O porto da morte

O porto da morte

Era quase como um cemitério de elefantes, mas no mar. Eles vinham, gigantes, imponentes, enormes, impávidos e colossais, cortando a água como fizeram desde seu nascimento, para desacelerar os motores. Ao se aproximar da costa, já se notava uma mancha escura junto à praia. Era um verdadeiro enxame de pessoas, que aguardavam, como formigas, ávidas para desmantelar o gigante moribundo…

A cidade azul da Índia

A cidade azul da Índia

Fundada em meados do século XV, Jodhpur é uma cidade típica do Rajastão. O quadrado central da cidade velha é chamado Nonchok. Aqui, cruzam-se nove ruas, cada uma delas habitada por representantes de uma casta particular ou de uma profissão particular.

A macabra torre do silêncio

A macabra torre do silêncio

“…Nenhum dos corpos em decomposição na fotografia foi identificado. Os moradores das proximidades ficaram chocados com o numero de corpos no Dakhma, e se mostraram incapazes de reconhecer quem eram aqueles mortos. Os corpos, por sua vez, não batiam com a descrição de nenhuma pessoa desaparecida. Não havia animais, exceto moscas e suas larvas. Os zoroastristas permitem que aves necrófagas alimentem-se dos mortos pois vêem nisso uma pratica onde de acordo com suas crenças “o corpo volta para a Terra”. Mas os oficiais encontraram os corpos relativamente preservados e intocados por qualquer animal. Não há contagem oficial de mortos. De fato, muito pouca investigação foi feita no local, e talvez seja esta a razão dessa foto ter aparecido. Os oficiais evitaram o lugar não só porque ele parecia difícil, mas pelo seguinte…”

Homem que está andando de ré há 25 anos esqueceu como faz para andar para frente

Homem que está andando de ré há 25 anos esqueceu como faz para andar para frente

Fala sério, você já viu um título mais estranho e engraçado que este? Pois é a pura verdade. Vamos contar a história de Mani Manithan.

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Mani Manithan decidiu que iria andar de costas, de ré, em 1989, depois que ficou chocado ao ver uma série de incidentes violentos eclodindo em sua Índia natal. Ele diz que a rotina bizarra de só andar de costas não interfere com a sua vida diária. Com o tempo, o cara se adaptou a só se mover para trás. O cérebro humano é altamente adaptável a certas mudanças e com isso, ele passou a dominar a arte de andar para trás. Ele sobe e desce escadas, pega trem, vai ao mercado e anda pela rua. Tudo de costas!

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