturacá, Pico da Neblina;
    Também Porto de Galinhas – PE;
    Ilha do Bananal – TO;

  8. Lençóis maranhenses é mesmo um lugar incrível cheguei de la não tem uma semana, fora o passeio nos proprios lençóis tem um tour de barco pelo rio preguiça que tbm é muito show, vale muito a pena conhecer.

  9. Oi! Acompanho o seu site a um par de anos e curto demais as publicações… As águas do Rio Negro e Solimões não se misturam devido as diferenças de pH, velocidade e temperatura que são diferentes, o que torna a o encontro extremamente conturbado: Solimões possui águas mais frias, desce com maior velocidade e tem pH mais básico contrastando com o Negro. Abs.

  10. Não acredito que tá faltando a Chapada Diamantina na Bahia, um dos lugares mais lindos sem a menor dúvida. Pesquise sobre o Poço Azul, Poço Encantado, Fazenda Pratinha… Entre outros lugares da Chapada, é maravilhoso.

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